EA211 TSI Evo: a nova jóia da Volkswagen

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É o primeiro motor a gasolina turboalimentado de 1.5 litros a recorrer a um turbo de geometria variável.

A Volkswagen acaba de apresentar no Simpósio de Motores de Viena – certame dedicado às inovações tecnológicas neste campo – o novo EA211 TSI Evo: o primeiro motor a gasolina turboalimentado de 1.5L com turbo de geometria variável.

A marca alemã anunciou que vai iniciar a comercialização deste novo motor até ao final do ano, em dois patamares de potência: 129cv e 148cv. Muito provavelmente o EA211 TSI Evo, será estreado no novo Volkswagen Golf – modelo que deverá ser apresentado no Salão de Paris.
Comparativamente ao 1.4 TSI de 123cv, este motor é 10% mais eficiente, tanto nos consumos como nas emissões. Para além do já referido turbo de geometria variável, parte deste ganho deve-se ao sistema de desativação de cilindros e à adopção de um ciclo de combustão Miller com uma taxa de compressão mais elevada – o binário máximo está disponível logo às 1.300RPM (ver imagem).

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Há muito usados nos motores Diesel, só agora é que os turbos de geometria variável começam a massificar-se nas motorizações a gasolina – recordamos que o primeiro modelo a gasolina a recorrer a esta tecnologia foi o Porsche 911 Turbo (geração 997) em 2006.

O que são turbos de geometria variável?

Tal como o próprio nome indica, os turbos de geometria variável (TGV) diferenciam-se dos turbos convencionais (de geometria fixa) pela possibilidade de ajuste contínuo das pás da turbina. Graças a este movimento é possível otimizar o fluxo de gases num regime de rotações mais amplo.

Porque é que só agora é que os TGV chegam aos motores a gasolina?

Nos motores a gasolina a sua implementação tem sido mais difícil devido à temperatura superior dos gases face aos motores a Diesel. Para implementar os TGV nas motorizações a gasolina, era necessário recorrer a ligas metálicas muito dispendiosas e que tornavam o custo desta solução muito cara para carros «comuns».

Ao que parece, a Volkswagen encontrou a solução para este problema.

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Retirado de razaoautomovel

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Volkswagen: apresentada solução para corrigir emissões (o guia completo)

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A Volkswagen revelou a solução para resolver o problema criado pela instalação de software malicioso nos modelos com motores diesel EA 189.

A Volkswagen revelou os procedimentos necessários para a resolução do problema criado pelo software malicioso instalado nos motores EA 189. Reunimos a informação disponibilizada pela Volkswagen, de forma a que seja possível esclareceres facilmente as tuas dúvidas.

Motores 1.6 TDI

Tempo de intervenção estimado: menos de 1 hora
Modificação mecânica: Sim
Alteração de software: Sim

As unidades equipadas com motores 1.6 TDI necessitam de um transformador de fluxo ar, que será instalado na parte diateira do sensor de ar. Esta operação auxiliará o nível de mistura entre o ar e o combustível, para uma combustão mais adequada e permitirá uma medição mais eficaz da entrada de ar. Também serão introduzidas mudanças no software da unidade de gestão eletrónica do motor.

Motores 2.0 TDI

Tempo de intervenção estimado: 30 minutos
Modificação mecânica: Não
Alteração de software: Sim

Nos motores 2.0 TDI o procedimento é mais simples: será realizada apenas uma atualização de software de gestão eletrónica.

Motores 1.2 TDI

A solução para os motores 1.2 TDI está a ser preparada e será apresentada, garante a Volkswagen, até ao final do presente mês de novembro. Tudo indica que apenas será necessário realizar uma modificação no software, mas ainda não foi confirmado.

Esta solução abrange modelos da Seat, Skoda e Audi?

Sim. O mesmo procedimento será aplicado aos todos modelos afetados do Grupo Volkswagen, como é o caso dos automóveis Seat, Skoda, Audi e veículos comerciais Volkswagen.

