Injetores Piezo: o que são e como funcionam

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Com as apertadas normas antipoluentes, todos os construtores vêem-se obrigados a reduzir as emissões. As recentes normas EURO6, elevaram a fasquia para um patamar ainda mais alto.

Uma das maneiras de se obterem resultados, é fazendo com que a detonação do combustível no interior dos cilindros se processe da forma mais eficiente possível. Os injetores Piezo terão um papel determinante nesse sentido.

Como é que isso pode ser feito?
Realizando injeções mais frequentes com menor volume de combustível e a maiores pressões de injeção, uma maneira de queimar de forma mais limpa e completa o combustível. Os injetores Piezo usam cristais de quartzo como atuador, que é mais rápido face aos tradicionais injetores de solenóide eletromagnético.

O que é a Piezoeletricidade?
Piezoeletricidade é uma combinação de efeitos do comportamento elétrico do material, particularmente de cristais. Quer isto dizer que quando se aplica uma força num cristal, o centro de equilíbrio das cargas positivas e negativas é deslocado, causando a polarização do material e o consequente deslocamento de corrente elétrica.

 

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O que compõe um injetor Piezo?
O injetor Piezo é composto por uma peça única em forma de lapiseira, mas que no seu interior contém diversas partes estáticas e outras móveis.

Comecemos pelo topo do injetor. Aqui temos os terminais de ligação elétrica, aos quais se segue uma entrada de combustível composta por um terminal roscado de alta pressão, que liga à régua de injeção. Esse canal de entrada do combustível segue pelo interior do injetor e logo no seu início está um pequeno filtro metálico sob forma de cartucho.

Paralelamente, está o circuito de retorno do combustível numa saída separada. Passando à zona intermédia do injetor, temos o módulo Piezo, que contém o atuador Piezo composto por uma pilha de cristais e que por sua vez está ligado ao módulo atuador que contém 2 válvulas, uma composta pelo êmbolo e respectiva mola de pressão e outra pela válvula de comutação que gere parte do fluxo de combustível vindo da linha de alimentação e contido no reservatório.

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Seguidamente e a limitar a deslocação destes componentes para a zona inferior, está a placa de restrição. A parte final do injetor é composta pela agulha do injetor e respetiva mola seguida do anel de retenção, terminando no bico do injetor. A zona terminal do bico do injetor é onde estão contidos os orifícios de vaporização do combustível pressurizado.

Como funcionam os injetores Piezo?
O funcionamento dos injetores Piezo consiste na passagem de corrente elétrica pela pilha de cristais, fazendo com que se expandam. Assim que os cristais descarregam a corrente também se retraem para o tamanho original. Esta expansão e contração dos cristais faz com que o combustível circule no interior do injetor, fazendo com que a válvula da agulha no bico do injetor abra e feche de forma extremamente rápida.

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E quanto à velocidade e precisão?

Por exemplo, se a ECU dá instruções para o injetor ter um tempo de abertura de 0,5s e o injetor der o feedback de que esteve aberto 0,496s, a ECU sabe que pode usar um bocadinho mais de tempo no próximo ciclo de injeção para compensar. E porque os injetores piezo são mais rápidos, podem realizar mais injeções, mais precisamente até 7 por ciclo e a maiores pressões, o que aumenta a atomização do combustível.

O que é isso da atomização do combustível?
Quanto maior for a atomização do combustível melhor, pois isto significa que as partículas moleculares do combustível se ligam melhor com o oxigénio presente no interior do cilindro, traduzindo-se numa injeção mais eficiente, o que produz menos picos de temperatura, ao mesmo tempo que a explosão/combustão acontece de forma mais controlada, usando menos combustível.

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E o que é que se ganha com isto?
É esta gestão extremamente precisa do combustível que se traduz em ganhos com melhores curvas de binário e potência, com menores emissões poluentes, para um consumo de combustível muito mais baixo.

Serão os injetores Piezo de momento melhores que os tradicionais de solenoide?
Sem dúvida que sim, mas os injetores Piezo ainda têm alguns pontos negativos. A sua produção tem custos elevados o que os torna num produto caro, principalmente pela novidade da tecnologia em si. Outro ponto negativo é a fiabilidade, embora os fabricantes estejam a trabalhar nisso.

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Os injetores Piezo já são uma realidade em alguns blocos diesel e começam a aparecer nos blocos a gasolina. Irão certamente marcar a sua presença constante num futuro próximo, o que fará dos motores de combustão interna, máquinas cada vez mais eficientes e inteligentes.

