ACEA pede metas realistas para novas regras de emissões

BEIJING - JANUARY 04:  A car waits to test the exhaust gas for its annual check on January 4, 2006 in Beijing, China. Beijing has led the country in imposing Euro III emission standards on new motor vehicles in 2006 to strictly control the exhaust gas pollution as a part of the preparation for the 2008 Olympics Games. The number of motor vehicles in China's capital has climbed to 1.6 million, ranking first among all Chinese cities, accounting for 10 percent of China's total.  (Photo by Guang Niu/Getty Images)

Abordando a recente polémica relativa aos testes de emissões poluentes, a Associação Europeia de Construtores Automóveis (ACEA) pediu à Comissão Europeia a criação de metas regulatórias que vão ao encontro da realidade da indústria automóvel e tecnologia disponível na sua proposta para a legislação de emissões reais de condução (RDE – Real Driving Emissions).

A ACEA pede assim “um pacote de RDE robusto mas realista que vá ao encontro das principais questões ambientais sob uma abordagem em dois passos, como já aceite pelos estados membros [da União Europeia]. A ACEA compreende totalmente a necessidade que o primeiro passo tenha início em setembro de 2017 para os novos veículos e sempre manteve a sua dedicação a esse ponto”.

No entanto, destaca a necessidade de haver uma linha de tempo e condições de testes, tendo em conta as realidade técnicas e económicas do mercado atual, para que seja possível haver espaço para esta transição.

“Estamos alinhados na necessidade de criar melhores medidas para as emissões de óxido de azoto dos veículos diesel em situação de condução normal”, afirma Erik Jonnaert, secretário-geral da ACEA, explicando, no entanto, que ” é importante proceder de forma a que os fabricantes possam planear e implementar as mudanças necessárias sem pôr em perigo o papel do diesel como um dos mais importantes pilares para ir ao encontro das metas do CO2.”

Se estas metas não forem realistas, a associação alerta para o aumento dos preços de alguns modelos diesel, levando as marcas a retirá-los do mercado, situação que teria repercussões negativas tanto ao nível da escolha do consumidor como do setor.

Retirado de automonitor

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Publicado por

Marcelo Oliveira

Profissional com experiência consolidada na Gestão de Frotas em empresas de serviços de transporte ou com parque automóvel de volume. Mais detalhes em https://marceloxoliveira.com/quem-e-marcelo-oliveira

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