Este pneu produz eletricidade para abastecer o carro. Mas não está à venda

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Uma das principais barreiras ao crescimento dos carros elétricos é a autonomia das baterias e o facto de demorarem a carregar e por isso um dos principais desafios atuais é desenvolver baterias para os carros ou formas de produzir a eletricidade através do movimento do carro. Foi isso que a marca de pneus Goodyear fez.

A empresa desenvolveu um protótipo de um pneu que é capaz de produzir a energia elétrica que depois alimenta as baterias dos motores híbridos, assim como outras tecnologias que existam dentro dos carros, diz a marca em comunicado.

Segundo explica a Goodyear, o pneu produz eletricidade de duas formas. Uma delas passa por transformar o calor produzido no interior do pneu em energia, quer pela absorção da luz/calor quer pelo rolamento quando está em movimento. E a outra, usa as vibrações e as deformações das estradas.

Contudo, este pneu – que será apresentado no Salão Internacional do Automóvel de Genebra e que foi desenvolvido pelo Centro de Inovação da Goodyear – é apenas um protótipo e não estará, para já, à venda.

“O pneu é um mero desenvolvimento conceptual e não será produzido pela Goodyear. Os protótipos de pneus desenham-se como parte do processo de inovação da companhia e são concebidos para suscitar o debate, trazer possíveis soluções e permitir que os engenheiros pensem de forma criativa para apresentarem soluções inteligentes face à mobilidade do futuro”, diz a empresa em comunicado.

Retirado de dinheirovivo

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Projeto Goodyear Wingfoot

projeto-wingfootOs construtores da Goodyear deixaram-se levar pelo impulso de criar um conceito de pneu ligeiro que este ano pudesse ajudar a melhorar o stand da Goodyear no Salão Automóvel de Genebra. A sua intenção não é apenas atrair a atenção dos consumidores para o stand, mas também desenvolver um pneu que apresente a nova identidade da marca Goodyear, os seus valores e o novo slogan à Europa: “Made To Feel Good”.

“Não é uma tarefa fácil”, admite Sébastien Fontaine, Construtor do Centro de Construção Avançada de Pneus da Goodyear. “Refletir o novo posicionamento da marca Goodyear num pneu foi algo novo e desafiante para a nossa equipa de construção. De facto, o projeto é muito emocionante e isto é só o início, uma janela que mostra o quão importante será o papel da construção do pneu na Goodyear no futuro, em termos de comunicação do desempenho e de perceção da qualidade. É com orgulho e muita emoção que participamos no novo posicionamento da marca Goodyear.”

Para construir o pneu, a equipa do Centro de Construção Avançada de Pneus da Goodyear, situado no Centro de Inovação do Luxemburgo, criou um briefing elaborado para novas atividades de comercialização e posicionamento da marca Goodyear.

“Houve necessidade de apresentar um pneu que expressasse os nossos valores com um tom mais emocional, resultando no facto de capacitar os condutores e fazê-los sentir o prazer da condução com a Goodyear”, explica Hugues Despres, Director de marca Goodyear na Europa, Médio Oriente e África. “A nossa identidade de marca é criada com base na ideia de que a segurança é sinónimo de prazer e que oferecemos tranquilidade aos nossos consumidores, ao mesmo tempo que é visualmente acentuada a imagem do Wingfoot, presente no logótipo da Goodyear. Admito que foi uma ideia arrojada, mas que obteve resultados verdadeiramente inspiradores.”

O pneu, que reflete os valores de segurança da Goodyear, apresenta várias tecnologias que se concentram na segurança, que incluem: um formato do pneu com baixa resistência ao rolamento combinado com um diâmetro externo mais alto do pneu, uma fina profundidade da banda de rodagem para baixo rolamento e resistência à aquaplanagem, uma baixa profundidade da banda de rodagem para reduzir o movimento dos blocos e a dissipação de energia, uma construção ultra-aerodinâmica da parte lateral externa do pneu sem nervuras e sulcos, uma vez que as marcas estão apenas impressas na parte lateral externa lisa do pneu.

A Goodyear lançou o novo posicionamento da marca em simultâneo na Europa, Médio Oriente e África. O posicionamento, criado com base num novo slogan, “Made to Feel Good”, ultrapassa a segurança como mensagem central e, em vez disso, concentra-se na qualidade da condução no seu todo.

“O pneu dá uma sensação de “prazer” pela construção que apresenta de um modo geral. Inspirámo-nos por elementos como jardins zen para dar uma sensação de paz e ordem e por seixos de grandes tamanhos para aumentar e transmitir a solidez dos blocos e, desse modo, a confiança. As folhas da flor-de-lótus criaram a ideia de um tratamento hidrofóbico da parte inferior dos sulcos, o que, combinado com uma construção hidrodinâmica dos sulcos, transmite a força do pneu em condições de piso molhado”, conclui Fontaine.

