Conheça a Estrada Nacional 2, a nossa Route 66

Dizem ser a Route 66 lusa pois tal como a estrada americana, a Estrada Nacional 2 “rasga” o país de ponta a ponta. É uma aventura esta estrada património.

Estrada Nacional 2, a nossa Route 66

Conheça a Estrada Nacional 2, a nossa Route 66
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 A Estrada Nacional 2. Há quem diga ser a Route 66 lusa, até porque, tal como a estrada americana, a EN-2 “rasga” o país de ponta a ponta. Siga numa aventura pela estrada património.

Quando alguém afirma que a Estrada Nacional 2 (EN-2) é a Route 66 de Portugal, há sempre outro alguém que depressa corrige: afinal, uma tem quase 4.000 kms e outra pouco mais de 700… Mas não é a extensão de ambas que as aproxima. Antes o facto “rasgarem” países a meio, percorrendo paisagens distintas e revelando verdadeiros segredos.

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E, tal como a Route 66, a EN-2 é uma viagem “per si”. Além disso, apesar dos incêndios que atingiram a zona mais central da estrada, e de se cruzar com áreas cujo verde desapareceu, a EN-2 continua a oferecer natureza sem fim.

Estrada Nacional 2: 700 kms de pura beleza

O quilómetro zero desta viagem está marcado em Chaves, cidade transmontana, bem pertinho da fronteira com Espanha, ainda com um pouco de costela mirandesa. Por terras de Trás-os-Montes são as montanhas que mais marcam a paisagem, e a estrada vai serpenteando por estas. Primeira paragem a não perder fica ainda no concelho: Vidago, onde é imperativa uma visita ao parque centenário homónimo.

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A viagem prossegue entre uma certa agrura da serra e montes verdejantes. Para quem gosta de conduzir com tranquilidade, esta é uma estrada a cumprir. No entanto, nem sempre as condições do asfalto se revelam as melhores, por isso, há que ter cuidado (tanto nesta região como até ao fim do percurso).

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A passagem por Vila Real também merece alguma atenção, mas o que é de tirar o fôlego são as paisagens de socalcos de vinhas que se seguem, pelo Alto Douro, classificado pela UNESCO como Património da Humanidade, até Peso da Régua. Além de que há tempo e espaço para alguma diversão, tirando partido das curvas e contracurvas.

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O país esculpido a pedra e granito vem a seguir, com passagens em Lamego, Viseu, Tondela, Santa Comba Dão… Até que se inicia outro país, ainda acidentado, mas mais verde, onde imperam vastas zonas arborizadas: Penacova, Vila Nova de Poiares, Vila Nova do Ceira, Góis.

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Por aqui também é de perder algum tempo e, se o tempo estiver quente, descobrir uma ou outra praia fluvial. Mas, se o convite a mergulhos for despropositado, por esta região também é possível ser surpreendido pelas muito bem conservadas aldeias do xisto (Aigra Nova, Aigra Velha, Comareira e Pena).

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A partir de Góis e com Pedrógão Pequeno como destino, chega-nos a zona do Pinhal e das grandes albufeiras, como a do Cabril. Pelo caminho, voltam as curvas sinuosas e alguns troços em mau estado.

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E por aqui também há paragens obrigatórias: no alto da serra do Açor, de onde se tem uma visão impressionante (se for com tempo, na Portela do Vento, antes de cortar à direita pela EN-2, siga em frente e descubra outra aldeia emblemática: Fajão), ou junto à placa da Picha, aldeia do concelho de Pedrógão Grande (os nomes “estranhos” sucedem-se por isso tome atenção às placas).

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Até Pedrógão Pequeno ainda há outro ponto de beleza avassaladora ao cruzarmos o rio Zêzere pela Barragem do Cabril. Depois daqui, desviamos caminho em Vila de Rei, para registarmos a passagem no Centro Geodésico do país, que marca o local mais central em termos de coordenadas e de onde se tem uma visão extensa do coração do país.

