Os carros mais importantes dos últimos 100 anos

10. Audi Ur Quattro

Integrar tração às quatro rodas num carro normal não é visto como uma novidade nos dias de hoje, mas em 1980 foi revolucionário. A Audi iria mudar a forma como as pessoas encaravam a tração integral ao destruir a concorrência com os seus temíveis carros de rali.

Michele Mouton tornou-se a primeira mulher a ganhar um campeonato mundial de rali em 1981 e os carros continuaram a tornar-se mais rápidos. Ao longo da década de 1980 a concorrência tentou recuperar o atraso e em 1986 o Quattro produzia cerca de 600 cv.

Porque é que o Quattro é tão relevante? Não só porque nos deu a tração integral, mas também porque projetou a Audi para a ribalta, uma fabricante que construiu a sua reputação com base num só carro, o Quattro.

Para veres o Audi Ur Quattro em ação clica aqui.

9. Volkswagen Beetle  

A Volkswagen introduziu o Beetle em 1938 e o modelo permaneceu em produção até 2003, tornando-se no design produzido durante o maior espaço de tempo da história da indústria automóvel. Não só possuia uma constituição admirável, como foi pioneiro na estrutura de motor traseiro e deu a Dr. Ferdinand Porsche a sua maior oportunidade.

A Volkswagen continuou a refinar o Beetle, e em 1963 equipou-o com um motor a gasóleo de 1.3 litros capaz de acelerar de 0 a 100 km/h em 60 segundos. Por fim, em 2003, a Volkswagen decidiu retirar o Beetle do mercado, tendo o último carro saido da linha de produção no México. No entanto, nesta altura o Beetle já tinha feito mais do que suficiente para cimentar a sua posição na história automóvel.

Este anúncio captava a verdadeira essência do Beetle de uma forma bastante divertida.

8. Ford Focus 1ª Geração  

Neste caso posso até ser um pouco parcial uma vez que já fui proprietário de mais do que um destes carros. No entanto, em 1998, a Ford tinha descarrilado com uma sucessão de modelos Escort desinteressantes, insípidos e que prejudicavam a sua reputação. O Focus veio reacender a chama da Ford.

A Ford redefiniu o que poderia ser esperado de um “hatchback”, não só tinha uma boa dinâmica de condução, até mesmo para os padrões de 2012, como também tinha um aspeto fantástico. Para mim foi o Focus que iniciou a longa viagem da Ford de volta ao topo.

Relembra aqui o Focus RS  conduzido por Colin McRae e Nicky Grist na temporada de 2001 do WRC.

7. Renault Espace

A Renault inventou um novo segmento com o Renault Espace e a marca francesa continua a inovar no que toca a transportar famílias numerosas. O Espace é um monovolume, que quase pode ser considerado elegante e que continuamente nos surpreende com inovações.

A Renault decidiu mesmo integrar um dos seus motores de Fórmula 1 no Espace em 1995. Quantos monovolumes têm sido considerados dignos de tal tratamento pelos seus criadores?

Se não acreditas num monovolume com um motor de F1 então vê este vídeo que o comprova.

6. BMW Série 3

Foi um momento importante aquele em que o típico “Mondeo Man” da Grã-Bretanha parou de comprar o fiável Ford e deu uma oportunidade ao BMW de tamanho semelhante. Em 2011, 42.471 unidades do Série 3 foram vendidas no Reino Unido, colocando o carro na 6ª posição do top 10 dos carros mais vendidos, enquanto que o Mondeo não figurou nessa lista.

O Série 3 tem vindo a estabelecer novos padrões num dos setores mais importantes no mercado europeu de automóveis. Os relatórios sugerem que a mais recente geração, o F30, se vai estabelecer mais uma vez como a referência no setor. Quando se trata de sedans de maior dimensão, a Mercedes pode dominar com o seu Classe S, mas a BMW reescreveu o livro das regras quando se trata do seu sedan compacto de 4 portas.

Para ficares a saber um pouco mais sobre este carro icónico vê este vídeo.