Como se vai processar o recall?

Apesar das alterações em termos de motorização e software serem relativamente rápidas, será disponibilizado um veículo de substituição enquanto a reparação estiver a ser efetuada. A Volkswagen garante que colmatará todas as necessidades de mobilidade do cliente, durante este processo.

O representante da marca de cada país entrará em contacto com os clientes com viaturas afetadas e agendará uma data para a resolução dos problemas.

Quais serão os custos para os clientes?

Nenhuns. A Volkswagen garante que as viaturas afetadas pelo software malicioso serão corrigidas sem custos para os seus clientes.

Prestações e consumos vão sofrer alterações?

A Volkswagen apresenta como objetivos principais desta operação o cumprimento das metas legais de emissões e a manutenção dos valores de potência e consumos. A marca alemã ressalva também que ainda que este seja o objetivo, como as medições oficiais ainda não foram feitas, não é possível confirmar oficialmente que este será o resultado.

Podes consultar aqui o comunicado oficial da Volkswagen.

Retirado de razaoautomovel

Dieselgate: Volkswagen vai assumir os prejuízos fiscais dos Estados

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No meio de novas acusações e declarações que prometem  expandir os efeitos do Dieselgate, a postura do ‘gigante alemão’ está diferente, para melhor. O Grupo VW vai assumir os prejuízos fiscais dos Estados Unidos com o escândalo das emissões.

Recapitulando os últimos acontecimentos, recordamos que o Grupo Volkswagen assumiu que deliberadamente manipulou os testes de emissões norte-americanos, de modo a conseguir a homologação necessária do motor 2.0 TDI da família EA189. Uma fraude que afectou 11 milhões de motores e obrigará à recolha dos modelos equipados com esta motorização para os colocar de acordo com as emissões de NOx vigentes. Posto isto, vamos às novidades.

Novas acusações

A EPA, a agência governamental americana de protecção ambiental, acusou novamente a Volkswagen sobre o uso de defeat devices, desta feita nos motores 3.0 V6 TDI. Entre os modelos visados conta-se o Volkswagen Touareg, os Audi A6, A7, A8, A8L e Q5, e pela primeira vez a Porsche, que se vê arrastada para o meio da tempestade, com o Cayenne V6 TDI, que também se vende no mercado americano.

A Volkswagen já veio a público refutar tais acusações, ficando subentendido nas declarações do grupo, por um lado, a conformidade legal do software destes motores, e por outro, a necessidade de maior clarificação relativamente a uma das funções desse software, que nas palavras da Volkswagen, não foi adequadamente descrita durante a certificação.

Neste sentido, a Volkswagen afirma que os vários modos que o software permite, um protege o motor em determinadas circunstâncias, mas que o mesmo não altera as emissões. Como medida preventiva (até à clarificação das acusações) a venda dos modelos com este motor pela Volkswagen, Audi e Porsche nos EUA foi, por iniciativa do próprio grupo, suspensa.

A nova administração do Grupo VW não quer cometer os erros do passado, por conseguinte, esta ação está em linha com essa nova postura. Entre outras acções, no seio do Grupo VW decorre uma autêntica auditoria interna, à procura de indícios de práticas menos correctas. E como se costuma dizer, “quem procura, acha”.

Uma dessas auditorias incidiu no motor que sucedeu ao infame EA189, o EA288. Motorização disponível nas cilindradas de 1.6 e 2 litros, inicialmente obrigado apenas a cumprir a EU5 e que estava, igualmente, na lista de suspeitos por derivar do EA189. De acordo com as conclusões da investigação pela Volkswagen, os motores EA288 foram definitivamente ilibados de possuírem tal dispositivo. Mas…

Investigação interna adiciona 800 mil motores ao crescente escândalo

… apesar do EA288 ter sido ilibado do eventual uso de um software malicioso, as investigações internas (levadas a cabo pelo próprio grupo) vieram pôr a descoberto “inconsistências”   nas nas   emissões de CO2 de mais 800 mil motores onde não só os motores EA288 estão incluídos, como acrescenta um propulsor a gasolina ao problema, nomeadamente o 1.4 TSI ACT, que permite a desactivação de dois dos cilindros em certas circunstâncias para redução de consumos.

