Gasóleo a menos de 1 euro: saiba onde abastecer

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O primeiro posto de abastecimento a vender gasóleo a menos de 1 euro foi o do Jumbo de Santo Tirso. Agora também o Pingo Doce vende gasóleo abaixo de 1 euro, mais precisamente a 99 cêntimos por litro.

Os preços dos combustíveis continuam a recuar para valores que já não estávamos habituados a pagar, ao nível dos praticados em 2009.

Os dados recolhidos pelo Dinheiro Vivo ajudam-nos a perceber a evolução dos preços em relação aos postos de referência.

Quem estiver por perto e decidir ir a Santo Tirso atestar o depósito, pode sempre levar também uma caixa de jesuítas. Afinal, nesta época natalícia, mais doce menos doce ninguém nota.

Jumbo e Pingo Doce estão vender gasóleo 20 cêntimos abaixo das gasolineiras de referência (BP, Galp, Repsol) e 18,5 cêntimos abaixo da média nacional, uma diferença que se tem acentuado nas últimas semanas (a diferença era, em média, 12 cêntimos por litro em relação às gasolineiras de referência). Nos postos de combustível Prio que têm parceria com o Pingo Doce também é possível abastecer a menos de 1 euro.

Para os petrolheads que dispensam o gasóleo, a gasolina mais barata está no Intermarché: 1,20 euros o litro (14 cêntimos inferior à media nacional e 15 cêntimos inferior em relação aos postos de referência).

Retirado de razaoautomovel

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Renault mostra novo motor diesel dois tempos de apenas dois cilindros

 

 

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A Renault aproveitou o evento Innovations@Renault, realizado em Paris, para mostrar as novas tecnologias que pretende adotar no futuro em seus carros. A mais interessante delas é um pequeno motor diesel dois tempos de apenas dois cilindros que poderá equipar os menores carros da Renault e da Nissan no futuro.

Chamado POWERFUL, de “POWERtrain for FUture Light-duty”, desloca 730cm³ e pesa apenas 88kg, cerca de 40 kg a menos que o 1.5 dCi, o motor diesel mais usado pela Renault atualmente. Como resultado, potência entre 48 e 68 cavalos e torque que varia entre 11,5kgfm e 14,8kgfm.

Diz a Renault que este pequeno motor é altamente eficiente, mas pretende melhorar ainda mais seu desempenho antes de começar a utilizá-lo. A promessa é alcançar consumo 15% menor que o 1.5 dCi quando a produção.

Retirado de extra.globo

Mais de 100 clássicos abandonados: um tesouro ao sabor do tempo

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Imagens devastadoras como estas têm algo de romântico. São imagens quase magnéticas, capazes de deixar qualquer apaixonado por automóveis a sonhar um dia encontrar um tesouro assim. Este tesouro, encontrado em França contabiliza mais de 100 automóveis nos quais o impiedoso tempo deixou as suas marcas.

Ferrugem, desalento, silêncio e história são apenas quatro das palavras que nos surgem para descrever as imagens que se seguem. Perguntas sem resposta aparente, um abandono sem dó nem piedade. São nós no estômago que depois de um bom restauro valem milhões.

De entre os 100 clássicos encontram-se algumas raridades bem valiosas, mas nem por isso menos desgastadas pelos elementos. Obras-primas como um Ferrari 250 GT SWB California Spider (1 dos 37 produzidos) um modelo que pode valer entre 10 e 15 milhões de dólares em leilão, ou um espectacular Maserati A6G Gran Sport Frua de 1956, um Facel Vega Excellence e ainda um Bugatti 57 Ventoux de 1930.

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Este magnífico parque de estacionamento sombrio foi ganhando forma no oeste francês quando um magnata de nome Baillon, decidiu concretizar o sonho de um dia restaurar os carros que fora comprando com o intuito de os expor num museu. Infelizmente, alguns revezes na vida deste milionário deitaram por terra os seus intentos. O resultado está à vista.

