Brisa prepara sistema de carros partilhados em Lisboa

Serviço estará operacional até ao final do ano, mas os moldes em que vai funcionar só serão conhecidos depois do Ve

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Até ao final do ano, a Brisa vai lançar um sistema de partilha de carros, pagos ao minuto, em Lisboa. O sistema está a ser criado em parceria com uma empresa alemã do setor, a DriveNow, e os moldes da operação devem ser conhecidos “no final de Agosto ou início de Setembro”, informou esta segunda-feira Vasco de Mello, presidente da operadora portuguesa de infra-estruturas de transportes, na apresentação da parceria, em Lisboa.

Lisboa é a 13ª cidade onde a empresa alemã opera. Noutros países onde a DriveNow está implementado o serviço funciona através de uma aplicação que permite encontrar o veículo mais próximo, reservar o carro, inserir o destino e começar a viagem. Os carros, da marca BMW e Mini, vão estão espalhados pela cidade: não há estações nem pontos fixos de recolha, apenas uma zona de referência dentro da qual o carro tem que ser estacionado. O serviço está disponível 24 horas.

À data não se sabe quantos carros estarão disponíveis, quais as zonas da cidade onde é possível encontrar e estacionar o veículo, nem o preço por minuto. Sabe-se apenas que o valor a pagar inclui seguro, taxas, carregamento, se o carro for eléctrico, ou abastecimento de combustível, nos restantes casos.

A DriveNow tem perto de um milhão de clientes em cidades europeias como Milão, Berlim, Copenhaga, Londres e Munique, onde está sediada. O serviço é pensado para deslocações curtas, de poucos minutos dentro da cidade, “não para fazer concorrência directa ao aluguer de carro nem ao tradicional carsharing”, acrescentou Aurika von Nauman, directora de comunicação da empresa alemã.

O anúncio desta segunda-feira “reforça a presença da Brisa num território novo: a economia de partilha”, ressalvou Vasco de Mello. A empresa gestora das auto-estradas de Portugal e accionista maioritária da Via Verde lançou também, no final de Julho, o serviço de boleias, numa tentativa de “se tornar um operador de mobilidade e não só um gestor de infra-estruturas”, afirmou o presidente da empresa.

A cerimónia de apresentação da parceria contou com a presença de Fernando Medina, presidente da Câmara de Lisboa, e Tiago Farias, presidente da Carris.

Retirado de público

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McLaren e BMW juntas por novas formas de combustão

Depois do sucesso alcançado no passado, BMW e McLaren voltam a unir esforços no domínio dos motores. Desta feita, prometendo uma nova tecnologia de combustão, com maior rendimento.

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A primeira experiência, claramente de sucesso, aconteceu com o icónico McLaren F1, cujo V12 de 6,1 litros seria o fruto de uma então inesperada parceria entre a alemã BMW e a marca britânica de superdesportivos. Passados alguns anos, esta “associação” volta a repetir-se, embora agora com uma ambição bem maior: fabricar não apenas um único motor, mas antes criar “uma nova tecnologia de combustão”, capaz de “oferecer maior rendimento”.

O anúncio foi feito, com estas mesmas palavras, através de um comunicado divulgado pela McLaren, em que o fabricante britânico assume estar focado no desenvolvimento tecnológico dos seus futuros propulsores. Processo em que, revela igualmente, conta com o contributo e know-how da germânica BMW.

No mesmo curto comunicado, a marca de Woking não só avança que as futuras motorizações trarão uma redução nas emissões de CO2, como também garante que a tecnologia utilizada para esse efeito manter-se-á apenas e só nos próximos modelos McLaren. Afirmação que, desde logo, acaba por levantar questões quanto àquele que será o papel da marca da hélice em toda esta estória…

De resto, importa não esquecer os esforços que a BMW tem vindo a desenvolver nos últimos tempos, em domínios como a propulsão híbrida plug-in ou a tecnologia de injecção a água, já presente no BMW M4 GTS.

Quanto à nova tecnologia que a McLaren agora anuncia, tudo aponta para os contributos externos não provenham apenas da BMW, mas surjam também de outras entidades, como a Ricardo, empresa actualmente responsável pelo fornecimento dos motores V8 ao fabricante britânico; da Grainger e Worral, especialistas em fundição e mecanização de peças; da Lentus Composites; ou até mesmo da Universidade de Bath. Todas elas com um papel importante na investigação e desenvolvimento de soluções capazes de garantir maior eficiência aos motores de combustão interna. Domínio para o qual tem vindo a contribuir, através de apoio financeiro, o próprio Governo britânico.