5. Ford F150

A Ford é importante e a pick-up Série F foi durante muitos anos o modelo mais importante da Ford, contribuindo com mais de metade dos lucros anuais da marca.

Mais de 30 milhões de unidades foram vendidas desde 1949, tornando-o no segundo veículo mais vendido de todos os tempos, logo atrás do Toyota Corolla. O F-150 é a variante mais famosa e foi este modelo que representou os valores americanos ao longo dos anos mais pródigos da América na segunda metade do século XX.

Aqui podes aprender mais sobre a história do F-150.

4. Toyota Prius

Vários fabricantes têm tentado romper com os métodos tradicionais de propulsão, mas foi o Toyota Prius que se tornou sinónimo de preocupação ambiental.

O Prius foi alvo de fortes campanhas de marketing com celebridades a abraçar a sua iniciativa “verde” e o Governo do Estado da Califórnia a dar isenção de impostos aos moradores que adquirissem o Toyota.

Pode ser difícil alcançar a economia de combustível que a Toyota afirma ser possível, mas nenhum outro carro abraça tão obviamente a cultura e a política da sociedade ocidental moderna.

Este anúncio retrata na perfeição os princípios que levaram ao desenvolvimento do Prius.

3. Mercedes-Benz Classe S

O mundo automóvel espera com a respiração suspensa a chegada do mais recente Classe S. Este adota tecnologias que estarão disponíveis em modelos mais comuns no futuro e, geralmente, está no topo da lista das preferências dos executivos.

O Classe S atual, que foi o primeiro carro com infra-vermelhos de visão noturna e os sistemas de pré-colisão da Mercedes-Benz, foi introduzido em 2005 e continua a ser o melhor sedan de grande porte à venda no mercado. O Classe S é importante porque permanece como um sinónimo da mais recente tecnologia.

E se a tecnologia é o que distingue o Classe S, fica a saber um pouco mais sobre as suas caraterísticas e sistemas de segurança aqui.

2. Issigonis Mini

Alex Issigonis projetou o Mini após a Crise do Suez de 1956 em resposta ao fluxo de “bubble cars” alemães de consumo eficiente que inundaram o Reino Unido. Issigonis rompeu com a tradição ao introduzir o motor de quatro cilindros transversais e a tração dianteira no carro.

O Mini original é importante por uma panóplia de razões. Mudou a percepção das pessoas acerca da tração dianteira no automobilismo, tornou-se num ícone britânico e foi produzido durante 41 anos sem interrupção. Mais importante ainda, a meu ver pelo menos, é que também foi o primeiro carro a não ser direcionado especificamente a uma classe social, uma vez que era adorado por estrelas da música, donas de casa, aristocratas e cidadãos comuns.

aqui como se saíram os Minis em competição no Rali de Monte Carlo de 1965.

1. Ford Modelo T

O Ford Modelo T é importante não só porque levou o veículo motorizado às classes médias, mas porque mudou práticas de fabrico em todo o mundo, simbolizando, ainda, os sonhos e aspirações da nação que iria dominar o século XX.

O Modelo T foi produzido entre 1908 e 1927, com mais de 15 milhões de exemplares a sair das fábricas de produção do Michigan naquela época. Era capaz de viajar a velocidades de até 72 km/h e podia utilizar diferentes tipos de combustível como o querosene, a gasolina ou o etanol. Em 1920 era vendido por apenas 240 dólares, o equivalente a 4000 dólares hoje em dia. Henry Ford alterou com sucesso a indústria automóvel para sempre.

E se te quiseres tornar num expert no que toca ao Modelo T então não percas este vídeo e fica a saber um pouco mais sobre a sua história e até como o ligar.

Fonte: autoviva

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Volvo com mais de 4.8 Milhões de Quilómetros

Há dias, publiquei um artigo (ver aqui) que fazia referência a esta viatura, Volvo P1800, com sendo a que contava com a maior quilometragem devidamente atestada.

