Será que o hidrogénio é o combustível do futuro?

CES plus PMA 2014 — Photos by David Cardinal

O hidrogénio é alvo de investigação científica há anos, com o objetivo de o tornar um combustível viável para ser usado em vários setores, desde a indústria aos transportes. No entanto, a produção deste elemento sempre foi considerada economicamente inviável, apesar de ter a vantagem de emitir poluição zero, já que o produto final da combustão é vapor de água. No entanto, uma descoberta acidental poderá trazer o hidrogénio para as estações de combustível de todo o mundo.

Uma equipa de engenheiros do Laboratório de Pesquisa do Exército Americano estava a testar a resistência de uma liga de alumínio, espalhando água na sua superfície. Para surpresa geral, a água reagiu com o material da liga, decompondo-se em hidrogénio e oxigénio, tornando prático o uso do hidrogénio para geração de energia.

O material usado, um pó microscópico galvanizado, serve como catalisador para esta reação, mas não necessita de elementos estranhos que até aqui eram necessários para usar o hidrogénio como combustível, nomeadamente materiais tóxicos ou ácidos, como hidróxido de potássio, e também não foram precisas temperaturas elevadas.

Em termos práticos, 1 kg deste pó de liga de alumínio pode gerar 220 kW de energia durante três minutos, que a equipa testou com um mini-helicóptero telecomandado.

Retirado de motor24

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General Motors e Honda juntas pelo hidrogénio

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A Honda tem estado na dianteira entre as construtoras que desenvolvem tecnologia ‘fuel cell’. A General Motors decidiu juntar-se a esta aposta nada unânime na indústria automóvel e levar os veículos movidos a hidrogénio ainda mais longe. Um investimento total das duas empresas de 85 milhões de dólares para criar uma unidade responsável pela produção de ‘fuel cells’ em Brownstown , no Michigan. Este acordo prevê que em breve possamos encontrar veículos deste tipo em vários modelos das duas fabricantes – 2020 é o ano previsto. Um investimento que irá criar cerca de 100 postos de trabalho.

“A combinação de dois líderes na aposta inovadora do hidrogénio é um passo importante para aplicar esta tecnologia em veículos. A distribuição desta tecnologia a veículos de passageiros irá criar opções diferenciadas e amigas do ambiente para os consumidores”, afirmou Mark Reuss, gestor de produto da General Motors.

Ambas as empresas esperam que este acordo venha a fazer com que o custo das fábricas de ‘fuel cell’ desça, podendo passar a ser possível produzir em larga escala.

Cada construtora irá apontar três executivos responsáveis por esta secção. Embora as duas empresas apostem já há algum tempo nesta tecnologia a empresa japonesa tem sido mais rápida a colocar veículos no mercado. Em 2002 lançou o FCX, seguido pelo FCX Clarity em 2008. O novo Clarity chegou à Europa em Novembro do ano passado. A General Motors tem experimentado o hidrogénio com o exército dos EUA. A empresa lançou para a marinha americana um drone com capacidade para grandes profundezas e também a pick-up Chevrolet Colorado movida a hidrogénio para testes.

Retirado de aquelamaquina

Alemães e asiáticos juntos pelo hidrogénio

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Toyota, BMW, Daimler, Honda e Hyundai aliaram-se à Shell e à Total para aplicar 10 mil milhões de euros nos próximos cinco anos nesta tecnologia.

O grupo acabado de formar, Hydrogen Council, é constituído por 13 empresas. Toyota, BMW, Daimler, Honda e Hyundai juntaram-se, entre outras empresas, às petrolíferas Shell e Total num investimento global de 10 mil milhões de euros em produtos relacionados com o hidrogénio nos próximos cinco anos. Todos os construtores de automóveis mencionados têm ou pretendem desenvolver modelos movidos a pilha de combustível, e uniram-se para provar que esta tecnologia não é apenas uma mera alternativa aos modelos a combustão tradicionais, mas uma fonte de energia mais limpa. A título de exemplo, a Toyota afirma que, juntamente com os restantes intervenientes neste grupo, poderá reduzir em 90% as emissões de dióxido de carbono até 2050. Para concretizar este intento, o construtor nipónico pretende lançar um conjunto de plataformas de grandes dimensões de extração e aumentar as infraestruturas de abastecimento de hidrogénio.

O investimento atual com produtos relacionados com o hidrogénio de 1,4 mil milhões de euros/ano.

Retirado de autohoje

Alemanha. 250 milhões de euros para veículos a hidrogénio

A fazer fé na informação avançada pelo Die Welt, o Governo alemão pretende investir 250 milhões de euros para tornar viável a produção em massa de automóveis movidos a hidrogénio.

O Governo da Alemanha, através do Ministério dos Transportes, estará preparado para investir 250 milhões de euros até 2019, como forma de incentivo para a viabilização da produção em massa de automóveis movidos a hidrogénio.

Segundo informação avançada pelo Die Welt, parte desta verba será destinada à pesquisa e desenvolvimento de tecnologias que permitam tornar esta solução técnica e comercialmente competitiva, destinando-se o restante ao desenvolvimento da infraestrutura imprescindível para que os automóveis a hidrogénio possam ser uma realidade, sobretudo ao nível das estações de abastecimento.