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À medida que vamos avançando para sul, o verde denso, sobretudo da enorme mancha de pinhal e de eucaliptos que, mesmo depois dos fogos, continua a caracterizar a região, vai dando lugar a uma paisagem mais aberta. Para trás ficam as beiras; aguarda-nos o acolhedor Ribatejo, com paragem obrigatória em Abrantes.

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Depois, é cruzar o Tejo e prepararmo-nos para entrar em Ponte de Sor e, depois desta, para o dourado das planícies alentejanas e para o típico casario alvo, delineado a azul ou amarelo.

É difícil escolher sítios onde parar; todos parecem convidativos e em qualquer um há um petisco (esta também deve ser uma viagem gastronómica!) que faz brotar dois dedos de conversa.

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A estrada faz-se agora de retas a perder de vista, à medida que se cruza os distritos de Évora e de Beja. Neste distrito, destaque para o facto de a EN-2 cruzar a localidade de Castro Verde e, mais à frente, de Almodôvar.

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E é a partir daqui que a estrada se transforma em Património, classificação que data de 2003. Ao longo deste troço, de quase 60 quilómetros, até S. Brás de Alportel, tudo parece saído de um filme dos anos de 1930 – exceto que aqui não há lugar a preto e branco, mas antes a muita cor!

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Tudo ao longo deste traçado foi recuperado para que se sinta o valor histórico do caminho: a sinalização, as casas de cantoneiros, as áreas de descanso… É também aqui que acabamos como começámos: com as curvas e contracurvas da Serra do Caldeirão que tornam a viagem um pouco mais longa, mas também mais divertida.

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O quilómetro 737, já em Faro, e com o mar quase à vista, marca o fim da viagem.

Retirado de ncultura

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Governo vai autorizar testes de condução autónoma

Foto: NC Produções

O decreto-lei integra-se num pacote de diplomas sobre mobilidade elétrica e urbana e condução autónoma, em preparação no Ministério do Ambiente, ajustando a legislação em vigor à realidade atual. Uma das medidas, já anunciada, será a transferência para operadores privados autorizados dos postos de rede pública de carregamento de baterias. A rede está também a ser alargada, com a instalação, até ao final do ano, de postos de carga em todos os municípios e a criação de corredores elétricos com postos de carregamento rápidos nas áreas de serviço das principais auto-estradas do país.

A realização de testes de condução autónoma em estrada aberta é proibida formalmente nos países que assinaram a Convenção sobre Trânsito Viário de Viena, em 1968, que no seu artigo 8º estabelece que “ Todo o veículo em movimento ou todo o conjunto de veículos em movimento deverá ter um conduto”.

Dos países europeus, apenas Espanha não assinou a Convenção, mas alguns países que a assinaram já adotaram as suas legislações nacionais de forma a permitir a realização de testes de condução autónoma.

Ontem, o Grupo PSA anunciou a realização de testes de veículos autónomos com condutores não especialistas na região de Paris.  O Grupo PSA foi o primeiro a ter testado o veículo autónomo em estrada aberta em França, em julho de 2015, e o primeiro a realizar experiências com condutores não especialistas ao volante. Estes testes arrancaram no início do corrente mês de março e irão continuar até ao final do mês de junho com o público em geral.

Até à data, já foram percorridos mais de 120.000 km em modo autónomo (níveis 2, 3 e 4) em vias rápidas europeias. No total, são 15 os protótipos explorados pelo Grupo e pelos seus parceiros.

Retirado de automonitor

Finalmente, a Tesla está em Portugal

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Depois de vários apelos dos consumidores portugueses, a marca norte-americana de carros elétricos entra hoje no mercado. Para já apenas com encomendas online, e com concessionário no segundo semestre.

