ON TRUCK já tem página oficial na Internet

ON TRUCK já tem página oficial na Internet

A ON TRUCK, Rede de Oficinas Multimarca para Pesados, acaba de lançar a sua página oficial na Internet. A nova ferramenta faz parte de uma aposta na comunicação por parte da marca, que, recentemente, também lançou uma página no facebook. O novo site permite aos clientes visualizar toda a rede e localizar a oficina mais próxima, fornecendo tanto os contactos como as coordenadas GPS do local exato. Adicionalmente, o utilizador poderá ainda agendar on-line um determinado serviço (revisão, mudança de óleo, check-up pré-IPO, etc.) sendo posteriormente contactado pela oficina selecionada para confirmação da data solicitada. A página integra ainda todas as notícias e novidades sobre a ON TRUCK. Para além das ferramentas destinadas ao cliente, o novo sítio na Internet disponibiliza uma área reservada para as oficinas, naquela que é também uma aposta na comunicação interna. “Com uma imagem moderna e atual, este site será – em conjunto com a página do Facebook já online emwww.facebook.com/ontruck – uma ferramenta fundamental no que concerne à divulgação, promoção e desenvolvimento da 1ª Rede de Oficinas Multimarca para Pesados”, revela a ON TRUCK, marca representada em Portugal pela Civiparts. Para consultar o novo site da ON TRUCK, clique AQUI .

Fonte: transportesemrevista

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Futura etiquetagem dos pneus: um progresso importante para o consumidor

A futura etiquetagem dos pneus para os veículos Turismo e Comerciais será obrigatória a partir de 01 de Novembro de 2012 (Regulamento Nº 1222/2009).

Estas novas exigências regulamentares são um avanço importante em termosde informação ao consumidor relativa à matéria de segurança (travagem em superfície molhada) e meio ambiente (resistência ao rolamento mais ruído exterior).

Embora o grafismo da etiqueta já seja conhecido (é utilizado em aparelhos eléctricos e mais recentemente nos veículos motorizados), quais são os benefícios reais para os consumidores?

Etiqueta: descrição e explicação

Consumo de combustível

No lado esquerdo da etiqueta indica-se o contributo do pneu no consumo de combustível e nas emissões de CO2. Os pneus, principalmente devido à sua resistência ao rolamento, representam cerca de 20% do consumo de combustível dos veículos. Portanto, uma redução na resistência ao rolamento pode contribuir significativamente para a eficiência do transporte por estrada e reduzir assim as emissões de CO2. Este valor de resistência ao rolamento mede-se numa máquina de simulação que determina o nível de eficiência do pneu.

Qual é a diferença entre um pneu A e um pneu G?

A diferença na resistência ao rolamento é significativa e representa uma evolução tecnológica de várias gerações de pneus.

Num veículo ligeiro o impacto sobre o consumo de combustível entre um pneu A e um pneu G é muito importante, cerca de 0,5 l./100 km.

Aproximadamente 80 l. de combustível/ano (para 15.000 km/ano).

Mais de 100 €/ ano para um veículo a gasolina (com o preço do combustível a 1,30 €/ l.)

Se o impacto económico para o consumidor é muito importante, o impacto ambiental não é menor, porque esta diferença no consumo corresponde a 12 gr. de emissão de CO2 por km.

Travagem em solo molhado

No lado direito da etiqueta indica-se a performance do pneu na travagem em solo molhado. As medições realizam-se no veículo segundo as condições fixadas pela regulamentação Europeia (velocidade, características da pista, a altura de água, temperatura, etc.).

A classificação estabelece-se por comparação das performances do pneu testado com um pneu de referência.

Qual é a diferença entre um pneu A e um pneu G? A diferença em distância de travagem poderá chegar até 18 metros.

Equivalente a quatro vezes o comprimento de um automóvel.

 

Ruído exterior

O ruído durante a circulação é um transtorno importante. A parte inferior da etiqueta indica o nível de ruído do pneu, que é emitido para o exterior do veículo (não é perceptível pelo condutor dentro do seu veículo). O número representa o nível sonoro em decibéis.

