Sabe a qualidade do seu carro?

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Quando comprou o seu atual automóvel provavelmente considerou o “status quo” das diversas marcas, ponderou a qualidade intrínseca do seu carro por esse patamar. Será que acertou? Sabe a qualidade do seu carro?

Num recente estudo efetuado nas terras do tio Sam, pela conceituada JD Power, foram obtidos resultados deveras surpreendentes, marcas consideradas como populares, e por isso normalmente associadas a uma menor qualidade conseguiram acompanhar, e nalguns casos ultrapassar, marcas consideradas “premium”.

O estudo abordou o assunto da qualidade inicial – em novo – de duas formas, por um lado apurar as falhas efetivas de materiais e sistemas das viaturas e por outro detetar as falhas de “design” que estavam presentes nos modelos das diversas marcas.

Esses problemas incluem sistemas de navegação que são difíceis de operar, assentos traseiros que não se dobram facilmente, interruptores mal posicionados ou cintos de segurança que ficam posicionados só ao alcance do Michael Phelps.

Os chamados problemas de projeto são mais preocupantes para os consumidores do que os defeitos reais de materiais, porque eles são algo que não pode ser corrigido, os compradores têm de viver com eles durante anos e sofrer com essas ineficiências.

Se o motor de arranque do carro avaria o proprietário passa na marca e pode substituí-lo ao abrigo da garantia, mas se os manípulos de abertura das portas estão localizados em uma posição irritante isso é algo que nunca pode ser corrigido.

O leitor pode pensar que esses problemas de erro de projeto, até deveriam ser detetados pelo comprador quando fez test-drive antes da compra, a resposta é “nim”. E se o problema for algo que só consegue detetar quando começa a usar realmente a viatura?

Ao testar o carro, tudo é bonito, está ergonomicamente bem conseguido, uma maravilha, testa tudo o que é normal testar, experimenta ainda o computador de bordo, o GPS. Tudo parece bem.

Compra o carro e começa a usá-lo no dia a dia, aí apercebe-se que para chegar ao menu que precisa de utilizar, tem que passar por três menus , duas opções e cinco subopções, quando chega ao menu desejado das duas uma, ou já chegou ao destino, ou bateu em algo por estar distraído.

Itens com mais queixas

É precisamente nesta área, a tecnologia de infotainment, que residem os maiores problemas reportados pelos proprietários, é também a categoria com maior aumento de queixas neste estudo com 22% do total.

A característica que mais reclamações recebe é o reconhecimento de voz, que os utilizadores consideram como sendo extremamente pobre a sua qualidade e capacidade, o segundo com mais queixas é o sistema Bluetooth, que os utilizadores consideraram como sendo frustrante de utilizar.

Em terceiro lugar surgem os ruídos aerodinâmicos, que melhoraram nos últimos anos, depois vem a falta de qualidade dos materiais usados no interior do veículo e em quinto lugar os sistemas de navegação, que são difíceis de usar.

Equipamento como motores e transmissões não está ficando piores, aliás talvez até estejam no seu nível mais alto de qualidade, mas a eletrônica associada a “gadgets” são a grande fonte de dores de cabeça para os utilizadores dos automóveis atuais.

Os utilizadores dos automóveis estão relatando cada vez mais problemas nestes últimos anos, a sua tolerância para as falhas dos sistemas de infotainment é pouca. Atualmente estão habituados a usá-la em todo o lado, smartfone, tablet’s, e numa série de aplicações que esperam que a sua interação seja sempre uma experiência idêntica quando estão a bordo de uma viatura.

Aliás o pior resultado de todo o estudo foi uma marca, ou melhor para uma sub-marca, que é comercializada nos Estados Unidos e é direcionada especialmente aos jovens, este público tem sido responsável por pedir mais inovação tecnológica a bordo e ser mais exigente no seu bom funcionamento.

