Frotas terão apoios para conversão para gás natural

As frotas irão beneficiar de fundos comunitários reembolsáveis para conversão para gás natural, anunciou o sectretário de Estado da Energia, Artur Trindade, na sessão de abertura do seminário ‘O Gás Natural nos Transportes’, que decorreu ontem em Lisboa. «Está previsto financiamento reembolsável para conversão de frotas», afirmou perante uma plateia constituída por 300 pessoas. O governante referiu que o gás natural veicular é um dos vetores para acelerar o processo de descarbonização, que assenta em três pilares: melhoria da eficiência dos motores de combustão tradicioniais; dinamização do gás natural; mobilidade elétrica. Em declarações à Transportes em Revista, Artur Trindade adiantou que «o gás natural veicular já é uma realidade económica e tecnológica», acrescentando que as empresas deverão fazer contas para converter as suas frotas para este combustível e nalguns casos poderão recorrer a fundos comunitários reembolsáveis. «Tratam-se de instrumentos que disponibilizam liquidez para fazer a transformação para um combustível mais eficiente e o sobrecusto associado a esse investimento pode ser financiado pela União Europeia», esclareceu o governante. «As poupanças obtidas ao nível da fatura de combustível vão permitir pagar as amortizações desses reembolsos. O processo consistirá numa candidatura normal para permitir converter as frotas para gás natural».

SeminarioAPVGN002Em termos de disponibilidade de gás natural para os transportes, António da Costa Silva, da Partex, referiu que as descobertas de gás de xisto nos Estados Unidos levaram a um excesso de produção deste combustível alternativo, o que levou a uma diminuição no preço nos Estados Unidos. Com o acordo de livre comércio entre a União Europeia, Estados Unidos e Canadá prevê-se que algum do excesso de produção de gás natural seja canalizado para a Europa. «Um por cento da frota mundial de veículos automóveis já é a gás», referiu o professor universitário. Entre as vantagens destaca o preço inferior aos combustíveis tradicionais, uma maior abundância de reservas e uma emissão inferior de dióxido de carbono. «O gás natural insere-se na via de descarbonização da economia», afirma, referindo que todos os anos se assiste a um desperdício de energia no valor dois mil milhões de euros no nosso país com a utilização de veículos de combustão interna tradicionais devido à sua reduzida eficiência energértica, que em situações de congestionamento de tráfego não vai além dos 15 por cento. Os utilizadores de frotas, quer a GNC quer a GNL, presentes no seminário destacaram as vantagens económicas deste tipo de combustível em termos de custo de operação e chegaram mesmo a apelar à criação de um ‘combustível profissional’, onde se insere o gás natural. Deixaram, no entanto, um aviso: caso o preço do gás natural veicular seja agravado em sede fiscal, por um aumento da taxa de Imposto Sobre Produtos Petrolíferos, a utilização deste combustível deixará de ser competitiva (até porque o preço dos equipamentos de transportes ser bastante mais elevado) e os operadores abandonarão a sua utilização, o que, para uma estratégia do País para a descarbonização, isso está longe de ser uma boa notícia. Nas conclusões do seminário, o presidente da APVGN, Jorge Jacob, referiu que no mercado nacional já existem fornecedores de equipamentos e começa a haver uma rede de distribuição de combustível veicular, quer comprimido (GNC) quer líquido (GNL), salientando que a experiência da STCP deveria ser reforçada. «A dimensão das frotas é um fator chave», afirmou e destacou a introdução de veículos a GNL para transporte de mercadorias, que virão dinamizar o setor.

Retirado de transporte em revista

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Taxistas de Nova Iorque combatem carros japoneses

sem nomeJá imaginou chegar a uma cidade e todos os táxis serem iguais, não só nas cores, mas também no modelo? Em Nova Iorque é uma medida desse género que está a ser combatida pelos taxistas da cidade, que não querem ser obrigados a trocar os seus veículos por monovolumes da Nissan.

Há alguns anos, os táxis de Lisboa eram quase todos Mercedes, mas mais por razões comerciais do que por obrigatoriedade, e sempre havia diferenças de modelos. Em Nova Iorque, a Comissão de Táxis e Limousines da cidade assinou um contrato de mil milhões de dólares (790 milhões de euros) com a Nissan em 2011. A marca japonesa iria distribuir 15 mil carros NV220, construídos no México e adaptados a táxi, a partir de 2013 e ao longo de cinco anos.