Os limites mínimos

A regulamentação Europeia prevê disposições para fazer progredir o mercado sobre estas três performances. Em 01/11/2012 será impossível para os fabricantes de pneus homologar pneus novos com categoria G em resistência ao rolamento e F em distância de travagem em solo molhado, a sua comercialização será proibida em 01/11/2014 (Condições semelhantes de endurecimento aplicar-se-ão também para o ruído (estes requisitos mínimos não serão aplicados a todos os pneus vendidos até Novembro de 2016).

Comunicação

Para veículos Turismo, Comerciais e Camião, a informação da etiquetagem deverá estar presente de uma forma standard nos folhetos promocionais e documentações técnicas dos fabricantes, incluindo na Internet.

A mesma informação deverá constar na factura dos pneus ou em documento anexo que deverá ser entregue pelo distribuidor ao consumidor. Este último, possuirá mais informação sobre o produto podendo comparar as performances de acordo com este critério.

Fonte: michelin portugal

Marktest lança análise de geomarketing

Numa altura em que a restruturação das redes de retalho é um assunto cada vez mais referido nos bastidores do setor, a Marktest lança uma ferramenta de análise que ajuda as marcas a conhecer as zonas onde se encontram.

O Marktest Territórios Automóveis é uma ferramenta onde se consegue identificar onde as marcas estão presentes e caracterizar esse território. Trata-se de uma análise de geomarketing para o mercado automóvel com base em dados estatísticos de outro produto da empresa de estudos de mercado, o Sales Index.

Na prática, consegue-se saber quantos pontos da rede de cada marca existem em cada conselho. Além disso, também se fica a conhecer quais as vendas por cada marca em cada uma dessas regiões. Mais ainda, é feita uma análise de afinidade com a marca, tendo em conta essas vendas.

Entre as indicações do estudo, fica-se a saber que população atingem, qual o poder de compra das regiões onde se encontram ou qual o share das vendas desses territórios. Mas, como o estudo deriva do Sales Index, mais generalizado, cada um dos 308 conselhos do país aparecem com as suas estatísticas mais relevantes. E neste sector, o produto da Marketest apresenta: população, estrutura empresarial, comércio, turismo, parque automóvel por marcas, vendas de automóveis por tipo e por marcas ou os concessionários por marcas.

A Marktest libertou alguns dados deste estudo, para se perceber o nível de informação que está em causa. Em Portugal existem 1971 pontos de venda e assistência automóvel. destes, 1376 são stands de venda, 1571 oficinas e 1390 vendem peças. Estes estabelecimentos estão presentes em 147 dos 308 concelhos do país.

Lisboa é o concelho com maior número de pontos de venda e assistência, seguido do Porto, Sintra, Coimbra e Vila Nova de Gaia.

Os 147 concelhos onde existe pelo menos um ponto de venda e assistência automóvel ocupam 46% do território nacional mas concentram 87% do seu poder de compra, 84% da população, 85% das dependências bancárias e 85% dos estabelecimentos comerciais. Nestes concelhos concentram-se 89% dos levantamentos efetuados no Multibanco e 93% das compras pagas através dos POS, tendo sido responsáveis por 90% das vendas automóveis registadas em 2011.

O estudo pode ser comprado nos formatos PDF e Excel.

Fonte: fleetmagazine

“Os custos de utilização dos derivados de turismo”, por Ricardo Silva

Em cada edição, irei abordar um tema específico incorporando evidências que facilitem a compreensão e adequação à realidade da sua frota tendo sempre como base uma abordagem “triple bottom line” através da consideração dos três vectores fundamentais a uma gestão holísticamente sustentável: Pessoas-Planeta-Rentabilidade. Espero, desta forma, ajudá-lo a determinar a melhor solução para as suas necessidades de mobilidade. Nesta edição, vou dar resposta a duas questões com que muitos gestores se debatem:

1.    Face ao agravamento de ISV, continua a ser economicamente interessante adquirir veículos derivados de turismo (e.g. Opel Corsa Van)?

2.    Quais as diferenças nos custos de utilização e relevância destes quando comparando um veículo ligeiro de passageiros com um ligeiro de mercadorias?   Para responder a ambas as questões é fundamental utilizar, como ferramenta de análise, o conceito TCO (Custos Totais de Utilização). Apenas assim conseguiremos ter uma fotografia completa dos custos afetos à frota ou necessidades de mobilidade.   “Perante o agravamento de I.S.V. que sofreram, continua a ser economicamente interessante adquirir veículos derivados de turismo? Existem alternativas?”

