Garantia de veículos usados para particulares chegou

Comprar um veículo usado, seja ele automóvel ou mota requerer muita experiência da parte do comprador. Hoje em dia já são os próprios consumidores a prescindirem da garantia quando efectuam a comprar um veículo usado.

Certamente que o leitor já se sentiu tentado a comprar um carro ou mota usada sem garantia, por este se tornar assim mais barato. Também já lhe deve ter acontecido, ter o um veículo à venda e o comprador perguntar se o mesmo tem garantia e no caso de não a ter, o cliente não lhe compre o seu veículo.

Este é sem dúvida um tema bastante complexo, pois, se por um lado temos os vendedores que vendem carros na rua para não dar garantia, do outro, temos os vendedores que têm loja aberta ao público e dão garantia. Depois, existem os clientes que não se importam de comprar sem garantia, mas, também aqueles que querem comprar com garantia, mas, a um preço mais convidativo.

A pensar nisto, o Automoveis-Online estabeleceu uma parceria com uma empresa que opera no mercado das de garantias há mais de uma dezena de anos. Assim, o Automóveis Online dispõe de dois tipos de Garantias (Garantia Automóvel e Garantia de Moto).

São Garantias bastante significativas, pois ao adquirir uma destas ferramentas está adicionar valor ao seu veículo, isto é, evitar que no caso do seu veículo avariar, esses danos, não estejam cobertos por uma garantia.

Garantia Automóvel

Garantia AutomóvelSeja o seu veículo novo, semi-novo ou usado, a Garantia Automóvel cobre um conjunto elevado de peças e funções do seu veículo. Desta forma, vê os riscos de danos por avaria, diminuidos por acção de protecção da garantia.

No portal Automoveis-Online, se estiver a ver um anúncio em que o símbolo se encontra activo e associado a um automóvel, significa que está a comprar uma viatura com garantia “GA”. Se estiver a ver uma viatura com o icon “Ga – Garantia Automóvel” desactivado, sabe que corre riscos de o automóvel avariar e esses danos não estarem cobertos por uma garantia automóvel.

Na vertente vendedor, ao adquirir esta ferramenta está adicionar valor ao seu anúncio. Pois está a garantir o seu automóvel ao seu cliente.
Na vertente cliente, ao ver um anúncio com “Ga – Garantia Automóvel”, sabe que está a comprar um automóvel coberto por uma garantia e assim, ver o risco de avarias minimizado pela garantia.

Está a passar por dificuldades em conseguir vender o seu carro?

Venda mais rápido com a ferramenta Garantia Automóvel (Ga). Compre uma Garantia Automóvel.

Garantia de Moto

Garantia MotoSeja o seu veículo novo, semi-novo ou usado, a Garantia de Motas cobre um conjunto elevado de peças e funções da sua Mota. Desta forma, vê os riscos de danos por avaria, diminuidos por acção de protecção da garantia.

No portal Automoveis-Online, se estiver a ver um anúncio em que o símbolo se encontra activo e associado a uma mota, significa que está a comprar uma mota com garantia “GM”. Se estiver a ver uma mota com o icon “Gm – Garantia Mota” desactivado, sabe que corre riscos de a mota avariar e esses danos não estarem cobertos por uma garantia de motas.

Está a passar por dificuldades em conseguir vender a sua mota?

Compre uma Garantia de Motas.

Retirado de noticias.automoveis-online.com

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Vendas de usados para fora a subir, diz Autorola

Autorola_usados_online_thumb_medium640_374A venda de usados para fora das fronteiras nacionais, através do canal de vendas online, está a crescer em Portugal, diz a leiloeira Autorola, na última newsletter emitida.

“Países em recessão como Portugal, que se vêem a braços com um grande stock de veículos usados sem muitas vendas ou procura da parte do consumidor, estão a utilizar as exportações para libertar meios financeiros”, diz o documento.

“As compras e vendas para mercados externos têm vindo a crescer nos últimos anos, mas os problemas experimentados pela economia global viram esta área crescer dramaticamente nos primeiros meses do ano passado”, diz Peter Groftehauge, director-geral da Autorola.

Fonte: fleetmagazine

Renting de usados

Neste artigo, vamos apresentar uma solução que dá resposta a um desafio específico com que muitas empresas se debatem, particularmente, na actual conjuntura económica.

Como conciliar custos reduzidos/redução de custos com a flexibilidade de prazos curtos?

Bom, na verdade, dar resposta a esta questão seria quase como encontrar o Santo Graal da gestão de frotas, feito que a modéstia não nos permite reclamar.