Além desta medida, o Executivo teutónico terá ainda acordado apoiar um programa para automóveis a fuel cell que estará em marcha até 2026. Recorde-se que, actualmente, são essencialmente duas as formas de o hidrogénio poder ser o combustível utilizado para propulsionar um automóvel, sendo a mais habitual através das chamadas fuel cells, as células de combustível que, num processo inverso ao da electrólise, conseguem a partir do hidrogénio gerar electricidade para animar um motor eléctrico, do processo resultando apenas água.

Como alternativa, existem soluções que alimentam directamente com hidrogénio um convencional motor de combustão de ciclo Otto preparado para o efeito. Como exemplo desta última solução, veja-se o BMW Hydrogen 7, o primeiro automóvel do mundo cujo motor pode consumir, indiferenciadamente, gasolina ou hidrogénio, no segundo caso praticamente sem consequências para o ambiente.

Retirado de observador

Toyota Mirai eleito automóvel mais revolucionário da década

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O Centro de Gestão Automóvel sediado na Alemanha, seleccionou, de um leque de mais de 8 mil inovações dos últimos 10 anos, as 100 mais revolucionárias inovações no mundo automóvel. O Toyota Mirai foi o vencedor.

Os critérios da avaliação têm em conta a importância que estes veículos trazem para o setor, tais como a mobilidade verde e a inovação ao longo dos anos. A partilhar o pódio com o Tesla Model S que levou a medalha de prata e o Toyota Prius PHEV que se contentou com a de bronze, o Toyota Mirai foi eleito o automóvel mais revolucionário da década. Esta berlina da marca japonesa é o primeiro carro movido a hidrogénio à venda no mercado, percorre 483 quilómetros sem precisar de reabastecer.

O Toyota Mirai representa ainda uma nova era na indústria automóvel. Mercados como o Reino Unido, Bélgica, Dinamarca e Alemanha serão os primeiros e, possivelmente, dos poucos países europeus a receber este modelo.

Vê aqui a lista dos 10 selecionados:

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Retirado de razaoautomovel

 

Honda planeia modelo a hidrogénio para 2020

Honda-FCX-ClarityA Honda fez saber que acredita que só em 2020 será viável em termos comerciais iniciar a produção de um modelo movido a célula de combustível , após a compatriota japonesa Toyota ter anunciado que planeia avançar com um modelo deste tipo já em 2015.

“Temos de baixar os nossos custos para que faça sentido tentar chegar a um público de massas em 2020”, afirmou Koichi Fukuo, responsável pelo desenvolvimento de motores da Honda, em declarações ao The Wall Street Journal.

Os custos muito elevados inerentes à pesquisa e desenvolvimento da tecnologia de célula de combustível [na imagem o FCX Clarity] têm sido considerados, pela marca japonesa, impeditivos para criar um produto acessível para as massas.

De acordo com Koichi Fukuo, os preços dos modelos movidos a hidrogénio deverão ser reduzidos para valores “similares aos topos de gama de cada segmento”.

Recorde-se que a Honda e a General Motors anunciaram recentemente um acordo a longo prazo para o co-desenvolvimento de tecnologia de célula de combustível e armazenamento de hidrogénio para 2020, o qual visa promover a partilha de conhecimentos, economias de escala e estratégias comuns de fornecimento.

Retirado de lusomotores

Hyundai entrega primeiros ix35 com pilha de combustível

ix35_Fuel_CellOs veículos foram entregues pelo Presidente da Hyundai Motor Europe, Byung Kwon Rhim, durante a cerimónia de abertura do primeiro posto de abastecimento de hidrogénio da Dinamarca.

Os 15 Hyundai ix35 Fuel Cell são os primeiros veículos movidos a hidrogénio, fabricados em série, a ser introduzidos na Europa.

O Hyundai ix35 Fuel Cell está equipado com um motor eléctrico de 100 kW (136 CV) e regista uma velocidade máxima de 160 km/h.

Os dois tanques de armazenamento de hidrogénio, localizados entre o eixo traseiro do veículo, têm uma capacidade total de 5,64 kg e vão permitir ao ix35 Fuel Cell uma autonomia de 594 km apenas com um abastecimento. Atestar os depósitos de hidrogénio até à sua capacidade máxima leva apenas alguns minutos.

Retirado de fleetmagazine

Tournée pela Europa para mostrar veículos a hidrogénio

Através desta tournée, na qual participam, entre outras construtoras, Honda, Hyundai e Mercedes-Benz, os seus organizadores querem despertar o interesse dos europeus pelos veículos eléctricos a hidrogénio.

Ao longo deste mês, numa aventura que começou na última quinta-feira, dia 13 de setembro, em Hannover, na Alemanha, uma série de veículos eléctricos a hidrogénio querem percorrer o velho continente.

Organizada pela Comissão Europeia, a European Hydrogen Road Tour surge do European Fuel Cells and Hydrogen Joint Undertaking, o programa europeu que pretende alertar condutores e Estados-membros para a importância deste combustível na sustentabilidade, tanto energética, como ambiental.

Entre os veículos presentes, Honda FCX Clarity, Hyundai ix35 FCEV e Mercedes-Benz B-class F-CELL apostam em chegar a Copenhaga daqui por um mês, isto após percorrer outras seis cidades europeias: Bristol, Cardiff, Londres e Swindon, no Reino Unido, a cidade das luzes, Paris, também Bolzano, em Itália, terminando depois na península escandinava.

O hidrogénio consumido durante este périplo será fornecido pela H2 Logic Denmark, existindo naquelas oito cidades as infra-estruturas necessárias para o reabastecimento dos veículos.

Fonte: turbo