Retirado de observador

Alemães e asiáticos juntos pelo hidrogénio

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Toyota, BMW, Daimler, Honda e Hyundai aliaram-se à Shell e à Total para aplicar 10 mil milhões de euros nos próximos cinco anos nesta tecnologia.

O grupo acabado de formar, Hydrogen Council, é constituído por 13 empresas. Toyota, BMW, Daimler, Honda e Hyundai juntaram-se, entre outras empresas, às petrolíferas Shell e Total num investimento global de 10 mil milhões de euros em produtos relacionados com o hidrogénio nos próximos cinco anos. Todos os construtores de automóveis mencionados têm ou pretendem desenvolver modelos movidos a pilha de combustível, e uniram-se para provar que esta tecnologia não é apenas uma mera alternativa aos modelos a combustão tradicionais, mas uma fonte de energia mais limpa. A título de exemplo, a Toyota afirma que, juntamente com os restantes intervenientes neste grupo, poderá reduzir em 90% as emissões de dióxido de carbono até 2050. Para concretizar este intento, o construtor nipónico pretende lançar um conjunto de plataformas de grandes dimensões de extração e aumentar as infraestruturas de abastecimento de hidrogénio.

O investimento atual com produtos relacionados com o hidrogénio de 1,4 mil milhões de euros/ano.

Retirado de autohoje

E assim nasceu a BMW…

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Desde os aviões até aos sofisticados automóveis de tracção integral, foi há 100 anos que nasceu uma das melhores marcas de sempre…

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Em 1913 foi adquirida uma antiga fábrica de bicicletas perto de Munique com o objectivo de construir motores de avião chamando-se, ‘Rapp Motorenwerke’. Muito perto desse local, existia a fábrica de Gustav Otto, o inventor de motor de combustão interna a quatro tempos, onde construía aviões, a ‘Gustav Flugmaschinefabrik’. Entretanto, Rapp começou a ter problemas de fiabilidade nos seus motores de avião e consequentemente recorreu aos motores de Otto. Como resultado, houve uma fusão entre as duas fábricas e nasceu a Bayerische Flugzeug Werke e finalmente em 1916, a companhia muda novamente de nome tal como a conhecemos hoje, Bayerische Motoren Werke (BMW).

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Em 1917 entra em produção o BMW TYPE 3A, o primeiro motor de avião da BMW e surge pela primeira vez o logotipo, como o conhecemos, inspirado na hélice de um avião.

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Em 1923, surge a BMW R32, uma linda moto apresentada no salão de Berlim. Aqui foi estreado o motor boxer de dois cilindros com 494cc permitindo à R32 atingir 95 km/h.

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Já em 1928, surge o DIXI 3-15, um veículo produzido sob licença da Austin, sendo aqui o verdadeiro arranque da produção automóvel da BMW. Apresentado em 1928 utilizava um motor de quatro cilindros com 743cc e 15cv. A velocidade máxima rondava uns interessantes 80 km/h.

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Foi apenas em 1932 que surgiu o primeiro BMW de raiz, o 3-20Ps. Munido de um motor de quatro cilindros e 782cc, desenvolvia 20cv e atingia os 80 km/h de velocidade máxima. Este primeiro verdadeiro BMW começou com o ‘pé direito’ pois ganhou o concurso de elegância de Baden-Baden.

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Em 1933 foi apresentado no salão de Berlin o primeiro 6 cilindros da marca no modelo 303. Foi também o primeiro BMW a utilizar a imagem de marca tal como a conhecemos, a grelha de dois rins. Tinha um motor de 1173cc de 30cv e alcançava os 90 km/h.

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Em 1936 surge um dos mais valiosos BMW, o 328. com um motor de 2.0 litros, 6 cilindros em linha e 80cv, o BMW 328 foi apresentado numa versão desportiva para disputar a corrida ‘Eifel’ em Nurburgring. Na altura, o piloto Ernst Jakob Henne liderou a prova do início ao fim.

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Vários anos mais tarde, surgiu uma peça muito especial e muitíssimo valiosa nos dias de hoje, o BMW 507. Apareceu pela primeira vez ao público no Salão de Frankfurt em 1955. Tinha um espantoso motor V8 com 150cv. O design foi da responsabilidade de Albrecht Graf Goertz.

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A partir de 1961, os BMW começaram a ganhar as formas que distinguem bem o seu ADN e foi com o BMW 1500! Foi nesta altura, precisamente, que a BMW deu a conhecer a ‘Nova Classe’. O motor original era um bloco 1,5 de quatro cilindros com injecção de 30 graus para a direita para permitir criar um característico capot baixo.

