Renault liderou mercado de veículos comerciais ligeiros

EN DYNAMIQUE EN VILLE

O Grupo Renault teve, em 2015, um crescimento de 16,9% no mercado europeu de Veículos Comerciais Ligeiros (LCV), o que representou uma quota de mercado de 15% (+0,71 pontos face a 2014).

Com este resultado, a marca Renault continua assim líder na Europa no mercado dos veículos comerciais ligeiros pelo 18º ano consecutivo, de acordo com a ACEA (Associação dos Construtores Europeus de Automóveis).

“Os nossos bons resultados em todo o mundo permitem-nos ter toda a confiança no futuro. Estamos orgulhosos pela nossa posição de liderança na Europa”, explicou Ashwani Gupta, Direor da Divisão dos Veículos Comerciais Ligeiros da Renault, satisfeito com esta prestação.

À escala mundial, o grupo francês regista 387 mil unidades vendidas traduzindo assim a quota de mercado global em 3,76 % – um ganho de 0,63 pontos em comparação com 2014.

A gama de LCV do grupo é comercializada em 112 países e os seus modelos figuram no TOP 3 de vários mercados.

Com o Renault Pro+, a empresa gaulesa possui uma marca especializada dedicada aos utilizadores de veículos comerciais ligeiros, incarnando a promessa da Renault e as suas ambições no mercado mundial dos comerciais ligeiros.

“O ano de 2015 fica marcado pelo lançamento global da nossa marca especializada Renault Pro+ que prova a nossa vontade de oferecer uma gama de produtos e de serviços adaptados às necessidades dos nossos clientes”, referiu Ashwani Gupta.

Retirado de automonitor

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Vendas para Rent-a-car somaram 42 mil unidades em 2015

rent-a-car

As vendas de automóveis para o Rent-a-car (RAC) cresceram 31% no ano passado, para 41.937 unidades, equivalendo a cerca de 23,5% do mercado de ligeiros de passageiros, de acordo com os dados da ARAC, a associação que reúne as empresas do sector. No mercado dos comerciais ligeiros, o Rent-a-car somou 3.326 unidades, mais 13% que em 2014.

Em ternos agregados, o RAC fez 22% do total de vendas de veículos ligeiros, afirmando-se como o maior canal do mercado e um dos grandes impulsionadores das vendas de veículos semi-novos.

O ano recorde de turismo, com mais de 9,6 milhões de turistas entre janeiro e julho e um crescimento das receitas de dois dígitos, animaram o mercado do aluguer de automóveis, que entre junho e setembro, no pico da época alta, tinha um parque de cerca de 75 mil veículos em circulação.

Retirado de automonitor

Os carros mais seguros de 2015 são…

Testes-Euros-NCAP-Carros-Mais-Seguros-de-2015

Foi recentemente divulgada uma lista que contém os carros mais seguros da Europa neste último ano findo, no seguimento de uma avaliação conduzida pela European New Car Assessment Programme (Euro NCAP).

Todos os anos a Euro NCAP publica uma lista que inclui os carros mais seguros do ano, nas suas respetivas categorias, segundo um processo de avaliação que envolve quatro parâmetros:

  1. A proteção das crianças
  2. A proteção dos adultos
  3. A proteção dos peões
  4. Sistema de segurança elétrónico

O carro considerado vencedor, é aquele que conseguir reunir o maior somatório de pontos, entre todos estes parâmetros de avaliação. No entanto, a Euro NCAP adverte para o facto de a “classificação não poder ser feita comparando diretamente carros de categorias diferentes, portanto “Best in Class” mostra os veículos que tiveram uma melhor performance em relação ao seu concorrente”

Vamos aos vencedores por categoria :

Grande Todo-o-terreno – Volvo XC90

 Volvo XC90-Mais-Seguro-na-Categoria-Grande-Todo-o-Terreno

 

Pequeno Todo-o-terreno – Mercedes-Benz GLC

Mais seguro na categoria pequeno todo-o-terreno

 

Grande Familiar – Jaguar XE

Mais seguro na categoria Grande Familiar

Pequeno Familiar – Infiniti Q30

Pequeno-Familiar-Mais-Seguro

Superminu – Honda Jazz

Superminu-Mais-Seguro

Grande Monovolume – Ford Galaxy

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Pequeno Monovolume – VW Touran

Pequeno-Mono-volume-Mais-Seguro

Roadster – Mazda MX5

 

Roadster-Mais-Seguro

Surpreendido?