Neste vídeo podem ver o processo de funcionamento do injetor Piezo:

Aqui podemos ver um injector Piezo na bancada de ensaio a 2000Bar de pressão:

Retirado de razaoautomovel

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Fleetsharing é a nova modalidade de gestão de frotas a crescer em Portugal

Fleetsharing-Conceito-e-Vantagens-na-Gestao-de-Frotas-702x336Fleetsharing ou “frota partilhada” é uma modalidade de gestão de frotas que está a ganhar muitos adeptos no nosso país. O conceito incide na partilha de carros por diversos utilizadores, tal qual como acontece com o carsharing mas desta vez num âmbito empresarial.

Os benefícios e apoios fiscais são muitos e o sistema funciona através de uma plataforma tecnológica criada pela Mobiag – entidade prestadora de serviços à indústria do carsharing – que permite uma melhor gestão da frota em termos de rotatividade.

Segundo a Saldo Positivo, uma start-up portuguesa que actua neste ramo, a gestão de frotas de uma empresa pode representar o 3º ou 4º custo mais elevado nas contas anuais da mesma, fazendo com que esta solução seja vantajosa para todos os envolvidos.

Saiba todos os benefícios aqui.

Retirado de automonitor

O desporto automóvel antes do politicamente correcto

James Hunt 1976 He drove for March, Hesketh, Mclaren and Wolf from 1973 to 1979 He was World Champion in 1976 He  died in 1993

O desporto automóvel está a render-se ao politicamente correcto. Acredito nas boas intenções por detrás destas orientações, mas não posso deixar de questionar o resultado. Num assunto tão delicado, deixei o politicamente correcto em casa…

O mês passado entrevistei o Eng.º Domingos Piedade – em breve publicarei a entrevista aqui na Razão Automóvel. Domingos Piedade foi como sabem, entre outros cargos de relevo, vice-presidente da AMG, manager do Emerson Fittipaldi, e também gestor de carreira de Walter Röhrl. Entre um sem fim de episódios – numa conversa que durou mais de 4 horas… – contou-me um episódio muito engraçado que se passou com ele, o Röhrl e o homem que decidia nos anos 80 para onde iam os milhões de uma famosa tabaqueira.

Domingos Piedade andava a fazer aquilo que lhe competia: arranjar patrocinadores para Röhrl. À última da hora conseguiu um encontro no Mónaco com esse «senhor dos milhões» do tabaco. Ainda a reunião não tinha começado e o Walter Röhrl, do alto do seus 1.87m de altura, fazendo uso da sua conhecida frontalidade virou-se para o responsável da tabaqueira e disse algo como “eu não fumo, nunca fumei, nunca hei-de fumar, e vou dizer a toda a gente para nunca fumar”. O senhor ficou de olhos abertos, incrédulo, e no meio de algum gaguejo virou-se para o Domingos Piedade e disse “I, I, I… like this guy! how much does he want?”. Moral da história? Fecharam o patrocínio.

Como disse, este episódio aconteceu algures no início da década de 80. Se fosse hoje, aposto que o glamour do Mónaco seria substituído por intermináveis e-mail’s trocados entre escritórios de advogados, sob o olhar esfíngico dos responsáveis de cada uma das partes e dos seus fiéis trainees. Em suma, uma valente seca.

Cresci a ver as tabaqueiras a jorrar milhões para as várias disciplinas motorizadas (Fórmula 1, MotoGP, WRC…) e não foi por isso que comecei a fumar. Tal como o Walter Röhrl, não fumo, nunca fumei e nunca hei-de fumar. Também já consumi centenas de páginas de livros sobre o James Hunt e o Barry Sheene e não é por isso que apanho bebedeiras e organizo festas loucas em minha casa. Quer dizer… bem, adiante.

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Voltando ao tema! Com os bolsos cheios de dinheiro das tabaqueiras, o espectáculo era outro – o glamour também. Mas algures em Bruxelas, com a chegada do novo milénio, um grupo de burocratas munidos de psicólogos, sociólogos e teses para todos os gostos, devem ter achado que aquilo tudo era excitante demais. Decidiram acabar com a festa, antes que os mentecaptos dos europeus se deixassem levar pela euforia do tabaco e do álcool. Sabe-se lá…

A Fórmula 1 passou um mau bocado e o MotoGP por pouco não pereceu – valeu ao mundial de motociclismo um fenómeno chamado Valentino Rossi. As verbas diminuíram drasticamente, mas não desapareceram. Agora fingimos todos que a Ferrari e a Ducati não recebem dinheiro às escondidas da Philip Morris. Ao menos antigamente era tudo às claras – e as decorações do carros mais bonitas… já imaginaram voltar a ver o Mclaren-Honda novamente com as cores da Marlboro?

