Fabricantes de automóveis voltam-se para a Rússia

A Rússia tem sido noticia no mundo automotivo nos últimos dias. Em primeiro lugar, o site autoactu.com relatou que a Daimler estabeleceu um acordo de cooperação com o fabricante russo GAZ, para construir a Sprinter Mercedes-Benz LUV na fábrica GAZ em Nijny Novgorod. Este é o resultado concreto do acordo assinado pelas duas empresas em Maio, após dois anos de discussões. Daimler investiu 100 milhões de euros neste acordo, em particular para garantir que os motores e várias peças sejam produzidos localmente. O valor a investir pela GAZ será semelhante.

Para além deste acordo, relatado desta vez pela Automotive News Europe, a GM também tem planos para a sua atividades na Rússia. O início das obras de amplicação da sua fábrica de São Petersburgo, deu início a um processo que acabará por ver a produção mais que dobrar para 230.000 veículos por ano até 2015. GM planeia construir o Opel Astra e certos modelos da Chevrolet na fábrica, para aproveitar o crescente mercado local, a fim de compensar a diminuição das vendas na Europa Ocidental (um mercado em declínio). A GM (todas as marcas juntas) vendeu cerca de um quarto de milhão de veículos na Rússia no ano passado, e o mercado em geral está avaliado em 3 milhões de veículos este ano, com a GM a apontar para uma quota superior a 10%.

Fonte: fleeteurope

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Análise 4Fleet: Qashqai com custos de utilização mais baixos

Com um custo de 25,64 euros por cada 100 km, o Nissan Qashqai é o modelo com menos custos de utilização entre o Hyundai ix35, o Kia Sportage e o Peugeot 3008.
Em todos os itens, o Qashqai teve valores abaixo da média. Só nos pneus, é que há um concorrente, o Peugeot 3008, que aparece com valores mais baixos.

Preço

Valor Residual

Manutenção

Pneus

Consumos

Conclusão

Preço:

O Qashqai é o modelo mais barato. Com 26.850 euros necessários para se adquirir o crossover, trata-se do valor mais baixo que se pode pagar por qualquer um dos modelos em questão. O Peugeot 3008 é logo a seguir o mais acessível (28.798 euros) e o Hyundai ix35 e o Kia Sportage têm, ambos, preços acima dos 30 mil euros (30.990 e 30.750 euros, respetivamente).

Valor Residual:

O preço é sempre fundamental para o custo total de utilização. Mas quando ao menor preço se junta o maior valor residual, a combinação é devastadora para a concorrência. É o que acontece com o Qashqai. Com 44% de valor residual, fica apenas com uma depreciação de preço de 16.036 euros, quando a viatura mais próxima destes resultados, o Peugeot 3008, tem uma depreciação de 16.703 euros. Já os outros dois modelos em análise, têm valores residuais de 37% (Hyundai ix35) ou 38% (Kia Sportage) e uma depreciação na ordem dos 19 mil euros.

Manutenção:

Na manutenção, o Qashqai volta a ter os valores mais baixos. A surpresa vem do Kia Sportage, com uma diferença de apenas 24 euros para um período de 48 meses ou 120 mil quilómetros – no total são 3.274 euros necessários para estes serviços na Kia, contra os 3.250 euros necessários para as oficinas do construtor nipónico.
A 4Fleet disponibilizou o detalhe dos custos de manutenção preventiva e corretiva (S/ IVA) para este lote de veículos. Se, nas revisões (material e mão-de-obra) é o Kia Sportage aquele que tem menos custos (829,28 euros), já no material de desgaste (onde se incluem as escovas, pastilhas, discos e líquido de travão) é o Nissan que apresenta menos custos: 1.300 euros. Nos pneus, capítulo que pode fazer muita diferença no TCO de uma viatura, é o Peugeot 3008 quem pede menos esforço financeiro para a substituição: 2.677 euros.
Dado que o prazo é de 48 meses, os custos com este tipo de itens evoluiu de acordo com o crescimento dos preços no país. Assim, é prevista uma inflação de 2,9% ao ano, que faz parte também dos valores de manutenção. No limite, este valor pode chegar aos 625 euros durante a vigência do contrato.