Fonte: Jornal I / Euro NCAP | Fonte (imagens): Euro NCAP (blog Gestão Frotas)

Costuma circular nas vias central e da esquerda na autoestrada?

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Se tem por hábito circular na faixa central ou da esquerda de uma autoestrada (ou de outra estrada com mais do que uma via), saiba que pode ser multado. E a multa não é nada simpática.

Porém, mais do que o mito, há a realidade. Quando circula na autoestrada, ou em estradas com mais de uma via, é normal ver outros veículos seguir no centro ou à esquerda. É um desses condutores? Há uma multa pouco simpática para si.

De acordo com o Código da Estrada, quem não utilizar a via de trânsito mais à direita está a infrigir a lei e incorre numa multa que pode chegar aos 300 euros.

Diz o artigo 14.º, sobre a pluralidade das vias de trânsito, quer se trate de uma autoestrada ou não, que “sempre que, no mesmo sentido, sejam possíveis duas ou mais filas de trânsito, este deve fazer-se pela via de trânsito mais à direita”.

O mesmo artigo realça que pode utilizar outra via apenas “para ultrapassar ou mudar de direção” (aqui, a legislação prevê os casos do trânsito fora das autoestradas).

Ao proceder de acordo com a lei, reduz os riscos de acidente e evita ser ultrapassado pela direita – o que constitui uma manobra perigosa.

Por outro lado, caso ocorra um acidente envolvendo a sua viatura, existe (em teoria) menos risco se ficar com o automóvel imobilizado nas faixas onde se circula a maior velocidade.

Em caso de acidente, é muito mais complicado para os veículos que circulam à retaguarda fugir ao obstáculo se este se encontrar mais à esquerda.

Este mau costume que é possível testemunharmos todos os dias, nas estradas portugueses, causa outro problema: os condutores que cumprem a lei são, muitas vezes, obrigados a cruzar duas vias para ultrapassar um veículo que segue na via central. E esta questão representa um perigo acrescido.

Há nas autoestradas alguns sinais que o aconselham a circular na via mais à direita. Não ignore esse conselho, pela sua segurança, pela segurança de quem transporta e pela segurança de todos os utentes da via.

Retirado de ptjornal

Lisboa não multa carros antigos no centro da cidade

Lei entrou em vigor a 15 de janeiro do ano passado e impedia a circulação dos carros mais antigos no centro de Lisboa. ACP e ACA-M falam em falta de fiscalização.

Em janeiro de 2015 muito se falou da lei que impedia a circulação dos carros mais antigos no centro de Lisboa, uma medida para diminuir os níveis de poluição. Um ano depois, percebe-se que muito pouco parece ter mudado na vida de quem pretende passar nas várias zonas da capital portuguesa.

Se nas duas primeiras semanas, o então comandante da Polícia Municipal de Lisboa, André Gomes, garantia ao “Expresso” que tinham sido registadas 20 coimas e que havia ações de fiscalização diárias, um ano depois há quem garanta que a fiscalização não tem estado a ser feita. “Acho possível que não estejam a fiscalizar e que seja uma medida apenas para estrangeiro ver. Não podemos esquecer que agora há regras europeias que obrigam a ter atenção à poluição. Mas a verdade é que Bruxelas pediu e Lisboa nada fez”, começa por explicar ao i Manuel João Ramos, presidente da Associação de Cidadãos Auto-Mobilizados (ACA-M).

O i tentou, sem sucesso, solicitar o número de carros, com matrícula anterior a 2000, multados durante todo o ano de 2015. Carlos Barbosa, presidente do Automóvel Club de Portugal (ACP), revelou ao i que também acredita que não existam dados para apresentar. “Fizeram uma lei que não faz sentido porque não têm forma de a controlar. Mesmo a Polícia Municipal de Lisboa não tem como fazer a fiscalização”, esclarece.

A lei é clara: os carros com matrículas anteriores a 2000 não podem circular no centro da capital entre as 7h00 e as 21h00 dos dias úteis. Cada coima tem o valor de 24,94 euros.

Estas restrições a veículos anteriores a 2000 são referentes à zona 1, que inclui Cais Sodré, Campo das Cebolas, Rua Alexandre Herculano e Praça do Comércio. Já os que têm matrículas anteriores a 1996 estão proibidos de circular na zona 2 (ver infografia).