De há uns anos a esta parte, até com as meninas do paddock estes grupos de pressão começaram a implicar. As intenções são boas – não tenho dúvidas disso – mas os resultados voltam a ser duvidosos. Os movimentos que orquestram estas polémicas argumentam que está em causa uma sexualização excessiva do corpo da mulher, que em última análise se traduz numa visão da mulher enquanto objecto. Se não é isto que está em causa, é qualquer coisa muito parecida. Pode até ser a minha ignorância a falar mais alto (dou de barato…), mas olhando para o sorriso rasgado das meninas, custa-me a crer que estejam ali por obrigação.

Esperem só que alguma mente brilhante se lembre que as celebrações no pódio com champanhe são uma exaltação do álcool, e ainda vamos ver os pilotos de fórmula 1 a celebrarem as vitórias com água das pedras. Ou a obrigarem as equipas a terem uma mulher de um lado e um homem do outro nas grelhas de partida, tudo em nome da igualdade de género.

Quanto a mim, tudo isto é desnecessário. Mais do que nunca as pessoas estão informadas dos riscos inerentes a determinados comportamentos. Aceitar ou não as consequências desses actos, é um risco que cabe a cada um assumir. Isto tem um nome… já sei: liberdade. E nenhum dos exemplos que mencionei interfere com a esfera privada de terceiros, daí não entender muito bem este proteccionismo exacerbado.

A minha opinião, eventualmente retrógrada, tacanha e por aí em diante, radica no seguinte pensamento: é toda esta mescla de humanidade pura-e-dura, sem filtros, com elevadas doses de perigo, exagero e estilo de vida rockstar que nos faz gostar do desporto motorizado. Se fosse apenas para saber quem era o mais rápido, bastava a qualificação. Mas não. Nós queremos o taco-a-taco, a jante com jante, a disputa. Tirem-nos isso e matam o desporto.

Déssemos nós ouvidos aos burocratas de Bruxelas, e chegávamos à conclusão que aqueles que nasceram antes da década de 90 já deviam estar todos mortos – eu incluído. Afinal de contas, vimos o Lucky Luke a fumar, andámos de bicicleta sem capacete, brincámos em parques com areia, andámos de baloiço (soube agora que foram proibidos) e limpávamos as feridas com terra. Raios, como é que sobrevivemos?! Porque é da nossa natureza. Parem de a tentar contrariar.

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Retirado de razaoautomovel

Manobras para estacionar causam 40% dos acidentes

AcidenteRodoviarioAs colisões que ocorrem durante manobras de estacionamento representam 40% do total de acidentes rodoviários, de acordo com um estudo recente elaborado em conjunto pelo Allianz Center for Technology (AZT) e pela Continental AG, que analisou as causas e consequências de mais de 3.500 acidentes de viação. Os resultados deste estudo indicam que o número de acidentes que acontecem durante o estacionamento aumentou perto de 30% no espaço de 10 anos.

Os dados recolhidos pelo AZT e pela Continental demonstram ainda que a grande maioria dos acidentes dá-se quando os condutores estão a realizar manobras de marcha atrás (mais de 70% dos casos) e que oito em cada 10 acidentes são provocados por manobras de saída do estacionamento. Os números deste estudo revelam ainda que os condutores com mais de 65 anos são mais propensos a envolver-se em colisões com estas características, apresentando 30% mais probabilidades de ter acidentes durante o estacionamento do que os condutores com idades compreendidas entre os 25 e os 64 anos.

Apesar de a percentagem de feridos registada em acidentes ocorridos em manobras de estacionamento ser bastante mais reduzida do que se verifica em colisões ocorridas em estrada (cerca de 4% do total de feridos registados), quase metade destes acidentes (44%) resulta em ferimentos para os ocupantes do veículo ou para terceiros. Ciclistas e peões são as vítimas mais frequentes e os processos associados a este tipo de sinistros apresentam custos médios que oscilam entre os 1.700 e os 2.100 euros.

Para a AZT e a Continental, a forma mais eficaz de reduzir as probabilidades de ocorrência de acidentes desta natureza passa por aumentar o recurso a sistemas de estacionamento assistido, com mecanismos autónomos de travagem. De acordo com o mesmo estudo, a generalização da utilização destes sistemas poderá, no futuro, reduzir significativamente o registo de acidentes originados por manobras de estacionamento.

Retirado de lusomotores

Calculadora dos custos do automóvel

Faça com esta calculadora as contas, ao verdadeiro custo que tem o seu veículo particular em Portugal. Tratam-se de aproximações, mas é uma excelente ordem de grandeza para que se aperceba de quantos recursos financeiros aloca em média para o seu veículo. Os veículos têm uma série de despesas cujas periodicidades variam bastante, e por norma as pessoas não contabilizam uma série de despesas que vão pagando esporadicamente.