Eis um vídeo com o proprietário da viatura, onde este faz várias considerações a este respeito.

Sem dúvida, uma máquina notável!

Os carros e os sapatos são uma janela para a nossa personalidade

O escritor italiano e analista de design de calçado, Andrea Silvuni, defende que é possível saber muito sobre a personalidade de uma pessoa através do tipo de sapatos que usam e do tipo de carro que conduzem.

“Da mesma forma que o Chevy Bel Air  foi sinónimo de luxo e poder, e mostrou que se estava bem na vida, usar uns sapatos italianos irá revelar o seu poder interior e abrir aos outros uma janela para a sua personalidade. Não importa o tipo de calçado, há sempre razões para essa escolha e como elas transmitem o que somos e a nossa disposição”, disse Silvuni.

Os chinelos rasos são semelhantes aos carros citadinos, como o Smart Fortwo ou o Chevrolet Spark. Mostram que uma pessoa é descontraída, pouco tradicional e aberta a novas experiências.

As sabrinas e os pumps são como um VW Polo. São confortáveis ​​em todo o lado, dignos de confiança mas sem ser algo de muito forçado.

Os brogues ou oxfords são mais conservadores, seguros e fiáveis. Podem ser comparados a um sedan produzido em massa tal como o Jetta. Podem não estar na crista da onda no que toca às últimas tendências, mas estão prontos para quase tudo.

Os ténis/sapatilhas são jovens, leves e divertidos. De acordo com Silvuni, são como um SUV compacto como o Kia Sportage.

Os stilettos são agressivos e sensuais. Representam o carro desportivo do mundo do calçado, não muito útil, mas sem dúvida muito atraente.

“Ao entrar mais a fundo na anatomia dos sapatos e dos carros, somos capazes de identificar muitos aspetos  de engenharia em comum. Os avanços na tecnologia automóvel e dos pneus inspirou designers de calçado a desenvolver solas de borracha que ajudam a aderir à calçada num dia chuvoso e camadas protetoras impermeáveis de calçado ​​que podem ser encontradas nos materiais utilizados nos assentos de veículos”, disse Silvuni.

Fonte: autoviva

ESP já se tornou obrigatório

O sistema de controlo de estabilidade ESP tornou-se obrigatório para todos os veículos novos matriculados nos países da União Europeia a partir do dia 1 de Novembro de 2011.

Esta medida legislativa implica que os carros devem estar equipados de origem com o referido programa electrónico de controlo da estabilidade, um sistema de segurança activa desenvolvido pela Bosch, que evita a perda de controlo do veículo na maior parte das situações em que não há excesso de velocidade.   A obrigatoriedade que agora atinge os ligeiros de passageiros e comerciais ligeiros, irá a partir de 31 de Outubro de 2014 incluir também os veículos industriais e todos os outros veículos novos matriculados na U.E.

Em 2010 já 41% dos ligeiros de passageiros e comerciais ligeiros estavam equipados com sistemas de controlo de estabilidade em todo o Mundo, com essa percentagem a subir para 63% na Europa. O controlo electrónico de estabilidade já é considerado o melhor contributo para a segurança automóvel, logo a seguir aos cintos de segurança, permitindo evitar até 80% dos acidentes provocados por perda de controlo do veículo ou derrapagem. Este sistema foi fabricado pela primeira vez em série pela Bosch, no ano de 1996.

Fonte: jornal das oficinas

Novo Serviço para Clientes/Condutores LeasePlan – Aplicação de Georeferenciação de Fornecedores

Agora num clique tudo fica mais perto. A LeasePlan Portugal acaba de lançar uma aplicação própria de georeferenciação que permite aos seus Clientes / Condutores uma fácil consulta e acesso aos fornecedores preferenciais da LeasePlan.

Acedendo a http://fornecedores.leaseplan.pt/ é possível encontrar oficinas, reboques, rent-a-car’s, casas de pneus, entre outros serviços, introduzindo apenas o tipo de serviço, a marca do automóvel e o local ou morada onde se encontram. Como resultado da pesquisa o utilizador receberá informação sobre quais os 5 fornecedores preferenciais, mais próximos, com os respectivos contactos.