A Câmara Municipal de Lisboa (CML) já tinha previsto, no entanto, este cenário e, por isso, deixou salvaguardado que, para tornar mais eficaz a a fiscalização dos veículos, ia ser instalado um sistema de deteção de matrículas nas Zonas de Emissão Reduzida (ZER). “É um sistema idêntico ao que existe nas ex-scut (vias sem custos para o utilizador), sendo que as câmaras serão incluídas nos semáforos, em vez de se montarem pórticos, e verificam se as matrículas dos carros respeitam ou não as normas”, disse, nesta altura, o vereador da Mobilidade, Fernando Nunes da Silva.

“A fiscalização não tem sido minimamente eficaz”, disse o vereador, acrescentando que o comando metropolitano da PSP não tinha “capacidade de resposta para uma área tão grande”. Agora, o problema mantêm-se. De acordo com fonte policial, em alguns casos, estas multas são passadas em situações em que haja um acidente e se verifique que o veículo não devia estar a circular naquela zona. Mas quem pensa que o sistema de deteção de matrículas poderia resolver a questão poderá estar enganado.

“Isto é show off. É apenas uma medalha para pôr na lapela. Há uma grande pressão para que a poluição diminua, mas isto não é uma política sustentada de nada”, explica Manuel João Ramos. Opinião partilhada por Carlos Barbosa: “Não têm dinheiro para esse sistema de fiscalização e o dinheiro que têm é para essas parvoíces como a 2ª Circular”.

Verde na 2.ª Circular O projeto de fazer uma remodelação nesta rodovia, que foi adiada pela Câmara de Lisboa, está avaliado em 10 milhões de euros. O adiamento justifica-se para que seja possível um período de discussão pública. Os grandes objetivos desta obra são, de acordo com o Plano de Requalificação, melhorar o trânsito, reduzir a sinistralidade e diminuir a poluição. Conduzir com árvores à esquerda e à direita será também a imagem que se pode prever. A ideia é que a 2ª Circular se transforme numa avenida urbana, onde o verde predomina e a velocidade não pode ser superior a 60km/h.

Depois de terminar este prazo de consulta pública, o projeto volta a reunião. Está prevista que esta alteração na 2ª Circular dure cerca de 11 meses, não existindo ainda uma data apontada para o início das obras.

O modelo é da responsabilidade do vereador Manuel Salgado e tem dois pontos essenciais: infraestrutura rodoviária e soluções de traçado e perfil.

Outras alterações previstas pela autarquia são a de repavimentar toda a via, que tem o maior nível de sinistralidade, substituir o sistema de iluminação e mudar a sinalização vertical e horizontal, fazendo com que fique mais visível. Mas para Manuel João Ramos, as prioridades deviam ser outras: “Isto não é política sustentada de nada. A Alta de Lisboa podia ser outra coisa. Podia haver uma aposta nos transportes públicos e em ciclovias”.

Outros recuos Manuel João Ramos sublinha ainda que existem outros casos que devem ser recordados, nomeadamente o facto de as câmaras não respeitarem os tempos de passagem de peões nos semáforos. “É uma medida de 2009. Em quantos cruzamentos se cumpre a lei da acessibilidade? Não se cumpre. Porquê? Porque vai criar um obstáculo à circulação privada. Não interessa à câmara. Assim como não interessa criar este obstáculo no caso das matrículas. É dramático”, sublinha, recordando ainda que as multas para os carros mais antigos que circulam em Lisboa é apenas mais um projeto para acabar com a poluição: “Projetos há muitos, mas nunca alterações”.

O i tentou, sem sucesso, obter uma reação da CML.

Retirado de ionline

Venderam-se 489 carros por dia em Portugal

Vendas no ano passado subiram significativamente. Renault lidera, Volkswagen ficou em segundo lugar no ano do escândalo das emissões de poluentes

A retoma das vendas no sector automóvel está confirmada. Só o mercado de veículos ligeiros de passageiros cresceu 25%, ultrapassando as 178 mil unidades (mais precisamente 178.496, o que dá uma média diária de 489 veículos). Somando os mais de 30 mil comerciais ligeiros, o mercado total de ligeiros ultrapassou os 209 mil veículos. Adicionando ainda o segmento dos veículos pesados, que teve 4293 unidades vendidas, o total do mercado português atingiu os 213.645 veículos automóveis, o que corresponde a um aumento de 24%, segundo dados da Associação Automóvel de Portugal (ACAP).