Os taxistas e as empresas do sector na cidade não gostaram da ideia, principalmente a obrigatoriedade de escolher esse modelo – uma carrinha monovolume com portas deslizantes e grande bagageira, mas com quatro lugares na mesma – e avançaram desde logo para os tribunais. Mesmo o tradicional amarelo dos mundialmente conhecidos yellow cabs, apesar de manter-se, teve a sua tonalidade ligeiramente alterada pela marca japonesa.

Primeiro um juiz aceitou o pedido de bloqueio do contrato, que impedia os taxistas de comprarem carros híbridos, uma vez que o tal Nissan NV220 ainda não tinha uma versão híbrida. No seguimento dessa decisão, a Comissão de Táxis aceitou em 2012 permitir a compra de carros híbridos para táxi.

Depois os taxistas voltaram a apelar noutro tribunal no ano passado, alegando que a comissão excedeu a sua autoridade ao obrigar à compra de um modelo específico. O juiz aceitou o argumento e os taxistas vão poder ‘viajar’ até ao Tribunal de Recurso, em Albany, capital estadual, que tomará a decisão final sobre este assunto.

A escolha da Nissan veio no seguimento do projecto ‘Táxi do Futuro’, que pretendia encontrar um carro mais espaçoso, seguro e económico para servir de táxi em Nova Iorque. A Nissan bateu a concorrência da Ford e da Karsan, um fabricante turco, no início de Maio de 2011. “A Nissan NV200 é o Táxi do Futuro da cidade e vai ser o mais seguro, mais confortável e mais funcional que já tivemos”, afirmou o mayor de Nova Iorque na altura, Michael Bloomberg.

Retirado de sol

Compre o carro certo para a sua carteira

O mercado automóvel retomou a toada crescente, mas a tributação dos combustíveis aumentará dentro de pouco mais de três meses. Se quer adquirir um carro novo, faça uma escolha inteligente.

A saúde do mercado automóvel voltou: os portugueses aumentaram as compras de automóveis ligeiros em 38,3% nos primeiros nove meses de 2014 No entanto, uma subida do preço dos combustíveis espera os compradores dentro de pouco mais de três meses. Quem deseja comprar agora um carro, que escolha deve fazer?

Para os vários segmentos automóveis, desde os citadinos aos carros de luxo, o Observador fez as contas. Os cálculos descobriram os veículos ligeiros de passageiros mais económicos na soma do preço de compra e das despesas de combustíveis.

Assumiu-se um percurso médio diário de 30 quilómetros, um horizonte temporal equivalente à idade média dos automóveis ligeiros (pouco superior a dez anos) e os preços atuais da gasolina 95 e do gasóleo acrescidos do impacto do aumento do imposto sobre os produtos petrolíferos esperado para 2015.

Os preços e as informações sobre os 1.862 automóveis analisados pelo Observador foram obtidos junto do Guia do Automóvel e dos fabricantes, enquanto os preços atuais dos combustíveis foram obtidos junto da Direção-Geral de Energia e Geologia. Não foram analisados os automóveis elétricos e híbridos nem os que trabalham a gás de petróleo liquefeito.

Citadino

Kia Picanto 1.0 LX

Kia Picanto

É a opção mais racional para muitos. O Kia Picanto é o carro que menos despesa dá. Além de consumir pouco (em média, 4,2 litros por 100 quilómetros, segundo o fabricante), é um dos mais baratos. A versão LX de cinco portas e mil centímetros cúbicos a gasolina custa agora 9.380 euros, sem equipamento opcional. O Smart fortwo coupé 61cv pure mhd é o concorrente mais próximo na economia global.

Utilitários

Hyundai i20 1.1 CRDi Blue One FL

Apesar de ter cinco lugares, o Kia Picanto é pequeno. Quem desejar um automóvel um pouco maior, deve procurar a versão a diesel do Hyundai i20. A versão a gasóleo fica 1.680 euros mais cara que a opção mais barata a gasolina, mas o consumo de combustível é muito inferior (consumo combinado de 3,2 litros por 100 quilómetros). O Dacia Logan 1.5 dCi é o que mais se aproxima em termos de poupança de longo prazo. Preço atual? 14.180 euros.