Seja realista nos montantes introduzidos. Para valores que considera imprevisíveis, como por exemplo reparações ou multas, pense quanto gastou em média nos últimos anos. Use o ponto para a notação decimal, ex: 8.7 km entre casa e trabalho. Caso queira calcular as externalidades, faça o cálculo dos combustíveis ao km.

http://autocustos.com/PT

Que distância para abastecer o carro? Até 56 quilómetros

Nem sempre o posto económico perto de si é a escolha mais barata para a sua carteira. Os residentes dos distritos de Lisboa e do Porto devem percorrer maiores distâncias para atestar. Saiba onde ir.

Não subestime a fatia do seu rendimento que gasta em combustíveis. Um em cada sete euros gastos pelas famílias portuguesas é dirigido para os transportes, mostra o último inquérito às despesas das famílias conduzido pelo Instituto Nacional de Estatística. Para o bem da saúde financeira do seu agregado familiar, é importante forçar uma dieta à fatura da gasolineira.

Em 2012, a Deco – Associação Portuguesa para a Defesa do Consumidor demonstrou que deve optar sempre pelos combustíveis mais baratos. “Na hora da escolha, [os consumidores] devem ter apenas em consideração o preço” da gasolina ou do gasóleo, dizia, na altura, Rita Rodrigues, porta-voz da associação.

Na campanha “Igual ao Litro”, a Deco comprou carros iguais e testou quatro marcas diferentes de gasóleo ao longo de 12 mil quilómetros. O consumo médio de diesel foi equivalente, mas a despesa não: ganharam as marcas de baixo custo do Intermarché e do Jumbo.

“Não há diferenças adicionais no consumo, no desempenho ou no desgaste do motor, bem como nas emissões”, revela a Deco.

Se os condutores devem procurar os combustíveis mais baratos, que distância devem percorrer para atestar os seus carros?

A resposta depende da sua localização. O Observador procurou os postos de abastecimento mais económicos para os residentes nos distritos de Lisboa e do Porto, que, conjuntamente, reúnem 39% da população portuguesa.

No limite, pode fazer 56 quilómetros. É o que deveriam fazer os residentes de Baião, no distrito do Porto, na passada quinta-feira, quando o Observador recolheu os preços mais económicos junto do portal da Direção Geral de Energia e Geologia. Mesmo que morem ao lado do Intermarché de Baião, o posto mais económico no município, devem percorrer os 28 quilómetros para atestar o depósito no Pingo Doce de Amarante, que, na quinta-feira, tinha o gasóleo 6,5% mais barato, e regressar a Baião.

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Nos cálculos, o Observador usou os preços dos combustíveis na passada quinta-feira, dia 12 de março, e as distâncias entre os postos de combustíveis fornecidas pelo Google Maps (nos melhores percursos que evitam portagens).

As simulações assumem que os condutores desejam atestar os seus depósitos. Também se assumiu as características principais dos automóveis ligeiros mais vendidos em 2014: o BMW 116d EfficientDynamic (consumo combinado de 3,8 litros de gasóleo por 100 quilómetros, depósito de 52 litros) e o Renault Clio 0.9 Dynamic TCe 90 (consumo combinado de 4,5 litros de gasolina por 100 quilómetros, depósito de 45 litros).

O condutor baionense do BMW 116d EfficientDynamic gasta quase 2,50 euros a fazer os 56 quilómetros, mas deixaria menos 4,16 euros no posto de abastecimento do Intermarché de Baião, na quinta-feira passada.

Onde atestar o seu carro a gasóleo no distrito do Porto?
A sua localização Posto Morada Preço
12/03/2015
Amarante,
Baião,
Felgueiras,
Marco de Canaveses
Pingo Doce Amarante EN 15, Lugar da Boavista, Telões, Amarante 1,154€
Gondomar Jumbo Gondomar Rua Exterior Circunvalação, 1730, Rio Tinto 1,179€
Lousada Pingo Doce Lousada Rua de Santo André, Cristelos, Lousada 1,159€
Maia,
Trofa,
Vila do Conde
 Pingo Doce Trofa Rua das Aldeias de Cima, Santiago de Bougado,
Trofa
 1,159€
Matosinhos,
Porto
 Rede Energia Porto  Rua de Serpa Pinto, 616, Porto  1,179€
Paços de Ferreira Intermarché Paços de Ferreira Avenida Dr. Jaime Barros, 40, Meixomil,
Paços de Ferreira
1,169€
Paredes Intermarché Paredes Rua Central de Mouriz, Paredes 1,169€
Penafiel Pingo Doce Penafiel Quinta da Lagarteira, Guilhufe, Penafiel 1,165€
Póvoa de Varzim JCL Combustíveis Rua da Póvoa, 634, Zona Industrial de Amorim,
Póvoa de Varzim
1,195€
Santo Tirso Intermarché Vila das Aves Rua Narciso José Machado Guimarães, 637,
Vila das Aves
1,178€
Valongo Intermarché Valongo Travessa António Augusto Castro Paupério, 36, Valongo  1,183€
Vila Nova de Gaia Pingo Doce Grijó Rua da Boavista, Lugar das Barrancas, Grijó,
Vila Nova de Gaia
1,165€