O número total de vendas em 2015 aproxima-se da média dos últimos 15 anos, que é de 239.934 veículos, ultrapassando as vendas de 2009. A liderança no segmento de ligeiros de passageiros é detida pela Renault, seguida pela Volkswagen – apesar das vendas de dezembro terem refletido uma quebra de 7,6% face ao mês homólogo de 2014 -, pela Peugeot, pela Mercedes-Benz e pela BMW, que surge em quinto lugar.

Ou seja: no ranking das cinco marcas mais vendidas nos automóveis ligeiros de passageiros, o mercado português tem dois fabricantes premium, o que é pouco frequente a nível europeu.

Só em dezembro de 2015 foram vendidos no mercado nacional 17.283 veículos, o que representa um crescimento de 7,7% face a igual mês do ano anterior.

A ACAP refere que “apesar do crescimento agora registado, o mercado em 2015 situou-se 11% abaixo da média dos últimos quinze anos”. No entanto, o mercado nacional quase duplicou as vendas totais registadas em 2012, ano em que foram vendidos em Portugal apenas 113.435 mil veículos.

Desde 2013 que as vendas de automóveis têm aumentado. Mas a ACAP considera que ainda “não se verificou a recuperação para valores considerados normais para a dimensão do país”.

Em Dezembro foram vendidos em Portugal 13.126 automóveis ligeiros de passageiros, o que corresponde a um aumento de 10,3% face ao mês homólogo do ano anterior, refere a ACAP.

Nos comerciaios ligeiros, de Janeiro a Dezembro o mercado totalizou 30.856 veículos, ou seja, mais 17,9% em termos homólogos. E as vendas de veículos pesados de passageiros e de mercadorias situaram-se nas 4.293 unidades, mais 27,6% em relação às vendas de 2014, revela a ACAP.

Retirado de expresso

ALERTA: Atenção às actualizações ao Código da Estrada

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Código da Estrada actualizado anexado

Manual de perguntas e respostas sobre o novo código da estrada em anexo

Em caso de acidente numa auto-estrada ou via rápida concessionada, saber isto pode fazer a diferença entre pagares do teu bolso os danos da tua viatura e da via, ou receberes uma indemnização! É muito importante e deves partilhar com o maior número possível de pessoas. Pagamos as portagens mais caras da Europa, e mesmo assim tentam enganar-nos por desconhecer-mos a lei!

Importante: Lei 24/2007: Acidentes em auto-estradas EM ANEXO

Entretanto é MUITO IMPORTANTE

As alterações ao código da estrada abaixo identificadas entraram em vigor. Por isso, há que parar em todos os STOP, nada de andar de trotinete em cima dos passeios, e retirar a placa de ‘procuro novo dono’ do automóvel. Atenção ao pagamento imediato das coimas (bem como das atrasadas). VELOCIDADE Sempre que exista grande intensidade de trânsito, o condutor deve circular com velocidade especialmente moderada. Caso não o faça cometerá uma contra-ordenação grave. ( Art.ºs 25.º e 145.º )

  • A velocidade mínima nas auto-estradas passa de 40 para 50 km/h . (Art.º 27.º )
  • A sanção pelo excesso de velocidade é agravada e distinta quando ocorra dentro ou fora da localidade.
  • Assim:
Automóveis ligeiros, motociclos

 

       
  Excesso de velocidade

 

Coima

 

Contra-Ordenação

 

       
Dentro das Localidades Até 20 km/h 60 a 300 euros Leve
20 a 40 km/h 120 a 600 euros Grave
40 a 60 km/h 300 a 1.500 euros Muito Grave
Mais de 60 km/h 500 a 2.500 euros Muito Grave
       
Fora das Localidades Até 30 km/h 60 a 300 euros Leve
30 a 60 km/h 120 a 600 euros Grave
60 a 80 km/h 300 a 1.500 euros Muito Grave
Mais de 80 km/h 500 a 2.500 euros Muito Grave

 

Automóveis pesados

 

       
  Excesso de velocidade

 

Coima

 

Contra-Ordenação

 

       
Dentro das Localidades Até 10 km/h 60 a 300 euros Leve
10 a 20 km/h 120 a 600 euros Grave
20 a 40 km/h 300 a 1.500 euros Muito Grave
Mais de 40 km/h 500 a 2.500 euros Muito Grave
       