Fonte: inforpress

Pneus ecológicos pagam-se a si mesmos

PNEUS-ECOLOGICOSA empresa especializada na produção de borrachas sintéticas Lanxess suspeitou de algo, equacionou uma hipótese e encarregou a Universidade Técnica de Munique de estudar o assunto. A tese consistia em demonstrar que a baixa resistência ao rolamento era um factor essencial de eficiência energética, tal como atesta a nova etiqueta europeia dos pneus. Disso já havia uma certeza quase absoluta, mas o estudo da Universidade Técnica de Munique veio demonstrar que, além das vantagens ecológicas, os pneus de baixa resistência ao rolamento apresentam também vantagens económicas. De facto, um carro que tenha um consumo médio de 6l/100km e percorra anualmente 12.500km, economiza cerca de € 100 por ano, com um preço por litro de combustível de € 1,40. Quanto maior for o consumo do veículo, a distância percorrida anualmente e o preço do combustível, maior será a vantagem do utilizador do veículo.

Os serviços técnicos da Lanxess e a Universidade Técnica de Munique elaboraram uma fórmula de cálculo que pode ser utilizada por qualquer condutor, a partir do site (http://gm-save-fuel.lanxess.com/public/en/), que permite saber qual o grau de amortização que tem nos seus pneus. Essa fórmula já foi descarregada por 60.000 condutores até ao momento. Além desta iniciativa, a Lanxess AG elaborou um manual didático e acessível, no qual explica as relações do pneu com o consumo e os melhores conselhos para o condutor economizar o máximo de combustível. Esse manual também está disponível na Internet e é sem dúvida uma boa notícia para todos os condutores em crise.

Fonte: revistadospneus

Novos pneus low cost da Rodatec

NOVOS-PNEUS-LOW-COSTA marca Rodatec é distribuída pelo Grupo Soledad, tendo agora dois pneus verdadeiramente de combate, porque prometem boas prestações, por um preço mais do que competitivo. O primeiro desses pneus é o N1000, um pneu de altas prestações direccional, enquanto que o segundo é o CP661, um pneu de alto rendimento quilométrico para viaturas de turismo.

Preço à parte, os novos pneus Rodatec  obedecem a um conceito actualizado e foram desenvolvidos com os critérios e meios de I+D+i mais evoluídos do momento. De resto, o ” segredo ” para ter pneus  de grande eficiência energética e alto rendimento quilométrico já todos sabem: compostos de silício!

Voltando ao Rodatec N1000, é recomendado para condutores que gostem de uma condução desportiva e privilegiem a segurança acima de tudo. O desenho da banda de rolamento em forma de setas obriga a uma montagem unidirecional, mas torna o pneu muito estável a altas velocidades e em curva, mantendo grande conforto de condução e baixo nível de ruído.

Quanto ao Rodatec CP661, trata-se de um pneu menos ambicioso em termos de performances, mas compensa essa limitação com elevado rendimento quilométrico, bom conforto de condução, baixo nível de ruído e boa estabilidade em estrada. Possui uma excelente drenagem de água, tornando-se muito resistente ao aquaplaning e com boa resposta sobre piso molhado.

No Grupo Soledad preferem ligar a imagem dos seus pneus Rodatec a uma filosofia “slow” ao volante, que se traduz por dar atenção à condução e a tudo o que se passa à volta, em vez de cerrar os dentes e tentar chegar o mais rápido possível ao destino!

Fonte: jornaldasoficinas

Pneus recauchutados geram maior margem

pneus_recauchutados_thumb_medium400_267A Cátedra de Investigação e Formação sobre Pneus Recauchutados da Associação Espanhola de Pneus Reciclados (AER), Tratamento de Pneus Usados (TNU) e a Universidade Miguel Hernández (UMH) de Elche, levaram a cabo um estudo que demonstra que, através da produção e utilização de pneus recauchutados, é possível alcançar economias de energia e materiais entre 50% e 75%, bem como reduzir  as emissões de CO2 para a atmosfera. Gera-se assim uma margem maior para a cadeia de valor, incluindo para o consumidor final, além dos benefícios sociais e ambientais.

O mesmo estudo apurou que a produção de pneus recauchutados para ligeiros de passageiros exige em média menos 44,5% de energia, relativamente à produção de pneus novos  com idênticas características, representando uma economia de 10,5 litros de petróleo por pneu. Nos pneus de maiores dimensões, a poupança energética chega aos 69,6%, representando 98,3 litros por pneu. Em termos de emissões, a produção de pneus de ligeiros recauchutados implica menos 51,7% de emissões que pneus novos equivalentes, o que dá uma redução média de 32,8 kg de CO2 por unidade libertados para a atmosfera. Nos recauchutados para veículos industriais a redução média de emissões é de 69,1%, correspondendo a 234,3 kg de CO2 libertado por cada pneu.

Embora louvando o rigor académico e científico do estudo em questão, somos levados a crer que há um “detalhe” omitido, porque não está referido, que é a energia consumida para produzir a carcaça que é (re)utilizada na recauchutagem de pneus. Se assim for, os cálculos têm que recomeçar outra vez, porque as percentagens adiantadas no estudo estão todas inflacionadas, por via da energia que está na carcaça e não é referida.

Fonte: revista dos pneus