General Motors e Honda juntas pelo hidrogénio

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A Honda tem estado na dianteira entre as construtoras que desenvolvem tecnologia ‘fuel cell’. A General Motors decidiu juntar-se a esta aposta nada unânime na indústria automóvel e levar os veículos movidos a hidrogénio ainda mais longe. Um investimento total das duas empresas de 85 milhões de dólares para criar uma unidade responsável pela produção de ‘fuel cells’ em Brownstown , no Michigan. Este acordo prevê que em breve possamos encontrar veículos deste tipo em vários modelos das duas fabricantes – 2020 é o ano previsto. Um investimento que irá criar cerca de 100 postos de trabalho.

“A combinação de dois líderes na aposta inovadora do hidrogénio é um passo importante para aplicar esta tecnologia em veículos. A distribuição desta tecnologia a veículos de passageiros irá criar opções diferenciadas e amigas do ambiente para os consumidores”, afirmou Mark Reuss, gestor de produto da General Motors.

Ambas as empresas esperam que este acordo venha a fazer com que o custo das fábricas de ‘fuel cell’ desça, podendo passar a ser possível produzir em larga escala.

Cada construtora irá apontar três executivos responsáveis por esta secção. Embora as duas empresas apostem já há algum tempo nesta tecnologia a empresa japonesa tem sido mais rápida a colocar veículos no mercado. Em 2002 lançou o FCX, seguido pelo FCX Clarity em 2008. O novo Clarity chegou à Europa em Novembro do ano passado. A General Motors tem experimentado o hidrogénio com o exército dos EUA. A empresa lançou para a marinha americana um drone com capacidade para grandes profundezas e também a pick-up Chevrolet Colorado movida a hidrogénio para testes.

Retirado de aquelamaquina
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Alemães e asiáticos juntos pelo hidrogénio

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Toyota, BMW, Daimler, Honda e Hyundai aliaram-se à Shell e à Total para aplicar 10 mil milhões de euros nos próximos cinco anos nesta tecnologia.

O grupo acabado de formar, Hydrogen Council, é constituído por 13 empresas. Toyota, BMW, Daimler, Honda e Hyundai juntaram-se, entre outras empresas, às petrolíferas Shell e Total num investimento global de 10 mil milhões de euros em produtos relacionados com o hidrogénio nos próximos cinco anos. Todos os construtores de automóveis mencionados têm ou pretendem desenvolver modelos movidos a pilha de combustível, e uniram-se para provar que esta tecnologia não é apenas uma mera alternativa aos modelos a combustão tradicionais, mas uma fonte de energia mais limpa. A título de exemplo, a Toyota afirma que, juntamente com os restantes intervenientes neste grupo, poderá reduzir em 90% as emissões de dióxido de carbono até 2050. Para concretizar este intento, o construtor nipónico pretende lançar um conjunto de plataformas de grandes dimensões de extração e aumentar as infraestruturas de abastecimento de hidrogénio.

O investimento atual com produtos relacionados com o hidrogénio de 1,4 mil milhões de euros/ano.

Retirado de autohoje

Honda patenteia motor de cilindros desiguais

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O maior produtor mundial de motores de combustão interna está apostado em mudar as «regras do jogo». Nova patente abre leque de possibilidades para a próxima geração de motores Honda.

Desde os primórdios da engenharia há uma regra no design dos motores que nunca foi quebrada (entre muitas outras). Essa regra diz que a capacidade unitária de cada cilindro é igual à cilindrada total do motor a dividir pelo número de cilindros. Exemplo: se o teu carro tem um motor de quatro cilindros com 2.000cc, cada cilindro terá 500cc respectivamente. Brevemente poderá deixar de ser assim tão linear.

Complicar gratuitamente?

Estamos a falar de japoneses. Para eles tudo tem um propósito – menos os programas de televisão japoneses que regra geral são estúpidos. Conheces aquele “dizer popular” do “não dar ponto sem nó”? Pois bem, podia ser sobre eles.

