Vendas automóveis na Europa crescem há um ano

incentivo_fleet_magazine_pt_thumb_medium400_250O mercado de automóveis novos na Europa está a crescer, de forma contínua, desde Agosto de 2013.

As vendas são impulsionadas pelo crescimento significativo de dois dígitos em mercados de médio porte, casos da Grécia, Irlanda e Portugal, mas ainda pela forte recuperação do mercado espanhol que, sendo um dos cinco maiores da Europa, registou um crescimento de vendas de 23,0% em Agosto.

Entre as marcas mais procuradas, as que obtiveram maior crescimento até meados do ano foram a Volkswagen e a Ford. A marca alemã conseguiu mesmo o grande feito de colocar três modelos seus entre os dez carros mais vendidos na Europa – Golf e Polo – que ocupam, respetivamente, o primeiro e o segundo lugar.

País Agosto 14 Agosto 13 Variação Agosto Janeiro/Agosto 2014 Janeiro/Agosto 2013 Variação anual
França 83,715 85,953 -2.6% 1,186,226 1,167,647 +1.6%
Alemanha 213,092 214,044 -0.4% 2,021,609 1,969,820 +2.6%
Reino Unido 72,163 65,937 +9.4% 1,532,335 1,391,788 +10.1%
Grécia 4,502 3,371 +33.6% 48,523 40,165 +20.8%
Irlanda 4,873 3,696 +31.8% 89,350 68,541 +30.4%
Itália 53,693 53,675 +0.0% 930,945 898,926 +3.6%
Portugal 8,340 6,147 +35.7% 98,317 72,062 +36.4%
Espanha 46,239 37,592 +23.0% 593,008 502,666 +18.0%
Total Europa 703,918 685,301 +2.7% 8,628,789 8,174,473 +5.6%


Mercado espanhol cresce com incentivo ao abate

O mercado em Espanha continua a beneficiar das ajudas estatais de incentivo ao abate de viaturas mais antigas, registando um aumento de 23 por cento nas vendas em relação a agosto do ano passado.

Este foi o melhor desempenho dos cinco maiores mercados europeus, com o Reino Unido a crescer 9,4 por cento, enquanto a França (-2,6%) e a Alemanha (-0,4%) regrediram.

Embora em termos de volume total tenham menor expressão numérica, o maior crescimento percentual pertenceu aos mercados de Portugal (+ 35,7%), Grécia (+ 33,6%) e Irlanda (31,8%).

Já no cômputo anual, a Espanha volta a liderar as vendas com 18 por cento. Com exceção do Reino Unido, cujo aumento anual foi de 10.1 por cento, França (+1.6%), Alemanha (+2.6%) e Itália (+3.6%) registaram um crescimento mais moderado.

O crescimento percentual do mercado português foi bastante mais expressivo: 36.4 por cento, traduzindo 98.317 veículos ligeiros vendidos entre Janeiro e Agosto de 2014, face aos 72.062 registados no mesmo período de 2013.

Retitado de fleetmagazine

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A revisão de um Lexus LFA

Ferramentas sujas e chão pegajoso seria um pesadelo para estes senhores. Aqui trabalha-se num ambiente semelhante a um laboratório e utilizam-se… raios X?! A revisão periódica do Lexus LFA é um processo encantador por si só.

O Lexus LFA é verdadeiramente um automóvel especial. Um automóvel em que se equaciona, testa e verifica a mais ínfima peça. Talvez por isso o LFA tenha levado 10 anos a ser desenvolvido, e o resultado está à vista. Para o manter na sua melhor forma, as revisões periódicas são feitas de forma meticulosa, à boa maneira japonesa.

O processo de revisão do Lexus LFA inicia-se com a entrada do automóvel nas instalações da Toyota Motorsport GmbH (TMG) em Cologne, Alemanha. Aqui o LFA é recebido num ambiente branco, mais facilmente associado a um laboratório do que a uma oficina.