Pneus:

Nos pneus, já com o valor de IVA acrescentado, mas sem o preço dos serviços, é o Peugeot 3008 que entra com o custo mais baixo (3.113 euros), mas o Nissan aparece logo a seguir (3.244 euros). Com o mesmo valor estão o Hyundai ix 35 e o Kia Sportage: 3.847 euros.

Consumos:

Nos consumos, o Qashqai apresenta um valor de 8.597 euros e o Peugeot 3008 8.772 euros, ambos valores abaixo da média. Novamente com o mesmo valor aparecem o Hyundai ix 35 e o Kia Sportage: 9.123 euros. Todos os veículos têm motorizações a diesel, recorde-se.

Conclusão:

A média dos custos totais de utilização é de 34.097 euros. Quem tiver o Nissan Qashqai durante 48 meses ou 120 mil quilómetros tem um custo de utilização de 30.769 euros. No caso do Peugeot 3008, esse valor passa para 32.959 euros e, no Kia Sportage, chega aos 35.952 euros. O carro mais caro de possuir, dentro deste lote, é o ix35.
Nos custos por cada 100 km percorridos, o Nissan exige 25,64 euros. O Peugeot 3008 27,47 euros e o Kia Sportage 29,96 euros. O ix35 tem um custo por 100 km de 30,59 euros.

A 4Fleet calculou o TCO para o prazo de 48 meses com uma quilometragem anual de 30.000 km (o que se traduz num total de 90.000 quilómetros e 120.000 quilómetros no final de  quatro anos) e inclui a substituição de 10 pneus, respectivamente. Foi utilizado para o cálculo do custo de combustível, o consumo misto/combinado indicado por cada fabricante, para os diferentes modelos de veículos. Não foram tidos em conta eventuais equipamentos opcionais/acessórios extra para as viaturas em causa, tendo sido efectuada a valorização das versões identificadas apenas com os equipamentos de série que as mesmas incluem. Foi considerada a valorização das viaturas no pressuposto da valorização das mesmas no mês de Maio.

Descrição P.V.P % VR Depreciação Manutenção Pneus Combustível IUC TCO Custo por   100 km
  Nissan Qashqai 1.5 dCi 110 Eco Acenta 4×2 5p 26.850 44% 15.036 3.250 3.244 8.597 643 30.769 25,64
  Hyundai ix35 1.7 CRDi VGT 115 Blue Comfort 4×2 30.990 37% 19.524 3.572 3.847 9.123 643 36.708 30,59
  Kia Sportage 1.7 CRDi 115 ISG TX 4×2 5p MY11 30.750 38% 19.065 3.274 3.847 9.123 643 35.952 29,96
  Peugeot 3008 1.6 HDi 112 Active 5p CVM6 28.798 42% 16.703 3.728 3.113 8.772 643 32.959 27,47
Média 29.347 40% 17.582 3.456 3.513 8.904 643 34.097 28,41

E-toll da Hertz a partir de domingo

A Hertz disponibiliza a partir de domingo, o e-Toll, um novo dispositivo que permite aos utilizadores efectuarem o pagamento das taxas de portagem das auto-estradas, nomeadamente das EX-Scuts, no final do aluguer.

Todas as viaturas da frota Hertz estão equipadas com um dispositivo electrónico de Cobrança de Portagens, que poderá ser activado no momento do aluguer. O serviço tem o valor de 1,50€ + IVA por dia até um máximo de 10 dias de aluguer, ou seja, 15,00€ + IVA à taxa legal em vigor, mais o valor das portagens.

É um serviço que permite o pagamento de todas as vias com portagem em Portugal, incluindo aquelas que têm portagem electrónica (Ex-Scut’s). Uma solução que assegura tranquilidade ao cliente, pois permite o cumprimento integral da lei, e evita o pagamento de multas e outros custos administrativos.

Para mais detalhes, clique aqui.

Fonte: fleetmagazine

Carros a gás vão poder estacionar em parques (finalmente!)

Já era uma medida reinvindicada há muito tempo pelas associações e pelos condutores de carros movidos a gás. Agora vêem os seus esforços darem frutos ao receberem luz verde por parte do governo para que os seus veículos sejam autorizados a estacionar em parques subterrâneos.

Foi aprovado hoje (ontem, 28-06) pela Comissão Parlamentar de Economia e Obras Públicas um projeto-lei no qual é previsto dar aos veículos a GPL e a gás natural a permissão de poderem estacionar em parques subterrâneos para além de deixarem de ser obrigados a usar o dístico identificativo.