Fora das Localidades Até 20 km/h 60 a 300 euros Leve
20 a 40 km/h 120 a 600 euros Grave
40 a 60 km/h 300 a 1.500 euros Muito Grave
Mais de 60 km/h 500 a 2.500 euros Muito Gra

PLACAS COLOCADAS NO EIXO DA FAIXA DE RODAGEM

  • Para efeitos de mudança de direcção deixa de existir o conceito de placa de forma triangular. Assim, qualquer placa situada no eixo da faixa de rodagem deve ser contornada pela direita. Contudo, se estas se encontrarem numa via de sentido único, ou na parte da faixa de rodagem afecta a um só sentido, podem ser contornadas pela esquerda ou pela direita, conforme for mais conveniente. ( Art.º 16.º )

ROTUNDAS

  • Nas rotundas, situadas dentro ou fora das localidades, o condutor deve escolher a via de trânsito mais conveniente ao seu destino. ( Art.º 14.º )
  • Os condutores de veículos a motor que pretendam entrar numa rotunda passam a ter de ceder a passagem aos condutores de velocípedes, de veículos de tracção animal e de animais que nela circulem. ( Art.ºs 31.º e 32.º )
  • Os condutores que circulam nas rotundas deixam de estar obrigados a ceder passagem aos eléctricos que nelas pretendam entrar. ( Art.º 32.º )
  • Passa a ser proibido parar ou estacionar menos de 5 metros , para um e outro lado, das rotundas e no interior das mesmas. ( Art.º 49.º )

ULTRAPASSAGEM

  • A ultrapassagem de veículo pelo lado direito passa a ser sancionada com coima de 250 a 1.250 euros. ( Art.º 36.º )

PARAGEM E ESTACIONAMENTO

  • Passa a ser proibido parar e estacionar a menos de 25 metros antes e 5 metros depois dos sinais de paragem dos veículos de transporte colectivo de passageiros – autocarros. ( Art.º 49.º )
  • Passa a ser proibido parar e estacionar a menos de 6 metros antes dos sinais de paragem dos veículos de transporte colectivo de passageiros que circulem sobre carris-eléctricos. ( Art.º 49.º)
  • O estacionamento de veículos ostentando qualquer informação com vista à sua transacção (ex: vende-se, procuro novo dono, n.º de telemóvel, entre outros), é proibido e considerado abusivo, pelo que este será rebocado. ( Art.ºs 50.º e 163.º )
  • A paragem e o estacionamento nas passagens assinaladas para a travessia de peões (passadeiras) passa a ser considerado contra-ordenação grave. ( Art.º 145.º )

TRANSPORTE DE CRIANÇAS

  • As crianças com menos de 12 anos de idade e menos de 150 cm de altura devem ser transportadas sempre no banco de trás e são obrigadas a utilizar sistemas de retenção adequados ao seu tamanho e peso – cadeirinhas. ( Art.º 55.º )
  • É permitido o transporte de crianças com menos de 3 anos no banco da frente desde que se utilize sistema de retenção virado para a retaguarda e o airbag do lado do passageiro se encontre desactivado. ( Art.º 55.º )
  • Nos automóveis que não estejam equipados com cintos de segurança é proibido o transporte de crianças com menos de 3 anos. ( Art.º 55.º )
  • A infracção a qualquer das disposições referidas nos pontos anteriores é sancionada com coima de 120 a 600 euros por cada criança transportada indevidamente. ( Art.º 55.º )
  • O transporte de menores ou ininputáveis sem cinto de segurança passa a ser considerado contra-ordenação grave. ( Art.º 145.º )

ARREMESSO DE OBJECTOS PARA O EXTERIOR DO VEÍCULO

  • O arremesso de qualquer objecto para o exterior do veículo passa a ser sancionado com coima de 60 a 300 euros. ( Art.º 79.º ) – Atenção às beatas, charutos e outros cigarros que devem ser apagados nos respectivos cinzeiros dos carro

TROTINETAS COM MOTOR Os condutores de trotinetas com motor, um brinquedo que hoje se adquire em qualquer supermercado, têm de usar capacete devidamente ajustado e apertado. ( Art.º 82.º )

  • O trânsito destes veículos não é equiparado ao trânsito de peões, pelo que não podem circular nos passeios. ( Art.º 104.º)
  • Para as restantes disposições do Código da Estrada, estes veículos são equiparados a velocípedes. (Art.º 112.º )