Na 2ª parte vamos descobrir qual foi a marca mais penalizada, qual a que foi considerada como tendo a maior qualidade reconhecida pelos seus utilizadores e as marcas que foram uma boa ou má surpresa pelos bons resultados obtidos do estudo.

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A conceituada JD Power, apresentou recentemente os resultados de um estudo sobre a qualidade dos automóveis em comercialização nos Estados Unidos onde foram obtidos resultados surpreendentes, marcas mais baratas, e por isso normalmente associadas a uma menor qualidade conseguiram acompanhar, e nalguns casos ultrapassar, marcas consideradas “premium”.

O estudo anual vem sendo efetuado à 27 anos e abordou o assunto da qualidade de duas formas, por um lado apurar as falhas efetivas de materiais e por outro detetar as falhas de “design” que estavam presentes nos modelos novos das diversas marcas.

Dois terços dos problemas que foram detetados são considerados problemas de design, algo intrínseco ao veículo que posteriormente não é possível corrigir. Isso significa que as avarias “tradicionais” praticamente se tornaram a exceção.

Do total de problemas encontrados 22% foram detetados nos sistemas de infotainment, que são difíceis de operar ou que não funcionam da forma que deviam, criando uma sensação de frustração aos utilizadores desses automóveis.

Dados da pesquisa

No início de 2013 mais de 83.000 pessoas responderam à pesquisa da JD Power. No total foram abrangidas 23 marcas, 209 modelos de veículos provenientes de 135 fábricas diferentes.

A pesquisa foi redesenhada significativamente em relação ao Estudo de Qualidade Inicial anteriormente usado. Por exemplo já não enviaram questionários físicos para os compradores de veículos. Como quase tudo hoje em dia, foi feito online.

Este ano consultaram os proprietários sobre características mais avançadas, tais como informação sobre trânsito e retiraram algumas coisas, por exemplo já não perguntam sobre leitores de cassetes, que atualmente ficaram completamente obsoletos.

Ranking da qualidade

E agora passando ao que interessa qual é a média da indústria? Por cada 100 carros vendidos quantos problemas acha que foram reportados? Até quantos problemas pode ser considerado que ainda bom? Está preparado? A média foram 113 problemas por cada 100 carros.

Quem se portou melhor foi a marca alemã Porsche, com uma média de 80 problemas por cada 100 automóveis, em segundo ficou a americana GMC com 90 , em terceiro a Lexus com 94 seguida de perto da Infiniti com 95 e da Chevrolet com 97.

Nas posições seguintes e até à média da indústria ficaram, Acura, Toyota, Honda, Jaguar, Hyundai, Kia, Mercedes, Audi, Cadillac, Buick, Chrysler e Lincoln com exatamente 113 problemas por cada 100 viaturas.

E existem já surpresas no lote da frente ao ver marcas menos habituais a ocupar lugares de destaque, se as marcas alemães e as japonesas já seriam espectáveis, ver algumas coreanas e americanas tão bem classificadas é uma surpresa.

O lote de marcas que fica abaixo da média são muitas BMW, Volvo, Smart, Land Rover, Jeep, Volkswagen, Mazda, Subaru, Dodge, Ram, Mini, Nissan, Mitsubishi, Fiat e Scion. As últimas quatro estão com uns números não muito bonitos, 142, 148, 154 e 161, respetivamente.

No lado da lista que ninguém quer estar talvez estejam as maiores as surpresas, marcas premium a ficarem colocadas abaixo da média é sempre uma surpresa. Ou seja quando for comprar o seu próximo carro tenha em atenção todos os pormenores.

Outra grande surpresa é ver a Scion, sub-marca do maior construtor japonês, a Toyota, a ficar em último, esta marca é direcionada em especial ao público jovem, e este público é o que mais exige das novas tecnologias, quer mais gadgets, quer que o infotainment a bordo seja sempre “state of the art”, o melhor existente, e qualquer falha é de imediato reportada afundando a marca nas estatísticas.