É uma promessa cumprida para o guru da tecnologia e CEO da Tesla, Elon Musk, que em maio do ano passado tinha respondido a diversas provocações de potenciais clientes portugueses no Twitter. Então, Musk respondeu com um curto “OK” ao apelo para abrir um centro de assistência técnica e um concessionário da Tesla em Portugal. Ora, passados pouco mais de seis meses, é já a partir desta sexta-feira que a Tesla começa a aceitar encomendas em Portugal. Encomendas online, bem entendido, já que a marca só terá um concessionário propriamente dito lá para a segunda metade deste ano.

Os clientes podem agora visitar o site da empresa norte-americana, entrar no estúdio de design, escolher um dos dois modelos disponíveis – o Model S, um sedan e o primeiro veículo familiar da marca, ou o Model X, um SUV -, definir versões, níveis de acabamento, e escolher opcionais. Após um período de espera entre os três e os quatro meses, o carro será entregue em Lisboa. Aliás, nesta fase, toda a operação da Tesla em Portugal está baseada em Lisboa. Primeiro, com uma equipa que vai organizar testes com potenciais clientes a partir de hotéis na capital, e mais adiante com o tal concessionário, a inaugurar no segundo semestre.

Jorge Milburn, country manager para Portugal e Espanha, revelou ao DN que “a partir de hoje a nossa garantia vai ser válida em Portugal, ou seja, quem comprar um dos nossos carros sabe que tem a manutenção ou qualquer problema com o carro assegurados em Portugal”. Este responsável adianta ainda que a marca californiana vai “ter técnicos da Tesla a trabalhar aqui para resolver qualquer problema que se passe com os carros. Isso é muito importante”.

À parte o concessionário e o centro de assistência técnica, a Tesla conta ter a funcionar três supercarregadores em Portugal até ao final do segundo semestre deste ano – os supercarregadores são locais onde é possível recarregar baterias em modo acelerado: em 30 minutos consegue-se carga para 270 quilómetros de autonomia. Sublinhando que Portugal tem “uma fantástica infraestrutura” para a mobilidade elétrica, Jorge Milburn explica que “a partir das próximas semanas vamos ter o nosso programa de carregamento no destino disponível em Portugal. Este programa significa que os nossos parceiros, como hotéis, centros comerciais, museus, campos de golfe, etc., proporcionam equipamento de carregamento aos nossos clientes quando estão longe de casa”.

Andar num carro elétrico provoca algo que é vulgarmente conhecido como ansiedade de autonomia. Os “sintomas” mais comuns são “tiques” como passar a vida a olhar para o painel de instrumentos, a verificar se a carga restante chega para a viagem que planeámos, ou estar constantemente a pensar onde se vai recarregar as baterias. Ora, a Tesla quer combater essa ansiedade, primeiro com conjuntos de bateria recordistas em capacidade na indústria automóvel, capazes de garantir mais de 600 km de autonomia no Model X (na versão mais cara, com baterias mais potentes, e segundo as regras de teste europeias. Em condições normais de utilização este valor baixa um pouco) ou 565 km no Model X, o SUV. Jorge Milburn sublinha ao DN que “não é preciso um carregador da Tesla para carregar os nossos carros. Podem carregar o carro em qualquer tomada elétrica normal, em casa ou no trabalho, ou então usar a rede de carregadores já disponível em Portugal. Podem carregar os carros aí, por isso já têm ótimas hipóteses para reabastecer os carros, e é muito fácil ter um carro elétrico em Portugal. Os nossos automóveis lideram o mercado no que toca a autonomia, estamos a falar de até 632 quilómetros com um carregamento completo, o que torna possível uma viagem Lisboa – Porto ou de Lisboa para o Algarve. E a Tesla vai continuar a reforçar a infraestrutura de carregamento, para tornar essas viagens mais confortáveis e para ligar Portugal à nossa rede europeia”.