Antes de mais, é necessário perceber que os derivados de turismo sofreram agravamentos de custo que podem ir até aos 20%, fruto do aumento de ISV de que foram alvo, o que traz grandes dificuldades a quem utiliza este tipo de veículos como solução de mobilidade e precisa de os substituir por novos.

Perante este cenário, qual a solução? Substituir por veículos de 5 lugares? Substituir por pequenos furgões?

Analisando o gráfico anexo, constata-se que, em média, a renda atual de um derivado de turismo é 17% superior à de um veículo equivalente de passageiros o que, numa primeira análise, nos levaria a responder à questão com um rendondo “Não” até porque, comparativamente a um veículo equivalente de 5 lugares, apresentam a limitação de apenas terem dois lugares o que influencia a flexibilidade de utilização e até a satisfação dos utilizadores.

Acontece, porém, que, analisando o TCO, o resultado inverte-se. Ou seja, na verdade um veículo derivado de turismo é 18% mais económico.

Este fenómeno está maioritariamente relacionado com o facto de os veículos ligeiros de mercadorias usufruírem de dedutibilidade de IVA e de isenção de tributação autónoma, fatores esses que não são visíveis quando se analisa a renda de uma proposta.

Esta constatação é fundamental quando se tem de tomar uma decisão pois, caso se apoie apenas na renda mensal como fator de decisão, correrá o sério risco de agravar os seus custos em 18% quando projetava uma poupança de 17% existindo, portanto, um desvio de 35% entre o projetado e o alcançado!

Assim, apesar do aumento de ISV que estes veículos sofreram, a verdade é que continuam a ser economicamente interessantes quando comparados a veículos equivalentes de 5 lugares, apesar de a diferença ser substancialmente menor à verificada em 2011.

“Assim sendo, existem alternativas que permitam reduzir ou, pelo menos, conter custos?”

A resposta é sim! Mini-furgões tais como o Citroen Nemo, Fiat Fiorino, Peugeot Bipper e a Renault Kangoo Compact posicionam-se como verdadeiras alternativas, pois permitem-lhe poupanças sobre o TCO de 6% comparativamente aos derivados de turismo (ver gráfico).

“Quais as diferenças no T.C.O. e relevância destas quando comparando um veículo ligeiro de passageiros com um ligeiro de mercadorias?“

Analisando o gráfico anexo evidenciam-se duas grandes diferenças, os impostos e o combustível.   Num veículo ligeiro de passageiros, os impostos têm um peso médio de 24% face a 3% de um ligeiro de mercadorias e a tomada de consciência deste facto é fundamental para que decida com base nos âmbitos que mais afetam a conta-corrente pois, enquanto num ligeiro de passageiros se tem, antes de mais, de avaliar os impostos inerentes à sua utilização, num ligeiro de mercadorias esta parcela é de somenos importância. Tome como exemplo dois ligeiros de passageiros com a mesma renda mensal mas em que um custa menos de 25.000 euros e outro mais de 25.000 euros. O veículo que custa mais de 25.000 euros terá um agravamento da tributação autónoma de 10% o que não é visível quando analisa rendas.

O combustível, em média, tem um peso de 17% num veículo ligeiro de passageiros e 28% num ligeiro de mercadorias, fazendo com que seja o custo em que mais se deve focar quando utiliza um ligeiro de mercadorias. Isto torna-se ainda mais importante tendo em conta o aumento sistemático do custo do combustível que faz com que esta parcela venha a pesar cada vez mais na fatura mensal.

Tome como exemplo dois ligeiros de mercadorias com a mesma renda mensal mas em que um consome, em média, mais 0,5 litros/100 kms. Se considerarmos 3.000 kms mensais, este terá um custo acrescido em combustível de 23€ mensais.

Perante estes dados é, portanto e enquanto decisor, fundamental ter as ferramentas adequadas que lhe permitam tomar uma decisão devidamente fundamentada em dados rigorosos e que apenas peritos estão habilitados para os disponibilizar.

Espero, com esta análise, que o tenha ajudado a tornar a gestão da sua frota ainda mais eficiente e fácil.