Acontece, porém, que, enquanto consultores especialistas em gestão de frotas, é nossa função primordial auscultar as necessidades dos Clientes e encontrar uma forma de as satisfazer, sejam essas necessidades de ordem conjuntural ou estrutural sabendo que, na maioria dos casos, coexistem.

Colocámos mãos à obra e constatámos um facto que acaba por ser do senso comum, talvez até primário, entre os gestores de empresas. A grande generalidade das empresas está obrigada a reduzir custos e limitada a compromissos de curto prazo o que, do ponto de vista negocial, parece uma dicotomia. O artigo que redigimos mostra que não tem de ser necessariamente assim. Para tal, vamos transportar as evidências e comportamentos macro-económicos para o universo da gestão de frotas.

Na esmagadora maioria dos casos, o custo da mobilidade (aluguer) é menor quanto maior o prazo do compromisso (contrato), ou seja, um aluguer a 48 meses é menos oneroso que, por exemplo, um contrato a 1 mês tal como está representado no gráfico seguinte:

Analisando mais em detalhe este fenómeno, através da comparação da distribuição de custos, verifica-se que o que motiva os diferentes comportamentos entre prazos é o aluguer, resultado da maior desvalorização que os veículos sofrem no primeiro ano de vida.

Assim sendo, a solução está à vista! Anular a diferença no aluguer! Mas como?! Ora, se o problema é a maior desvalorização de um veículo nos primeiros anos de vida, a solução passará por envolver um veículo cujo maior período de desvalorização já tenha sido ultrapassado, ou seja, um veículo usado.

Como? Através do renting de um veículo usado? Pode ser uma solução uma vez que, nestes casos, os veículos já ultrapassaram o maior período de desvalorização. Todavia, apesar de eliminarmos o efeito desvalorização, existem custos cujo comportamento de um veículo usado difere face a um veículo novo como se pode verificar no gráfico anexo, particularmente a manutenção apesar de esta ser, em parte, compensada por uma redução do seguro (capital a segurar inferior) e do I.U.C., apesar de, neste último caso, a redução ser marginal.

Nesta altura o leitor questiona-se, sendo assim compensa recorrer ao renting de um veículo usado? A resposta depende da circunstância em que se encontra.

Se já tem um contrato de renting activo que se encontra em fim de vida e em que existe a possibilidade de alargar o prazo desse mesmo contrato, caso a nova renda resultante reduza ou se mantenha inalterada, a opção pela extensão será a melhor na medida em que não terá custos logísticos acrescidos.

Se está “obrigado” a substituir um veículo ou adquirir um novo veículo, pondere seriamente a opção de renting de um veículo usado até porque esta é uma forma de as gestoras de frota escoarem parte do seu stock de veículos em fim de contrato fazendo com que também tenham interesse em aderir a uma solução neste formato, logo, estejam mais abertas a praticar preços competitivos.

Dos estudos que efectuámos, representamos graficamente, em anexo, as poupanças médias por via da contratação de renting de um veículo usado comparativamente a:

Verifica-se que, quanto menor o prazo contratual, maior será a vantagem de recorrer ao renting de um veículo usado.

Assim, se está “obrigado” a recorrer a um contrato de curta duração, o renting de um veículo usado apresenta-se como uma solução extremamente aliciante mas se, por outro lado, não tem qualquer restrição de prazo, então a vantagem de recorrer ao renting de um veículo usado comparativamente ao renting de um veículo novo a 48 meses dilui-se, fazendo com que não seja tão aliciante recorrer ao renting de um veículo usado.

Em resumo, podem-se apresentar as seguintes vantagens no renting de um veículo usado:

• Maior flexibilidade por via do menor período contratual

• Custo reduzido

• Veículo disponível para entrega “imediata”

• Menor tributação (autónoma e I.V.A.) devido ao menor custo do veículo

• Prémio e franquia de seguro menores devido ao menor valor venal do veículo

• Eventuais menores custos com recondicionamentos no caso dos operadores que desvalorizam os danos em função da idade do veículo

• Mobilidade idêntica à de um veículo novo na medida em que os serviços disponíveis são exactamente os mesmos comparativamente ao aluguer de um veículo novo

• Boa oportunidade de negócio para ambas as partes (locador e locatário)

Como desvantagens temos:

• Maior probabilidade de imobilização do veículo devido à sua maior idade e quilometragem

• Possível insatisfação dos colaboradores uma vez que preferem um veículo novo a um usado

• Todavia, o renting de um usado até pode ser uma vantagem na medida em que é uma solução que permite reduzir custos evitando ter de se reduzir frota ou pode permitir, por exemplo, aceder a um veículo melhor pelo mesmo custo mensal de um novo

Caso considere esta solução interessante assegure, contudo, que os veículos usados que lhe são propostos para aluguer reúnem condições mínimas, nomeadamente, quilometragens até um máximo próximo de 100.000 kms e conservação da carroçaria em estado aceitável para não incorrer no risco de alugar um veículo cuja probabilidade de imobilização seja muito elevada e cuja imagem exterior não seja condizente com os padrões da sua organização.