Uma das inovações deste serviço consiste na apresentação adicional das distâncias, percursos e tempos de deslocação previstos entre o local onde se encontram e o fornecedor preferencial.

A LeasePlan orgulha-se de ter como objectivo o incremento da qualidade do serviço prestado a todos os seus Clientes, e como tal pretende disponibilizar as soluções mais completas e inovadoras do mercado.

Frota: clube do condutor leaseplan

Nota do autor: este não é um artigo de publicidade, mas dada a relevância da aplicação mencionada, a sua publicação é totalmente relevante para qualquer Gestor de Frota.

Dekra analisa fobias nos túneis

Um inquérito realizado a uma amostra de 1.200 condutores que visitam regulamente as inspeções de veículos da DEKRA, permitiu chegar a algumas conclusões sobre os medos que assaltam os condutores ao percorrer túneis rodoviários. Uma delas é que cerca de metade dos condutores (46%) “sempre” ou “algumas vezes” sentiram medo ao conduzir num túnel.

No entanto, entre as condutoras o medo é quase o dobro do que nos homens (67% contra 36%), se bem que um terço dos condutores não se sinta muito tranquilo ao atravessar um túnel, especialmente os mais longos. De facto, uma em cada cinco condutoras (20%) evitam passar num túnel mais longo. Entre os condutores, apenas 7% faz essa opção. Os jovens condutores até 25 anos tentam evitar também os túneis (15%). Globalmente, um em cada  nove condutores (todos os sexos e idades) preferem fazer um desvio par evitar um túnel (12%).

O receio aumenta se houver um engarrafamento no túnel (em 39% dos homens e 55% das mulheres), especialmente os condutores mais idosos. Destes, 41% consideram que os túneis rodoviários, em particular os que se localizam fora do seu país, não aparentam muita segurança.

Mesmo assim, 54% dos condutores consideram que os túneis se têm vindo a tornar mais seguros nos últimos anos, embora 31% entenda que mais alguma coisa devia ser feito nesse sentido. A este respeito, 55% dos condutores sugerem que deveriam existir mais telefones de emergência, enquanto que 49% gostariam de ver uma ventilação mais reforçada. Melhor iluminação (47%), mais sinalização informativa (47%) e mais saídas de emergência (47%) são outras ideias para tornar os túneis rodoviários mais seguros, segundo os condutores entrevistados.

Fonte: jornal das oficinas

Automóveis ambientalmente corretos

Segundo a Gt Motive, há dez maneiras de assegurar que um veículo não constitui uma ameaça para o meio ambiente. A crise económica e a queda dramática das vendas de carros novos estão a envelhecer o parque automóvel, cuja idade média em Portugal e Espanha é de oito anos, com 32%  desse parque já com mais de 10 anos. Acontece que ao tornar-se mais velho, o veículo torna-se mais poluente, devido à sua tecnologia mais obsoleta e às maiores necessidades de manutenção. Oportunamente, a Gt Motive, empresa especializada em gestão da informação do pós-venda, deixa aqui 10 formas de verificar se um veículo está a tornar-se um resíduo perigoso e como evitar que isso aconteça.

1 – Efectuar uma revisão à bateria e ao sistema de ignição (velas de ignição ou de incandescência). Nas velas de ignição, os eléctrodos devem estar em bom estado.

2 – No capítulo do motor, combustão e injeção, os injectores devem estar isentos de qualquer sujidade ou impurezas. A bombas de injeção devem ser limpas. Sempre que estes componentes estão em mau estado, o veículo torna-se ineficiente, gasta mais combustível e polui mais. Os dispositivos de recirculação de gases de escape surgiram para eliminar os óxidos e azoto e de enxofre, mas certos condutores utilizam-nos para obter maior rotação do motor, aumentando a poluição atmosférica.