Testar, testar e testar

Para além da sua comodidade, a sua segurança estará em risco ao circular em viaturas que não lhe proporcionam um ambiente agradável e seguro. Se se sente frustrado com o sistema de navegação, se está distraído a tentar chegar a um botão colocado num local inusitado estará a reduzir a sua atenção à estrada e à condução.

Toda e qualquer distração naturalmente aumenta a probabilidade de provocar ou envolver-se num acidente rodoviário, não deixe de verificar bem quando escolhe a sua viatura, teste sempre tudo o que pretende usar, se não se sentir confortável num carro, procure outro.

Atualmente existem muitos modelos por onde pode escolher, de certeza que encontrará alguma marca a comercializar algum modelo que o deixará satisfeito e sem stress ao utilizá-lo. Não se esqueça de testar tudo, se achar que já está decidido, volte a testar para confirmar e só então compre.

Retirado de circulaseguro

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Oficinas independentes reparam mais

oficinas-independentesEsta situação tem-se mantido com ligeiras oscilações ao longo dos anos, fruto da evolução do parque automóvel e da própria estrutura do mercado. O que nem sempre se sabe exatamente é a quota de mercado que efetivamente pertence ao sector de reparação independente e às redes de assistência oficial das marcas de veículos.
Um relatório apresentado pela Audatex num evento de pós-venda da associação empresarial espanhola Ganvam, vem agora dizer que a quota de mercado do sector independente é atualmente de 63%, fruto do envelhecimento do parque automóvel e da maior agressividade das oficinas independentes em relação aos veículos mais recentes. Por exclusão de partes, as redes de assistência de marca ficam com apenas 37% do bolo disponível. De qualquer modo, nos veículos até aos 3 anos de idade, os seus utilizadores ainda vão maioritariamente (54%) aos concessionários e reparadores autorizados. Contudo, além de repararem mais, as oficinas independentes também estão a fazer mais negócio, porque 68% das reparações que efetuam dizem respeito a veículos com mais de uma década de uso, estando provado que as intervenções mais rentáveis ocorrem com carros já com idades superiores a 7 anos.

Uma das razões apontadas no relatório da Audatex para o atual ascendente das oficinas independentes é a diferença dos preços de mão-de-obra entre os dois conceitos, sendo de €40/h em média nas redes oficiais, ao passo que as oficinas independentes praticam preços abaixo dos €30/h. Mesmo assim, o relatório alerta para o facto do preço não ser o critério mais importante no momento da opção entre os dois tipos de oficinas. Efetivamente, 62% dos condutores apontam a confiança de ser a razão mais importante de escolha da oficina, contra apenas 22% que afirmam que o preço é o critério decisivo.

Nas oficinas de marca, também a confiança representa a preocupação principal (68%), seguindo-se a manutenção da garantia (19%), a proximidade (6%) e o preço (1%). Em qualquer tipo de oficina, o profissionalismo é um factor determinante de sucesso, passando por um diagnóstico rápido e exato, orçamento detalhado e se possível ilustrado, bem como prazos de reparação e entrega sem as mínimas (intoleráveis) “derrapagens“.

Retirado de jornaldasoficinas

Quercus compara eficiência energética de carros

toptenO Opel Ampera e o Chevrolet Volt são os carros mais eficientes do mercado português, de acordo com dados comparados pela Quercus e disponibilizados num site para o efeito.

Os valores podem ser conhecidos em http://www.topten.pt/, uma lista atualizada dos automóveis energeticamente mais eficientes do mercado português, sendo esta uma das categorias de produtos mais procuradas pelos consumidores portugueses nesta ferramenta online gerida pela Quercus.
No total foram selecionados 68 modelos, distribuídos por sete categorias, sendo a Toyota, a Ford e a Volkswagen as marcas com mais modelos representados, com 11, 8 e 6 respetivamente.

Esta seleção com base na análise de parâmetros como as emissões de dióxido de carbono e de outros poluentes atmosféricos, o nível de ruído produzido e os recursos utilizados na produção dos veículos.

