Conduzir carro novo – o que escolher: crédito, leasing ou renting?

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O investimento na obtenção de carro novo pode, hoje em dia, ser feito de diversas formas que não passam pela tradicional compra com pagamento a pronto e contração de crédito automóvel. O renting e o leasing, cujo uso foi vastamente difundido pelas frotas empresariais, são duas modalidades que cada vez mais ganham poder de afirmação também entre os particulares. Será, então, melhor recorrer ao crédito ou alugar? Este artigo do Jornal i ajuda a encontrar uma resposta…

Deve recorrer ao crédito?

  • Deve ponderar se quer ou não ser proprietário e que tipo de seguro pretende. Estas questões fazem toda a diferença no tipo de financiamento a escolher. Se quer ser proprietário deverá recorrer ao crédito, pois no ALD e no leasing o carro só fica no nome do utilizador no final do contrato. No caso do seguro automóvel, se só quiser subscrever o obrigatório deverá recorrer ao crédito tradicional. No leasing e no ALD é exigido sempre seguro de danos próprios.
  • Se optou pelo crédito deverá fazer várias simulações junto dos stands. Por exemplo, há stands que chegam a oferecer o seguro automóvel no primeiro ano.
  • Depois de fazer esta ronda pelos stands está na altura de contactar o banco para analisar a forma de financiamento mais vantajosa.

Leasing

Vantagens

  • Tem hipótese de trocar de carro frequentemente.
  • Geralmente fica mais barato que recorrer ao crédito.
  • O veículo não se desvaloriza.
  • O cliente tem sempre hipótese de comprar no final do contrato.
  • Fica isento do imposto de selo na comissão de abertura e juros do leasing.
  • Fazer um contrato de leasing é um processo rápido.

Desvantagens

  • Há limites no contrato.
  • O cliente nunca é dono do carro e não pode adquiri-lo se tiver alguma prestação em dívida.
  • O seguro automóvel contra todos é obrigatório.
  • A liquidação total fica mais cara caso opte por fazê-la antes do tempo.

Renting

Vantagens

  • Controlo de gastos inesperados, pois já está tudo incluído no contrato e não precisa de se preocupar com as manutenções, por exemplo, nem com uma simples mudança de pneus.
  • O veículo não sofre desvalorização.
  • Não requer investimento de capital.

Desvantagens

  • Há limites no contrato.
  • O cliente nunca é dono do carro.

Retirado de gestãofrotas

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Automóvel: Governo prevê reduzir em 30% custos com ALD

Executivo pretende continuar a redução efectiva da dimensão da frota do Estado, actualmente em cerca de 27.000 veículos. Gama das novas viaturas a adquirir será revista, estimando-se uma redução nos custos.

O Governo pretende “rever as tipologias dos veículos a adquirir e respectivos valores de aquisição, valores de renda ou aluguer mensal”, lê-se na proposta de Orçamento do Estado para 2013, entregue hoje no Parlamento.

“Para os novos veículos a contratar em aluguer operacional ou através de aquisição, aplicar-se-á a redução de nível, prevendo-se uma diminuição da respectiva despesa, na ordem dos 30% por contrato de aluguer operacional”, diz o Governo.

Esta é uma das linhas de actuação que será adoptada durante o próximo ano, da qual faz parte outra que prevê “um controlo apertado na aquisição de veículos, com a regra de abate de no mínimo dois veículos por cada novo veículo adquirido”.

“Em 2013, o Governo pretende continuar a redução efectiva da dimensão da frota do Estado, actualmente em cerca de 27.000 veículos, incluindo veículos das forças de segurança, PSP, GNR e de emergência médica. Entre Dezembro de 2011 e Agosto de 2012 verificou-se uma redução de 607 veículos (menos 2,25%)”, refere o documento.

Fonte: jornal de negocios