3 – Revisão do sistema de climatização. Substituir o filtro de habitáculo, que torna o ar condicionado menos eficiente. O uso incorreto da climatização (frio excessivo ou janelas abertas, por exemplo) fazem subir o consumo de combustível mais 15%. Substitui o gás refrigerante por R134-A, que não tem CFC, químico que provoca efeito de estufa.

4 – Utilizar lubrificantes especificados e controlar regulamente os níveis de óleo, água e fluido de travões. Níveis baixos provocam avarias e acidentes, aumentando o potencial de poluição do carro. Só o facto de utilizar um lubrificante não especificado aumenta o seu consumo 3%.

5 – Verificação dos filtros de ar e de combustível. Quando estes filtros estão sujos ou obstruídos, o motor perde potência, aumenta o consumo de combustível e sobem as emissões de escape. O desgaste dos componentes de injeção e do motor também aumentar e desse modo também a poluição.

6 – Verificar o estado das correias, pois correias em mau estado provocam sobreaquecimento do motor e avarias diversas.

7 – Revisão dos travões. Este aspecto tem mais ligação com a segurança, mas não deve ser omitido que os materiais de fricção, como as pastilhas de travão, têm que ser reciclados à parte de outros resíduos, como as sucatas.

8 – Revisão da direção e suspensão, pois a geometria do chassis desalinhada aumenta o consumo de combustível e de pneus.

9 – Revisão do estado dos pneus, principalmente a sua pressão insuficiente, que faz aumentar o consumo de combustível (+3%), desgasta os pneus e provoca acidentes.

10 – Verificar fugas e nível de emissões de escape. Um motor desafinado aumenta o consumo pelo menos 9%. Os catalisadores e a gasolina sem chumbo são factores chave do controlo das emissões de escape. Nos veículos mais recentes, os gases de combustível e vapores do óleo do cárter são queimados nos cilindros, mas os respectivos sistemas de captação têm que estar em bom estado de funcionamento.

Efectuar a manutenção prevista no livro de revisões do construtor e a chamada manutenção preventiva são formas de não agravar o nível de poluição dos veículos e de os manter seguros. O papel das oficinas é muito importante, segundo a Gt Motive, para esclarecer os condutores e torná-los mais responsáveis e solidários com as gerações futuras.

Fonte: jornal das oficinas

O International Fleet Managers Institute publica lista de tarefas para Gestores de Frota para lidar com a crise

É tempo de arrumar a frota da sua empresa? O International Fleet Managers Institute acha que sim e fez um workshop em Junho com vários gestores de frota europeus, a quem foi dado o objetivo de elaborar uma lista de tarefas a fazer para ultrapassar a crise.

O documento acaba de ser publicado e tem sugestões para as seguintes àreas:

– TCO e Controlo de Custos

– Combustível e CO2

 – Procurement

– Gestão da Frota e da Mobilidade

– Política de Frotas

– Responsabilidade e Sensibilização do Condutor

Entre os pontos referidos, encontram-se sugestões para renegociar contratos, alargar o leque de fornecedores, aumentar a duração dos contratos, incluir os impostos como parte importante do TCO, encarar outras formas de mobilidade além do automóvel ou definir as políticas de atribuição do carro.

(Descarregue a lista em PDF)

Fonte: baseado num artigo da fleetmagazine

Sete Pecados Mortais do mundo automóvel

Raiva: Toyota Tacoma Pikes Peak

O Toyota Tacoma não é apenas o mais enraivecido Toyota de sempre, mas provavelmente o carro mais enraivecido do planeta. Desde as suas vitórias em 1998 e 1999 na prova de Pikes Peak nos Estados Unidos, o Tacoma tornou-se num ícone desta competição.