Retirado de fleetmagazine

Mercado automóvel cresce 15,5% em Junho

VendasAuto24O mercado automóvel registou em Junho um crescimento de 15,5 por cento, tendo sido comercializados 14 130 veículos ligeiros e pesados.

Para este crescimento contribuiu o facto de terem transitado para o mês de Junho matrículas cujas liquidações de ISV ocorreram no final de Maio, o que se deveu a uma avaria no sistema informático da Autoridade Tributária e Aduaneira.

No mês de Junho foram vendidos em Portugal 12 706 automóveis ligeiros de passageiros, 1315 veículos comerciais ligeiros e 109 veículos pesados.

Por marcas e no que respeita aos ligeiros de passageiros, a Renault foi líder ao matricular 1700 unidades, seguiu-se a VW com 1348 veículos, e a Peugeot, que fecha o pódio com 1149 unidades. O top 5 fica fechado com a BMW que matriculou 901 unidades e a Opel com 839 unidades.

A Renault manteve a liderança também nos veículos comerciais com 258 matrículas, seguida pela Peugeot com 185 e pela Citroën com 161 unidades. No segmento dos pesados, a Volvo Trucks lidera ao matricular 24 veículos. Em termos acumulados, nos primeiros seis meses de 2013 foram comercializados em Portugal 63 384 automóveis, o que representou um ligeiro crescimento de 1,9% comparativamente ao mesmo período do ano anterior.

Retirado de jornaldasoficinas

PSA e Bosch juntos pelo aumento de autonomia

4f71ca8ede9ae4fc5784abc6ea5201d5_LO projeto de investigação OpEneR visa aumentar a autonomia de veículos híbridos e elétricos.

Aproveitando os Encontros Internacionais de Viaturas Ecológicas, realizados nos dias 3 e 4 de julho de 2013 em Alès (França), a Bosch e a PSA Peugeot Citroën apresentaram, pela primeira vez, o projeto de pesquisa OpEneR (Optimal Energy Consumption and Recovery). Este projeto de cooperação de longo prazo permite ao condutor reduzir o consumo de combustível seja em roda livre, seja pela recuperação da energia da travagem nos veículos híbridos e elétricos.

O OpEneR, que se insere no projeto “Green Cars Initiative” da Comissão Europeia, envolve três inovações tecnológicas. Em primeiro lugar, uma cadeia de tração elétrica com base em duas máquinas elétricas, com tração às quatro rodas: esta solução tecnológica oferece um prazer de condução sem emissões de CO2 e permite escolher entre a tração no eixo dianteiro ou traseiro, dependendo das condições da condução e da estrada. Além disso, ambos os parceiros estão envolvidos na criação de um sistema Stop & Start de nova geração para uma condução em roda livre. Por fim, o projeto aposta no desenvolvimento de um Travão ESP para permitir a recuperação de energia da travagem para recarregar a bateria, acompanhado por um iBooster que permite a amplificação da força da travagem em vazio.

Os dois protótipos entretanto construídos, com base no modelo 3008, já percorreram vários milhares de quilómetros para testar e validar o desempenho do projeto. Esta colaboração entre a PSA Peugeot Citroën e a Bosch baseia-se num acordo estabelecido em 2008. Insere-se na parceria estratégica sobre tecnologias híbridas que a PSA Peugeot Citroën lançou em 2011, com a produção em série do 3008 HYbrid4. Dele resultaram também componentes elétricos (motor elétrico, energia eletrónica e gerador de alta tensão) e a versão especial, adaptada a veículos híbridos, o controlo eletrónico de estabilidade ESP. Estes equipam todos os modelos híbridos do Grupo: Peugeot 3008 HYbrid4, Peugeot 508 e 508 RXH, bem como o Citroën DS5 HYbrid4.

