Empresas “rent-a-car” têm de colocar dispositivo eletrónico

img_300x400$2013_05_01_22_22_45_199704As empresas de aluguer de veículos deverão equipar “cada um dos veículos integrados na sua frota, com um dispositivo eletrónico de uma Entidade de Cobrança de Portagens, aderindo a um sistema de pagamento automático”, refere a portaria do Ministério da Economia publicada em Diário da República.
De acordo com o documento, assinado pelo secretário de Estado dos Transportes, a adesão dos clientes a este serviço deverá estar expressa no contrato de aluguer. O diploma prevê ainda que, pela disponibilização deste meio de pagamento, “e desde que se venha a confirmar a sua utilização pelos clientes”, as empresas de aluguer de veículos podem cobrar “os custos incorridos com o serviço, com um limite máximo de 1,50 euros, acrescido de IVA, por cada dia de aluguer do veículo, e com um limite máximo de 15 euros, acrescido de IVA, por mês e por contrato de aluguer”. No entanto, estes valores poderão ser atualizados anualmente em função da taxa de inflação. Quanto ao montante das taxas de portagens relativo à utilização das autoestradas que têm apenas o sistema de cobrança eletrónica, será debitado aos clientes. Mas “sempre que não esteja em vigor um contrato de aluguer”, o pagamento deve ser realizado pelas empresas detentoras da frota automóvel.

Inquéritos de segurança da Bosch

Bosch4_CC_ESP9_2009_blue_emo_big~1_w982Como sempre tem acontecido, a segurança é para o Bosch a máxima prioridade, estando na base de muitas das suas tecnologias e muitos dos seus produtos. Os inquéritos ao consumidor são um precioso auxílio na identificação de necessidades e expectativas, servindo de base ao desenvolvimento de novos produtos e soluções da marca.

O mais recente desses inquéritos foi realizado no final de 2012, tendo abrangido vários mercados europeus.
Considerando a maior parte dos condutores muito bem informados e extremamente interessados na sua inerente profissão, a Bosch identificou três preocupações fundamentais dos seus potenciais clientes:

–    Sistemas de apoio ao condutor em caso de avaria ou acidente na estrada;
–    Sistemas de apoio à visibilidade no chamado ângulo morto (84% dos inquiridos).
–    Sistemas de apoio à travagem de emergência, incluindo a travagem automática em casos limite (70% das respostas).

Uma das curiosidades do último inquérito à segurança da Bosch foi o facto de ser dirigido a utilizadores de carros da gama média ou baixa, nos quais os sistemas de segurança (ABS, ESP, etc.) apenas estão disponíveis, quanto muito, opcionalmente. A grande maioria dos entrevistados revelou estar aberta a inovações e a maiores avanços na tecnologia automóvel. Cerca de metade dos inquiridos acredita que a condução autónoma electrónica é perfeitamente possível e acha que é até desejável, em termos de segurança. Cerca de 60% gostaria de ter essa funcionalidade no seu veículo, desde que seja possível desativar o sistema em qualquer altura. Por sinal, a Bosch está a trabalhar num sistema de condução automática para situações de engarrafamento em auto estradas e outras vias (até 50 km/h), que deverá estar disponível no mercado já em 2014.

A principal tendência para os próximos anos será a vulgarização dos sistemas de apoio à condução em todos os segmentos de veículos, que servirão, por exemplo, para diferenciar a oferta no mercado de carros novos e ajudar a sacudir a estagnação das vendas. Indicativo dessa tendência é o facto da organização EuroNCAP (Programa Europeu de Apoio a Carros Novos) estar a incluir os sistemas de apoio à condução nos seus índices de segurança dos veículos.