No distrito de Lisboa, também há condutores que devem cruzar a fronteira do seu município para atestar o depósito do seu automóvel a diesel. Os residentes da Amadora deveriam, por exemplo, percorrer cerca de 40 quilómetros a ir e vir ao Intermaché de Santa Iria da Azoia.

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As simulações do Observador não contabilizam duas coisas que podem ser relevantes na decisão final dos condutores: o tempo despendido no percurso até ao posto mais económico, bem como no regresso, e o impacto ambiental que a condução gera.

Onde atestar o seu carro a gasóleo no distrito de Lisboa?
A sua localização Posto Morada Preço
12/03/2015
Alenquer Pingo Doce Alenquer Quinta do Bravo, Alenquer 1,154€
Amadora,
Lisboa,
Loures,
Odivelas
Intermarché Santa Iria da Azoia Rua de Afonso de Albuquerque,
Santa Iria de Azoia
1,169€
Arruda dos Vinhos,
Sobral de Monte Agraço,
Vila Franca de Xira
Recheiro Vila Franca de Xira Quinta do Cabo, Olival dos Pocilgos, Povos,
Vila Franca de Xira
1,148€
Azambuja Intermarché Aveiras de Cima Rua dos Chães, 1, Aveiras de Cima 1,158€
Cadaval Intermarché Cadaval Urbanização do Martinho, Cadaval 1,159€
Cascais Jumbo Alcabideche Avenida de Sintra, 1617, Alcabideche 1,194€
Lourinhã Prio Lourinhã EN 247, 19, Santa Bárbara, Lourinhã 1,199€
Mafra Intermarché Malveira Rua da Lagoa, 27, Malveira 1,199€
Oeiras Jumbo Alfragide Rua Quinta do Salrego, 12, Carnaxide 1,194€
Sintra Intermarché Belas/Massamá Avenida Salgueiro Maia, 189, Belas 1,199€
Torres Vedras Prio Silveira Rua António Gomes, Silveira 1,169€

Quando se passa a análise para a gasolina, as conclusões são semelhantes. Por exemplo, os condutores de automóveis a gasolina de Baião também deveriam ir ao Pingo Doce de Amarante.

Há, no entanto, algumas diferenças: quem estava em Felgueiras na passada quinta-feira deveria ir para Lousada (e não Amarante, como no caso do gasóleo) e os residentes de Matosinhos deveriam conduzir até à Trofa (e não até ao Porto, como nos carros a diesel).

Onde atestar o seu carro a gasolina no distrito do Porto?
A sua localização Posto Morada Preço
12/03/2015
Amarante,
Baião,
Marco de Canaveses
Pingo Doce Amarante EN 15, Lugar da Boavista, Telões, Amarante 1,349€
Felgueiras,
Lousada
Pingo Doce Lousada Rua de Santo André, Cristelos, Lousada 1,349€
Gondomar Jumbo Gondomar Rua Exterior Circunvalação, 1730, Rio Tinto 1,389€
Maia,
Matosinhos
Trofa,
Vila do Conde
 Pingo Doce Trofa Rua das Aldeias de Cima, Santiago de Bougado,
Trofa
 1,349€
Paços de Ferreira Intermarché Paços de Ferreira Avenida Dr. Jaime Barros, 40, Meixomil,
Paços de Ferreira
1,359€
Paredes Intermarché Paredes Rua Central de Mouriz, Paredes 1,379€
Penafiel Pingo Doce Penafiel Quinta da Lagarteira, Guilhufe, Penafiel 1,359€
Porto Jumbo Campanhã Alameda de Cartes, 429-485, Porto 1,389€
Póvoa de Varzim JCL Combustíveis Rua da Póvoa, 634, Zona Industrial de Amorim,
Póvoa de Varzim
1,394€
Santo Tirso Jumbo Santo Tirso Rua das Rãs, Santo Tirso 1,369€
Valongo Intermarché Valongo Travessa António Augusto Castro Paupério, 36, Valongo  1,387€
Vila Nova de Gaia Pingo Doce Grijó Rua da Boavista, Lugar das Barrancas, Grijó,
Vila Nova de Gaia
1,359€

À volta da capital, há também diferenças ligeiras: os residentes de Arruda dos Vinhos não deveriam sair do seu município para atestar e quem estava em Sobral de Monte Agraço deveria dirigir-se também para o Intermarché de Arruda dos Vinhos (e não para Vila Franca de Xira, como deveriam fazer os condutores de automóveis a gasóleo). Além disso, os amadorenses deveriam ir até ao Jumbo de Alfragide, em vez do Intermaché de Santa Iria de Azoia.