Pequenos familiares

Mazda 3 1.5 SkyActiv-G 100cv Essence

Mazda 3
Está longe de ser um dos mais poupados na hora de atestar – o consumo combinado é de 5,1 litros por 100 quilómetros -, mas o Mazda 3 é de longe um dos mais baratos quando se visita o salão de exposição – o preço de venda ao público começa nos 18.200 euros. O Ford Focus 1.0 EcoBoost, também a gasolina, é a segunda escolha nesta área.

Familiares médios

Skoda Octavia 1.2 TSI 86cv Active

Skoda Octavia

A Skoda dá cartas nos segmentos dos familiares médios e grandes ao nível da economia para as famílias. No nível médio, Octavia vence nos carros poupados nas suas várias motorizações. A escolha do motor a gasolina 1.2 é a mais inteligente para quem quer gastar menos. Custa 19.091 euros. Mas seguem-se a opção 1.6 a diesel e a versão 1.4 a gasolina. Só depois surge o Hyundai i40 1.7 CRD.

Grandes familiares

Skoda Superb 1.6 TDI 105cv GreenLine Active

Superb GreenLine

O construtor automóvel checo coloca-se na primeira posição dos grandes familiares com o Superb, através da versão GreenLine, que tem um preço de venda ao público de 28.342 euros. É um caso único neste segmento: a segunda opção mais económica, o Volvo S80, custa mais 47% e o consumo combinado é 7% superior.

Luxo

Jaguar XJ 3.0 D SWB Luxury

Jaguar XJ

Se o que procura no mercado é um carro mais luxuoso, então opte por um Jaguar XJ, na versão três litros a gasóleo. Nesta gama, em que todos os veículos custam mais de 100 mil euros, o consumo de combustível é o que menos interessa. Este é o mais barato do grupo, seguido do Porsche Panamera Diesel 250 Tiptronic. O modelo em causa custa 101.990 euros.

Descapotáveis

Smart fortwo cabrio 71cv pure mhd

smart fortwo Cabriolet

Se quer conduzir com os cabelos ao vento, não há carro mais económico que o Smart fortwo cabrio. Tem um preço de 13.244 euros. O concorrente mais direto é o Fiat 500C 1.3 Multijet 16v 95 S&S Pop Star.

Coupés

Renault Mégane Coupé Energy 1.5 dCi

Renault Megane Coupé

Nos automóveis coupé, a Renault lidera com o Mégane. Os preços começam nos 26.700 euros, mas a surpresa está no consumo: 3,5 litros de gasóleo por 100 quilómetros. A segunda melhor escolha, o Citroën DS4 1.6 HDi 90, gasta 4,4 litros para percorrer o mesmo caminho.

Monovolumes

Nissan Note 1.2 80 Visia

Nissan Note

A versão 1.2 a gasolina do Nissan Note fica praticamente ao mesmo nível na poupança de longo prazo do Note 1.5 a gasóleo. O preço é de 14.790 euros. Fora da marca japonesa, quem fica mais bem classificado é o Dacia Lodgy que usa o mesmo motor 1.5 dCi do Note.

Carrinhas

Dacia Logan MCV TCe 90cv ECO2 Pack

Dacia Logan MVC

O preço da Dacia Logan MCV começa ligeiramente abaixo dos dez mil euros, colocando-a claramente no topo da lista das carrinhas mais económicas. A versão a gasolina deve ser a primeira escolha para quem quer poupar na próxima década a percorrer uma média de 30 quilómetros por dia. Só depois da Logan MCV a gasóleo é que surge a Renault Clio Sport Tourer Energy TCe 90.

SUV & todo-o-terreno

Citroën C4 Cactus 1.2 Pure Tech 82 CVM Live

Citroën C4 Cactus

Da fábrica da PSA Peugeot Citroën, nos arredores de Madrid, chega o líder da poupança nos segmentos dos veículos utilitários desportivos e dos todo-o-terreno: o Citroën C4 Cactus, com preços a partir de 20 mil euros. A maior concorrência em termos de economia para as famílias é do Peugeot 2008, primeiro na versão 1.2 VTi e, depois, 1.4 HDi.

Retirado de observador

Mercedes Classe G: 215 países e 890.000 km em 26 anos

otto mercedes classe g 1

Este Mercedes Classe G batizado de “Otto” percorreu os quatro cantos do mundo durante 26 anos. O motor ainda é o original.