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Num artigo anterior sobre o dieselgate esclareci toda uma mixórdia de temáticas, e, correctamente, separámos as emissões de NOx das emissões de CO2. Os novos factos conhecidos obrigam, pela primeira vez, a trazer o CO2 para a discussão. Porquê? Porque os 800 mil motores adicionais afectados não possuem software manipulador, mas a Volkswagen declarou que os valores de CO2 anunciados, e consequentemente, de consumos, foram fixados num valor abaixo do que deveria durante o processo de certificação.

Mas os valores anunciados de consumos e emissões eram para levar a sério?

O sistema de homologação europeu NEDC (New European Driving Cycle) está desactualizado imutável desde 1997 e apresenta inúmeras lacunas, oportunamente aproveitadas pela generalidade dos construtores, gerando discrepâncias cada vez maiores entre os valores de consumo e emissões de CO2 anunciados e os valores reais, no entanto devemos levar este sistema em consideração.

Não podemos olhar para o NEDC como indicador fiável dos consumos e das emissões reais (porque não é…), mas devemos olhar para ele como uma base de comparação sólida entre todos   os   automóveis, pois todos eles respeitam o sistema de homologação, por muito defeituoso que seja. O que nos leva às declarações da Volkswagen, onde, apesar das óbvias limitações do NEDC, esta afirma que os valores anunciados são 10 a 15% inferiores àqueles que deveriam ter sido realmente anunciados.

Efeito Matthias Müller? Volkswagen assume os prejuízos fiscais decorrentes do Dieselgate.

É de saudar a iniciativa de anunciar, sem demora, a revelação destes novos dados, através do novo presidente da Volkswagen, Matthias Müller. O processo de implementação de uma nova cultura empresarial de transparência e mais descentralizada vai trazer dores num futuro próximo. Mas é preferível assim. Mais vale esta postura, do que varrer tudo para “debaixo do tapete”, numa fase de exaustivo escrutínio de todo o grupo. Já está prometida, claro está, a solução deste novo problema, tendo sido já colocados de parte 2 mil de milhões de euros adicionais para o resolver.

Por outro lado, esta nova informação tem vastas implicações legais e económicas que ainda necessita de mais tempo para ser totalmente compreendida e esclarecida, com a Volkswagen a tomar a iniciativa de um diálogo com as respectivas entidades de certificação. Será que com o decorrer das investigações vai haver mais surpresas?

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No que respeita a implicações económicas, é fundamental referir que as emissões de CO2 são tributadas, e como tal, reflectindo as emissões inferiores anunciadas, também as taxas tributadas aos modelos com estes motores são inferiores. Ainda é cedo para perceber a totalidade das consequências, mas o ressarcimento da diferença dos valores tributados nos diversos estados europeus está na agenda.

Matthias Müller, na última sexta-feira, enviou uma carta aos diversos ministros das Finança da União Europeia pedindo que os Estados cobrassem ao grupo Volkswagen a diferença dos valores em falta e não aos consumidores.

Nesse sentido, o governo alemão, através do seu ministro de transportes Alexander Dobrindt, já tinha anteriormente anunciado que voltaria a testar e certificar todos os modelos actuais do grupo, nomeadamente, Volkswagen, Audi, Seat e Skoda, para determinar as emissões de NOx e agora também CO2, à luz dos últimos factos.

