EuroNCAP faz 20 anos

Desde 1997 que a EuroNCAP salvou mais de 78 mil vidas através da pesquisa de acidentes e os testes que leva a cabo para reforçar a segurança dos veículos, tendo o organismo europeu já testado mais de 1800 veículos em testes que custaram mais de 160 milhões de euros

Na passagem dos 20 anos da instituição, foram revelados alguns números muito interessantes. Mais de 78 mil vidas foram salvas desde que começaram os testes de colisão com a EuroNCAP em 1997. Foram publicados mais de 630 relatórios de segurança e destruídos em testes de impacto mais de 1800 carros, com um custo total de 160 milhões de euros. Dinheiro que ajudou a salvar quase 80 mil pessoas!

Os primeiros testes da EuroNCAP deixaram claro as muitas falhas de segurança em automóveis familiares líderes de vendas, forçando os construtores a repensar a forma como os veículos eram concebidos para antever os acidentes e proteger os ocupantes. Vinte anos depois, 9 em cada 10 carros vendidos no mercado europeu possuem uma classificação EuroNCAP. E a própria industria automóvel tem apoiado o desenvolvimento de novos requisitos para alcançar a pontuação máxima nos testes EuroNCAP.

Para provar isso mesmo, o organismo europeu decidiu fazer um “crash test” a um modelo com 20 anos e outro moderno, no caso um Rover 100 de 1997 e um Honda Jazz de 2017. O resultado é absolutamente impressionante e para quem anda de automóvel desde os anos 80, olhar para este teste é arrepiante! Naquela altura os airbags, cintos, airbags laterais e de cortina, controlo de estabilidade, eram tudo coisas futuristas e estranhas.

 “Estamos muito orgulhosos que o programa de segurança da EuroNCAP tenha conseguido excelente resultados na poupança de vidas, forçando á introdução de tecnologias que salvam vidas e permitindo que a Europa tenha alcançado o mais baixo nível de fatalidades na estrada de qualquer região do mundo!”

Michiel van Ratingen, secretário geral EuroNCAP.

A primeira ronda de testes do EuroNCAP teve como alvo sete citadinos. Ford Fiesta e VW Polo alcançaram três estrelas num máximo de quatro, enquanto o Rover 100 alcançou apenas uma, enquanto Fiat Punto, Nissan Micra, Opel Corsa e Renault Clio levaram para casa apenas duas estrelas. Estes resultados deixaram claro que os construtores, nessa época, não tinham preocupações com a vulnerabilidade dos peões dentro do carro. Mas a reação foi forte e cinco meses depois, o Volvo S40 foi o primeiro a conseguir obter as quatro estrelas para a proteção dos ocupantes.

“O EuroNCAP teve um sério impacto global, um legado de segurança rodoviária que salvou inúmeras vidas.”

Max Mosley, o primeiro presidente da EuroNCAP

 

Retirado de automonitor

 

 

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Publicado por

Marcelo Oliveira

Profissional com experiência consolidada na Gestão de Frotas em empresas de serviços de transporte ou com parque automóvel de volume. Mais detalhes em https://marceloxoliveira.com/quem-e-marcelo-oliveira

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