Educar os condutores sobre a manutenção do veículo

Formação contínua. Aproveitar o local de trabalho para transmitir algumas dicas que relembrem os condutores para algumas práticas básicas de manutenção. A intenção não é a de menosprezar o conhecimento que os colaboradores têm do veículo ou da sua profissão. Bem pelo contrário, surge do reconhecimento de que existem outras preocupações nas suas agendas de trabalho.

É importante que isso fique claro. A sua intenção até pode ser a melhor, mas a mensagem pode não ser passada da melhor forma.

As dicas que deverá querer transmitir

Alerte, por exemplo, para os perigos das fugas de óleo e para a importância de verificar as porcas das rodas.

Apresente dados. Materialize os alertas que quer transmitir. Segundo o FleetNews, os defeitos nos veículos foram responsáveis por 2000 acidentes em 2013, sendo que 42 deles resultaram em mortes.

Os próprios condutores poderão sentir-se mais seguros ao saberem que estão a conduzir um veículo em perfeitas condições, com a manutenção adequada.

À medida que estes alertas vão sendo dados, não de forma exaustiva, os comportamentos e práticas vão ficando mais consolidadas. Apresente dicas através de vídeos curtos. O tempo é essencial e a atenção dos condutores é bastante requisitada ao longo do dia de trabalho.

Retirado de blog gestão frota

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eROT: conhece as suspensões revolucionárias da Audi

 

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#erot #audi

“eROT” é o nome das suspensões revolucionarias que a Audi está a desenvolver. Um sistema que promete revolucionar o futuro da marca de Ingolstadt.Num futuro próximo as suspensões tal como as conhecemos podem ter os dias contados. A culpa é da Audi e do revolucionário sistema eROT, um sistema inovador que faz parte do plano tecnológico apresentado pela marca alemã no final do ano passado, e que pretende alterar a forma como trabalham as suspensões atuais, maioritariamente baseadas em sistemas hidráulicos.

Em síntese, o princípio por detrás do sistema eROT – electromechanical rotary damper – é fácil de explicar: “cada buraco, cada solavanco e cada curva induzem energia cinética no carro. Acontece que os amortecedores atuais absorvem toda esta energia, que é desperdiçada sob forma de calor , afirma Stefan Knirsch, membro do Conselho de Desenvolvimento Técnico da Audi. De acordo com a marca, tudo irá mudar com esta nova tecnologia. “Com o novo mecanismo de amortecimento eletromecânico e com o sistema elétrico de 48 volts, vamos  passar a dar uso a toda essa energia” que agora é desperdiçada, esclarece Stefan Knirsch. Por outras palavras, a Audi ambiciona aproveitar toda a energia cinética gerada pelo trabalho da suspensão – que atualmente é dissipada pelos sistemas convencionais em forma de calor – e transformá-la em energia elétrica, acumulando-a em baterias de lítio para alimentar posteriormente outras funções do veículo, melhorando assim a eficiência do automóvel. Com este sistema a Audi prevê uma poupança de 0.7 litros por cada 100 km.

Outra das vantagens deste sistema de amortecimento é a sua geometria. No eROT, os tradicionais amortecedores em posição vertical são substituídos por motores elétricos dispostos horizontalmente, o que se traduz num maior espaço na bagageira e numa redução de peso de até 10 kg. Segundo a marca, este sistema pode gerar entre entre 3W e os 613W, dependendo do estado do piso – quando mais buracos, mais movimento e por conseguinte maior produção energética. Além disso, o eROT poderá ainda oferecer novas possibilidades no que toca ao ajuste da suspensão, e por se tratar de uma suspensão ativa, este sistema adapta-se de forma ideal às irregularidades do piso e ao tipo de condução, contribuindo para um maior conforto no habitáculo.

Para já, os testes iniciais têm sido promissores, mas não se sabe ainda quando é que o eROT se irá estrear num modelo de produção do fabricante alemão. Recordamos que a Audi já usa um sistema de barras estabilizadoras com o mesmo princípio de funcionamento no novo Audi SQ7 – podes saber mais aqui.

Retirado de razaoautomovel

Há mais automóveis em Portugal. Mas estão cada vez mais velhos

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Renault, Opel e Volkswagen são as três marcas com mais carros ligeiros a circular em Portugal.

5 781 700. Este foi o número total de automóveis em circulação em Portugal no final de 2015, segundo as estatísticas do sector divulgadas esta quinta-feira pela Associação Automóvel de Portugal (ACAP). Em média, cada automóvel ligeiro tem 12,4 anos, acima dos 12 anos de 2014.