USO DE TELEMÓVEL DURANTE A CONDUÇÃO

  • A utilização de telemóvel durante a condução, só é permitida se for utilizado auricular ou sistema alta voz que não implique manuseamento continuado. A infracção a esta disposição é sancionada com coima de 120 a 600 euros e passa a ser considerada contra-ordenação grave. ( Art.ºs 84.º e 145.º )

TRIÂNGULO DE PRÉ-SINALIZAÇÃO E COLETE RETRORREFLECTOR

  • Passa a ser obrigatório colocar o triângulo de pré-sinalização de perigo (a pelo menos 30 metros do veículo, de forma a ser visível a, pelo menos, 100 metros ) sempre que o veículo fique imobilizado na faixa de rodagem ou na berma ou nestas tenha deixado cair carga. ( Art.º 88.º )
  • Todos os veículos a motor (excepto os de 2 ou 3 rodas, os motocultivadores e os quadriciclos sem caixa) têm de estar equipados com um colecte retrorreflector, de modelo aprovado. ( Art.º 88.º )
  • Nas situações em que é obrigatório o uso do sinal de pré-sinalização de perigo, quem proceder à sua colocação, à reparação do veículo ou à remoção da carga deve utilizar colete retrorreflector. A não utilização do colete é sancionada com coima de 120 a 600 euros. ( Art.º 88.º )

OUTRAS ALTERAÇÕES

  • Não parar perante o sinal de STOP, ou perante a luz vermelha de regulação do trânsito ou o desrespeito da obrigação de parar imposta pelos agentes fiscalizadores ou reguladores do trânsito, passa a ser considerada contra-ordenação muito grave. ( Art.º 146.º )
  • Pisar ou transpor uma linha longitudinal contínua que separa os sentidos de trânsito passa a ser considerada contra-ordenação muito grave. ( Art.º 146.º )
  • A condução sob influência do álcool, considerada em relatório médico, passa a ser considerada contra-ordenação muito grave. ( Art.º 146.º )

CLASSIFICAÇÃO DE VEÍCULOS

  • Passa a haver as categorias de triciclos e de velocípedes com motor. Para efeitos de circulação, os velocípedes com motor são equiparados a velocípedes. ( Art.ºs 107.º e 112.º )
  • Os quadriciclos passam a ser distinguidos entre ligeiros e pesados. A condução destes veículos passa a ficar dependente da titularidade de carta de condução. ( Art.º.s 107.º e 123.º )

TRANSFORMAÇÃO DE VEÍCULOS (TUNING)

  • É proibido o trânsito de veículos sem os sistemas, componentes ou acessórios com que foi aprovado, que utilize sistemas, componentes ou acessórios não aprovados, que tenha sido objecto de transformação não aprovada. As autoridades de fiscalização do trânsito, ou seus agentes, podem proceder à apreensão do veículo até que este seja aprovado em inspecção extraordinária, sendo o proprietário sancionado com coima de 250 a 1.250 euros. (Art.ºs 114.º, 115.º e 162.º )

INSPECÇÕES
Passam a realizar-se inspecções para verificação das características após acidente e inspecções na via pública para verificação das condições de manutenção. ( Art.º 116.º REGIME PROBATÓRIO DA CARTA DE CONDUÇÃO A carta de condução, emitida a favor de quem não se encontrava habilitado, passa a ser provisória pelo período de três anos. ( Art.º 122.º

  • Acresce que os titulares de carta de condução das subcategorias A1 e/ou B1 voltam a estar sujeitos ao regime probatório quando obtiverem as categorias A e/ou B. Ou seja, nestas situações, a carta de condução é provisória duas vezes. ( Art.º 122.º )

A carta de condução provisória caduca se o seu titular for condenado pela prática de um crime rodoviário, de uma contra-ordenação muito grave ou de duas contra-ordenações graves. ( Art.º 130.º )

  • Os veículos conduzidos por titulares de carta de condução provisória têm de ostentar à retaguarda um dístico (‘ovo estrelado’) de modelo a definir em regulamento. ( Art.º 122.º )

SUBCATEGORIAS DE VEÍCULOS

  • São criadas as subcategorias B1, C1, C1+E, D1 e D1+E. Trata-se de veículos da mesma espécie, mas de dimensões mais reduzidas. ( Art.º 123.º )

Não existe precedência de habilitações, ou seja, não é necessário estar habilitado para a subcategoria C1 para obter a categoria C.