Agora que foram descobertos, vão ser todos resgatados e levados a leilão pela leiloeira Artcurial (Francesa). A receita do leilão irá reverter a favor dos descendentes do magnata francês. Fiquem com a lista de modelos e respetivas imagens:

Amilcar C6 berline
Amilcar CGS1
Ariès coach
Auto Union cabriolet
Avions Voisin C15
Avions Voisin limousine C152
Avions Voisin C7 par Gallé
Ballot 8 Cyl limousine
Barré torpédo
Berliet coupé chauffeur
Berliet Type VIGB 10HP Taxi Landaulet
Bugatti 57 Ventoux
Citroën Trèfle
Delage D6
Delage D8 coach
Delahaye 135 cabriolet Faget Varnet
Delahaye 135 coach Chapron
2 exemplares Delahaye 235 coach Chapron
Delahaye 235 coupé Chapron
Delahaye Type 43 coupé chauffeur
Delahaye GFA 148 L
Delahaye Type 43 camionnette
Delaunay Belleville limousine VL8
Facel Vega Excellence
Ferrari 250 GT California SWB3
Ferrari 308 GTS i
Ferrari 400
Ferrari Mondial 3.2L cabriolet
Hispano Suiza H6B cabriolet Millon-Guiet
Hotchkiss cabriolet
Innocenti S cabriolet
Jaguar type S 3.4 L
La Buire 12 A
Lagonda LG45 cabriolet
Lancia Thema 8.324
Lorraine Dietrich B3/6 plateau
Lorraine Dietrich B3/6 torpédo par Grumman
Lorraine-Dietrich torpédo
Maserati A6G 2000 berlinetta Grand Sport Frua
Mathis cabriolet
Mathis FOH
Packard cabriolet Super Eight
Panhard-Levassor Dynamic berline X77
Panhard-Levassor Dynamic coupé X76
Panhard-Levassor limousine X72
Porsche 356 SC ex-Sonauto
Renault AX torpedo
Renault Vivastella cabriolet
Sandford cyclecar 3 roues
Singer Cabriolet
Talbot Lago 11/6 cabriolet
Talbot Lago Baby cabriolet
Talbot Lago Baby cabriolet
Talbot Lago Cadette 11
Talbot Lago coach
Talbot Lago T26 coach
Talbot Lago T26 Grand Sport coupé Saoutchik
Talbot Lago T26 Record coupé Saoutchik
Talbot Lago T26 cabriolet Saoutchik ex-Roi Farouk

Video:

Galeria:

Retirado de razaoautomovel

Carros importados com mais de dez anos têm desconto de 80% em ISV

Carros importados com mais de dez anos têm desconto de 80% em ISV

Alterações propostas no Orçamento vão prejudicar vendas de carros novos e envelhecer ainda mais o parque automóvel em Portugal, consideram as associações do sector.

A partir de Janeiro de 2015 comprar um carro usado importado fica ainda mais barato do que se adquirido em Portugal. Esta é uma das novidades da proposta do Orçamento e que altera as “regras” de importação de veículos, beneficiando quem quer comprar carro usado no estrangeiro.

A medida que visa descer o Imposto Sobre Veículos (ISV) na compra de carros importados usados pode aliviar o peso desta taxa em quase 80%, nomeadamente, na aquisição de veículos com mais de dez anos, reflectindo-se numa queda acentuada do custo final imputado ao cliente. A tabela de ISV em vigor atribui um desconto máximo de 52% para um carro importado com mais de cinco anos.

“É um retrocesso. É um contra-senso em relação à fiscalidade verde que deverá ser hoje aprovada”, disse Hélder Pedro, secretário-geral da Associação Automóvel de Portugal, ao Económico. Na prática, realça Hélder Pedro, pode levar ao crescimento da preferência dos compradores nacionais pelos automóveis usados ao invés dos novos. “Uma situação que irá prejudicar as vendas de carros novos em Portugal bem como agravar o parque automóvel que já é um dos mais envelhecidos da União Europeia”, sublinha o responsável da ACAP.