Gunther Holtorf é um alemão que há 26 anos largou o seu emprego com um objectivo: percorrer o mundo ao volante do seu Mercedes Classe G «azul céu». Para trás ficou um emprego estável, como administrador da Lufthansa. Tudo em troca de uma vida repleta de aventuras e histórias para contar. Parece um bom negócio não acham?

Holtorf conta que os primeiros 5 anos foram gastos a atravessar o continente africano, aventura que nem o divórcio da sua 3ª mulher conseguiu interromper. Foi então que através de um anúncio no jornal Die Zeit, Holtorf encontrou a mulher da sua vida, Christine. Foi na companhia de Christine que viajou de 1990 até 2010, ano em que um cancro diagnosticado em 2003 lhe roubou a vida.

otto mercedes classe g 5

Durante esse período percorreram países como a Argentina, Perú, Brasil, Panamá, Venezuela, México, E.U.A, Canadá e Alasca, entre outros. Depois disso rumaram para a Austrália onde passaram mais uma temporada, mas foi no Cazaquistão que atingiram a notável marca dos 500.000km.

A viagem continuou por países como Afeganistão, Turquia, Cuba, Caraíbas, Reino Unido e muitos outros países europeus. Entretanto, Christine faleceu, mas Holtorf prometeu continuar a sua jornada. Sozinho, apenas na companhia do seu fiel “Otto” fez-se à estrada para descobrir a China, Coreia do Norte, Vietname e Cambodja.

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Ainda com o motor original, esta aventura que durou 26 anos e percorreu 215 países terminou na Alemanha. A Mercedes – que ao tomar conhecimento desta aventura decidiu apoiar Gunther Holtorf – vai expor o “Otto” no seu museu em Estugarda, onde este globetrotter poderá ser visto por milhares de interessados e apaixonados pela marca.

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Retirado de automoveis one line

Sabe quando deve mudar a correia de distribuição e que cuidados deve ter?

Por ser um assunto do interesse de todos aqueles que têm um veículo, entendemos dar uma explicação mais profunda acerca deste tema. Mas, antes de saber quando é que tem de mudar a correia de distribuição, há que saber o que é uma correi de distribuição.Então o que é a correia de distribuição?

A correia de distribuição é provavelmente a peça mais importante do motor, esta tem por finalidade a sincronização de todo o motor. Dizemos todo o motor, porque a correia sincroniza o movimento dos pistões, válvulas e em muitos casos a bomba de água, como por exemplo os Renault. Esta sincronização é vital para um correcto funcionamento do motor.

Quanto à sua composição, a correia normalmente é fabricada em borracha. O objectivo é claramente a redução de ruído. Esta encaixa na polie e trabalha sob uma tensão constante. Existem também alguns automóveis, como por exemplo os Mercedes e BMW que recorrem ao uso de uma corrente de distribuição metálica, este sistema tem a vantagem de não necessitar de manutenção e raramente são substituídas, no entanto, ao contrário da correia de borracha, tem a desvantagem de provocar maior ruído em alguns casos.

Sabe quando deve mudar a correia de distribuição e que cuidados deve ter 1

O sistema de correia de distribuição é composto por vários elementos:

O primeiro elemento é a uma correia dentada “Correia de Distribuição” que sincroniza os movimentos do motor.

O segundo é o tensor e cuja função é criar uma determinada tensão na correia por forma a manter o seu alinhamento.

O terceiro elemento é a bomba de água e a sua função a de fazer circular o líquido de arrefecimento. Por esta razão é muito importante que sempre que vai efectuar a substituição da distribuição da distribuição do seu carro, faça também a substituição da bomba de água.

Isto posto, quando é que deve efectuar a substituição da correia de substituição do seu carro?

As correias de distribuição devem ser substituídas segundo a recomendação do fabricante.

No entanto a frequência para a sua substituição varia de acordo com as marcas dos automóveis e até em veículos da mesma marca. Os prazos para a sua substituição são diversos, podendo em alguns casos ser, por exemplo, ao fim de 10 anos ou os 240 000 km percorridos.

Assim, imagine que o seu automóvel teria de mudar a correia ao fim de 24 meses ou 120 mil km. Se o se carro tivesse percorrido 120 mil km no primeiro ano, teria que ir substituir a correia. Mas, se o seu carro ao fim dos 24 meses ainda não tivesse percorrido esses 120 mil km, teria que mudar a correi na mesma.

Depois de mudada é importante vigiar o estado da mesma, pois se a correia for mal montada, ela vai apresentar índices de desgaste anormais.