“Depois de ouvir quatro associações do setor e de efetuar algumas alterações ao projeto-lei inicial, a comissão redigiu um texto comum que foi aprovado por todos os partidos”, disse à Lusa a deputada socialista Hortense Martins.

Este projeto-lei foi apresentado em fevereiro deste ano pelo PS, mas baixou à Comissão de Economia e Obras Públicas para análise prévia.

“São dois elementos discriminatórios que não fazem sentido e que obstaculizam um maior uso do GPL, quando o mesmo deveria ser incentivado por se tratar de um combustível mais barato, mais verde e menos poluente”, afirmou a deputada.

Para justificar esta alteração na legislação Hortense Martins invocou um estudo elaborado para a APETRO – Associação Portuguesa de Empresas Petrolíferas, que comprovou que não existe risco na circulação nem no estacionamento deste tipo de veículos, para além de que hoje em dia esses veículos estão equipados com “sistemas adequados de segurança”.

A nova legislação poderá permitir que exista uma maior expansão no mercado português dos veículos movidos a gás. Diga-se que Portugal é um dos poucos países europeus onde continua a ser proíbido estacionar em parques subterrâneos com estes automóveis e a par da Bulgária e da Hungria, os únicos onde continua a ser obrigatório o uso do dístico.

O projeto-lei segue agora para o Parlamento onde se espera que possa ser aprovado.

Fonte: autoviva

LeasePlan disponibiliza os primeiros Nissan LEAF no mercado de renting nacional

A LeasePlan Portugal torna-se assim a primeira empresa de gestão de frotas a permitir aos Clientes a possibilidade de experimentar a mobilidade eléctrica. O sector público e as empresas com estratégias de responsabilidade social bem definidas são os principais clientes deste serviço inovador, contribuindo assim, de forma activa, para a redução de emissões para a atmosfera.

Num estudo elaborado pela LeasePlan sobre a viabilidade de integração dos veículos eléctricos em frotas, face às viaturas de motor de combustão interna, o Nissan Leaf 100% obteve feedback muito positivo por parte dos clientes. Caso estivesse na corrida para Carro Frota 2011, ficaria em terceiro lugar, ocupando a primeira posição em vários critérios técnicos (apreciação do motor, comodidade, condução, climatização, ruído e espaço para o condutor). Seria vencedor no desempenho e obteria o segundo e terceiro lugar em conforto e segurança, respectivamente.

O estudo concluiu ainda que os veículos eléctricos e híbridos são muito bem aceites como modelos de mobilidade. No caso dos veículos eléctricos, os maiores obstáculos à sua massificação são o custo e a autonomia anunciada, que em ambiente real se aproxima apenas dos 100 quilómetros.

Fonte: Clube do Condutor Leaseplan

Toyota é a marca global mais verde

Tabela da Interbrand lista 50 marcas com a melhor relação entre as suas práticas e a perceção dos consumidores.

As marcas de automóveis e as tecnológicas dominam a lista da Interbrand Best Global Green Brands 2012 (Melhores Marcas Verdes Globais), que é liderada pela Toyota.

Em termos geográficos, os Estados Unidos, a Alemanha e o Japão são os países de origem da maioria das marcas melhor posicionadas.

Das 50 marcas do ranking da Interbrand, 22 são produzidas e geridas nos Estados Unidos, enquanto sete têm origem na Alemanha e no Japão, respetivamente.

A Danone, a Ford, a Starbucks e a UPS são as marcas que mais subiram na tabela que analisa as marcas globais com a melhor relação entre as suas práticas ‘verdes’ e a perceção dos consumidores.

A Nissan, a H&M e a UBS, por seu lado, entraram este ano pela primeira vez na lista que foi criada pela Interbrand no ano passado.