A marca norte-americana olha para os consumidores portugueses e vê sinais de bom negócio. Jorge Milburn cita estudos da empresa e fala dos portugueses como sendo grandes adeptos das novas tecnologias e “também amantes do desporto automóvel e de belos automóveis. Vemos aqui carros fantásticos que não vemos normalmente noutros países europeus, por isso acho que os nossos carros vão realmente agradar a esse público. Sobretudo porque os nossos carros não são apenas carros elétricos. São os mais rápidos do mundo, são os mais ligados do mundo, são os carros com os sistemas de assistência à condução mais avançados do mundo. A Tesla produz o carro mais rápido do mundo dos 0 aos 100 km/h, e é um veículo elétrico. Os nossos carros agradam a uma audiência muito vasta, e achamos que há muito apetite no mercado português”.

Outro ponto que traz a Tesla para Portugal passa pelo esquema de incentivos fiscais à compra de veículos elétricos, sobretudo para as empresas. O responsável da marca para a península ibérica já fez as contas e garante que “se estiver à frente de uma empresa e comparar um Tesla com outro carro do mesmo preço mas com motor diesel ou gasolina, o custo de um Model S ou de um Model X é cerca de 50% mais baixo. Quando entramos em linha de conta com a tributação autónoma, com o ISV, o IUC e a depreciação acelerada do capital, quando olhamos para esses incentivos, é mesmo um belo negócio comprar um Tesla. E não estamos a falar apenas de um carro elétrico, mas sim de um dos melhores carros do mundo (risos)”.

A Tesla recusa antecipar um objetivo para as vendas neste primeiro ano em Portugal, e não quer muita conversa à volta do novo Model 3, um familiar compacto que vale 35.000 euros nos Estados Unidos, mas que só entrará em produção na segunda metade deste ano. O objetivo é concentrar o esforço de comunicação nos dois modelos que os clientes podem começar a encomendar já hoje – o Model S e o Model X. Os preços? Bem, não são propriamente acessíveis. O Model S, um sedan com aspeto e performances desportivas, começa nos 76.300 euros. O Model X, um pequeno jipe/monovolume com tração elétrica às quatro rodas, seis ou sete lugares, e umas portas curiosas – a Tesla chama-lhes asas de falcão – que dão um acesso folgado às duas filas traseiras de bancos, pode comprar-se a partir dos 107.000 euros.

Retirado de DN

Os 10 carros mais vendidos em Portugal em 2016

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A Renault lídera com o Clio a lista dos 10 carros mais vendidos em Portugal, no ano passado. Os números divulgados pela ACAP em 2016, entre janeiro e novembro, mostram que apesar da moda dos SUV marcar o ritmo das opções dos portugueses foi o pequeno utilitário Clio que continuou no top de vendas.

1. Renault Clio

 No período referido, o Renault Clio tinha vendido já 10354 unidades, mostrando um aumento relativamente ao ano passado. Este citadino que deu à Renault grande parte do mercado nacional no ano passado, representa 5,44% do mercado. A escolha dos portugueses poderá dever-se ao consumo, em média, de apenas 5,2 litros por cada 100 km (na última geração). A nível nacional, o modelo mais vendido foi o Renault Clio 0.9L Limited TCe 5P de 90 cv.

2. Peugeot 208

O Peugeot 208 ficou em 2º lugar em 2016, com 6335 unidades vendidas registadas no período de janeiro a novembro. Uma escolha económica dos portugueses, pois este é um modelo acessível de boa qualidade.

3. Renault Mégane

O Renault Mégane subiu de 8º lugar em 2015, para o 3º em 2016, tendo sido vendidas 5817 unidades no período referido. Esta é uma das maiores surpresas entre os carros mais vendidos em Portugal face ao ano passado.

4. Volkswagen Golf

Com 5363 unidades vendidas, o Volkswagen Golf ficou aquém do pódio entre os carros mais vendidos em Portugal no ano passado. O Golf foi o carro mais vendido na Europa, mas não conquistou a preferência dos portugueses do mesmo modo que conquistou o resto da Europa.