Explicados os pontos relacionados com a substituição da correia com base nos quilómetros percorridos e anos decorridos, é essencial a observação visual da mesma. Assim, se esta revelar por exemplo, dentes com desgaste excessivo, fendas no perfil da correia, vestígios de óleo na correia, entre outros, deverá ver de onde é que está a vir o problema e resolver o quanto antes. Alguns destes sintomas resultam por uma tensão excessiva na correia de distribuição.

Caso ocorra uma falha na correia de distribuição, as consequências para o motor poderão ser extremamente graves, pois gera uma dessincronização do todo o sistema de distribuição, normalmente resultando na torção das válvulas e eventual empeno das árvores de cames.

A correia de distribuição é escolhida de acordo com o modelo do automóvel e o tamanho do motor.

Muito importante! A substituição da correia de distribuição deverá ser sempre feita por um profissional.

Tal como já referido, a bomba de água deve ser substituída ao mesmo tempo que a correia de distribuição. Em boa verdade, a vida útil da bomba de água é superior ao da correia, mas não é aconselhável deixar para a próxima substituição da correia. Não é muito dispendioso e poderá poupar-lhe alguns dissabores, assim, recomenda-se a sua substituição em simultâneo com o tensor da correia.

Retirado de automoveis online

Caixa de velocidades. Travar com a caixa danifica mecânica?

Caixa de velocidades. Travar com a caixa danifica mecânica? Depois do artigo que a equipa do Automoveis-Online fez para as caixas de velocidades automáticas, hoje queremos desmitificar o mito de que o uso da caixa de velocidades como auxiliar de travagem, pode desgastar os órgãos mecânicos que compõem a caixa.

O que é ensinado nas escolas de condução é a possibilidade de auxiliar a travagem do carro com a caixa de velocidades. Mas, alguns leitores têm questionado se o facto de usar a caixa de velocidades para auxiliar o carro no processo de travagem, pode contribuir para a sua rápida degradação? E, se não será melhor usar só os travões?

O que se pode dizer é que os travões forma construídos precisamente para essa função, ou seja, travar qualquer veículo.

Contudo, é perfeitamente normal e aconselhável o uso da caixa de velocidades, nomeadamente, através da redução das relações, como auxiliar de travagem. Inclusive, é muito recomendado o uso da caixa de velocidades, nas descidas muito íngremes, onde por vezes aparece sinalização gráfica vertical que recomenda o uso da caixa de velocidades como auxiliar de travagem.

Para que o leitor perceba o processo e porque razão é que se deve utilizar a caixa de velocidades como auxiliar de travagem a explicação é a seguinte.

O contacto alargado ente o material de fricção dos travões conhecido por “ferodo” e o metal dos discos de travão ou em alguns casos tambores, provoca um aquecimento excessivo. É este aquecimento excessivo que diminui a capacidade de travagem do veículo, podendo inclusive, chegar ao ponto de não exercer qualquer efeito de travagem, sendo que esta possibilidade ocorre com maior frequência nas viaturas comerciais ou camiões.

Recorrendo ao uso da caixa de velocidades, usa-se o binário resistente do motor em desaceleração como meio de retenção do veículo, que por sua vez, vai permitir que os travões arrefeçam.

Agora, as reduções na caixa de velocidades devem ser feitas de forma equilibrada, ou seja, quando efectuar uma redução faça-a para a mudança imediatamente seguinte, por exemplo de 4.ª para a 3.ª velocidade. Assim, o regime do motor não sofre um aumento brutal de rotações e que o regime do carro não suba ao “Redline“.

Assim sendo, o mudar de velocidade com este propósito, não significa que esteja a estragar a caixa de velocidades.

No extremo, se utilizar sistematicamente a caixa de velocidades de forma, a que obrigue rotações acima do “Redline“, situação que dificilmente ocorrerá, pode causar algum desgaste no material, incluindo a embraiagem.

Retirado de automoveis on line

Lista de radares de velocidade para o mês de Outubro 2014

sem nomeLista de radares de velocidade para o mês de Outubro 2014 divulgada pela PSP. Estas acções de fiscalização do controlo de velocidade realizadas em meses anteriores têm obtido resultados interessantes, com os condutores a adoptarem posturas mas comedidas, evitando assim a multa.

Como já é habitual, os locais escolhidos tiveram como critério principal a perigosidade. O objectivo é claro, conseguir a redução da velocidade dos veículos que circulam nessas vias.