Retirado de autohoje

Apenas mudaremos dois pneus. Colocaremos os novos nas rodas dianteiras ou traseiras?

mudar-pneusOs pneus são uma parte essencial da segurança activa do veículo, pois eles constituem o único ponto de contato entre o veículo e a estrada. Por esta razão, a nossa segurança depende diretamente do seu bom estado de conservação.

No entanto, por muito bem que tratemos os nossos pneus, tratando-os com cuidado, controlando a pressão e evitando golpes, cortes e outros ataques, chega um momento em que, seja por atrito ou pelo envelhecimento, devemos mudar os nossos pneus. Mas existem ocasiões em que a nossa carteira não permite trocar os quatro pneus de uma só vez ou podemos também ter dois pneus que ainda podem ser úteis.

E depois surge a eterna questão: colocar os pneus novos na dianteira ou na traseira do veículo?

Desde o inicio descartamos a opção de colocar dois pneus novos montados em um dos lados do automóvel, pois esta é uma ideia absurda. Também assumimos que os pneus de cada eixo tem o mesmo tipo de desenho. Suponho que todos sabemos que se deve manter a simetria longitudinal, se desejarmos circular em uma trajectória correta. Caso contrário, iria encontrar o carro transformado em um tanque, que ao rodar bloqueia a rotação de um dos trilhos, mantendo a velocidade da outra. Ou pior, poderia encontrar um veículo que adere ao solo quando e como ele quiser.

Os pneus novos, nas rodas dianteiras

Então, quais as vantagens de colocar os novos pneus na dianteira?

Basicamente, aqueles que advogam a colocação de novos pneus no eixo dianteiro referem um maior desgaste desses pneus, devido ao facto de que os pneus traseiros se desgastam em menor grau. Também não devemos descartar o fato de que a maioria dos automóveis são de tracção dianteira, pelo que é preferível que as rodas motrizes tenham o melhor desenho para evitar a perda de tracção. Além disso, uma vez que as rodas dianteiras estão encarregue de conduzir o veículo, considere que, se você perder aderência, isso pode levar a dificuldade para controlar o veículo.

Não é uma má questão, mas …

Tenha em mente que, se colocarmos os pneus novos nas rodas dianteiras e manter os antigos na traseira existirá uma mudança de comportamento do automóvel, pois existirá uma alternância de equilíbrio entre os dois eixos. O condutor, com um automóvel com menos aderência na parte dianteira, sentirá uma mudança com reacções inesperadas do seu veículo.

Além disso, é preciso lembrar que quando o carro trava o seu peso balança sob a parte dianteira do carro, afundando-se, o que faz com que os pneus traseiros com pouca aderêncialevantem do asfalto. Como tal, em estradas escorregadias ou sinuosas a parte traseira tende a derrapar, principalmente se você trava de forma agressiva.

Finalmente, ao contrário do que acontece com o eixo dianteiro em que um condutor pode actuar directamente, o eixo traseiro é apenas controlável a partir do posto de condução. Então, se os pneus gastos são usados no eixo traseiro, o condutor não terá possibilidade de corrigir seus defeitos de trajectória. Sabemos também que aquando de uma travagem súbita, as rodas traseiras podem se levantar do solo. Mas o veículo for de propulsão e se cometer o erro de acelerar, irá se propiciar a derrapagem ou ou até mesmo a capotagem, enquanto o condutor observa a situação impotente.

Os pneus novos, nas rodas traseiras

Com pneus novos colocados nas rodas traseiras, mantém-se equilíbrio de aderência que existia antes da mudança de pneus, o que aumenta a aderência do eixo traseiro e assim o condutor pode controlar o carro, soltando o pé do acelerador durante a execução de um gesto simples ao volante.

No geral, se você tiver pouco dinheiro e os pneus ainda suportarem (1,6 mm de profundidade para estar dentro dos parâmetros legais e 2 mm para conduzir de forma segura), é aconselhável colocar os pneus novos nas rodas traseiras. E se não lhe agradar a ideia, o é melhor mudar todos, para que tenha a tranquilidade que deseja.