A procissão ainda vai no adro e a dimensão e amplitude do Dieselgate é difícil de contemplar. Não só no plano financeiro, mas também no futuro do grupo Volkswagen como um todo. As repercussões são vastas e estender-se-ão no tempo, afectando toda a indústria, onde as revisões planeadas para o futuro teste de homologações WLTP (Worldwide harmonized Light vehicles Test Procedures) poderão tornar a tarefa de cumprir as futuras normas de emissões mais difíceis e onerosas de alcançar.

Veremos…

Retirado de razão automóvel

 

 

 

Ghosn: “Escândalo da VW penaliza todos os fabricantes”

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O CEO da Aliança Renault-Nissan, Carlos Ghosn, acredita que o escândalo da Volkswagen é um desafio para todas as outras marcas uma vez que a confiança no setor é posta em causa, nomeadamente em grupos que já falharam anteriormente como o caso da General Motors e os seus problemas nas ignições.

“Toda a indústria deve estar de mente aberta e predisposta a responder a qualquer questão que surja”, explica o representante em comunicado. “Contudo, não acredito que a Volkswagen, a nível interno, não soubesse. É preciso ser muito perspicaz para esconder tal coisa”, concluiu.

Recorde-se que Volkswagen está envolvida numa enorme polémica devido à descoberta de um software instalado em automóveis norte-americanos que adulterava os valores das emissões de NOx para a atmosfera. Um escândalo que atualmente poderá obrigar a que todas as outras marcas sejam vistas “a pente fino”, após vários pedidos de grupos e partidos ambientalistas assim como do próprio parlamento europeu.

Retirado de automonitor

Volkswagen deixa de vender carros a diesel nos EUA após falsear emissões

A estratégia da Volkswagen para o mercado norte-americano passava por vender carros a gasóleo com motores poderosos e poucas emissões, uma forma de ganhar quota, já que no ano passado as vendas nos Estados Unidos tinham caído 10%, para 366.970 unidades

A Volkswagen, maior fabricante automobilístico do mundo, vai deixar de vender carros com o motor diesel TDI de quatro cilindros nos Estados Unidos, tanto novos como usados, depois de ter sido acusada de manipular as emissões. O anúncio foi feito pela própria empresa.

As ações da Volkswagen estão em queda abrupta na Bolsa de Frankfurt, a cair 19,6% para os 130,60 euros, a maior descida nos últimos sete anos.

A VW iniciou uma investigação interna depois de a Agência de Proteção do Meio Ambiente (EPA) dos Estados Unidos ter acusado a empresa de falsear o desempenho dos motores em termos de emissões para a atmosfera, através de um software incorporado no veículo.

A marca alemã não especifica quantos modelos estarão afetados pela decisão, mas alguns dos veículos que incluem este motor são, por exemplo, o Golf, o Jetta e o Beetle e ainda o Audi A3.

O presidente do grupo Volkswagen, Martin Winterkorn, lamentou este domingo ter “quebrado a confiança” dos seus clientes e do público em geral, depois das acusações das autoridades norte-americanas. O líder da VW diz estar “profundamente arrependido” por ter quebrado a confiança do público, sendo que a marca suspendeu as vendas dos modelos de carros envolvidos, que eram uma pedra angular dos esforços de Winterkorn para recuperar mercado nos Estados Unidos.

Segundo a legislação norte-americana, a multa para este tipo de infrações pode chegar aos 18 mil milhões de dólares (cerca de 15,9 mil milhões de euros ao câmbio de hoje), não estando de parte uma ação criminal. É que, segundo a EPA, durante a condução normal dos carros, o software – conhecido como um “dispositivo manipulador” – iria agravar de 10 a 40 vezes os limites legais.

A estratégia da Volkswagen para o mercado norte-americano passava por vender carros a gasóleo com motores poderosos e poucas emissões, uma forma de ganhar quota, já que no ano passado as vendas nos Estados Unidos tinham caído 10%, para 366.970 unidades.