Conduzido pelo neozelandês Millen, o carro conquistou mais uma vez o público, desta feita no Festival de Goodwood of Speed em 2007 onde parece querer matar o piloto a cada metro que percorre e quase devora um Range Rover no final…

Gula: Lamborghini LM002

Apenas uma marca como a Lamborghini seria capaz de desvendar um carro como o LM002 (é importante ressaltar que o Humvee foi produzido pela primeira vez em 1984). Lançado em meados da década de 80 (1986 para ser mais exato), estava equipado com um motor V12 a gasolina de 7,2 litros utilizado nas lanchas Classe 1 de alto mar ou com um relativamente modesto motor a gasolina 5,2 litros V12 do Countach e pesava 2,7 toneladas sem carga. Felizmente tinha um depósito de combustível com 290 litros.

Podem ser estabelecidas ligações com os dias de hoje, com a Bentley e a Lamborghini a apresentarem os seus novos SUV, com o mercado-alvo a não incidir sobre os tradicionais enclaves europeus, mas as paisagens arenosas do Médio Oriente.

O LM002 simboliza uma era de excesso e de gula um pouco antes da crise de 1987 quando os mercados de ações em todo o mundo quebraram. O LM002 acabou por tornar-se obsoleto, mas estava criado um mito.

aqui o que pensava o britânico Jeremy Clarkson do programa Top Gear sobre o LM002

Preguiça: O carro alugado de 1,0 litros!

Já todos estivemos nesta posição, aterrarmos num destino idílico que tínhamos reservado para a nossa semana de merecido descanso e seguimos até ao balcão de aluguer de automóveis com trepidação.

Que carro nos vai calhar? Espera-se que tenhamos direito a algo melhor, mas é improvável porque reservamos a opção mais barata possível e, em seguida, apostamos que a opção hatchback económico teria espaço para a nossa bagagem, barbatanas, prancha de windsurf e os nossos corpos cansados. Eis que recebemos as chaves do supermini de 1.0 litros que reservamos e com o ar condicionado a tossir um ar levemente fresco para os nossos rostos preparamo-nos para uma batalha por estradas desconhecidas.

O que acabamos por perceber quando puxamos por ele na autoestrada, provavelmente com uma ligeira inclinação, é que o nosso carro novo, repleto com jantes de 13 polegadas, é pateticamente lento e precisa de 6000 agoniantes rotações para chegar ao hotel sem atrasar o agricultor local em cima do seu trator.

Cruza os dedos para teres sorte com o hotel.

Ganância: Mercedes Pullman/Zil

Quando falamos sobre as ditaduras da guerra fria associamos imediatamente a limusinas negras que transportavam a elite pelas estradas da África Central e Europa de Leste.

O Mercedes Pullman já transportou Idi Amin, o presidente Ferdinand Marcos, das Filipinas, Saddam Hussein e até o Papa. O carro está equipado com um potente, para a época, motor de 6.3 litros e circulava sobre uma complexa suspensão de ar.

A versão Laundaulet é a mais emblemática e a sua produção terminou em 1980, embora tenha havido uma desaceleração na produção após a crise do petróleo de 1972. Conhece aqui um pouco mais deste luxuoso automóvel.

A Zil produz camiões tão bem como carros, mas é pela divisão de limusinas que é mais famosa, apesar do seu baixo rendimento. Têm preços semelhantes aos carros da Rolls-Royce e da Maybach e tendem a transportar ministros de governos.

Este anúncio transmite realmente o que era a URSS!

Orgulho: BMW Série 3

Acima de tudo o Série 3 tornou-se num símbolo de status para os gestores de nível médio. Claro que é um carro muito bom, possivelmente o melhor carro à venda hoje em dia, mas é também um símbolo para muitas pessoas que o compraram e que querem que toda a gente saiba disso.

O Série 3 moveu-se com os tempos na Europa Ocidental. Antes o homem comum conduzia um Mondeo e era chamado o “Mondeo man”, mas hoje o Série 3 vende mais que o Ford. Ficamos mais ricos e o crédito foi durante muito tempo mais acessível. O Série 3 simboliza estas mudanças como nenhum outro carro. E nós estamos orgulhosos disso.

Luxúria: Mercedes 300SLR (carro número 722)

O carro mais valioso do mundo? É largamente reconhecido que se alguma vez chegasse ao mercado o carro número 722 conduzido por Stirling Moss e co-pilotado por Dennis Jenkinson seria exatamente isso.