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O sucessor da ‘Nova Classe’ surge em 1972 na forma do primeiro série 5, o BMW 528. O ‘5’ foi o primeiro digito a ser utilizado para designar as séries tal como as conhecemos actualmente.

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1975 foi um ano muito especial, pois com a recém criada divisão ‘M’ no ano anterior participaram nas 24 Horas de Le Mans. Nesse ano foi com um automóvel muito especial, o BMW 3.0 CSL ART CAR pintado pelo artista americano, Alexander Calder. Este foi o primeiro de uma colecção de Art Cars…

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Também em 1975 nasce o primeiro série 3, o ‘best seller’ da marca até aos dias de hoje! Foi no Estádio Olímpico de Munique que se testemunhou o lançamento do E21, nascendo assim a série 3, repleta de tecnologia e com uma nova denominação!

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1978 foi também um ano muito especial pois nasceu o primeiro ‘M’ de estrada, o mítico M1. Desenvolvido pela BMW Motorsport, com motor 3,5 litros de seis cilindros em linha e 277cv, foi também o primeiro BMW de série com motor central.

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1983 foi outro ano inédito para a BMW. Apenas 630 dias depois da marca se ter estreado na Fórmula 1, Nelson Piquet sagra-se campeão do Mundo de F1 ao volante de um Brabham BMW (o primeiro com motor turbo). Foi no Grande Prémio da África do Sul.

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Em 1985 surge o primeiro tracção integral da marca bávara, o 325iX. Com um diferencial planetário central com acoplamento viscoso repartia o binário pelos dois eixos na proporção 37:63.

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Dois anos mais tarde, em 1987, surge outra peça muito especial, o BMW Z1. Este automóvel, que estava muito à frente no seu tempo, vinha equipado com o motor de 2,5 litros, 6 cilindros em linha e 171cv.

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Também em 1987, um acontecimento muito importante, a primeira conquista do Mundial de Turismo num BMW M3 da equipa ‘Schnitzer’, nas mãos do piloto italiano, Roberto Ravaglia. A partir daqui, os títulos desportivos e a afirmação global da BMW enquanto marca premium nunca mais parou!

Retirado de 300ahora

Nem só de gases vivem os turbos: BMW patenteia primeiro turbo híbrido do mundo

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O motor de combustão interna tem ao longo da última década, como sabem, colecionado alguns inimigos. Daquele tipo de inimigos que não perdem uma oportunidade para passarem a certidão de óbito (prematura…) ao nosso amado motor.

Mas falham sempre nas previsões? Porque felizmente – e para nosso gáudio – a capacidade de reinvenção da industria automóvel teima em manter viva a esperança de continuarmos a conviver com este tipo de motorizações durante mais alguns (largos…) anos.

Mas essa esperança não nasce espontaneamente. Nasce e cresce,  há mais de 100 anos, sempre que é dado um passo no sentido de desenvolver novas tecnologias que tornam os motores mais eficientes e ecológicos. E nos últimos anos com o recurso intensivo à electrónica – em locais que pareciam inacessíveis e exclusivos da mecânica pura e dura – a evolução tem sido brutal.

Falo por exemplo de inovações como o comando variável das válvulas por intermédio de impulsos electro-magnéticos, ao invés do controlo tradicional pelas árvores de cames – inventado e patenteado pelo grupo FIAT. Ou a injecção directa, hoje comum nas motorizações a gasolina.

E a esta lista que podia ser muito mais extensa, juntámos agora uma nova inovação: o primeiro Turbo híbrido do mundo. Trazido até nós pelas mãos da BMW.

Depois de meses de alguma especulação, alegadamente a BMW patenteou o primeiro Turbo híbrido do mundo. Como sabem, o turbo para comprimir o ar necessário à combustão e assim aumentar o débito de oxigénio na câmara de combustão, precisa da força dos gases de escape para impulsionar a turbina. Isto era tudo muito verdade até ao dia de hoje. A esta equação juntem-lhe agora um motor eléctrico.

O principio de funcionamento continua a ser o mesmo, só que doravante, ao invés de termos de esperar por um fluxo de gases de escape capaz de fazer “girar” o turbo – o chamado turbo-lag – esse diferencial de tempo é esbatido pela entrada em funcionamento de um motor eléctrico que de imediato mete a turbina do turbo a girar aumentado de imediato a potência graças à entrada de mais ar no motor, e consequentemente aumentando o fluxo de gases de escape, deixando de ser necessária assim a intervenção do motor eléctrico.