5. Renault Captur

O Renault Captur reflete como a marca francesa foi popular no ano passado em Portugal. Foram vendidos 5242 Captur de janeiro a novembro do ano passado, o que deixa o modelo perto do mais popular da Europa.

6. Volkswagen Polo

O segundo modelo da Volkswagen na lista é o Polo. Foram vendidas 5168 unidades deste modelo, que é bastante parecido ao Golf, com a diferença de ser mais barato.

7. Seat Ibiza

O Ibiza foi o único representante da Seat no top 10 dos mais vendidos, com 4604 unidades vendidas registadas. É o único representante, mas já o tem sido nos últimos anos.

8. Peugeot 308

Do Peugeot 308 foram vendidas 4582 unidades o que foi o suficiente para o ajudar a manter-se no top 10, ainda que por uma margem relativamente pequena face aos outros modelos.

9. Mercedes-Benz Classe A

O Mercedes-Benz Classe A foi o único modelo da marca alemã a chegar ao top 10 dos carros mais vendidos em Portugal, tendo vendido 4544 unidades. Curiosamente, o seu modelo 180 CDi 4P 109CV representou 3087 dessas vendas ficando em segundo lugar a nível nacional, atrás do modelo do Clio.

10. Nissan Qashqai

Em último lugar, mas ainda no top de vendas nacional, a Nissan conseguiu aguentar o Qashqai na lista com 4530 unidades vendidas entre janeiro e novembro. Atrás dele, vinha o Opel Corsa com 4346 unidades, seguido do Astra com 4025.

Retirado de autoclube acp

Portugal liderou crescimento de venda de carros na UE

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Portugal foi o país com o maior crescimento da venda de carros na União Europeia em Fevereiro, com um aumento de 35,6% relativamente ao mês homólogo de 2014, anunciou hoje a Associação dos Fabricantes Europeus de Automóveis (ACEA).

Num mercado europeu em recuperação, foram vendidos no mês passado um total de 924.440 veículos de passageiros, um valor, no entanto, inferior aos mais de 1,1 milhões de carros vendidos em Fevereiro de 2008, o ano antes da crise e que teve particular efeito devastador sobre os mercados do sul da Europa, incluindo Portugal.

Agora, são exactamente estes mercados que estão a puxar pela recuperação, liderada por Portugal, mas também por Espanha, com uma recuperação de 26,1% relativamente a Fevereiro do ano passado, bem como Itália (+13,2%).

O maior mercado automóvel europeu, a Alemanha, obteve um aumento de 6,6% nas matrículas de novos carros, enquanto o Reino Unido cresceu 12% e a França 4,5%.

Em termos globais, os novos registos de automóveis na União Europeia aumentaram 7,3% em Fevereiro, graças a um crescimento de dois dígitos dos mercados espanhol, italiano e britânico, com forte influência no total do mercado europeu.

Nos dois primeiros meses do ano, as matrículas europeias de carros novos aumentaram 7% em relação ao mesmo período de 2014. Em Janeiro, o aumento foi de 6,7%.

A ACEA ressaltou que Fevereiro de 2015 marca o 18.º mês consecutivo de crescimento do mercado europeu.

Em termos de construtores, o grupo Volkswagen é, de longe, o líder no velho continente, que com a sua variedade de marcas lhe permite capturar 25,3% do mercado, com 233.527 unidades em Fevereiro, impulsionado pelas vendas de veículos do grupo como, por exemplo, Volkswagen (+ 13%) Seat (+ 23,1%) e Porsche (+ 40,9%).

Os fabricantes franceses registaram um desempenho misto, com a Renault a ter um desempenho melhor do que a média do mercado, com crescimento de 9,9%, enquanto a PSA Peugeot Citroën se manteve praticamente estável (+ 1,1%).

A PSA, que continua a ser o segundo grupo europeu de construtores de automóveis, com 105.611 unidades, viu a sua quota de mercado descer em 0,7 pontos, para 11,4%.