Jorge Neves da Silva, secretário-geral da Associação Nacional das Empresas do Comércio e da Reparação Automóvel (Anecra), classifica esta iniciativa como “surpreendente e com efeito negativo para o sector”. O porta-voz da Anecra lembra que que esta medida já existiu mas foi alterada por prejudicar as vendas nacionais. “Esta alteração vem trazer vantagens para comprar carros lá fora, vem beneficiar alguns comerciantes de automóveis, mas infelizmente substituiu a venda de novos por usados”.

Retirado de económico sapo

Datsun Go recebe zero estrelas em testes de colisão

Muitos de nós ficaram satisfeitos em ver a Nissan a recuperar a marca Datsun, por a mesma representar histórias e memórias de modelos que marcaram a vida de todos nós. Porém, a recuperação da Datsun teve outro objectivo, o de a tornar na marca “Low Cost” para mercados emergentes, como a Índia.

Como tal, não é de admirar que este pequeno utilitário, equipado com um pequeno motor 1.2 a gasolina e um preço base de 400 mil rupias (equivalente a 5200€), venha desprovido de equipamentos de segurança que, para o mercado Europeu, são considerados como fundamentais para a sua comercialização, como airbags e sistema ABS.

A gota de água decorreu durante o recente teste realizado pela Global NCAP, que realizou o tradicional teste de embate a 40 milhas por hora (64 km/h) e descobriu que em caso de acidente, o pequeno Datsun Go comporta-se como uma verdadeira armadilha mortal. Como tal, a Global NCAP não teve outro remédio que não atribuir qualquer tipo de estrela referente à segurança de ocupantes de estatura adulta e duas estrelas para ocupantes infantis. A entidade pediu mesmo à Nissan para redesenhar o Datsun Go, de forma a aumentar a rigidez do chassis, para que o mesmo possa, pelo menos, torna-lo um pouco mais resistente a embates.

Recorde-se que esta não é a primeira vez que a Global NCAP atribui uma pontuação de zero estrelas a um automóvel comercializado na Índia, tendo como exemplo o Maruti Suzuki Alto, Ford Figo, Hyundai i10 e Tata Nano. Nem mesmo o Volkswagen Polo escapou à humilhação de receber zero estrelas, mas a marca decidiu incluir duplo airbag no modelo, o suficiente para a Global NCAP ter alterado a pontuação para quatro estrelas.

Retirado de motormais

Audi e-diesel: gasóleo que não emite CO2 já está a ser produzido

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A Audi dá um novo passo na produção de combustíveis sintéticos neutros de CO2. Com a inauguração de uma fábrica piloto na Alemanha, em Dresden-Reick, a marca dos anéis vai produzir 160 litros de “Blue Crude” por dia através de água, CO2 e electricidade verde.

A fábrica piloto foi inaugurada na passada sexta-feira e prepara-se agora para produzir “Blue Crude”, com 50% da matéria produzida a poder ser transformada em gasóleo sintético. O “Blue Crude”, isento de enxofre e aromáticos, é rico em cetano, o que significa que é altamente inflamável.

Neues Audi e-fuels Projekt:  e-diesel aus Luft, Wasser und Oekostrom

As propriedades químicas deste combustível permitem a sua mistura com diesel de origem fóssil o que permite a sua utilização como combustível drop-in. Esta incursão da Audi nos e-combustíveis começou em 2009 com o e-gas: no Audi A3 g-tron é possível abastecer com metano sintético, produzido na Baixa Saxónia, em Werlte, na fábrica de e-gas da Audi.

Duas tecnologias, duas parcerias

Em parceria com a Climaworks e a Sunfire, a Audi e os seus parceiros pretendem provar que é possível a industrialização dos e-combustíveis. O projecto, co-financiado pelo Ministério Federal Alemão da Educação e Pesquisa, foi precedido por uma pesquisa e desenvolvimento de dois anos e meio.

Do ar do meio ambiente é extraído o CO2 ao qual se segue o processo “power-to-liquid” que é introduzido no processo através da Sunfire. Mas, como é que é produzido?

Processo de produção

A fábrica parceira Sunfire, que trabalha de acordo com o princípio “power-to-liquid”, recorre a matérias-primas como o dióxido de carbono, água e eletricidade.