Note que as contas do Observador são efémeras. As gasolineiras atualizam os seus preços constantemente, refletindo a volatilidade dos produtos petrolíferos nas bolsas. Por isso, antes de atestar, faça a suas contas, não excluindo a hipótese de fazer meia centena de quilómetros para conseguir um preço mais baixo. O portal da Direção Geral de Energia e Geologia é um valioso recurso, porque agrega todos os postos de combustível de Portugal continental.

Onde atestar o seu carro a gasolina no distrito de Lisboa?
A sua localização Posto Morada Preço
12/03/2015
Alenquer Pingo Doce Alenquer Quinta do Bravo, Alenquer 1,349€
Amadora,
Oeiras
Jumbo Alfragide Rua Quinta do Salrego, 12, Carnaxide 1,399€
Arruda dos Vinhos,
Sobral de Monte Agraço
Intermarché Arruda dos Vinhos Casal da Cruz, Reta da Fresca, Arruda dos Vinhos 1,379€
Azambuja Intermarché Aveiras de Cima Rua dos Chães, 1, Aveiras de Cima 1,379€
Cadaval Intermarché Cadaval Urbanização do Martinho, Cadaval 1,369€
Cascais Rede Energia Parede Rua Sampaio Bruno, 2, Parede 1,398€
Lisboa,
Loures,
Odivelas
E.Leclerc Bobadela EN 10, km 140, Bobadela 1,369€
Lourinhã Prio Lourinhã EN 247, 19, Santa Bárbara, Lourinhã 1,369€
Mafra Intermarché Malveira Rua da Lagoa, 27, Malveira 1,399€
Sintra Intermarché Belas/Massamá Avenida Salgueiro Maia, 189, Belas 1,399€
Torres Vedras Prio Silveira Rua António Gomes, Silveira 1,339€
Vila Franca de Xira Jumbo Alverca Quinta das Drogas e da Verdelha, Alverca 1,379€

Fora dos distritos de Lisboa e do Porto, os cálculos podem ser dificultados pelas maiores distâncias. Em Montalegre, por exemplo, não há postos de abastecimento. Os residentes neste município têm de avaliar os preços nas povoações vizinhas, bem como os praticados em Espanha.

O gasóleo é, em média, 4,4% mais barato em Espanha e a gasolina é 12% mais económica, de acordo com os preços de 9 de março compilados pela Comissão Europeia.

Retirado de observador

Porsche regista patente para motores de compressão variável

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A Porsche adiantou-se na corrida pelo «santo graal» da tecnologia de topo nos motores de combustão interna: alcançar a tão invejada taxa de compressão variável. Saibam as diferenças.

Fruto de uma parceria entre os engenheiros da Porsche e a empresa de engenharia Hilite International, a Porsche parece ter chegado a uma solução viável para alcançar o melhor de dois mundos nos motores sobrealimentados.

A Porsche está a estudar a possibilidade de recorrer à compressão variável para aumentar a eficiência dos motores turbo a baixas rotações, dizendo adeus para sempre ao ‘turbo lag’, sem precisar de sistemas anexos para que a turbina do turbocompressor esteja sempre a girar a altas rotações.

A razão pela qual esta tecnologia tem despertado tanto interesse, levando à canalização de recursos, ganha agora maior preponderância com a necessidade de se aumentar a eficiência dos motores de combustão interna. Antes de os vermos partir de vez do panorama automóvel, com o “vírus do downsizing” espalhado um pouco por toda a parte, a solução mais rápida e de menor custo foi recorrer à sobrealimentação por meio de turbocompressores. Mas nem tudo representa eficiência quando envolvemos o uso de um turbocompressor nesta equação.

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Por mais rendimento que seja possível extrair destas mecânicas existem limitações estruturais e para que os cilindros se consigam encher, com o volume de ar extra proveniente do compressor do turbo, a taxa de compressão destes motores tem de ser significativamente mais baixa do que a dos motores atmosféricos, caso contrário, o fenómeno de auto detonação, que é catastrófico para qualquer motor, seria uma constante.

