Hyundai aposta forte nas células de combustível a hidrogénio

Em resposta a uma “crescente procura por tecnologia fuel cell”, a Hyundai vai investir em três empresas de hidrogénio. O objectivo é baixar o custo das células de combustível e aumentar a segurança.

Impact Coatings, H2Pro e GRZ Technologies movimentam-se na área do hidrogénio e são as empresas em que a Hyundai vai investir com o intuito de “fortalecer a sua posição de liderança no ecossistema global de hidrogénio”. A decisão do fabricante é justificada pela “crescente procura por tecnologia fuel cell”.
Em articulação com a sueca Impact Coatings, o construtor sul-coreano pretende desenvolver uma nova geração de materiais, processos e equipamentos para as mais variadas aplicações, incluindo a produção de fuel cells e hidrogénio.

Já a escolha da GRZ Technologies explica-se pelo facto de a empresa suíça ser especializada no armazenamento de hidrogénio, “de forma mais segura, a uma pressão mais baixa e maior densidade”, com uma tecnologia de compressão mais barata. O acesso a esta solução, explica a Hyundai em comunicado, irá “acelerar os esforços para comercializar a infra-estrutura de hidrogénio, tornando-o mais acessível para os clientes”.

Quanto à aposta na H2Pro visa igualmente reduzir custos, mas desta feita na produção de hidrogénio. Isto porque a empresa israelita domina um novo processo de divisão da água, descrito como uma tecnologia “eficiente, acessível e segura”, que permitirá ao construtor sul-coreano “baixar o custo de produção de hidrogénio”.

Estas apostas estratégicas, acrescenta Youngcho Chi, pretendem “acelerar a adopção da tecnologia de hidrogénio”, propondo veículos eléctricos a fuel cells mais baratos.

Actualmente, a Hyundai tem no Nexo o seu “embaixador” nesta tecnologia. O SUV eléctrico gera a electricidade de que necessita a bordo, anunciando uma autonomia de 609 quilómetros, ao longo dos quais emite apenas vapor de água.

Retirado de observador

Hyundai: 50 anos de história do «gigante coreano»

Da fundação da marca ao topo dos índices de fiabilidade da indústria automóvel. Conhece a história da Hyundai, o «gigante» sul-coreano

Foi a 29 de dezembro de 1967 que nasceu a Hyundai Motor Company, a divisão de automóveis daquele que é atualmente um dos maiores aglomerados industriais do mundo.

Como sabem, a Hyundai não fabrica apenas automóveis. Antes da sua entrada na indústria automóvel, a Hyundai já era líder no desenvolvimento de soluções de engenharia para as mais diversas indústrias – das obras públicas à indústria naval, passando pelo fabrico de máquinas pesadas e de componentes eletrónicos.

A história da Hyundai Motor Company

Perante este know-how e capacidade técnica, a entrada da Hyundai na indústria automóvel era uma das maiores ambições de Chung Ju-Yung, o fundador da marca.

Chung Ju-Yung, fundador da Hyundai

 

Em 1967 era finalmente fundada a Hyundai Motor Company, após mais de 20 anos a produzir automóveis para outras marcas sob licença.

Um início ambicioso

O objetivo desta recém-fundada marca de automóveis era produzir automóveis fiáveis, seguros e práticos, que correspondessem aos mais elevados padrões da indústria automóvel. Chung Ju-Yung nunca escondeu as suas ambições para a Hyundai.

A liderança em termos de processos e de produto sempre foi uma das características da Hyundai, independentemente do ramo de atividade. A título de exemplo, a Hyundai é atualmente o maior produtor de navios a nível mundial, com uma produção anual superior a 2.400 unidades – o equivalente a mais de 6 navios por dia, entre petroleiros e navios de carga.

Daí que Chung Ju-Yung não tenha poupado esforços no planeamento e lançamento da Hyundai Motor Company, vindo à Europa contratar alguns dos melhores engenheiros da indústria automóvel. Do Reino Unido vieram alguns dos melhores engenheiros da indústria automóvel, e de Itália veio o design, da autoria do atelier Italdesign (na galeria acima).

O primeiro passo

Só em 1974, após 7 anos dedicados ao desenvolvimento do primeiro modelo 100% Hyundai, é que saiu das linhas de produção o tão ambicionado modelo. Nascia então o Hyundai Pony, um pequeno familiar com motor de origem japonesa e design italiano, assinado por Giorgetto Giugiaro (Italdesign).