O carro número 722 venceu a Mille Miglia em 1955, com um tempo de 10h7m48s e uma velocidade média de 157,5 km/h. Moss e Jenkinson fizeram-no sem descansar e com o uso pioneiro de notas de traçado. O carro pesava apenas 810 kg, mas era alimentado por um motor de oito cilindros em linha de 310cv que estava equipado com válvulas desmodrómicas. No entanto, o carro número 722 deveria pesar bem mais com o depósito de 260 litros a transbordar.

Imagina-te a voar pelas estradas do interior de Itália a 290km/h, apenas com travões de tambor ou paredes de pedra para te fazerem parar e o facto de teres estado ao volante durante 10 horas seguidas e vais entender o porquê deste carro ser tão incrível.

É o carro que qualquer colecionador bilionário gostaria de ter no seu museu, mas ninguém vai ter essa sorte porque a Mercedes Benz nunca o vai vender. O carro número 722 faz parte da história da marca.

Inveja: Porsche 911 Turbo

Os que têm e os que não têm. Existem em todo o mundo, mas mais ainda no mercado financeiro. Mas afinal o que é que estes especuladores citadinos conduzem? O melhor de Stuttgart com certeza.

Escolhi o Turbo  porque é o que eu associo mais aos corretores de bolsa de fatos às riscas. Tem um kit de carroçaria e a palavra Turbo no nome. O que mais poderiam eles querer?

Incluí este vídeo de um RUF Yellowbird simplesmente porque este artigo é gratuito por natureza, e vou utilizar alegremente qualquer desculpa para ver este vídeo!

Fonte: autoviva

Condutores de ligeiros revalidam carta aos 30 anos de idade

Os condutores de veículos ligeiros vão passar a revalidar a carta de condução aos 30 anos e os motoristas de pesados passam a fazê-lo aos 25 anos, segundo as novas regras que entram em vigor em Janeiro.

O Instituto da Mobilidade e dos Transportes Terrestres (IMTT) indica que a carta de condução vai ter novas regras a partir de 2 de Janeiro de 2013, tendo em conta o novo regulamento da habilitação legal para conduzir, que já foi publicado em Diário da República.

As novas regras estabelecem que, a partir do próximo ano, a revalidação da carta de condução se inicia aos 30 anos para os condutores de ciclomotores, motociclos e ligeiros e aos 25 anos para as restantes categorias.

Segundo o IMTT, os condutores de automóveis ligeiros e de motas vão ter de revalidar o título de 10 em 10 anos até aos 60 anos de idade, passando o tempo a ser encurtado para cinco anos e, depois, para dois anos a partir dos 70 anos de idade.

Para os motoristas de pesados, os prazos de revalidação são sempre de cinco anos até aos 65 anos de idade, sendo esta a idade limite para conduzir este tipo de veículos.

O IMTT adianta que os novos prazos de validade só são aplicáveis para as cartas emitidas após 2 de Janeiro de 2013, mantendo-se os títulos anteriores a 2013 com a validade que consta na carta actual.

As novas regras indicam que a revalidação é meramente administrativa aos 30 e 40 anos para os condutores de ligeiros e aos 25 anos para os motoristas de pesados.

O exame médico e psicológico mantém-se obrigatório para a revalidação da carta a partir dos 50 anos para as categorias de ciclomotores, motociclos e ligeiros, enquanto para as restantes categorias é a partir dos 25 anos.

O novo regulamento exige igualmente um “maior rigor na avaliação da aptidão física e mental”, tornando-se “mais exigentes no que respeita às condições de visão, diabetes e epilepsia”.

O IMTT indica ainda que, a partir de 2 de Novembro, a prova teórica vai passar a ter a validade de um ano e terá 40 questões, além de ser introduzida a condução independente durante a prova prática e é reduzido o número de faltas que conduzem à reprovação na prova prática.

Fonte: Publico