MELHORES MARCAS VERDES GLOBAIS 2012

 1. Toyota

2. Johnson & Johnson

3. Honda

4. Volkswagen

5. Hewlett-Packard

6. Panasonic

7. Dell

8. Siemens

9. Danone

10. BMW

11. Cisco

12. 3M

13. Apple

14. L’Oréal

15. Ford

16. Mercedes-Benz

17. Hyundai

18. Sony

19. IBM

20. Nokia

21. Nissan

22. Adidas

23. Coca-Cola

24. GE

25. Samsung

26. Nike

27. Intel

28. Pepsi

29. Canon

30. Allianz

31. Philips

32. Xerox

33. Microsoft

34.Shell

35. Kellogg’s

36. Starbucks

37. Avon

38. Caterpillar

39. Ikea

40. Santander

41. SAP

42. AXA

43. UPS

44. Citi

45. McDonald’s

46. H&M

47. Credit Suisse

48. Nintendo

49. HSBC

50. UBS

Fonte: expressoonline

Autoeuropa ajusta horários para os trabalhadores assistirem ao jogo Portugal-Espanha

A fábrica de automóveis Autoeuropa, em Palmela, vai interromper a produção às 19.40 de quarta-feira para que os trabalhadores assistam à transmissão do jogo Portugal-Espanha, das meias-finais do campeonato europeu de futebol, foi hoje anunciado.   Segundo um comunicado da Comissão de Trabalhadores, a administração da empresa concordou em adaptar os horários de refeição do turno da tarde para que todos os trabalhadores jantem antes da transmissão televisiva do jogo.

Assim, a produção do turno da tarde será interrompida às 19:40 e retomada dez minutos depois de terminar o jogo, mantendo-se o horário de saída à meia-noite.

Fonte: expressoonline

Bridgestone quer imprimir os pneus

Uma nova e inovadora tecnologia desenvolvida pela Bridgestone, diferente de qualquer sistema conhecido de impressão ou coloração de pneus, permite realizar a impressão de variados grafismos nos pneus. Uma das formas utilizadas até agora para destacar os caracteres inscritos nos pneus era utilizar borracha branca. Esse processo exigia grandes quantidades de borracha branca para evitar a sua descoloração com o tempo e garantir a sua longa duração. Este processo tradicional tem a desvantagem de aumentar o peso do pneu, o que contraria a tendência actual de maior eficiência energética dos pneus.   A tecnologia de impressão dos pneus agora desenvolvida pela Bridgestone consiste numa base para garantir que não haverá descoloração, colocada na borracha do pneu, em tintas especiais avançadas e uma camada superior de protecção superficial, para evitar danos externos. Com esta solução, a Bridgestone pretende lançar no mercado pneus cada vez mais criativos, sem colocar em risco as metas de eficiência energética que deseja optimizar. Com esta nova tecnologia, é possível efectivamente colocar qualquer motivo decorativo, desenhos e até fotografias nas paredes laterais do pneu, com a vantagem do aspecto do pneu poder ser modificado quando se quiser.

Os curiosos não precisarão esperar muito tempo para ver os novos pneus da Bridgestone, porque a marca japonesa está a projectar utilizar a nova tecnologia em breve.

Fonte: revista dos pneus

Futura etiquetagem dos pneus: um progresso importante para o consumidor

A futura etiquetagem dos pneus para os veículos Turismo e Comerciais será obrigatória a partir de 01 de Novembro de 2012 (Regulamento Nº 1222/2009).

Estas novas exigências regulamentares são um avanço importante em termosde informação ao consumidor relativa à matéria de segurança (travagem em superfície molhada) e meio ambiente (resistência ao rolamento mais ruído exterior).

Embora o grafismo da etiqueta já seja conhecido (é utilizado em aparelhos eléctricos e mais recentemente nos veículos motorizados), quais são os benefícios reais para os consumidores?

Etiqueta: descrição e explicação

Consumo de combustível

No lado esquerdo da etiqueta indica-se o contributo do pneu no consumo de combustível e nas emissões de CO2. Os pneus, principalmente devido à sua resistência ao rolamento, representam cerca de 20% do consumo de combustível dos veículos. Portanto, uma redução na resistência ao rolamento pode contribuir significativamente para a eficiência do transporte por estrada e reduzir assim as emissões de CO2. Este valor de resistência ao rolamento mede-se numa máquina de simulação que determina o nível de eficiência do pneu.

Qual é a diferença entre um pneu A e um pneu G?

A diferença na resistência ao rolamento é significativa e representa uma evolução tecnológica de várias gerações de pneus.

Num veículo ligeiro o impacto sobre o consumo de combustível entre um pneu A e um pneu G é muito importante, cerca de 0,5 l./100 km.

Aproximadamente 80 l. de combustível/ano (para 15.000 km/ano).