Na passada quinta-feira, as autoridades norte-americanas aplicaram uma multa de 900 milhões de dólares (795 milhões de euros) à General Motors, relativamente a um defeito no sistema de ignição que afetou 2,6 milhões de carros e causou 124 mortes.

Retirado de expresso

A Toyota é o maior fabricante de automóveis do mundo

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A Toyota conserva o título de maior fabricante de automóveis do mundo, com um total de 10,23 milhões unidades entregues em 2014. Mas o Grupo Volkswagen está cada vez mais próximo.

A competição pelo título de maior fabricante de automóveis está cada vez mais renhido. Pelo terceiro ano consecutivo a Toyota (incluindo as marcas Daihatsu e Hino) reclamou para si o estatuto de fabricante nº1 no mundo, ao conseguir entregar um total de 10,23 milhões de viaturas em 2014. São cerca de 3 carros produzidos a cada segundo.

No segundo lugar, cada vez mais próximo da liderança, surge o Grupo Volkswagen com 10,14 milhões de viaturas entregues. Mas muitos analistas acreditam que 2015 será o ano em que, finalmente, o grupo alemão vai reclamar o título de maior construtor mundial. A própria Toyota acredita nessa possibilidade, ao prever uma ligeira quebra de vendas este ano, devido ao arrefecimento do mercado automóvel japonês e em alguns mercados chave da marca nipónica.

No último lugar do pódio surge a General Motors, com 9,92 milhões de unidades. Recordamos que a General Motors foi detentora deste «título» durante 80 anos consecutivos, até ser destronada pela Toyota em 2008. Em 2011 ainda voltou ao top mundial, mas foi sol de pouca dura. A Toyota desde então tem estado no 1º lugar de «pedra e cal». 2015 promete…

Retirado de razaoautomovel

O Volkswagen Passat comemora 40 anos

thumbs_sapo_ptCA3WJ2QVCorria o mês de maio de 1973 quando a Volkswagen lançou no mercado o primeiro Passat. Desde então e, até hoje, foram vendidas mais de 20 milhões de unidades em todo o mundo, repartidos pelas sete gerações existentes.

A primeira geração teve um sucesso rápido e, sete anos depois do seu lançamento tinha já vendido 2,5 milhões de unidades, deixando uma herança pesada para o seu sucessor. A segunda geração conseguiu ser mais popular, uma vez que durante a sua carreira comercial foi montado em países como o Brasil, Espanha, México, África do Sul e Japão.

O tempo fez com que a Volkswagen enveredasse cada vez mais pelo caminho de tornar o modelo cada vez mais refinado e sofisticado, disponibilizando motores mais eficientes e muito equipamento. A chegada dos motores TDI e TSI, da caixa automática de dupla embraiagem DSG ou do sistema de tração integral 4Motion deram ao Passat uma importância cada vez maior dentro da Volkswagen.

Depois do Golf e do “Carocha”, o Passat é o carro mais vendido de sempre da Volkswagen e é hoje um carro global. Tanto que a marca alemã vende versões específicas para diferentes mercados, como o chinês ou o norte-americano, adaptando o modelo às necessidades locais. A gama conta também com uma versão coupé de quatro portas, mas que na nova geração perdeu a designação Passat e chama-se apenas CC.

Se no início a oferta contemplava versões de três e cinco portas, as primeiras acabaram por ir ficando fora do catálogo, sendo substituídas por versões mais familiares – as carrinhas. E agora existe mesmo uma versão um pouco mais radical, que permite circular em percursos fora do alcatrão – a Alltrack.

A oitava geração do Passat deverá começar a ser vendida no próximo ano.

Retirado de sapo turbo

Grupo VW com caixa automática de 10 velocidades

a38e6783fea4a1e77f7bf03f38082c17_LNovidade é também um Diesel com potência específica de 136 cv/l. Volkswagen Golf e Passat, Audi A6 e Porsche Cayenne terão versões híbridas plug-in.