O dióxido de carbono é extraído diretamente do meio ambiente capturando diretamente o ar, por intermédio de uma tecnologia desenvolvida pelos parceiros suíços da Climeworks.

Num processo em separado, uma unidade de eletrólise alimentada com eletricidade verde decompõe a água em hidrogénio e oxigénio. O hidrogénio reage, então, com o dióxido de carbono em dois processos químicos realizados a 220 graus Celsius e a uma pressão de 25 bar, para produzir um líquido energético composto de hidrocarbonetos denominado por “Blue Crude”. Este processo aumenta a eficiência até 70 por cento.

Também está em estudo a produção de e-gasolina em parceria com a francesa Global Bioenergies e a produção de Audi e-diesel e Audi e-etanol com recurso a micro-organismos, em parceria com a empresa norte-americana Joule.

Antes da inauguração da fábrica piloto, o Cleantech Group de São Francisco adicionou a Sunfire à sua lista das 100 empresas ecotech mais inovadoras do mundo (Global Cleantech 100). Na “vanguarda da técnica”, a Audi inicia uma nova fase no seu investimento em e-combustíveis com parceiros de topo e em exclusivo.

Fonte: Audi
Na imagem: Audi Hybrid Sportscar Concept

Retirado de razaoautomovel

Polícia fica um ano sem multar

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Cerca de 6500 multas estiveram em risco de prescrição. Em causa uma dívida da autarquia.

Por Ana Sofia Coelho

 A Polícia Municipal de Vila Nova de Gaia ficou mais de um ano sem passar multas de trânsito. Os agentes não tinham acesso ao site da Conservatória de Registo Automóvel, devido a uma dívida da autarquia, na altura liderada por Luís Filipe Menezes, que foi agora liquidada pelo atual executivo.

Cerca de 6500 processos de contraordenação ficaram pendentes. Algumas multas corriam mesmo risco de prescrição, já que o prazo é de dois anos.

O atraso no pagamento do acesso à plataforma informática fez com que os agentes não conseguissem notificar vários infratores, quando a contraordenação era registada, mas não era possível identificar o condutor. A informação é disponibilizada pela Conservatória de Registo Automóvel.

A denúncia foi feita pelo Sindicato Nacional das Polícias Municipais e confirmada ao CM pela autarquia de Gaia. “Encontravam-se sem acesso à base de dados desde agosto de 2013. Soubemos pelo Instituto de Gestão Financeira e Equipamentos da Justiça que se ficou a dever a um atraso de pagamento pela Câmara de Gaia – a qual havia sido notificada da situação a 11 de julho de 2013 –, e que o último pagamento teria ocorrido em junho de 2011”, lembrou a câmara.

A demora fez com que a dívida atingisse os 26 473 euros. “Não é caso único. Em Viseu há multas que já estão a prescrever. As polícias municipais estão ligadas ao poder local e este tem de acordar esses acessos. Gaia é a segunda Polícia Municipal do País, a seguir a Lisboa, a levantar mais autos de contraordenação de trânsito”, explicou Pedro Oliveira, líder do sindicato.

Retirado de correiodamanha

Veja um motor de 28,5 litros funcionar pela primeira vez em 100 anos

Veja um motor de 28,5 litros funcionar pela primeira vez em 100 anos

Nas primeiras décadas do século 20, um jeito muito comum de promover sua fabricante de automóveis era fazer um carro com um motor gigantesco para quebrar recordes de velocidade — o mais famoso deles talvez seja o Blitzen Benz, que era o carro mais rápido do mundo em 1909, mas outras companhias fizeram esforços semelhantes — como a Fiat, que em 1910 e 1911 fez o Fiat S76, a Besta de Turim, dotado de um motor de quatro cilindros e 28,5 litros — que, vejam só, foi ligado pela primeira vez em mais de 100 anos no último fim de semana.