Qual é a diferença? Um novo design de bielas
O estado letárgico característico dos motores turbo a baixas rotações é conhecido e em vez de recorrer a canalização extra, denominadamente “Sistemas Anti-Lag” (que resumidamente recorrem a “válvulas de bypass” no coletor de escape) a Porsche surge com um novo design de bielas. Esta novas bielas contêm atuadores hidráulicos e permitem fazer a variação da posição dos pistões, alcançado assim a tão desejável taxa de compressão variável.

Com esta solução a Porsche consegue fazer com que a apatia dos turbo a baixas rotações deixe de ser evidente, uma vez que com esta tecnologia é possível variar a posição dos pistões para a posição de elevada compressão, fazendo com que a eficiência a baixa rotação aumente e que o motor responda como um bloco atmosférico.

Esta tecnologia melhorá consumos e a curva de potência. Assim que os gases de escape consigam fazer girar a turbina do turbocompressor, os pistões baixam para a posição de baixa taxa de compressão de modo a que o compressor do turbo, forneça o volume de ar extra, à pressão máxima do qual o turbo é capaz, gerando maior potência, sem o risco da auto detonação e cálculos ilógicos de avanço da ignição por parte da ECU.

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No design que vos apresentamos a Porsche decidiu dotar a biela de uma válvula solenóide de baixa pressão, que através da variação de pressão do óleo entre os atuadores hidráulicos, faz com que as hastes de comando movam o rolamento no topo da biela de forma automática. Esse movimento de descida ou subida faz variar o pistão em duas posições: uma mais alta para uma maior taxa de compressão e outra mais baixa para uma menor taxa de compressão.

A Porsche garante que verificando-se a viabilidade comercial e mecânica desta tecnologia, liberalizará a patente de forma a ela possa ser usada pelo mercado.

Retirado de razãoautomóvel

Gasolina é melhor que gasóleo

Gostar de automóveis é uma paixão madrasta – não só porque poucos podem comprar os carros que admiram, mas também porque sempre que dizemos que gostamos de automóveis, conseguimos sentir as pessoas a afastarem-se como se tivesse-mos gripe A. Se sairmos à noite com uma bela moça e no meio da conversa deixar-mos escapar que gostamos de carros, o telemóvel dela vai tocar repentinamente e ela terá de sair porque uma amiga esta a ter um ataque de caspa ou algo parecido.

A razão desta reacção alérgica tem a haver com os debates e discussões que ocorrem no mundo dos fãs do automóvel: Ferrari versus Porsche, tracção integral versus dianteira versus traseira, gasolina melhor que gasoleo, entre muitas outras. E é nesta ultima que quero dar o meu bitaite. E gostaria que cada um desse o seu nos comentários.

Vou portanto fazer algo de diferente ao que vos acostumei – uma espécie de debate espero. E como já tive hipotese de ouvir muitos dos argumentos esgrimidos por ambos os campo, permitam-me dar as primeiras estocadas.

Com a actual caça às emissões, muitos dizem os motores diesel são menos poluentes porque produzem menos CO2. E é verdade que produzem menos CO2, mas produzem muitas mais particulas solidas causadoras de asma, oxido de azoto e dioxido de enxofre.

Recorrendo à Química Orgânica (enfim um uso prático para estas aulas), o gasóleo é um produto menos refinado, mais “bruto” que a gasolina. O petróleo entra no que se chama uma coluna de craking catalítico – imaginem uma coluna vertical em que a meio entra o petróleo e no topo saem os combustíveis mais finos como o combustível de avião a jacto e gasolina, e no fundo saem o alcatrão, óleos e o gasóleo.

Digamos que o gasóleo é “marca branca” e a gasolina é “gourmet”.

O gasóleo é um combustível de queima lenta precisando de elevadas taxas de compressão, ou seja, não dá para brincar com as rotações porque o motor não consegue rodar tanto. Num motor diesel recebemos a potencia toda num curto intervalo de rotações e temos que mudar de velocidade – há uns anos conduzi um Opel Astra carrinha com o 1.3 CDTI e de tanto ter que relançar o carro em cidade com as 6 velocidade a minha filha vomitou nas costas do meu banco!

Mas isso torna-se numa vantagem do gasóleo nas autoestradas: o motor roda menos logo mais conforto sonoro e melhores consumos. Ai até posso concordar, excepto que as autoestradas são aborrecidas, deprimentes até para quem gosta de conduzir. Tomei recentemente a decisão de me organizar para que possa usar as estradas nacionais e menos a auto-estrada. Sem grandes elevações ou curvas, qualquer carro moderno lida bem com a auto-estrada.