As notícias que dão conta de novas caixas de velocidades automáticas continuam. Depois da união de esforços entre a General Motors e a Ford, da nova caixa ZF e da Hyundai, o grupo Volkswagen está a desenvolver uma caixa de velocidades automática de dupla embraiagem DSG/Stronic de 10 relações. O anúncio foi feito pelo CEO do grupo germânico Martin Winterkorn, durante um simpósio de engenharia em Viena (Áustria), que garantiu que esta novidade, a utilizar em motorizações a gasolina TSI e Diesel TDI, contribuirá para uma redução de até 15% nos consumos médios e de níveis de 95 g/km de emissões de CO2 em todo o grupo até 2020. Conta-se que estes objetivos sejam atingidos por via do aprimoramento do processo de combustão, utilização de materiais mais leves, novas estratégias operacionais, otimização dos níveis de fricção e gestão térmica.

O “senhor Volkswagen” revelou também que o grupo está a trabalhar num novo motor Diesel mais eficiente, com potência específica de 136 cv/l (atualmente, o 2.0 TDI de 184 cv tem 92 cv/l). Este futuro propulsor de alto desempenho terá um sistema de válvulas variável, sistema de injeção de alta pressão que funciona até 3000 bar, combinado com um sistema de carregamento e-booster. Apesar do desenvolvimento dos híbridos e elétricos, Winterkorn confessou que ainda vê grande potencial nos motores de combustão.

Nota ainda para, depois das variantes Audi A3 e-tron e Porsche Panamera E-Hybrid, se seguirão versões plug-in dos VW Golf e Passat, Audi A6 e Porsche Cayenne.

Fonte: autohoje

Empigest renova frota com Volkswagen Caddy e outros modelos

Empigest_frota_VWA Empigest, empresa de máquinas de movimentação de cargas e serviços associados, renovou parte da sua frota com carrinhas Volkswagen Caddy Bluemotion.

Os objectivos da empresa eram aumentar a eficiência do serviço prestado ao cliente, a redução dos custos e a diminuição do impacto ambiental.

As primeiras 12 viaturas, de um total de 15, foram entregues pela Soauto Loures.

Com esta aquisição, a Empigest renova parte da sua frota de assistência e vai acrescentar mais duas unidades. O modelo de financiamento escolhido foi renting e, as condições serão mantidas para todas as aquisições até final do ano. As 12 Caddy já entregues têm motorização BlueMotion 1.6 TDI 75 CV, enquanto as restantes  são dois Volkswagen Golf e um Volkswagen Polo.

“Com esta renovação, a Empigest conseguiu reduzir os encargos com a sua frota automóvel e melhorar a qualidade da mesma, nomeadamente ao nível da redução do custo mensal de financiamento e manutenção das viaturas, com custo fixo através do regime de renting, e da redução significativa do consumo de combustível graças à tecnologia BlueMotion”, disse Carlos Carvalho, director-geral da Empigest.

Outros critérios que pesaram na escolha destes modelos foram o nível de equipamento, que se pretende que facilite o trabalho diário e reduza a fadiga dos técnicos da empresa. Além disso, também pesou a reduzão da emissão de gases de escape.

Fonte: fleetmagazine

Milhares de pessoas no primeiro dia da Automechanika

Com alguma chuva no final do primeiro dia, a Automechanika abriu as portas como a maior feira mundial para o setor de peças e acessórios.

Várias empresas contatadas pela equipa do Jornal das Oficinas, que se encontra desde ontem em Frankfurt para fazer o levantamento deste evento, disseram que esta é a feira onde colocam todas as suas expetativas.

Visitantes e expositores portugueses também são unânimes: a Automechanika continua com muita saúde e este foi o ano em que provou que é o ponto de encontro mundial para este mercado.

Milhares de pessoas passaram já pelos portões da feira. A organização não dispõe dos números de entradas diárias, mas os pavilhões encontravam-se, já hoje, repletos de pessoas.

Fonte: jornaldasoficinas