ALD renova cursos de eco-condução e acrescenta mais um carro

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A ALD Automotive decidiu renovar e ampliar o seu curso de Condução Eco-Eficiente, em parceria com a empresa de formação em condução avançada CR&M e com o apoio da Renault.

Esta iniciativa, que teve início em Setembro do ano transacto, tem como objectivo promover a adopção de uma atitude de condução mais ambiental, económica e defensiva.

O curso é oferecido a um preço 25% abaixo do custo normal, conseguido através da disponibilização por parte da ALD Automotive de dois veículos de formação em permanência – Renault Mégane. Para além deste benefício, os cursos são flexíveis e adaptáveis, com possibilidade de serem realizados nas instalações do cliente e sempre com a entrega de certificado de formação.

“Por acreditarmos que este curso é uma mais-valia para os nossos clientes decidimos reforçá-lo com a disponibilização de duas viaturas totalmente dedicadas para formação. De acordo com a experiência comprovada do nosso parceiro CR&M, um comportamento de condução eco-eficiente possibilita não só a redução de emissões de CO2 em cerca de 15%, como também uma diminuição do consumo de combustível na ordem dos 1.1 litros aos 100km, em média. Fazendo os cálculos para uma frota de 50 veículos com uma média de 50.000kms ano, através da aplicação de uma condução eco-eficiente poderiam esperar atingir uma poupança em combustível de aproximadamente 35.000,00 euros por ano” disse Guillaume de Léobardy, director-geral da ALD Automotive.

A alteração comportamental trazida pelo curso permite diminuir os consumos de combustível e emissões de CO2, bem como reduzir o risco de acidente. Para atingir esses objectivos, o curso utiliza técnicas pedagógicas que avaliam os comportamentos e estilos de condução dos condutores, sempre com o acompanhamento de colaboradores especializados da CR&M e da ALD Automotive.

Fonte: fleetmagazine

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“Olhar para o futuro: que tendências para o mercado de Renting?”

Há várias teorias acerca do desenvolvimento das crises financeiras e sobre como evitá-las, normalmente sem consenso generalizado entre os economistas, mas um coisa é certa: os seus efeitos são de extensão variável e muitas vezes imprevisíveis, o que dificulta qualquer previsão sobre o futuro, não menos no mercado de Renting.

No contexto português, tenho infelizmente uma outra certeza: os efeitos a curto prazo que hoje resultam numa enorme pressão causada pelos aumentos sucessivos do “preço do dinheiro”, pela má performance do mercado de usados e pelos aumentos de impostos, devem continuar nos próximos tempos.

Por outro lado, a crise é também um acelerador de mudança de algumas características intrínsecas ao mercado português. A tipologia das frotas está a mudar, tendendo mais para veículos utilitários e menos para veículos de “status”, por força da subida do preço dos carros.

A proliferação dos impostos sobre veículos ligeiros referentes às emissões de CO2 na Europa (19 países da UE em 2011 contra apenas 11 em 2007 segundo um relatório da ACEA) tem contribuído fortemente para a alteração do tipo de veículo circulante. Em Portugal, as empresas têm alterado significativamente o perfil dos veículos atribuídos aos seus colaboradores, optando mais pela redução de motorizações do que propriamente pela substituição integral das suas frotas por veículos movidos a combustíveis alternativos – a questão do preço ainda não o permite e a crise não veio ajudar. Somos hoje um país em que a média de idade dos veículos em circulação está ligeiramente acima dos 10 anos, face à média europeia de 8,2 anos.

O mercado dos novos veículos está a sofrer um reajustamento, mas uma frota envelhecida é uma frota com mais custos de manutenção e maior dificuldade de venda no mercado dos usados, pelo que a renovação do parque é inevitável, se bem que a uma velocidade menor.

Estamos prontos para o futuro?

Do lado do produto, se compararmos hoje a evolução dos diferentes métodos de aquisição automóvel, é interessante verificar que a taxa de penetração do renting (cerca de 17% em 2011 vs 13% em 2010) nas vendas de novos veículos tem crescido de forma sustentada, um dos poucos sinais positivos para as gestoras de frota nacionais, e que mostra a resiliência do renting em contextos de crise.