De acordo com a informação divulgada, as acções de fiscalização da PSP, arrancam hoje dia 3 de Outubro, em Aveiro, Castelo Branco, Coimbra, Faro, e Santarém.

Lista das localidades e datas:

AÇORES

08-out-14 06H45 Av. Alberto I Príncipe de Mónaco – Ponta Delgada

15-out-14 07H00 Rua 5 de Outubro (Conceição) – Horta

17-out-14 13H45 Santa Bárbara – Angra do Heroísmo

22-out-14 06H45 Av. Alberto I Príncipe de Mónaco – Ponta Delgada

28-out-14 07H45 Ladeira Grande – Angra do Heroísmo

AVEIRO

03-out-14 15H00/19H00 Rua Família Colares Pinto e Av. da Régua – Ovar

06-out-14 08H00/14H00 EN 109 Km 58.1 – Aveiro

08-out-14 09H00/13H00 Rua da Estada Nacional 223 – Santa Maria da Feira

10-out-14 16H00/20H00 Variante da Rua 19 – ANTA – Espinho

13-out-14 14H00/20H00 Av. Sá Carneiro – Aveiro

15-out-14 09H00/13H00 Av. Dr. Renato Araújo – São João da Madeira

16-out-14 14H00/20H00 EN 109 Km 58.1 – Aveiro

20-out-14 08H00/14H00 EN 109 Km 58.1 – Aveiro

21-out-14 09H00/13H00 Rua Família Colares Pinto – Ovar

24-out-14 15H00/19H00 Rua Dr. Eduardo Vaz – Santa Maria da Feira

28-out-14 16H00/20H00 Av. central Norte – PARAMOS – Espinho

31-out-14 08H00/14H00 EN 109 Km 58.1 – Aveiro

BRAGA

07-out-14 10H00/12H00 Av. António Macedo – Braga

09-out-14 14H00/18H00 Variante de Creixomil – Guimarães

10-out-14 21H00/03H00 Av. Miguel Torga – Braga

21-out-14 09H00/12H00 Circular Urbana – Guimarães

BRAGANÇA

16-out-14 08H00/12H00 Av.das Comunidades Europeias – Mirandela

21-out-14 07H45/13H00 Av.das Cantarias – Bragança

CASTELO BRANCO

03-out-14 08H00/12H00 Alameda Pêro da Covilhã – Covilhã

10-out-14 14H00/18H00 EN 18 – Campo de Obstáculos – CasteloBranco

16-out-14 08H00/12H00 Av. de Espanha / Buenos Aires – CasteloBranco

COIMBRA

03-out-14 14H00 Estrada de Coimbra – Figueira da Foz

06-out-14 08H30 IC2 Lages – Coimbra

10-out-14 08H00 Rodovia Urbana de Tavarede – Figueira da Foz

14-out-14 08H30 EN 341 (via rápida de taveiro) – Coimbra

24-out-14 19H00 Av. do Brasil – Figueira da Foz

ÉVORA

07-out-14 10H30 EN 18 ao 2.º Bairro do Frei Aleixo – Évora

13-out-14 09H00 EN 18 (ao Gil) – Estremoz

31-out-14 08H00 EN 18 ao 2.º Bairro do Frei Aleixo – Évora

FARO

03-out-14 08H30 Av. Dom João VI – Olhão

07-out-14 09H00 Av. Da Fonte Coberta – Lagos

16-out-14 07H30 Rua Almirante Cândido Reis – Tavira

21-out-14 10H00 EN 125, (sentido Aeroporto – Faro) – Faro

24-out-14 08H30 Av. Dom João VI – Olhão

GUARDA

27-out-14 13H00/18H00 Via de Cintura Externa da Guarda (VICEG)