Espero que, com esta análise, o tenha ajudado a tornar a gestão da sua frota ainda mais eficiente e fácil.

Por: Ricardo Silva, Consultancy Manager na LeasePlan Portugal

Artigo publicado na Fleetmagazine

Mercado externo não é solução para usados

A crise dos novos passou para os usados, mas mesmo assim muitas das empresas relacionadas com o sector automóvel e grandes frotistas não usam a exportação como um canal para escoar estes veículos.

“A Renault tem outros meios de escoamento de usados que não passam pela exportação”, disse a relações públicas da empresa. “A rede oficial da marca escoa 100% das nossas viaturas usadas”.

“A Mercedes-Benz Portugal não exporta viaturas para o estrangeiro, tendo apenas sido efetuada uma viatura nova a pedido do cliente pelo concessionário que fez a venda”, disse o homólogo no importador da marca alemã.

“De facto não usamos a exportação, dado que o volume de viaturas [próprias] é reduzido”, disse José Guilherme, gestor de frota nos CTT. “A maior parte [da frota] é em AOV”.

As duas gestoras que responderam ao inquérito desta revista disseram que não o fazem, mas colocam a resposta no condicional. “Até à data ainda não utilizámos o canal de exportação para a venda das nossas viaturas”, disse José d’Almeida, da Athlon. “Não exportamos veículos nesta fase”, disse a directora de marketing da ALD.

José d’Almeida adianta a explicação. “Isto advém principalmente do número reduzido de viaturas que temos para vender  e também devido à especificidade dos casos em que realmente se consegue alcançar resultados positivos com a venda no estrangeiro”, diz.

Mas há quem o faça. A Avis e a Brisa disseram que exportam usados, embora tenham deixado claro que não é esse o canal preferencial. “Numa realidade extremamente complexa e dinâmica como é o cenário actual no mercado automóvel, torna-se necessário diversificar os canais de venda e explorar todas as alternativas disponíveis”, explica Bruno Matos, director operacional da rent-a-car, que aproveita o suporte logístico e a rede de contactos da Avis Alemanha.

A Brisa sabe que algumas das suas viaturas são vendidas para outros países através de leiloeiros, mas nem sabe ao certo quais são os destinatários, dado que não controla o processo diretamente. “Julgo que a Polónia é um dos países [que recebe os carros]”, disse Luís Prazeres, gestor de frota da empresa. Mas, mesmo assim, não é totalmente alheio ao processo. Face à descida dos valores residuais que se tem vindo a verificar, a empresa tenta aproveitar os períodos de maior procura para fazer sair as suas viaturas. E ouve o leiloeiro nesse processo.

A Avis refere o mercado alemão como o destino principal para estas viaturas. “Não deixa de ser algo curioso se tomarmos em conta que é o mercado onde os portugueses tradicionalmente compram usados”, disse.

A tipologia de veículos também é clara. Tal como referiu Miguel Vassalo numa entrevista concedida para a edição em papel da Fleet Magazine, além dos carros de aluguer (segmentos de pequena dimensão, a gasolina) são também os comerciais que recolhem as preferências dos compradores externos.

Numa altura em que as associações do sector apontam para quebras entre os 30 e os 40% nesta actividade, os outros operadores utilizam os canais tradicionais.

Mesmo a Avis, que refere a exportação como um dos meios, privilegia o buy-back, sistema em que a marca assume o usado ao fim do período em que é alugado pela rent-a-car. “O “buy-back” continua a ser, em função da política da empresa e também das excelentes relações que mantemos com a generalidade das marcas automóveis, o canal prioritário de venda de usados”, diz Bruno Matos.

Na Renault, como noutras marcas, é a rede que faz o escoamento dos usados. E o líder de mercado nos novos acredita que isso é suficiente para fazer frente à falta de procura. “O nosso mercado é um mercado maduro, ou seja, um mercado de substituição e não de instalação. Desta forma, só quem domina a área dos veículos usados, pode ter ambições nos veículos novos”.

Fonte: fleetmagazine