Mais de 100 €/ ano para um veículo a gasolina (com o preço do combustível a 1,30 €/ l.)

Se o impacto económico para o consumidor é muito importante, o impacto ambiental não é menor, porque esta diferença no consumo corresponde a 12 gr. de emissão de CO2 por km.

Travagem em solo molhado

No lado direito da etiqueta indica-se a performance do pneu na travagem em solo molhado. As medições realizam-se no veículo segundo as condições fixadas pela regulamentação Europeia (velocidade, características da pista, a altura de água, temperatura, etc.).

A classificação estabelece-se por comparação das performances do pneu testado com um pneu de referência.

Qual é a diferença entre um pneu A e um pneu G? A diferença em distância de travagem poderá chegar até 18 metros.

Equivalente a quatro vezes o comprimento de um automóvel.

 

Ruído exterior

O ruído durante a circulação é um transtorno importante. A parte inferior da etiqueta indica o nível de ruído do pneu, que é emitido para o exterior do veículo (não é perceptível pelo condutor dentro do seu veículo). O número representa o nível sonoro em decibéis.

Os limites mínimos

A regulamentação Europeia prevê disposições para fazer progredir o mercado sobre estas três performances. Em 01/11/2012 será impossível para os fabricantes de pneus homologar pneus novos com categoria G em resistência ao rolamento e F em distância de travagem em solo molhado, a sua comercialização será proibida em 01/11/2014 (Condições semelhantes de endurecimento aplicar-se-ão também para o ruído (estes requisitos mínimos não serão aplicados a todos os pneus vendidos até Novembro de 2016).

Comunicação

Para veículos Turismo, Comerciais e Camião, a informação da etiquetagem deverá estar presente de uma forma standard nos folhetos promocionais e documentações técnicas dos fabricantes, incluindo na Internet.

A mesma informação deverá constar na factura dos pneus ou em documento anexo que deverá ser entregue pelo distribuidor ao consumidor. Este último, possuirá mais informação sobre o produto podendo comparar as performances de acordo com este critério.

Fonte: michelin portugal

Marktest lança análise de geomarketing

Numa altura em que a restruturação das redes de retalho é um assunto cada vez mais referido nos bastidores do setor, a Marktest lança uma ferramenta de análise que ajuda as marcas a conhecer as zonas onde se encontram.

O Marktest Territórios Automóveis é uma ferramenta onde se consegue identificar onde as marcas estão presentes e caracterizar esse território. Trata-se de uma análise de geomarketing para o mercado automóvel com base em dados estatísticos de outro produto da empresa de estudos de mercado, o Sales Index.

Na prática, consegue-se saber quantos pontos da rede de cada marca existem em cada conselho. Além disso, também se fica a conhecer quais as vendas por cada marca em cada uma dessas regiões. Mais ainda, é feita uma análise de afinidade com a marca, tendo em conta essas vendas.

Entre as indicações do estudo, fica-se a saber que população atingem, qual o poder de compra das regiões onde se encontram ou qual o share das vendas desses territórios. Mas, como o estudo deriva do Sales Index, mais generalizado, cada um dos 308 conselhos do país aparecem com as suas estatísticas mais relevantes. E neste sector, o produto da Marketest apresenta: população, estrutura empresarial, comércio, turismo, parque automóvel por marcas, vendas de automóveis por tipo e por marcas ou os concessionários por marcas.

A Marktest libertou alguns dados deste estudo, para se perceber o nível de informação que está em causa. Em Portugal existem 1971 pontos de venda e assistência automóvel. destes, 1376 são stands de venda, 1571 oficinas e 1390 vendem peças. Estes estabelecimentos estão presentes em 147 dos 308 concelhos do país.

Lisboa é o concelho com maior número de pontos de venda e assistência, seguido do Porto, Sintra, Coimbra e Vila Nova de Gaia.

Os 147 concelhos onde existe pelo menos um ponto de venda e assistência automóvel ocupam 46% do território nacional mas concentram 87% do seu poder de compra, 84% da população, 85% das dependências bancárias e 85% dos estabelecimentos comerciais. Nestes concelhos concentram-se 89% dos levantamentos efetuados no Multibanco e 93% das compras pagas através dos POS, tendo sido responsáveis por 90% das vendas automóveis registadas em 2011.

O estudo pode ser comprado nos formatos PDF e Excel.

Fonte: fleetmagazine