À boa moda nipónica, a Honda quis mudar as regras do jogo e registou a patente de um motor em que cada cilindro tem uma capacidade cúbica distinta, contrariando a tal regra com mais de 100 anos! Pegando novamente no exemplo do motor com 2 litros de capacidade (2.000cc), em vez de termos um motor com quatro cilindros iguais (500cc) passamos a ter hipoteticamente um motor com cilindros de 300, 400, 600 e 700 cc respectivamente.

Para quê?

É aqui que as coisas começam a tornar-se difíceis de explicar. Esta mescla de câmaras de combustão de diferentes capacidades permite uma maior flexibilidade e eficiência do motor, quando combinada com a tecnologia de desativação de cilindros (explicada aqui).

Em vez de ter apenas a opção de desativação de cilindros de 500cc, a gestão electrónica do motor poderá decidir desativar um cilindro de apenas 300cc ou conjugar a desativação de vários cilindros consoante a necessidade concreta do utilizador naquele momento. Com esta solução, o leque de opções passa de 4 configurações possíveis para 15 configurações.

Aparentemente, todos os pistões terão o mesmo diâmetro. Por conseguinte, a diferente capacidade de cada cilindro (leia-se, câmara de combustão) será feita ao nível do design da cambota que atribuirá a cada um, um ciclo maior ou mais pequeno.

Diferentes massas em sentidos opostos não farão o motor vibrar?

Sim é uma possibilidade, mas a Honda deverá minimizar (ou mesmo anular) esses efeitos jogando com as ordens de explosão do motor, uso de contra-balanços e com o posicionamento de cada um. Se esta solução vai passar para produção? Não sabemos.

Mas as vantagens tanto em termos de eficiência como em termos de performance teoricamente existem. Além do mais, convém não esquecer que estamos a falar do maior produtor mundial de motores de combustão interna – cerca de 14 milhões de unidades ano. Não acreditamos que a Honda fosse gastar as suas energias numa solução pouco viável.

Esta patente foi sujeita a registo às autoridades japonesas em 2014 e publicada este ano.

Retirado de razaoautomovel

Honda planeia modelo a hidrogénio para 2020

Honda-FCX-ClarityA Honda fez saber que acredita que só em 2020 será viável em termos comerciais iniciar a produção de um modelo movido a célula de combustível , após a compatriota japonesa Toyota ter anunciado que planeia avançar com um modelo deste tipo já em 2015.

“Temos de baixar os nossos custos para que faça sentido tentar chegar a um público de massas em 2020”, afirmou Koichi Fukuo, responsável pelo desenvolvimento de motores da Honda, em declarações ao The Wall Street Journal.

Os custos muito elevados inerentes à pesquisa e desenvolvimento da tecnologia de célula de combustível [na imagem o FCX Clarity] têm sido considerados, pela marca japonesa, impeditivos para criar um produto acessível para as massas.

De acordo com Koichi Fukuo, os preços dos modelos movidos a hidrogénio deverão ser reduzidos para valores “similares aos topos de gama de cada segmento”.

Recorde-se que a Honda e a General Motors anunciaram recentemente um acordo a longo prazo para o co-desenvolvimento de tecnologia de célula de combustível e armazenamento de hidrogénio para 2020, o qual visa promover a partilha de conhecimentos, economias de escala e estratégias comuns de fornecimento.

Retirado de lusomotores

Produção lusa suporta expansão da Honda

A fábrica portuguesa Tesco Componentes para Automóveis é parceira privilegiada da expansão europeia da Honda

Com o início da produção do novo modelo CR-V, a Honda avança para mais uma etapa do seu programa de investimento em novos modelos e motores na sua fábrica inglesa de Swindon.

Este programa, superior a 330 milhões de euros, representa o maior investimento nesta fábrica da Honda ao longo da última década. Este investimento irá suportar a produção do novo CR-V (Setembro de 2012) e do novo motor 1.6 diesel para o Honda Civic (Dezembro de 2012).

