Portugal: Substituir a bateria de um Nissan Leaf custa 25 mil euros?

Os carros elétricos estão na moda! Segundo dados do relatório da Federação Europeia dos Transportes e Ambiente, Portugal é um dos países da UE onde se compram mais carros elétricos.

No entanto, sempre que se compra um carro é importante ter em conta quando custa a manutenção! Recentemente um utilizador revelou que a substituição de uma bateria do Nissan Leaf custou 25 mil euros?

Portugal: Substituir a bateria de um Nissan Leaf custa 25 mil euros?

Foi no Twitter que um condutor fez saber que substituir a bateria do seu  Nissan Leaf custou-lhe 25 mil euros.  De acordo com as informações, o carro era de 2014 e a bateria a trocar seria de 24kWh. Como é apresentado na fatura, da própria Nissan, só a bateria custaria 19 386, 02 euros (isso mesmo).

Mas calma… o preço é sem iva, o que significa que a nova bateria custará 23845 euros. O resto do valor é referente à mão de obra, tampas e afins.

Portugal: Substituir a bateria de um Nissan Leaf custa 25 mil euros?

Tendo em conta tal valor, é comum dizer-se em Portugal que mais vale comprar um carro novo. De acordo com o site da Nissan, o Leaf tem um preço base de 32.400 €.

Segundo declarações do diretor-geral da Energy Services da Renault-Nissan, Francisco Carranz,as baterias do Nissan Leaf estão desenhadas para ter uma vida útil de 12 anos.  A bateria, fabricada com processos inovadores e tecnologia de ponta, é também 99% reciclável. No final da sua vida útil, os seus componentes são selecionados e reciclados para lhes dar uma segunda vida, promovendo a sustentabilidade e a gestão da energia.

A garantia da bateria cobre a perda de capacidade abaixo de 9 Barras (de um total de 12) por 8 anos ou 160.000 km (o que ocorrer primeiro).

Retirado de pplware

Baterias com chumbo deverão continuar na indústria automóvel

bateriaObrigar os fabricantes de automóveis a substituir as atuais baterias de chumbo por novos sistemas baseados em tecnologia de lítio, níquel e sódio teria impactos significativos sobre os custos desta indústria.

Apesar dos efeitos positivos sobre as metas de eficiência de combustível e sobre a redução das emissões de CO2 que a substituição por novas acarretaria, este estudo conclui que as baterias à base de chumbo deverão continuar a ser as mais populares nos próximos anos. As razões estão na excelente capacidade de arranque a frio, durabilidade e baixo custo.

São as conclusões de um estudo efetuado pela EUROBAT, representante da indústria europeia de baterias automóveis, em conjunto com a Associação dos Construtores Europeus de Automóveis (ACEA), as associações de fabricantes de automóveis do Japão (JAMA) e da Coreia do Sul (KAMA).
Contudo, a procura das novas baterias para automóveis baseados em lítio, níquel e sódio irá continuar a crescer com o aumento da penetração de veículos híbridos e elétricos. Face ao chumbo, a tecnologia de níquel-cádmio e de iões de lítio oferece a vantagem de uma recarga rápida, possui bom desempenho na descarga e uma vida mais longa.

O relatório do estudo deixa ainda claro que a transição para outros tipos de baterias significará tempos e custos de desenvolvimento mais elevados para os novos modelos.

Por conseguinte, os fabricantes de automóveis necessitam de flexibilidade para escolher as baterias mais adequadas do ponto de vista técnico e económico que resulte na desejada otimização da eficiência de combustível adaptada a cada tipo de veículo.

Retirado de fleetmagazine

As baterias vão carregar num minuto

imagesUma descoberta acidental está prestes a oferecer-nos baterias que recarregam em  apenas um minuto, o que abre as portas para carros elétricos fáceis de  reabastecer.

O io9 conta a história de como no ano passado um grupo de  investigadores fez uma descoberta excecional e por acaso. O grupo de cientistas  da UCLA estava a tentar encontrar uma forma mais simples de criar folha de  grafeno quando construiu um supercondensador com as mesmas propriedades de uma  bateria, capaz de ser recarregado em apenas um minuto. E o mais espantoso é que  tudo isto foi conseguido usando um gravador de DVDs normal, do mesmo género que  encontramos em milhões de computadores em todo o mundo.

Mas vamos por partes. Nos dias que correm, existem duas formas de armazenar  energia: as baterias, que armazenam muita energia mas são lentas a carregar, e  os supercondensadores, que carregam muito depressa mas acumulam pouca energia. A  descoberta agora feita pelos cientistas traz consigo o potencial para baterias  que juntam estas duas propriedades. Imagine um telemóvel ou um carro elétrico  que recarregam em apenas um minuto e vai perceber a importância deste “ acidente”.

O vídeo explica em detalhe o processo.


Fonte: exameinformática

Ford aumenta investimento em tecnologia de baterias

A Ford está a seguir o sucesso da Toyota e a investir em força nas baterias e na sua tecnologia. Até ao final do ano a marca terá cinco híbridos, híbridos plug-in, ou veículos elétricos no mercado e está a trabalhar para criar a sua própria tecnologia de baterias para o futuro. A sua equipa de veículos elétricos emprega hoje mais de 1.000 engenheiros cujo principal objetivo é reduzir o custo dos híbridos para um terço.

A Ford prevê que 25% das suas vendas irá usar sistemas de baterias para armazenar energia para a propulsão em 2020. Hoje, esse número é de apenas 3%. A marca americana mudou ainda o nome do seu centro de investigação avançado para “Centro Avançado de Eletrificação Ford”.

A popularidade dos carros elétricos e híbridos está a crescer nos EUA, embora lentamente. No primeiro semestre de 2011,  os veículos elétricos e híbridos representavam 2,2% do mercado de automóveis dos EUA, mas no mesmo período de 2012 esse número já representava 3,4%. Até agora a quota de mercado de elétricos e híbridos nos EUA estava a cair, com o valor de 2,2% de 2011 a ser o menor registado recentemente. Em 2009 a quota de mercado tinha sido de 2,8%.

A Ford representa ainda uma pequena parte do mercado de veículos elétricos e híbridos no que diz respeito aos EUA, com uma quota de 4% do mercado no primeiro semestre de 2012. O líder nos EUA é a Toyota, que detém uma quota de 72% do mercado dos elétricos e híbridos.

“Acreditamos que a eletrificação de veículos vai continuar à medida que o custo da bateria descer, à medida que avançamos para gerar eletricidade de forma limpa”, referiu o CEO da Ford, Alan Mulally.

Fonte: autoviva