Mas isto não fica por aqui… Assim que o motor eléctrico deixa de fazer falta, este motor eléctrico passa a funcionar como um gerador de energia, armazenando-a nas baterias para posterior utilização.

É claro que a minha explicação é simplista, na verdade estamos a falar de um sistema extremamente complexo de embraiagens e engrenagens com velocidades de rotação capazes de atingir as 24.000rpm/min e mais de 900ºC de temperatura. Pelo que não é um conceito fácil de por em prática, como podem ver pelo diagrama em anexo ou pela explicação técnica feita pelos nossos colegas do Forúm F30post.com (clica aqui para veres).

E quando é que poderemos ver esta jóia da tecnologias nas nossas estradas? Há quem aponte o BMW M3 como o mais sério candidato a estrear esta inovação. Recordo-vos que fontes próximas da marca chegaram a apontar a utilização de três turbos no motor da nova berlina desportiva da marca de Munique. Talvez a entrada em cena desta tecnologia diminua essa necessidade. Sinceramente, não sabemos. O tempo o dirá.

De todo o modo, longa vida ao motor Otto! E que o aroma da gasolina nos acompanhe e perfume as nossas garagens durante muito tempo!

Retirado de razaoautomovel

BMW M4 MotoGP safety car: com sistema de injeção de água

Segundo a marca, num futuro próximo este sistema de injeção vai estar disponível para produção. Para já, apenas equipará o BMW M4 MotoGP que faz de safety car no Mundial de Motociclismo.

A BMW acaba de revelar um importante update tecnológico que em breve poderá chegar aos modelos de produção. Trata-se de um sistema de injeção de água na admissão que segundo a BMW, permite aumentar o rendimento do motor, reduzir os consumos e aumentar a longevidade do motor.

O princípio de funcionamento é relativamente simples de explicar. Graças à injeção de água na admissão é possível: 1) baixar a temperatura da admissão e assim aumentar a densidade de moléculas de oxigénio na mistura (quanto mais baixa a temperatura, maior é a concentração); 2) evitar a detonação precoce do combustível; 3) aumentar a eficiência da combustão e o rendimento (mais potência e binário).

Recordamos que os atuais motores turbo a gasolina quando trabalham a altas rotações, recorrem à sobre-injeção de combustível para arrefecer a temperatura na câmara de combustão e aumentar o rendimento. Com este sistema a sobre-injeção de combustível – e consequente desperdício – deixa de ser necessária.

A água necessária ao funcionamento do sistema encontra-se armazenada no porta-malas, num depósito montado para o efeito, e é injetada na admissão até 10 bar de pressão numa quantidade que depende da temperatura e rotação do motor.

A BMW diz que o sistema só precisa de ser abastecido a cada cinco depósitos, ou sempre que a viatura circule em circuito. Para já, o sistema continuará a ser testado no BMW M4 MotoGP e nas viaturas de teste da marca.

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Retirado de razãoautomóvel

 

BMW foi a marca automóvel mais vendida em Portugal no mês de Janeiro

img_708x350$2013_12_12_08_54_33_210995Marca alemã vendeu 947 veículos ligeiros de passageiros no último mês, o que representa mais de 10% do mercado. Os portugueses estão a comprar mais carros “premium” e também do segmento de luxo.

As marcas alemãs continuam a aumentar a quota de mercado em Portugal, sendo que a BMW chegou mesmo ao topo, tendo em conta as vendas de Janeiro e o segmento dos ligeiros de passageiros.

A BMW atingiu uma quota de mercado de 10,23% em Janeiro, sendo que apesar de se referir apenas a um mês, não deixa de ser notória a liderança da marca alemã no mercado automóvel português. As vendas subiram 57,3% para 947 automóveis ligeiros de passageiros, sendo que a BMW terá beneficiado com a renovação das frotas automóveis das empresas no arranque do ano, para atribuição a trabalhadores.

No ano passado a BMW vendeu perto de 10 mil unidades no mercado português, o que representou um crescimento de 20% face a 2012 e uma quota de mercado de 7,2%, a mais elevada de sempre da companhia em Portugal. A empresa também conseguiu liderar o mercado no primeiro mês do ano passado.

Em 2013 a Renault foi a marca mais vendida, com uma quota de 11,6%.

“Premium” e luxo em alta

Em segundo lugar, no “ranking” das marcas mais vendidas em Janeiro, surge a Renault (quota de mercado de 9,75%), depois a Volkswagen (9,68%), Peugeot (9,51%), a Mercedes (9,21%) e a Audi (7,09%).