LEIRIA

16-out-14 14H00/17H00 EN 360 / Estrada da Foz – Caldas da Rainha

30-out-14 09H00/12H00 Souto – Pombal

LISBOA

08-out-14 09H00-11H00 Av. Capitães de Abril – Mem Martins

09-out-14 22H00-02H00 Reta do Cabo- Vila Franca de Xira

10-out-14 09H00-17H00 Av. Marginal – Cascais

15-out-14 07H30-15H00 EN 117 – Amadora

16-out-14 07H00-13H00 EN 249-3 – Porto Salvo

16-out-14 13H00-19H00 EN 6-3 Alto da Boa Viagem – Caxias

25-out-14 09H00-12H00 Estrada Regional 374 – Malhapão – Loures

25-out-14 14H00-17H00 Rua Pedro Álvares Cabral – Pontinha

MADEIRA

07-out-14 07H00 Estrada do Aeroporto – Sítio Mãe de Deus – Caniço

08-out-14 08H00 VR1 – Túnel duplo do Caniçal sentido Caniçal/Machico

09-out-14 08H00 Via Expresso 4 – Meia Légua – Ribeira Brava

12-out-14 18H45 VR1 desde a Rotunda do Caniçal até à Ribeira Brava – Funchal

16-out-14 14H00 Via Rápida 1 – Ponte do Porto Novo

17-out-14 07H00 Rua Engº. Santos Costa

23-out-14 07H45 VR1 desde a Rotunda do Caniçal até à Ribeira Brava – Funchal

25-out-14 18H00 VÊ 1 – Túnel do Norte – orto da Cruz

26-out-14 13H45 VR1 desde a Rotunda do Caniçal até à Ribeira Brava – Funchal

28-out-14 14H00 VR1 (via rápida), Km 9,4 (sentido este/oeste, Câmara de Lobos

30-out-14 18H45 Rua Pestana Junior – Rua 5 de Outubro e Av. das Madalenas – Funchal

31-out-14 20H00 Rua Manuel dos Passos – Machico

PORTO

08-out-14 08H00/12H00 Av. D. João II – Oliveira do Douro

14-out-14 08H00/12H00 Av. Dr. Antunes Guimarães – Leça da Palmeira

20-out-14 20H00/24H00 Estrada da Circunvalação – EPT – Porto

24-out-14 14H00/18H00 Estrada Circunvalação – 11124 – Matosinhos

30-out-14 08H00/12H00 Rua das Rãs – Santo Tirso

PORTALEGRE

08-out-14 14H00/19H00 Av. do Bonfim – Portalegre

23-out-14 08H00/10H00 Av. do Dia de Portugal – Elvas

SANTARÉM

03-out-14 08H00/12H00 Av. do Bom Amor – Torres Novas

06-out-14 14H00/18H00 Rua dos Oleiros – Abrantes

07-out-14 08H00/10H00 Circular Urbana – Cartaxo

14-out-14 08H00/12H00 Rua Afonso Heriques – Entrocamento

14-out-14 14H00/18H00 Rua Actiz Alda Rodrigues – Santarém

15-out-14 08H00/12H00 Alvito – Tomar

16-out-14 08H00/10H00 Circular Urbana – Cartaxo

23-out-14 14H00/18H00 Calçadinha – EN3 – Santarém

27-out-14 14H00/18H00 Rua Dr. José Alves de Oliveira, Liteiros – Torres Novas

29-out-14 14H00/18H00 São Lourenço – Tomar

30-out-14 08H00/12H00 Av. Aljubarrota – Abrantes

SETÚBAL

06-out-14 16H00/20H00 EN 10.3 – BARREIRO

11-out-14 14H00/18H00 LARGO 1.º DE MAIO sentido C.CAPARICA/ALMADA – ALMADA

14-out-14 08H30/13H00 EN 10.4 – SETÚBAL

23-out-14 15H00/20H00 AV. GARCIA DE ORTA; Av.ª FIALHO GOUVEIA; Av.ª OLIVENÇA; CAIS DO SEIXALINHO – MONTIJO

VIANA DO CASTELO

07-out-14 15H00 Via Foral D. Teresa – Ponte de Lima

09-out-14 15H00 Av.Paulo VI, Darque – Viana do castelo

16-out-14 10H00 Estrada da Papanata – Viana do Castelo

VILA REAL

09-out-14 14H00/17H00 Rua da Paz – Chaves

21-out-14 14H00/17H00 Av.Rainha D. Mafalda – Chaves

23-out-14 16H00/18H00 Rua Vasco Sameiro – Vila Real

VISEU

08-out-14 14H00 Estrada da Circunvalação – Viseu

13-out-14 08H00 Av. Professor Reinaldo Cardoso – Viseu

Retirado de

14-out-14 15H00 Av. Dr. Egas Moniz – Lamego

24-out-14 14H00 Estrada de Nelas – Viseu.