Hyundai Pony, 1975-1982

Foi imediatamente um sucesso de vendas na Coreia do Sul. Era acessível, fiável, bem construído e respondia a todas as necessidades das famílias coreanas. Mas a Coreia do Sul era pequena para as ambições da marca…

Um passo de gigante

Perante as qualidades do Pony, a Hyundai deu início à exportação deste modelo para o continente americano. Apenas 9 meses depois, o Pony já era o modelo mais vendido no Canadá.

Em 1984, fruto da boa aceitação do Pony, a Hyundai assinalou um importante marco histórico: 500 mil unidades produzidas. Em apenas dois anos, a Hyundai assumiu o 13º lugar no ranking mundial da indústria automóvel.

As encomendas já superavam largamente a capacidade produtiva da Hyundai, e por isso, em 1985 foi inaugurada uma nova fábrica, capaz de produzir 300 mil viaturas por ano. Graças a este incremento de capacidade produtiva, em apenas um ano, a Hyundai alcançou a produção de um milhão de unidades.

Colocando estes números em perspetiva, a Hyundai produziu em apenas um ano, tantos automóveis quanto havia produzido entre 1967 e 1984.

A confirmação

No final da década 80 a Hyundai encetou uma nova ofensiva, expandindo a sua atividade para a Europa, o mercado mais competitivo e exigente do mundo. Um passo que foi dado com o lançamento de dois novos modelos muito importantes para a história da marca no velho continente: o Hyundai Scoupé (um elegante desportivo) e o Hyundai Sonata (uma berlina familiar).

Hyundai Scoupé

 

Em 1991, a Hyundai apresentou o primeiro motor desenvolvido inteiramente por si, o conhecido bloco Alpha. Foi este motor que animou um dos modelos da Hyundai mais bem-sucedidos da história da marca: o Hyundai Accent.

Foi também nesta altura que a Hyundai começou a apostar em reforçar os laços de confiança com os seus clientes, através da extensão da garantia dos seus automóveis. Oferecendo em alguns mercados até 10 anos de garantia ou 150.000 km.

O símbolo da Hyundai representa um aperto de mão entre a marca e os seus clientes.

Tecnologia Hyundai

A expansão da marca na Europa continuou com o lançamento de modelos tão conhecidos como o Hyundai Elantra ou o Hyundai Coupé. Em 1995 a Hyundai já comercializava modelos em praticamente todos os mercados.

Em 1998 a Hyundai já figurava no TOP 10 da indústria automóvel, altura em que adquiriu a Kia, transformando este marca sul-coreana numa das suas subsidiárias. Em Portugal, um dos modelos mais conhecidos é o Hyundai Accent.

Hyundai Accent. Um pequeno familiar robusto e bem equipado.

O novo milénio

A entrada no novo milénio aconteceu em plena fase de expansão da marca. Em 2000 a Hyundai já produzia veículos em países tão distintos como a Coreia do Sul, o Paquistão, a Turquia e a Republica Checa.

Unidade de produção da Hyundai na República Checa

Em 2004, a Hyundai Motor Company alcançou os 2.5 milhões de automóveis produzidos. E em 2011 superou pela primeira vez os 4 milhões, assumindo o estatuto de 4º maior fabricante mundial de automóveis, empregando mais de 75 mil funcionários em todo o mundo.

A Hyundai na atualidade

Entre as duas marcas do grupo, a Hyundai Motor Company produz atualmente mais de 7 milhões de automóveis em todo o mundo. Números conquistados com base numa aposta constante na qualidade, no design e tecnologia oferecida pelos seus produtos.

Nos últimos 5 anos a marca sul-coreana investiu mais de 600 milhões de euros em infraestruturas para o desenvolvimento, design e teste dos seus modelos na Europa. O resultado deste investimento traduz-se na aceitação dos consumidores às propostas da Hyundai – ano após ano, a Hyundai é das marcas que mais cresce em todo o mundo.

A aposta no design, na conectividade, na fiabilidade e na qualidade – espelhada na oferta de 5 anos de garantia sem limite de km – é a face mais visível e o espelho de uma marca que ano após anos .