REQUISITOS PARA OBTENÇÃO DE CARTA DE CONDUÇÃO

  • Aos candidatos a condutores passa a ser exigido que saibam ler e escrever. (Art.º 126.º )

NOVOS EXAMES

  • Os condutores detectados a circularem em contramão nas auto-estradas ou vias equiparadas, bem como aqueles que sejam considerados dependentes de álcool ou drogas, serão submetidos a novos exames – médicos, psicológicos ou de condução. ( Art.º 129.º )

SEGURO DE RESPONSABILIDADE CIVIL

  • A circulação de veículo sem seguro de responsabilidade civil passa a ser sancionada com coima de 500 a 2.500 euros e a ser considerada contra-ordenação grave (aplicada ao proprietário do veículo). O veículo é apreendido pelas autoridades de fiscalização do trânsito ou seus agentes. ( Art.ºs 145.º, 150.º e 162.º )

PAGAMENTO VOLUNTÁRIO DA COIMA

  • O pagamento voluntário da coima passa a ser efectuado no acto da verificação da contra-ordenação, ou seja, o condutor terá de pagar a coima (pelo valor mínimo) ao agente que detecta a infracção e levanta o auto. ( Art.º 173.º
  • Se o condutor não pretender efectuar o pagamento voluntário imediato da coima, deve prestar depósito, também imediatamente, de valor igual ao mínimo da coima prevista para a contra-ordenação praticada. Esse valor será devolvido se não houver lugar a condenação. ( Art.º 173.º )

Se o infractor não pagar a coima no momento, ou se não efectuar o depósito referido, o agente de autoridade apreende o título de condução, ou os títulos de identificação do veículo e de registo de propriedade, e emite uma guia de substituição, válida pelo tempo julgado necessário, e renovável até à conclusão do processo. Quando efectuar o pagamento, os documentos serão devolvidos ao condutor.

 

Esclarecimento da Ex-DGV: Tendo em conta as disposições aplicáveis do Código da Estrada, na redacção que lhe foi conferida pelo Decreto-Lei nº 44/2005, de 23 de Fevereiro, constantes dos artºs 13º, nº 1; 14º, nºs 1 a 3; 15º, nº 1; 16º, nº 1; 21º; 25º; 31º, nº 1, c) e 43º e as definições referidas no artº 1º do mesmo Código, na circulação em rotundas os condutores devem adoptar o seguinte comportamento 1- O condutor que pretende tomar a primeira saída da rotunda deve: Ocupar, dentro da rotunda, a via da direita, sinalizando antecipadamente quando pretende sair.
2 – Se pretender tomar qualquer das outras saídas deve:

  • Ocupar, dentro da rotunda, a via de trânsito mais adequada em função da saída que vai utilizar (2ª saída = 2ª via; 3ª saída= 3ª via);
  • Aproximar-se progressivamente da via da direita;
  • Fazer sinal para a direita depois de passar a saída imediatamente anterior à que pretende uitilizar;
  • Mudar para a via de trânsito da direita antes da saída, sinalizando antecipadamente quando for sair.

ALERTA A QUEM CONDUZ

Codigo_da_Estrada_2014_EDIT_(1)

manual-codigo-da-estrada-2015

Espero que seja útil.

Prepare-se: há novas regras que tem de saber sobre a sua carta de condução

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Todos os automobilistas portugueses vão estar abrangidos por um novo regime, sendo-lhes atribuídos 12 pontos. Em caso de eventuais contraordenações, perde pontos – e fica sem carta durante dois anos se chegar aos zero. Saiba tudo o que muda.

O Governo aprovou esta quinta-feira a carta por pontos, regime que vai entrar em vigor a 1 de junho do próximo ano e sem efeitos retroativos e inexistência de amnistia para as contraordenações cometidas ao abrigo da atual lei.

Em conferência de imprensa no Ministério da Administração Interna, o secretário de Estado da Administração Interna, João Almeida, explicou que vai existir um período de adaptação de um ano, estando previsto na proposta de lei, aprovada esta quinta-feira em conselho de ministros, que o novo regime entra em vigor a 1 de junho de 2016.

Assim, explicou João de Almeida, a cada condutor é atribuído 12 pontos, que vão diminuindo à medida que o condutor vai cometendo contraordenações graves e muito graves, além dos crimes rodoviários, que passam a ter também relevância para o novo regime de cassação da carta.