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Venderam-se mais carros até Setembro do que em todo 2013

venda_carros_portugal_2014_fleetmagazine_pt_thumb_medium400_249A Peugeot está a recolher os frutos de ter uma gama de modelos jovem e da forte aposta comercial que fez. Como resultado, em Setembro foi a marca automóvel mais vendida em Portugal.

Para tal contribui muito o facto de tanto o Peugeot 208 como a Partner serem líderes dos respectivos segmentos.

Foi um dos raros meses em que o lugar mais alto do pódio não coube à Renault, apesar de, no cômputo global do ano, permanecer líder destacada da tabela de vendas.

Mas o fim do verão trouxe também outra boa novidade para o comércio automóvel em Portugal: em nove meses foram vendidos mais veículos do que em todo o ano de 2013. O mercado português está a crescer consecutivamente há mais de um ano, em linha com o mercado europeu. A diferença é que, percentualmente, seis ou sete vezes mais do que a média da totalidade dos países.

Apesar de não ser o melhor mês do ano (continua a ser Junho com 17.993 unidades), as vendas de setembro revelam também outro facto agradável para o grupo PSA: graças a uma presença bastante forte no segmento dos comerciais ligeiros, a Citroën consolidou a quinta posição do raking global de ligeiros.

mercado setembro

Confirma-se a crescente aceitação de marcas jovens, como a Dacia que, no mês passado, duplicou as vendas de 2013. No meio da tabela alguns construtores estão a ganhar quota de mercado, casos da Nissan, Seat e Kia, um pouco à custa de outras que, apesar de estarem a vender mais unidades do que em 2013, não conseguem acompanhar a subida percentual registada desde o início do ano. Entre as de maior volume, isso está a acontecer com a VW, BMW, Opel, Fiat e Audi, por exemplo.

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Carsharing: desafios e oportunidades

carsharing belém_fleetmagazine_ptUm relatório publicado pela Associação Europeia de Fabricantes de Automóveis (ACEA) aborda as tendências, oportunidades e desafios enfrentados pela indústria de carsharing na Europa e no mundo.

O mercado mundial de carsharing engloba atualmente vários milhões de clientes e possui uma frota constituída por algumas dezenas de milhares de veículos. Apesar de fortemente concentrada em países industrializados, há um número crescente de empresas a operarem também em economias em desenvolvimento.

O relatório demonstra que não existe um modelo único de negócios/serviços nesta atividade e que estes variam em função das necessidades e disposição territorial e técnica da região em que a empresa opera. Segundo o documento, os clientes típicos tendem a ser jovens urbanos para os quais uma mobilidade flexível é bastante importante. Demonstra, ainda, que os diferentes players atuam de forma diversas, variando na forma de atuação, criando versões especializadas dos seus próprios carros e produzindo serviços específicos em função da frota.

Há, no entanto, desafios claramente identificados que a indústria de carsharing enfrenta. Estes variam entre os limites dos serviços que podem oferecer e que nem sempre conseguem satisfazer as necessidades dos utilizadores, os problemas causados por uma legislação que varia de região para região e ainda com o facto de algumas empresas de carsharing estarem a sentir dificuldade em lidar com as garantias dos veículos e com os respetivos seguros, uma vez que a utilização do serviço é muito variável em função do tipo de cliente.

Erik Jonnaert, secretário-geral da ACEA, escreve no relatório que o “carsharing revela potencial para se tornar parte integrante de uma solução de mobilidade urbana e pode ser opção para cidadãos que ainda não têm um carro e que vivem nas cidades”. No entanto, frisa este responsável “há uma série de problemas práticos, comerciais e regulamentares que ainda precisam de ser superados”.

Na edição de Setembro da FLEET MAGAZINE é igualmente indicada uma outra vantagem do carsharing para o setor empresarial, o facto de este serviço poder ajudar uma empresa a ter maior controlo sobre as emissões.

Nessa reportagem, Luís Rosendo, da CityDrive, evidencia o facto nos vários clientes empresariais que já utilizam os serviços desta empresa de carsharing, a mais recente a operar na região de Lisboa: “ao aderir a uma mobilidade amiga do ambiente, a empresa aumenta as suas credenciais em termos de responsabilidade social”.

É que, não sendo da responsabilidade do utilizador o automóvel, o valor das emissões é contabilizado nas contas de quem presta o serviço. Além, obviamente, da vantagem económica que representa um aluguer curto no tempo ou na distância, com estacionamento incluído, sem qualquer outro custo ou obrigação

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