Os serviços de gestão de frotas sem financiamento, tão bem implementados em alguns países europeus e que permitem alargar o leque de oferta das operadoras num contexto de escassez de liquidez, ainda não têm a receptividade local desejada – a questão do financiamento é chave. É importante que a procura acompanhe a oferta e aqui as gestoras de frota têm algum trabalho de “pedagogia” a fazer no mercado.

Do lado dos clientes e face às pressões de redução de custos, eles serão cada vez mais exigentes, não só na fase da negociação mas também ao longo da vida do contrato, por exemplo, em termos de acesso em tempo real à informação de gestão da sua frota, seja para controlar a entrega atempada de um veículo ou para calcular os custos totais da sua frota.

O preço mantém-se hoje o factor de escolha de parceiro, o que coloca em causa relações de fidelidade cuidadosamente cultivadas; serviços não essenciais são pouco valorizados, permanece ainda uma cultura de “eu consigo melhor” – especialmente no segmento das frotas até 20 veículos. Mas o actual contexto obriga à maior concentração das empresas no seu core business, o que significa que o outsourcing continuará a ser a melhor opção para a gestão da sua mobilidade.

Não menos importante é o facto que a necessidade de redução de custos por parte das empresas tem levado a cortes a diversos níveis, tocando também nos recursos humanos e na racionalização de espaço de escritório existente.

Há países onde as empresas têm lugar hoje para apenas cerca de 60% dos seus colaboradores, obrigando ao desenvolvimento de novas formas de trabalho remoto, em casa ou em locais secundários. Esta tendência tem um impacto nos perfis de mobilidade e cada vez mais os colaboradores deixarão naturalmente de ter “carro de empresa”. Se juntarmos a perspectiva desinteressada das novas gerações acerca da questão da propriedade do veículo, a ascensão das tendências de car sharing e car pooling serão cada vez mais uma realidade, embora Portugal esteja ainda a dar os primeiros passos nesta direcção.

Do lado dos operadores, os gestores de frota vão tornar-se cada vez mais gestores de mobilidade e não tanto “financiadores do mercado”, gerindo a mobilidade global dos seus clientes.

A revolução já em curso em vários países europeus (exemplo da Holanda e Bélgica) baseada em conceitos de car-sharing, na banalização da telemática, dos smartphones com acesso à web e de novas funcionalidades de geo-referenciação, será também uma realidade inevitável no nosso país, onde os maiores operadores já oferecem aos seus clientes, há largos anos, entre outros, excelentes ferramentas web de acesso à informação de gestão das suas frotas.

Os próximos anos não serão fáceis para o mercado e este deve continuar o seu processo de consolidação (menos sete operadores do que há cinco anos atrás), levando ao incremento da dimensão das frotas sob gestão para atingir necessariamente aquilo a que os franceses chamam “taille critique” (tamanho crítico): a dimensão que uma empresa deve atingir para que possa conseguir o nível de competitividade necessário à sua sobrevivência ou desenvolvimento.

Só as empresas verdadeiramente sustentáveis conseguirão oferecer aos seus clientes o nível de serviços, inovação e sistemas a que o mercado cada vez mais obriga. A tranquilidade e transparência na actuação são os melhores conselhos para ultrapassar esta “tempestade” sem fim anunciado”.

Por: Guillaume de Léobardy, publicado em Fleetmagazine

ALD Automotive fica com frota da Banif que vale 3.000 carros

A ALD Automotive vai ficar com a gestão de cerca de 3.000 veículos da frota activa do Banif Rent através da plataforma operacional da ALD Automotive.

Com esta parceria, a ALD Automotive coloca a sua já longa experiência na construção e implementação de parcerias de externalização da gestão de frota ao serviço de uma das referências do mercado bancário nacional.

A ALD Automotive Portugal tem uma Rede de Distribuição Indirecta baseada em acordos com diversas entidades, nomeadamente com grandes grupos de retalho automóvel e entidades bancárias.

“A ALD é uma operadora com experiência comprovada neste tipo de abordagem ao mercado” disse Guillaume de Léobardy, director-geral da locadora.

O dirigente acrescenta ainda que “quando os nossos concorrentes têm de escolher uma empresa para gerir a sua frota, a escolha natural recai sobre a marca de qualidade que é hoje a ALD Automotive. E esta parceria em particular, reforça de forma substancial a nossa posição no mercado nacional”.

Fonte: fleetmagazine