No caso das contraordenações graves, os automobilistas perdem dois pontos e nas muito graves quatro, enquanto nos crimes rodoviários vão ser subtraídos seis pontos.

O secretário de Estado explicou que a condução sob influência do álcool ou substâncias psicotrópicas vão ter um regime próprio, sendo subtraído aos condutores três pontos nas multas graves e cinco pontos nas muito graves.

A justificação para esta penalização prende-se com o facto de cerca de um terço das vítimas mortais em acidentes de viação terem uma taxa de álcool no sangue acima do limite legal.

Segundo João Almeida, a carta por pontos vai ser aplicável às infrações rodoviárias cometidas após a entrada em vigor da lei e as infrações cometidas antes de 1 de junho de 2016 continuam a ser punidas ao abrigo do atual regime.

A partir de 1 de junho de 2016, todos os automobilistas portugueses vão estar abrangidos pelo novo regime e começam do zero, sendo-lhes atribuídos 12 pontos.

A proposta de lei estabelece que a subtração de pontos ao condutor tem níveis intermédios, que têm de frequentar ações de formação de segurança rodoviária quando têm quatro pontos e realizar um novo exame de código quando ficam apenas com dois.

Quando o automobilista perde todos os pontos fica sem título de condução durante dois anos e tem de tirar novamente a carta.

Na conferência de imprensa, João Almeida sublinhou que o novo regime vai beneficiar os condutores que não cometam infrações graves e muito graves, permitindo recuperar pontos no final, que podem chegar aos 15, mais três do que os 12 iniciais.

O secretário de Estado explicou ainda que a carta por pontos vai entrar em vigor automaticamente, não substitui qualquer documento e não tem custos para os condutores, que podem consultar o seu registo no novo portal das contraordenações.

O atual regime prevê a cassação da carta de condução aos condutores que, no espaço de cinco anos, cometam três infrações muito graves ou cinco infrações entre graves e muito graves.

Dados divulgados à agência Lusa pela Autoridade Nacional de Segurança Rodoviária (ANSR) em fevereiro indicavam que quase 12 mil condutores estavam em risco de ficar sem carta de condução, caso cometessem mais uma contraordenação grave ou muito grave.

Segundo a ANSR, 41 condutores ficaram sem carta de condução desde 2010 até fevereiro.

Retirado de expresso

Ward’s Auto: e os 10 melhores motores do ano são…

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Pela primeira vez em 23 anos, nenhum motor V8 fez parte da lista dos 10 melhores motores do ano da Ward’s Auto.

Todos os anos, os editores da publicação americana Ward’s Auto anunciam a lista dos 10 melhores motores do ano nos EUA. A escolha é feita após dois meses de testes intensivos a 40 modelos – para esta lista contam apenas veículos comercializados nos EUA até 62 mil dólares. Potência, binário, ruído e consumos de combustível foram alguns dos critérios do júri.

Tal como nas últimas edições, os motores turbo voltaram a dominar a lista, além da presença de três motorizações híbridas e dois blocos V6. Mas a grande surpresa é mesmo a ausência de um motor V8, algo que não acontecia há 23 anos. Para Drew Winter, diretor de conteúdos da Ward’s Auto, a explicação é simples:

“Os construtores têm encarado o «downsizing», o «turbocharging» e a eletrificação como estratégias fundamentais para a produção de motorizações eficientes e que não comprometam a nível dos consumos de combustível, e lista deste ano espelha bem essa estratégia”.

Sem mais demoras, eis os vencedores do Ward’s 10 Best Engines:

  • 3.0L Turbo DOHC I-6 (BMW M240i)
  • 1.5L DOHC 4-cyl./Dual Motor EREV (Chevrolet Volt)
  • 3.6L DOHC V-6/Dual Motor PHEV (Chrysler Pacifica Hybrid)
  • 2.3L Turbo DOHC 4-cil. (Ford Focus RS)
  • 2.0L DOHC 4-cyl./Dual Motor HEV (Honda Accord Hybrid)
  • 1.4L Turbo DOHC 4-cil. (Hyundai Elantra Eco)
  • 3.0L Turbo DOHC V-6 (Infiniti Q50)
  • 2.5L Turbo DOHC 4-cil. (Mazda CX-9)
  • 2.0L Turbo DOHC 4-cil. (Mercedes-Benz C300)
  • 2.0L Turbo/Supercharged DOHC 4-cil. (Volvo V60 Polestar)

Retirado de razaoautomovel

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