Retirado de circulaseguro

10 fatos sobre as viaturas de empresa em Portugal

A Arval apresentou recentemente o Observatório de Veículos Empresariais, um estudo sobre a estratégia que as empresas adoptam nas suas frotas, a partir de um inquérito feito a frotistas nacionais. 

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Estas foram as principais conclusões:

1. O preço de aquisição e a marca do modelo são os principais critérios utilizados na escolha de uma viatura pelas empresas. O custo total de utilização só aparece depois destes dois factores

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2. O custo mensal fixo é o principal motivo das empresas para utilizar renting. A inclusão de serviços também é importante. O controlo do orçamento e a redução de tarefas administrativas só aparece depois

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3. A decisão da frota tem vindo a concentrar-se junto da direcção de topo da empresa. Se, em 2012, 36% das empresas diziam que era aí que se concentravam as decisões, agora são 61% a responder pelo mesmo

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4. São as empresas mais pequenas que mais compram por aquisição própria. Nas empresas maiores, o renting já representa 44% das aquisições de viaturas

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5. 26% das pequenas e médias frotas dizem que o período de utilização das viaturas vai aumentar

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6. As empresas nacionais são mais permissivas do que as de outros países quanto ao uso das viaturas. O uso total dos carros existe em 74% das empresas mais pequenas (68% nas maiores), quando no resto da Europa nunca passa os 49%

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7. As empresas não esperam crescimento da frota nos próximos 3 anos. O número é mais significativo junto dos grandes frotistas

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8. O leasing tem 50% do mercado de financiamento para os automóveis das empresas. A aquisição própria ainda é 35%

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9. Os frotistas contam com as gestoras para lhes ajustarem os contratos e negociar melhores descontos com os fabricantes neste momento de crise

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10. As empresas utilizam dispositivos e serviços de telemática principalmente para monitorizar comportamentos e localizar viaturas

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(Nota: todas as imagens pertencem à apresentação do estudo, propriedade ARVAL)

Retirado de fleetmagazine

Programa de incentivo ao abate poderá voltar

incentivo_abate_thumb_medium400_267O Programa de Incentivo ao Abate pode voltar dentro de pouco tempo. A ACAP comunicou hoje que o grupo parlamentar do PSD/CDS vai levar uma projecto de resolução sobre o assunto a ser debatido, na generalidade, já no dia 3 de Julho. Tendo em conta que os deputados do CDS e do PSD são suficientes para aprovar uma Lei, esta notícia pode indiciar o regresso de um programa que, em anos anteriores, motivou a venda de automóveis novos.

Retirado de fleetmagazine

Revista americana publica «lista negra» dos piores carros

untitledNão é exactamente um prémio, mas nesta lista nenhuma fábrica gostaria de entrar. Anualmente, além de indicar para o público os carros que considera melhores, a revista americana Consumer Reports publica uma relação dos veículos que, ao contrário, aconselha a não comprar.

Altamente respeitada, a Consumer Reports, fundada em 1936, não aceita anúncios e é mantida apenas pelas assinaturas dos seus leitores. A sua actuação não se restringe aos automóveis –testa todo o tipo de produtos, de aspiradores de pó a secadores de cabelo.

A «lista negra» deste ano pode surpreender: nesta estão desde o Mitsubishi Lancer ao Land Rover Evoque, passando até pelo BMW Série 7.

Eis os carros que a revista aconselha a não comprar:

Smart ForTwo , Scion iQ, Chevrolet Spark, Scion tC, Mitsubishi Lancer, Dodge Dart, Chrysler 200/Dodge Avenger, Ford Taurus, Lexus IS, Lincoln MKS, BMW Série 7, Honda Crosstour, Jeep Compass, Jeep Patriot, Jeep Cherokee 2.4, Mitsubishi Outlander, Ford Edge, Nissan Armada, Dodge Journey, Volvo XC90, Lincoln MKX e Range Rover Evoque.

Retirado de dinheirodigital