O recorde de carro mais rápido do mundo na época fora estabelecido em 1909  e pertencia ao Blitzen Benz que, com seu motor de 21,5 litros e 200 cv, chegou aos 202 ,7 km/h em 1000 metros no Circuito de Brooklands, Reino Unido. Em 1910 a Fiat decidiu que era hora de alguém clamar para si este novo recorde e começou a construir seu carro recordista — na verdade, foram dois carros, construídos entre 1910 e 1911.

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O carro não tem visual muito diferente dos outros carros daquela época fora o fato de ser vermelho — a “cor nacional” dos carros de competição italianos na época —, e o seu diferencial está mesmo no motor: um verdadeiro monstro de 28,5 litros que, apesar do tamanho e da idade, tinha alguns recursos bem modernos, como três velas de ignição por cilindro, comando de válvulas no cabeçote e 16 válvulas — quatro por cilindro, como a maioria dos motores de quatro cilindros hoje em dia.

O resultado era de absurdos 300 cv, que até fizeram com que a Fiat rebatizasse o carro como 300 HP RECORD — impressionante mesmo quando se leva em consideração que a potência específica era de apenas 10,5 cv/l.

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Depois de ficar parado por quase um século, o S76 foi totalmente restaurado em 2014. Na verdade, foi mais como a construção de um S76 novo a partir dos componentes que restaram dos dois carros fabricados no início do século. Esperava-se que o caro ficasse pronto a tempo do Goodwood Festival of Speed em junho, mas o processo acabou demorando um pouco mais. No último fim de semana o motor finalmente foi ligado pela primeira vez. Tudo foi registrado em vídeo, e o resultado é assustador e maravilhoso ao mesmo tempo.

O vídeo começa com uma música calma algumas imagens da restauração, montagem e acabamento no carro — um time lapse que por si só já é bem legal de se assistir, diga-se. Então, exatamente ao minuto 1:58 do vídeo, o estrondo. A voz de trovão da besta de 28,5 litros que chacoalha todo o carro com o torque na partida e quase tomba o carro todo (os coxins devem ser de adamantium, só pode). O ronco é MUITO ALTO, e dá para ver até qual é a ordem de ignição dos cilindros pelas saídas de escape, que ficam parecendo metralhadoras antigas. É certamente um momento único.

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Mas, afinal, qual foi o recorde que este carro quebrou? Nenhum — ao menos não oficialmente. Em 1913, o francês Arthur Duray levou o carro para a Bélgica para tentar quebrar o recorde do Blitzen Benz e conseguiu chegar aos 215 km/h ao volante do S76. Contudo, a equipe de cronometradores não conseguiu aferir a velocidade por causa do mau tempo, e o recorde nunca foi oficializado.

Retirado de flatout

Toyota já vendeu 7 milhões de híbridos

Últimos três anos foram responsáveis por mais de metade deste valor

Até ao final de setembro tinham sido vendidos um total de 7,053 milhões de veículos híbridos das marcas Toyota e Lexus, um forte testemunho da grande aposta do grupo japonês neste tipo de tecnologia mais eficiente e mais amiga do ambiente.

Desde 1997, com o lançamento do Prius, a gama híbrida do grupo Toyota aumentou para 28 opções que estão atualmente à venda em mais de 90 países e regiões. Para 2014-2015 estão previstos 15 novos híbridos, incluindo os Lexus NX 300h e o RC 300h.

Segundo os cálculos da Toyota, a empresa acredita que reduziu as emissões de CO2 para a atmosfera em aproximadamente 49 milhões de toneladas até ao passado dia 30 de setembro. No mesmo sentido a Toyota acredita que os veículos híbridos permitiram poupar cerca de 18 milhões de litros de gasolina.

Hoje em dia a tecnologia híbrida tem várias formas de utilização que variam consoante as necessidades dos condutores mas sempre com o intuito de criar veículos ambientalmente mais eficientes.

A Toyota continua na aposta em produzir veículos cada vez mais eficientes e pretende repetir o sucesso da aposta nos híbridos com a tecnologia de células de combustível de hidrogénio, cujo lançamento do primeiro modelo produzido em massa terá lugar no próximo ano.

Retirado de autoviva