CM de Lisboa adquire 42 Peugeot elétricos

iOnA Câmara Municipal de Lisboa adquiriu 42 unidades do Peugeot iOn para incluir na sua forta. Os contratos são para 80 mil quilómetros e vão permitir, no total, reduzir as emissões de CO2 em 336 toneladas durante cinco anos,por comparação a uma frota equivalente de motores térmicos com emissões de 100 gCO2/km.

Para António Santos, Director Comercial da Peugeot Portugal, este negócio é fruto de uma abordagem cada vez mais forte da Peugeot Portugal junto dos Clientes frotistas. “Mais do que nunca, dispomos hoje de um grande capacidade de dar resposta às necessidades específicas deste segmento, quer em termos de produto quer em termos de serviços prestados”, disse.

“A Peugeot tem inúmeras acções de carácter ambiental e a sua gama é das mais ecológicas do mercado. Trata-se assim de uma associação natural entre duas entidades que vêm colocando as questões ambientais no centro das suas acções e estamos satisfeitos por contribuir para tornar Lisboa numa cidade mais limpa”, acrescentou José Barata, Director de Relações Externas e Imprensa da Peugeot Portugal.

Retirado de fleetmagazine

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PT recebe 450 Peugeot Partner para a sua frota

Peugeot-Partner-PT-21As 450 unidades do modelo Peugeot Partner que vão renovar 15 % da frota operacional da PT já foram entregues e sublinham uma aposta na eficiência e na produção nacional.

Por fora parece uma carrinha comercial normal, conhecida como furgão. Por dentro representa a aposta da PT num modelo único que vai aumentar a eficácia no serviço ao cliente e que serviu de incentivo à produção nacional. “Esta operação tem um aspeto operacional importante de garantir serviços de maior qualidade aos nossos clientes com processos mais eficientes e, por outro lado, associamo-nos a um produto feito em Portugal”, diz João Carvalho, diretor-geral da PT PRO.

As 450 unidades que representam um investimento de quatro milhões de euros por parte da PT foram elaboradas em parceria com a Peugeot e produzidas na Fábrica de Mangualde, onde se construiu uma estrutura especial na caixa do veículo adequada às necessidades dos técnicos no terreno.

“Nos compartimentos de cima da estrutura ficam os stocks de equipamentos, como é o caso dos routers. Nos de baixo ficam a mala de ferramentas e os rolos de cabos. De lado cabem as escadas. E ainda temos vários gavetões para mais material”, explica Jason Inácio, diretor de Operações de Cliente e Infraestruturas. “Este modelo desenhado para a PT tem um grande impacto na produtividade: em vez de irem de dois em dois dias abastecer aos armazéns, os técnicos só precisam de ir uma vez por semana. Isso não só poupa recursos materiais e humanos como lhes permite prestar mais serviços aos clientes”, acrescenta.

Mas o impacto do investimento da PT não fica por aqui. “Este negócio é de uma enorme relevância comercial. Estamos num mercado crítico e isto permitiu-nos um fortalecimento nas vendas”, afirma Alfredo Amaral, diretor-geral da Peugeot, que assim assistiu a um acréscimo de 2,5 % em 2012 na quota de mercado em Portugal.

“Só conseguimos este resultado final e ir assim ao encontro das necessidades da PT porque as unidades foram fabricadas em Portugal”, sublinha o responsável. Uma realidade que não surge por acaso: “Em pano de fundo deste processo esteve sempre o facto de acreditarmos que podíamos estimular as linhas de produção do país, a economia, e lembrar que em Portugal se fazem coisas de qualidade”, lembra João Carvalho. Como efeito direto, a Fábrica de Mangualde registou a maior encomenda alguma vez feita por uma empresa portuguesa, conseguiu 300 novos postos de trabalho e fechou o ano de 2012 em crescimento.