Entre as seis marcas que mais venderam em Janeiro, quatro são alemãs e três delas do segmento “premium”, mantendo-se a tendência dos últimos anos.

Nos números de Janeiro, divulgados esta segunda-feira pela Associação Automóvel de Portugal (ACAP), nota ainda para o facto de várias marcas de luxo terem também aumentado as vendas.

A Ferrari comercializou 2 unidades, contra nenhuma no mesmo período do ano passado, enquanto as vendas da Porsche subiram 33% para 20 unidades.

Vendas de automóveis subiram 31,9% em Janeiro

A informação disponibilizada pela ACAP confirma que o mercado automóvel continua a caminhar em terreno positivo, depois de no primeiro mês deste ano terem sido comercializados mais 31,9% de automóveis, em comparação com o mesmo período de 2013.

Os veículos ligeiros de passageiros registaram um aumento de 31,8% face a Janeiro de 2013, depois de um total de 9.255 veículos vendidos. Os comerciais ligeiros também registaram um aumento, desta feita de 29,2% face ao período homólogo num total de 1.318 veículos vendidos. Por último, o mercado de veículos pesados assistiu a um total de vendas de 326 veículos, o que representa um crescimento de 46,2% no mês de Janeiro comparativamente ao mesmo mês de 2013.

Apesar da venda de 10.899 veículos em Janeiro de 2014 e do crescimento do volume de negócios no ramo automóvel nos últimos meses do ano anterior, o primeiro mês do ano apresenta o terceiro volume mais reduzido de comercialização de veículos automóveis quando se olha para o total de vendas do mês de Janeiro ao longo dos últimos 15 anos.

Retirado de jornaldenegocios

BMW vai investir US$ 264 mi em primeira fábrica no Brasil

A construção da fábrica começará em abril de 2013 e está previsto que as instalações entrem em operação em 2014

O vice-presidente da empresa alemã BMW, Ian Robertson, anunciou nesta segunda-feira que vai investir US$ 264 milhões (R$ 535 milhões) na construção da primeira fábrica da companhia no Brasil, que também será a primeira na América Latina.

Robertson revelou os números após uma reunião com a presidente Dilma Rousseff, que ofereceu “apoio absoluto” ao projeto, explicou o diretor da BMW aos jornalistas.

A construção da fábrica começará em abril de 2013 e está previsto que as instalações entrem em operação em 2014, quando serão produzidos os primeiros 30 mil veículos da empresa alemã no Brasil.

A fábrica será instalada na cidade de Araquari, onde será feita “a montagem completa” dos automóveis, disse Robertson.

Por enquanto, a empresa produzirá somente o modelo BMW X1, mas a linha será ampliada de acordo com a demanda dos clientes no país, afirmou Robertson, que também disse que “a produção vai estar relacionada com as vendas”.

Fonte: exameabril

Milhares de pessoas no primeiro dia da Automechanika

Com alguma chuva no final do primeiro dia, a Automechanika abriu as portas como a maior feira mundial para o setor de peças e acessórios.

Várias empresas contatadas pela equipa do Jornal das Oficinas, que se encontra desde ontem em Frankfurt para fazer o levantamento deste evento, disseram que esta é a feira onde colocam todas as suas expetativas.

Visitantes e expositores portugueses também são unânimes: a Automechanika continua com muita saúde e este foi o ano em que provou que é o ponto de encontro mundial para este mercado.

Milhares de pessoas passaram já pelos portões da feira. A organização não dispõe dos números de entradas diárias, mas os pavilhões encontravam-se, já hoje, repletos de pessoas.

Fonte: jornaldasoficinas

Experiência valorizada: BMW abre fábrica só com funcionários acima de 50 anos

A BMW abriu uma fábrica em Dingolfing, no sul da Bavária, por US$ 29,1 milhões, com infraestrutura e facilidades especiais para não cansar seus funcionários – todos têm mais de 50 anos, segundo noticiou o jornal Daily Mail nesta sexta-feira.

Apelidada de Altstadt (cidade velha, em alemão), a planta conta com bancos ergonômicos, sala de descanso, iluminação customizada para os que já não enxergam bem, cintas de apoio para evitar danos ao corpo e até fisioterapeutas no local para reeducação da postura.

Segundo a publicação, até 2020, 45% dos funcionários da BMW devem ser dessa faixa de idade para cima. A fabricante de veículos aposta nos mais experientes para retardar suas aposentadorias e poder aproveitar suas qualificações no mercado automotivo. O ritmo de produção, inclusive, é um terço menor do que em outras fábricas da BMW.

Fonte: quemvaicuidardemim.wordpress.com