O outro grande grupo francês, a Renault, conseguiu recuperar 0,2 pontos percentuais no mercado, para 10,3%, devido ao maior crescimento médio em Fevereiro, mês em que vendeu 95.273 veículos particulares.

Segue-se a marca italo-americana Chrysler Grupo Fiat (CFA), cujas matrículas aumentaram 11,9% em relação a Fevereiro de 2014. A marca Jeep, a nova gama, é a campeã em todas as categorias, com um crescimento de mais de 200,7%.

A FCA ganha à Ford e à Opel, as duas marcas dependentes das gigantes norte-americanas Ford Motor Company e da General Motors. As matrículas da Ford subiram 6,9%, enquanto o grupo Opel (incluindo Vauxhall e Chevrolet) diminuiu 7,8% devido ao fim da comercialização dos produtos Chevrolet na Europa.

Entre as marcas ‘premium’ alemãs, a BMW, incluindo a marca Mini, aumentou as vendas em 16,8% em relação a Fevereiro de 2014 e Daimler (Mercedes e Smart) aumentou 13,2%, principalmente devido à Smart, que aumentou as matrículas em 44,9%.

Retirado de sol

Toyota vai verificar anomalias em carros de 13 mil portugueses

imagesPelo menos 13 mil proprietários portugueses de carros Toyota vão ser chamados para que a marca possa verificar a existência de três problemas técnicos, adiantou à Lusa fonte da empresa. “No mínimo 13 mil clientes em Portugal vão ser contactados por carta registada no caso de terem viaturas abrangidas”, disse o responsável pelo departamento de Relações Públicas da Toyota em Portugal, António Costa. Em causa estão os modelos Yaris, Rav4, Hilux e Urban Cruiser, sendo que o problema principal pretende reforçar de uma barra no tablier. A situação principal tem a ver com a necessidade de reforçar a barra do tablier, “uma barra invisível, que as pessoas não vêem, e que suporta alguns componentes do veículo”, explicou o responsável, acrescentando que nenhuma das operações terá custos para o cliente. Garantindo que “não existe qualquer problema de segurança”, António Costa adiantou que “caso haja alguma situação com a fixação da barra, a única coisa que o condutor poderá notar é um ruído proveniente da zona do tablier”. O segundo eventual problema “prende-se com um componente chamado cabo espiral do airbag, que é um cabo que permite que o volante rode de um lado para o outro e que esteja sempre interligado com o sistema do airbag”, disse. “No caso de uma utilização muito intensiva e mediante algumas condições, esse cabo pode quebrar-se”, referiu, adiantando que “o condutor é logo informado dessa situação através de uma luz que aparece no painel de instrumentos”. O terceiro problema pode acontecer na calha dos bancos, mas apenas nos modelos de 3 portas do Yaris de segunda geração (produção de 2005/2006)”. “A calha do condutor poderá ter alguma folga e, nesse caso, será substituída”, concluiu António Costa. Estes três problemas técnicos e ainda outros dois que não afectam os carros em Portugal levaram a Toyota internacional a anunciar que vai chamar à revisão 6,39 milhões de veículos em todo o mundo. “A Toyota Motor Corporation anunciou cinco deficiências que envolvem 26 modelos Toyota (…). Uma vez que alguns modelos apresentam mais do que uma falha técnica, o número de veículos que será alvo de correcção é de 6,39 milhões”, disse a empresa em comunicado hoje divulgado. Entre os problemas detectados está um defeito no banco do condutor, anomalias na coluna de direcção, e uma falha no motor de arranque que representa risco de incêndio, informou a Toyota. Retirado de economia sapo

Scania Portugal estreou oficina

Scania-portugal-estreou-ofiA Scania Portugal estreou no passado dia 29 de Abril as novas instalações afectas aos serviços centrais e ao seu concessionário para a região sul do país, incluindo uma moderna oficina e loja de peças aberta ao público.