O gasóleo é mais económico e mais barato. Verdade, se conduzir for um mal necessário – ainda há poucas semanas gastei cerca de 85 euros em gasolina super 98 numa tarde – como? conduzir um Renault Clio RS de Alcanede as Caldas da Rainha (ida e volta) pela antiga estrada nacional como tivesse as calças a arder! Dinheiro bem gasto. 85 euros de diesel são tão excitantes como comprar 85 euros de creme para hemorroidas…


Outro mito muito popular é que os motores diesel são mais fiáveis que os motores a gasolina. A tecnologia evoluiu muito nos últimos anos e ambos os tipos de motor são fiáveis. Mas uma coisa é verdade – quando corre mal debaixo do capot, reparar um motor diesel moderno é muito caro relativamente a um motor a gasolina. O elevado conteúdo tecnológico assim o obriga – para terem uma ideia, uma rampa comum para um motor diesel é algo que pode custar 2.000 euros!

E ainda no campo da fiabilidade, quando um carro de gasolina pára por falta de combustível é só atestar e arrancar. Um carro a diesel tem que ser sangrado para pegar. Alguém quer fazer isso na berma da estrada?

Os motores a diesel têm melhor performance que os carros a gasolina: verdade graças à tecnologia que incluem – turbos, injecções rampa comum, intercoolers, entre outros. Mas os motores diesel produzem muitas vibrações, ao nível dos pedais e caixa de velocidades e o som produzido é tudo menos agradável. Os motores diesel são também muito mais pesados algo que se reflete no comportamento em curva.
Numa estrada de montanha o motor mais suave a gasolina roda mais, com a potencia distribuída pelas rotações dá o verdadeiro prazer de condução – aquele que o carro transmite pelos fundilhos das nossas calças.

Concedo que a minha preferência pela gasolina é mais “espiritual” que outra coisa – o diesel é mais forte, mas a gasolina é mais elegante. E citando o Sr_meireles, o diesel é uma bodybuilder:

E a gasolina é uma bailarina. O que é que preferem?

Mas a mais importante de todas é o prazer. Já conduzi muitos carros, a gasóleo e a gasolina, e se há algo que posso dizer é que fiz boas viagens ao volante de carros a diesel, mas nenhum me deu o prazer que dá um carro a gasolina. E o prazer da condução é o mais importante em qualquer carro.

Não podia terminar sem agradecer ao Richard e ao Sr_meireles que com algumas discussões no Twitter, ajudaram neste artigo.

Retirado de 4rodas1volante

 

Carros são novo alvo de piratas digitais

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Prepare-se, pois a partir deste verão, até o seu carro pode não estar a salvo das mãos dos hackers. Pelo menos, é o que garantem os investigadores de segurança Charlie Miller e Chris Valasek, que anunciaram que vão demonstrar, nas conferências da especialidade (DEF CON e Black Hat), já em agosto, como piratear remotamente a rede digital de um veículo.

O objetivo é mostrar a vulnerabilidade dos automóveis a ataques remotos, uma vez que a rede digital dos mesmos é responsável pelo controlo de todas as componentes de um carro, desde o volante aos travões.

Os investigadores não divulgaram qual vai ser o carro onde vão testar o ataque informático, mas ainda no ano anterior, Miller e Valasek apresentaram uma lista dos veículos mais vulneráveis a ataques informáticos remotos. O topo da lista é composto por três carros, dois deles não estão à venda no nosso País: o Jeep Cherokee, o Infiniti Q50 e o Cadillac Escalade.

Retirado de cmjornal

Audi aposta na produção de diesel ecológico

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A Audi, além de estar a investir em carros eficientes, acabou de produzir os primeiros litros de gasóleo sintético, feito com água, dióxido de carbono e eletricidade.

A ministra da Educação e Pesquisa da Alemanha, Johanna Wanka, acredita que se for possível produzir este tipo de combustível em grande quantidade, “será uma importante contribuição para proteger o meio ambiente”. Esta declaração foi feita após ter abastecido o carro com os primeiros cinco litros de combustível ecológico.

Segundo a Science Alert, o combustível pressupõe um processo onde há uma colheita de energia renovável a partir de fontes como a energia eólica, solar e hidroelétrica. Essa energia serve para transformar a água em oxigénio e em hidrogénio.

Mais tarde esse hidrogénio será misturado com o monóxido de carbono, criado a partir de dióxido de carbono colhido da atmosfera. Os dois irão reagir a temperaturas elevadas e sob pressão, havendo uma produção dos compostos de hidrocarbonetos.

O chamado ‘combustível azul’ tem uma eficiência na transformação de cerca de 70% e usa apenas energia renovável.

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