Um quarto dos carros ligeiros (25,1%) tem entre 10 e 15 anos. Correspondem a mais de um milhão de unidades. Apenas 3,6% dos automóveis ligeiros tem até um ano, revelam as estatísticas da associação liderada por Hélder Pedro.

A Renault é a marca com mais carros ligeiros a circular em Portugal. Corresponde a 11,2% do parque automóvel, ou seja, 510 mil unidades. Logo a seguir surgem a Opel, com 455 323 carros (10% do mercado) e a Volkswagen, com 425 006 veículos (9,4% do mercado).

Entre as marcas registadas pela ACAP estão nomes mais ‘clássicos’ como a Santana (228 unidades), a Talbot (177), Simca (129), a Montego (56), a Taunus (43) ou a Sunbeam (38). Mas há espaço para insígnias mais recentes como a divisão i da BMW (245 unidades) ou a Tesla (25 registos).

Em 2015, as vendas totais de automóveis cresceram 24% para 213 654 unidades. No segmento de ligeiros de passageiros, o ganho foi de 24,3% para 169 551 unidades.

Retiradp de dinheirovivo

LeasePlan lança serviço para responder à nova lei de auditorias a frotas

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A operadora no mercado do renting e gestão de frotas LeasePlan Portugal criou um novo serviço – uma solução própria de Consultoria Energética para realização de auditorias às frotas por um técnico interno reconhecido pela Direção Geral de Energia e Geologia (DGEG).

Com a entrada em vigor do Decreto-lei n.º68-A/2015, o número de empresas cujas frotas estão obrigadas a uma auditoria energética alargou. Além das empresas de transportes e empresas com frotas que apresentam um consumo igual ou superior a 500 toneladas equivalentes de petróleo, estão agora sujeitas a auditoria as empresas não PME (Pqeuenas e Médias Empresas) cujos consumos energéticos sejam iguais ou superiores a 250 toneladas equivalentes de petróleo.

Para responder a esta nova exigência legal, as empresas devem recorrer a profissionais oficialmente reconhecidos como auditores pela DGEG. Antecipando esta necessidade, a LeasePlan apresenta agora um novo serviço de Consultoria Energética, com o qual pretende fornecer aos clientes Auditorias Energéticas com informação adicional face ao exigido pela legislação em vigor.

“Relatórios de emissões de CO2 e classificação energética por veículo e para toda a frota, recomendações na escolha de veículos e políticas de frota e relatórios sobre redução de CO2 através de análises de tendências baseados em dados estáticos e dinâmicos”, são algumas das mais-valias que a empresa agrega à nova solução de auditoria, decorrentes da experiência obtida com a prestação do serviço GreenPlan desde 2007.

“A Consultoria Energética nasce da experiência adquirida através de um serviço exclusivo da empresa há quase dez anos: o GreenPlan, que visa responder à necessidade global de reduzir os consumos energéticos e emissões poluidoras do meio ambiente”, explica em comunicado Pedro Pessoa, diretor Comercial da LeasePlan Portugal.

O serviço GreenPLan pretende incentivar as empresas a reduzirem as emissões de CO2. Além de fornecer informação e sugestões, facilita também a participação em programas de compensação e premeia anualmente o sucesso dos objetivos propostos através da atribuição do Certificado FleetConscious. É apoiado pelo programa Intelligent Energy da Comissão Europeia e conta com certificação da empresa TüV Rheinland.

Retirado de hipersuper

Pagar a multa em prestações?

30fef24ebd71cd480ef6d77f291726a8_XLComo pode pagar as multas em prestações? Quando é que se aplica? O que fazer?

A lei admite a possibilidade das multas serem pagas em prestações. Isso é possível se o valor mínimo da coima aplicada for superior a 204 euros e se o arguido requerer essa hipótese. Assim, caso a autoridade administrativa autorize, a liquidação da multa terá de ser feita mensalmente, em prestações não inferiores a 50 euros, por um período máximo de doze meses. O pagamento da multa em prestações pode ser requerido até ao envio do processo a tribunal para execução. O pedido tem, assim, de ser dirigido ao Presidente da Autoridade Nacional da Segurança Rodoviária, entidade que, de resto, possui uma minuta que pode usada para este efeito e que aqui reproduzimos (ver pdf).

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Retirado de autohoje

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