Foi graças a esta aposta constante no desenvolvimento e na qualidade dos seus produtos que hoje a Hyundai é uma das marcas com melhor índice de fiabilidade e satisfação do mercado. A história continua, com modelos como o novo Hyundai i30 e Hyundai Kauai.

Alemães e asiáticos juntos pelo hidrogénio

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Toyota, BMW, Daimler, Honda e Hyundai aliaram-se à Shell e à Total para aplicar 10 mil milhões de euros nos próximos cinco anos nesta tecnologia.

O grupo acabado de formar, Hydrogen Council, é constituído por 13 empresas. Toyota, BMW, Daimler, Honda e Hyundai juntaram-se, entre outras empresas, às petrolíferas Shell e Total num investimento global de 10 mil milhões de euros em produtos relacionados com o hidrogénio nos próximos cinco anos. Todos os construtores de automóveis mencionados têm ou pretendem desenvolver modelos movidos a pilha de combustível, e uniram-se para provar que esta tecnologia não é apenas uma mera alternativa aos modelos a combustão tradicionais, mas uma fonte de energia mais limpa. A título de exemplo, a Toyota afirma que, juntamente com os restantes intervenientes neste grupo, poderá reduzir em 90% as emissões de dióxido de carbono até 2050. Para concretizar este intento, o construtor nipónico pretende lançar um conjunto de plataformas de grandes dimensões de extração e aumentar as infraestruturas de abastecimento de hidrogénio.

O investimento atual com produtos relacionados com o hidrogénio de 1,4 mil milhões de euros/ano.

Retirado de autohoje

Hyundai entrega primeiros ix35 com pilha de combustível

ix35_Fuel_CellOs veículos foram entregues pelo Presidente da Hyundai Motor Europe, Byung Kwon Rhim, durante a cerimónia de abertura do primeiro posto de abastecimento de hidrogénio da Dinamarca.

Os 15 Hyundai ix35 Fuel Cell são os primeiros veículos movidos a hidrogénio, fabricados em série, a ser introduzidos na Europa.

O Hyundai ix35 Fuel Cell está equipado com um motor eléctrico de 100 kW (136 CV) e regista uma velocidade máxima de 160 km/h.

Os dois tanques de armazenamento de hidrogénio, localizados entre o eixo traseiro do veículo, têm uma capacidade total de 5,64 kg e vão permitir ao ix35 Fuel Cell uma autonomia de 594 km apenas com um abastecimento. Atestar os depósitos de hidrogénio até à sua capacidade máxima leva apenas alguns minutos.

Retirado de fleetmagazine

Hyundai retira anúncio de suicida frustrado

leejae-wonreuters-d2dfO vídeo publicitário de um carro da Hyundai fora colocado no  YouTube e tornara-se viral, mas acabou por ser retirado ontem, com um pedido de  desculpas da fabricante de automóveis sul coreana, após ter suscitado diversas  críticas.

O anúncio mostrava um homem a ligar o carro dentro da garagem,  numa tentativa de suicídio que fracassava por o veículo não emitir gases  poluentes.

“A Hyundai percebe que o vídeo ofendeu. Pedimos desculpas sem  reservas. O vídeo foi retirado e não será usado em qualquer das nossas campanhas  publicitárias ou de marketing”, refere a declaração da Hyundai.

O vídeo fora criado pela agência de publicidade Innocean  Worldwide Europe e estava disponível na Internet há uma semana.

Fonte: expresso

Poderá assistir ao vídeo mencionado aqui:

http://www.stuff.co.nz/motoring/videos/8600808/Hyundai-apologises-for-suicide-ad

Valores residuais do Hyundai i30 acima dos 45%

Hyundai_i30_thumb307_O valor residual do Hyundai i30 está acima dos 45% na Alemanha e outros países europeus, de acordo com diversos estudos citados pela marca. Em Portugal, ainda não são conhecidos estes dados.

A Eurotax prevê que, no mercado alemão, a versão diesel 1.4 litros irá reter 46% do seu preço original após três anos e 60.000km, superando os rivais do segmento como o Ford Focus (42%), Peugeot 308 (40%) e Toyota Auris (42%). Simultaneamente, a versão a gasolina 1.4 litros regista um valor residual de 45% elevando a fasquia em relação ao Ford Focus (42%), Peugeot 308 (37%) e Auris (41%).