Estes fatores são essenciais para todos os parceiros do negócio, como realça Pedro Pessoa, diretor comercial da LeasePlan: “É muito gratificante estarmos envolvidos num processo que contribui para a sustentabilidade da economia nacional.” E um processo que também para a PT termina da melhor forma: “Conseguimos o melhor de dois mundos, que foi renovar a frota dentro do orçamento reduzido que tínhamos e ainda estimular a produção nacional”, conclui Eduardo Branco, da Portugal Telecom.

Fonte: PT

PT e CTT em compras de mais de 800 comerciais ligeiros

Duas das maiores empresas nacionais estão a renovar a sua frota de comerciais ligeiros, com um volume que por si só representa uma grossa fatia deste mercado. A PT já concluiu a aquisição e os CTT preparam-se para o fazer no início do ano.

untitledA Portugal Telecom e os CTT vão ser em breve responsáveis pela compra de mais de 800comerciais ligeiros. A operadora de telecomunicações já tem o seu processo de aquisição de 450 viaturas concluído, enquanto os CTT vão lançar concurso no início do próximo ano.

Em causa estão as frotas operacionais das empresas. A Portugal Telecom fechou contrato com a Peugeot para a aquisição de mais de 450 viaturas, que irão ser produzidas em Mangualde, num investimento total de mais de sete milhões de euros, a preços de venda a público. Já os CTT contam substituir a frota de comerciais ligeiros, depois dos concursos para dezenas de pesados que decorreram este ano.

untitledptA Peugeot apresentou a proposta vencedora num concurso lançado no mercado pela PT com o objetivo de substituir viaturas operacionais com mais de seis anos. Entre as diferentes marcas e modelos concorrentes, a Peugeot Partner correspondeu aos requisitos apresentados e foi escolhida para concretizar um processo de substituição regular na frota da operadora portuguesa.

O montante para o concurso dos CTT ainda não está definido. A empresa vai lançar o concurso na plataforma normalmente utilizada para este efeito, a Vortal.

Na PT, estas viaturas serão utilizadas por equipas operacionais na assistência aos clientes ou à rede da operadora, por exemplo, garantindo as melhores condições de trabalho e meios de produção às equipas no terreno.

Anualmente, a PT PRO, responsável pela gestão da frota da PT, promove a substituição de cerca de 15% das viaturas mais antigas (viaturas que atingem seis anos de exploração), num processo de renovação contínua que implica um esforço de investimento significativo e que tambémpromov e a sustentabilidade da frota.

O processo de seleção pondera diversos critérios, nomeadamente a capacidade de os veículos poderem ser utilizados pelas diferentes equipas da PT, os custos de aquisição, de exploração e de manutenção e o impacto ambiental e sustentabilidade.

Os CTT têm em curso um projecto com viaturas convencionais e outro com viaturas não convencionais. Em 2012, teve dois testes, um com um Renault Kangoo e outro com um Goupil híbrido. A empresa gostou dos resultados dos testes e está interessada na tecnologia de motorização elétrica.

Neste momento, já tem dois carros em frota e pretende vir a ter mais de 10 unidades deste tipo. A PT e os CTT são duas das maiores frotas do país. A PT tem mais de 4.000 viaturas, na sua maioria viaturas comerciais (ligeiros de mercadorias e pequenos furgões). No total, estas viaturas percorrem anualmente mais de 90 milhões de quilómetros. Os CTT têm mais de 1.500 unidades, só contando com comerciais ligeiros.

Fonte: fleetmagazine

Milhares de pessoas no primeiro dia da Automechanika

Com alguma chuva no final do primeiro dia, a Automechanika abriu as portas como a maior feira mundial para o setor de peças e acessórios.

Várias empresas contatadas pela equipa do Jornal das Oficinas, que se encontra desde ontem em Frankfurt para fazer o levantamento deste evento, disseram que esta é a feira onde colocam todas as suas expetativas.

Visitantes e expositores portugueses também são unânimes: a Automechanika continua com muita saúde e este foi o ano em que provou que é o ponto de encontro mundial para este mercado.

Milhares de pessoas passaram já pelos portões da feira. A organização não dispõe dos números de entradas diárias, mas os pavilhões encontravam-se, já hoje, repletos de pessoas.

Fonte: jornaldasoficinas