Por: Ricardo Silva, Consultancy Manager na LeasePlan Portugal

Novo motor da Ford eleito «o melhor motor do ano»

O novo motor 1.0 EcoBoost da Ford – lançado este ano no Focus na Europa – foi distinguido como “International Engine of the Year” 2012. O pequeno motor de três cilindros foi também galardoado com outros dois prémios – “Best New Engine” e “Best Engine Under 1.0-litre”- nos prémios apresentados pela revista ‘Engine Technology International’ e com base nos votos de 76 jornalistas de 35 países em todo o mundo.

Esta é a primeira vez, nos 13 anos dos prémios que a Ford vence o “International Engine of the Year”. Além disso, o EcoBoost de 1.0 litros recebeu a pontuação mais alta na história destes prémios.

“Colocámos a fasquia incrivelmente alta quando começámos a desenhar o motor”, disse Joe Bakaj, vice-presidente da Ford de Motorizações Globais. “Queríamos proporcionar uma economia de combustível referencial, um desempenho surpreendente, silencioso e requintado e tudo a partir de um motor de 3 cilindros realmente pequeno.”

Dean Slavnich, presidente do “International Engine of the Year” e editor da ‘Engine Technology International’ afirmou: “Esta é uma vitória adequada para um motor verdadeiramente notável.”

O EcoBoost de 1.0 litros estreia-se este ano na Europa no Focus e será disponibilizado depois no C-Max e B-Max ainda este ano. O EcoBoost de 1.0 litros com 100cv promete um consumo de apenas 4,8 l/100 km e emissões de CO2 de 109 g/km. A variante de 125cv anuncia um consumo de 5,0l/100 km com emissões de CO2 de 114 g/km.

Fonte: autoportal

Brembo ataca europeu de camiões

A Brembo é o novo fornecedor oficial de sistemas de travagem da equipa Truck Sport Lutz Bernau (TSB) que compete com camiões da MAN no Campeonato Europeu de Corridas de Camiões, a mais importante competição de veículos pesados na Europa, organizada pela FIA.

No europeu de camiões os sistemas de travagem são de extrema importância, uma vez que esta competição se encontra limitada a veículos com mais de 5,5 toneladas, equipados com motores de mais de 1.000 cv de potência, que alcançam 160 Kk/h de velocidade máxima regulamentada em apenas 6 segundos. Deter uma massa de mais de 5 toneladas com tamanha capacidade de aceleração exige travões de qualidade superior.

A Brembo assinalou a sua estreia no 26º Truck Grand Prix de Nurburgring, realizado entre 8 e 10 de Junho, na Alemanha, com duas vitórias do espanhol António Albacete, e três terceiros lugares do alemão Uwe Nittel, ambos pilotos da TSB. A meio da temporada de 2011, Albacete ocupa o segundo lugar na classificação geral desta prova e Nittel o quarto.

A Brembo conta já com mais de três décadas de experiência no desenvolvimento e fabrico de sistemas de travagem para competição, marcando presença em provas tão importantes como a Fórmula 1, MotoGP, Superbikes e Nascar. Investe anualmente cerca de 5% do volume de negócios na concepção de inovadores sistemas de travagem para competição.

Fonte: jornaldasoficinas

Revista americana publica «lista negra» dos piores carros

untitledNão é exactamente um prémio, mas nesta lista nenhuma fábrica gostaria de entrar. Anualmente, além de indicar para o público os carros que considera melhores, a revista americana Consumer Reports publica uma relação dos veículos que, ao contrário, aconselha a não comprar.

Altamente respeitada, a Consumer Reports, fundada em 1936, não aceita anúncios e é mantida apenas pelas assinaturas dos seus leitores. A sua actuação não se restringe aos automóveis –testa todo o tipo de produtos, de aspiradores de pó a secadores de cabelo.

A «lista negra» deste ano pode surpreender: nesta estão desde o Mitsubishi Lancer ao Land Rover Evoque, passando até pelo BMW Série 7.

Eis os carros que a revista aconselha a não comprar:

Smart ForTwo , Scion iQ, Chevrolet Spark, Scion tC, Mitsubishi Lancer, Dodge Dart, Chrysler 200/Dodge Avenger, Ford Taurus, Lexus IS, Lincoln MKS, BMW Série 7, Honda Crosstour, Jeep Compass, Jeep Patriot, Jeep Cherokee 2.4, Mitsubishi Outlander, Ford Edge, Nissan Armada, Dodge Journey, Volvo XC90, Lincoln MKX e Range Rover Evoque.

Retirado de dinheirodigital