As novas instalações, com uma área total de 20.000 metros quadrados, encontram-se localizadas na Estrada dos Caniços na Urbanização Cabo de Vialonga, numa zona de fácil acesso às principais vias de comunicação, nomeadamente a A1 e a CREL.

O novo edifício da sede da marca no país e do concessionário Scania Portugal-Região Sul tem uma superfície de 2.000 m2, dispostos em dois níveis que totalizam uma superfície total interior de 2.940 m2 correspondentes à zona onde se encontram os escritórios do distribuidor, a área de formação de motoristas, os serviços financeiros da Scania Finance, os escritórios, oficina e a loja de peças do concessionário. Esta nova localização conta com uma equipa de 57 profissionais, mantendo-se a estrutura que colaborava nas anteriores instalações.

As novas instalações permitem uma melhoria significativa a nível de localização e acesso, modernização das infra-estruturas e qualidade dos serviços pós-venda prestados aos clientes que recorrem à oferta da marca na região de Lisboa. Para além disso, também se traduz numa melhoria das condições operacionais de trabalho dos colaboradores e numa optimização dos gastos anuais destinados às instalações.

Com a concretização desta mudança, os serviços do distribuidor e do concessionário deixaram de funcionar no Edifício Cimpomóvel, em Santa Iria da Azóia.

Fonte: jornaldasoficinas

Produção lusa suporta expansão da Honda

A fábrica portuguesa Tesco Componentes para Automóveis é parceira privilegiada da expansão europeia da Honda

Com o início da produção do novo modelo CR-V, a Honda avança para mais uma etapa do seu programa de investimento em novos modelos e motores na sua fábrica inglesa de Swindon.

Este programa, superior a 330 milhões de euros, representa o maior investimento nesta fábrica da Honda ao longo da última década. Este investimento irá suportar a produção do novo CR-V (Setembro de 2012) e do novo motor 1.6 diesel para o Honda Civic (Dezembro de 2012).

Com vista à produção destes novos produtos, foram recrutados, no início do ano, 500 novos trabalhadores que receberam formação específica, aumentando assim a força de trabalho da fábrica para um total de 3.500 pessoas.

Até ao final de 2012, prevê-se que a capacidade de produção na fábrica britânica duplique os números do ano anterior, atingindo mais de 183.000 unidades. O fabricante nipónico espera alcançar uma produção de 250.000 unidades dentro dos próximos 3 anos.

Como parceiro privilegiado para esta fase de expansão, a Honda escolheu a fábrica portuguesa Tesco Componentes para Automóveis, com sede no concelho de Vila Nova de Famalicão, que já é fornecedora da marca desde 1993.

A Tesco irá fornecer diversos componentes em alumínio fundido não só para o novo CR-V, que agora inicia a produção mas também para o revolucionário motor diesel 1.6 que equipará o Civic a partir do início de 2013.

Exportando 100% da sua produção, a Tesco alcançou, em 2011, um volume de facturação de 13,5 milhões de euros e emprega actualmente 230 colaboradores, laborando num horário contínuo (24h/dia 7dias/semana) e produzindo mensalmente cerca de 230 toneladas de componentes de alumínio.

“A Honda Portugal congratula-se com esta nova fase de expansão da produção e investimento em novos modelos para o mercado europeu. Estamos particularmente satisfeitos pelo facto de existir mão-de-obra e tecnologia portuguesa altamente especializada directamente envolvida na produção destes novos modelos que estarão dentro em breve a ser comercializados em Portugal”, referiu António Gaspar, director-geral da Divisão Automóvel em Portugal, acrescentando: “A Tesco é um fornecedor fundamental para a fábrica de Swindon e o facto de ter sido recentemente distinguida pela sua performance na área da qualidade, espelha bem a qualidade da nossa mão-de-obra e empreendedorismo”.

Fonte: lusomotores