Alemanha:

Gasolina VR (%) Diesel VR (%)
Hyundai i30 45 Hyundai i30 46
Ford Focus 42 Ford Focus 42
Peugeot 308 37 Peugeot 308 40
Toyota Auris 41 Toyota Auris 42

Fonte: Eurotax, 36 meses e 60.000km
Estes resultados foram ampliados na Espanha e Polónia, onde um novo relatório, também da Eurotax, rotula o novo i30 como o melhor da sua classe. Espanha:

Gasolina VR (%) Diesel VR (%)
Hyundai i30 42 Hyundai i30 47
Ford Focus 42 Ford Focus 47
Peugeot 308 39 Peugeot 308 44
Toyota Auris 39 Toyota Auris 44

Fonte: Eurotax, 36 meses e 60.000km
Polónia:

Gasolina RV (%) Diesel RV (%)
Hyundai i30 46 Hyundai i30 47
Ford Focus 43 Ford Focus 45
Peugeot 308 42 Peugeot 308 43
Toyota Auris 46 Toyota Auris 49

Fonte: Eurotax, 36 meses e 60.000km
A revista francesa L´Argus reconhece igualmente a Nova Geração i30 como líder em valor residual, referindo que o novo i30 deve reter 43% do seu valor para modelos a gasolina e 46% para modelos a diesel após três anos e 75.000km, superando o Ford Focus, Peugeot 308 e o Renault Megane.
França:

Gasolina VR (%) Diesel VR (%)
Hyundai i30 43 Hyundai i30 46
Ford Focus 41 Ford Focus 44
Peugeot 308 40 Peugeot 308 42
Renault Megane 39 Renault Megane 41

Fonte: L´Argus, 36 meses e 75.000km

A revista italiana Quattroruote perspectiva um valor residual entre 46% e 47%, respectivamente, superando o Opel Astra, Peugeot 308 e Renault Megane.
Itália:

Gasolina VR (%) Diesel VR (%)
Hyundai i30 46 Hyundai i30 47
Opel Astra 46 Opel Astra 45
Puegeot 308 41 Peugeot 308 39
Renault Megane 45 Renault Megane 42

Fonte: Quattroruote, 36 meses e 75.000km

Tournée pela Europa para mostrar veículos a hidrogénio

Através desta tournée, na qual participam, entre outras construtoras, Honda, Hyundai e Mercedes-Benz, os seus organizadores querem despertar o interesse dos europeus pelos veículos eléctricos a hidrogénio.

Ao longo deste mês, numa aventura que começou na última quinta-feira, dia 13 de setembro, em Hannover, na Alemanha, uma série de veículos eléctricos a hidrogénio querem percorrer o velho continente.

Organizada pela Comissão Europeia, a European Hydrogen Road Tour surge do European Fuel Cells and Hydrogen Joint Undertaking, o programa europeu que pretende alertar condutores e Estados-membros para a importância deste combustível na sustentabilidade, tanto energética, como ambiental.

Entre os veículos presentes, Honda FCX Clarity, Hyundai ix35 FCEV e Mercedes-Benz B-class F-CELL apostam em chegar a Copenhaga daqui por um mês, isto após percorrer outras seis cidades europeias: Bristol, Cardiff, Londres e Swindon, no Reino Unido, a cidade das luzes, Paris, também Bolzano, em Itália, terminando depois na península escandinava.

O hidrogénio consumido durante este périplo será fornecido pela H2 Logic Denmark, existindo naquelas oito cidades as infra-estruturas necessárias para o reabastecimento dos veículos.

Fonte: turbo

Milhares de pessoas no primeiro dia da Automechanika

Com alguma chuva no final do primeiro dia, a Automechanika abriu as portas como a maior feira mundial para o setor de peças e acessórios.

Várias empresas contatadas pela equipa do Jornal das Oficinas, que se encontra desde ontem em Frankfurt para fazer o levantamento deste evento, disseram que esta é a feira onde colocam todas as suas expetativas.

Visitantes e expositores portugueses também são unânimes: a Automechanika continua com muita saúde e este foi o ano em que provou que é o ponto de encontro mundial para este mercado.

Milhares de pessoas passaram já pelos portões da feira. A organização não dispõe dos números de entradas diárias, mas os pavilhões encontravam-se, já hoje, repletos de pessoas.

Fonte: jornaldasoficinas