Com vista à produção destes novos produtos, foram recrutados, no início do ano, 500 novos trabalhadores que receberam formação específica, aumentando assim a força de trabalho da fábrica para um total de 3.500 pessoas.

Até ao final de 2012, prevê-se que a capacidade de produção na fábrica britânica duplique os números do ano anterior, atingindo mais de 183.000 unidades. O fabricante nipónico espera alcançar uma produção de 250.000 unidades dentro dos próximos 3 anos.

Como parceiro privilegiado para esta fase de expansão, a Honda escolheu a fábrica portuguesa Tesco Componentes para Automóveis, com sede no concelho de Vila Nova de Famalicão, que já é fornecedora da marca desde 1993.

A Tesco irá fornecer diversos componentes em alumínio fundido não só para o novo CR-V, que agora inicia a produção mas também para o revolucionário motor diesel 1.6 que equipará o Civic a partir do início de 2013.

Exportando 100% da sua produção, a Tesco alcançou, em 2011, um volume de facturação de 13,5 milhões de euros e emprega actualmente 230 colaboradores, laborando num horário contínuo (24h/dia 7dias/semana) e produzindo mensalmente cerca de 230 toneladas de componentes de alumínio.

“A Honda Portugal congratula-se com esta nova fase de expansão da produção e investimento em novos modelos para o mercado europeu. Estamos particularmente satisfeitos pelo facto de existir mão-de-obra e tecnologia portuguesa altamente especializada directamente envolvida na produção destes novos modelos que estarão dentro em breve a ser comercializados em Portugal”, referiu António Gaspar, director-geral da Divisão Automóvel em Portugal, acrescentando: “A Tesco é um fornecedor fundamental para a fábrica de Swindon e o facto de ter sido recentemente distinguida pela sua performance na área da qualidade, espelha bem a qualidade da nossa mão-de-obra e empreendedorismo”.

Fonte: lusomotores

Tournée pela Europa para mostrar veículos a hidrogénio

Através desta tournée, na qual participam, entre outras construtoras, Honda, Hyundai e Mercedes-Benz, os seus organizadores querem despertar o interesse dos europeus pelos veículos eléctricos a hidrogénio.

Ao longo deste mês, numa aventura que começou na última quinta-feira, dia 13 de setembro, em Hannover, na Alemanha, uma série de veículos eléctricos a hidrogénio querem percorrer o velho continente.

Organizada pela Comissão Europeia, a European Hydrogen Road Tour surge do European Fuel Cells and Hydrogen Joint Undertaking, o programa europeu que pretende alertar condutores e Estados-membros para a importância deste combustível na sustentabilidade, tanto energética, como ambiental.

Entre os veículos presentes, Honda FCX Clarity, Hyundai ix35 FCEV e Mercedes-Benz B-class F-CELL apostam em chegar a Copenhaga daqui por um mês, isto após percorrer outras seis cidades europeias: Bristol, Cardiff, Londres e Swindon, no Reino Unido, a cidade das luzes, Paris, também Bolzano, em Itália, terminando depois na península escandinava.

O hidrogénio consumido durante este périplo será fornecido pela H2 Logic Denmark, existindo naquelas oito cidades as infra-estruturas necessárias para o reabastecimento dos veículos.

Fonte: turbo

Milhares de pessoas no primeiro dia da Automechanika

Com alguma chuva no final do primeiro dia, a Automechanika abriu as portas como a maior feira mundial para o setor de peças e acessórios.

Várias empresas contatadas pela equipa do Jornal das Oficinas, que se encontra desde ontem em Frankfurt para fazer o levantamento deste evento, disseram que esta é a feira onde colocam todas as suas expetativas.

Visitantes e expositores portugueses também são unânimes: a Automechanika continua com muita saúde e este foi o ano em que provou que é o ponto de encontro mundial para este mercado.

Milhares de pessoas passaram já pelos portões da feira. A organização não dispõe dos números de entradas diárias, mas os pavilhões encontravam-se, já hoje, repletos de pessoas.

Fonte: jornaldasoficinas