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Sistemas vitais para a performance e bom funcionamento do LFA, como a suspensão e sistema de direção, são integralmente retirados do automóvel, desmontados, e cada uma das peças que os compõem é inspeccionada várias vezes. Os sistemas hidráulicos da suspensão são também testados visual e mecanicamente. Apesar de parecer uma tarefa relativamente simples, no Lexus LFA não é. A maioria das peças da suspensão são de difícil acesso.

Aliás, Peter Dresen, director da TMG, refere que a dificuldade de acesso a determinadas partes do Lexus LFA é o que torna a sua revisão num processo mais delicado: “Os princípios de manutenção são semelhantes aos de Lexus normal, no entanto é mais complicado executar determinadas tarefas e aceder a determinadas partes”. Peter refere ainda que até na revisão, o LFA tem pedigree: “Na realidade, a revisão do LFA é muito semelhante, em termos de tratamento, a um carro de competição”.

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Como não poderia deixar de ser, os travões são um dos sistemas que merecem mais atenção por parte dos especialistas do LFA. Os discos são examinados minuciosamente em busca de falhas na integridade do compósito de carbono e são de seguida pesados, para verificar se o desgaste cumpre os limites.

É também nos travões que a Lexus pode utilizar a sua máquina de raios X, se algum dia for necessária, coisa que até agora nunca aconteceu porque os materiais nunca (!) apresentaram falhas que assim o exigissem. Ainda no campo da travagem, a TMG faz questão de mergulhar um aparelho no circuito dos travões em busca de água no sistema.

Os paineís da carroçaria em plástico reforçado com fibra de carbono são também alvo de uma avaliação, ou não fossem um dos muitos detalhes que separa o LFA dos restantes supercarros. No caso do Lexus LFA azul das fotografias, trata-se do carro oficial da Lexus britânica que é também uma viatura de testes para jornalistas. Ao que parece, o para-choques dianteiro já contava com alguns arranhões. Nós não somos de intrigas, mas aqui na Razão Automóvel travamos dele muito melhor…

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A revisão termina com aquilo que para a maioria dos automóveis é a revisão completa: mudança de todos os filtros e do óleo, que para o LFA é da especificação 5W50.

Quanto ao valor da revisão, a TMG não fornece dados. No entanto, suspeitamos – e é só mesmo uma suspeita… – que para um automóvel de aproximadamente 300 000€, e com a mão-de-obra de técnicos tão especializados, a revisão não seja assim tão barata.

Retirado de razãoautomovel

Portugueses visitam oito marcas até à decisão final

Compra de carro! Portugueses visitam oito marcas até à decisão final. Este é um dos resultados da crise em que Portugal esteve e ainda está mergulhado e que aos poucos e poucos tem vindo a sair. Com a crise, o consumidor português passou a consumir com mais cautela, principalmente quando o assunto é comprar um automóvel.

Actualmente um consumidor português levam seis meses até concluírem o negócio e para escolher o modelo de automóvel que vão comprar, observando até 8 marcas diferentes. Os clientes fazem uma avaliação mais criteriosa sobre as diferentes opções que o mercado automóvel lhes oferece.

Na 4ª Edição da World Shopper Conference (WSC), evento direccionado para a inovação no negócio automóvel, juntou em Lisboa, duas centenas de profissionais do sector. Entre outros assuntos, foi sublinhado que quem está numa condição de comprador, leva até seis meses até efectivar o negócio.

A prospecção feita por cada cliente é agora também mais meticulosa. Segundo alguns indicadores dados a conhecer na WSC, em Portugal, cada comprador de um automóvel estuda entre oito marcas, quando no passado a análise ficava-se pelas três marcas.

Actualmente os clientes demonstram mais conhecimento e quando estes entram num stand percebe-se que estão mais bem informados, designadamente por via da imprensa especializada e da Internet, “o que exige dos vendedores uma maior preparação”, salienta J.R Caporal, CEO da MegaDealer Network, um dos oradores convidados.

Retirado de Automóveis​-Online

Lisboa está entre as 25 cidades mais congestionadas do mundo

transitoUm estudo sobre tráfego realizado pela Tom-Tom, que apura o congestionamento das principais cidades de todo o mundo, coloca Lisboa no 24.º lugar e o Porto no 44.º lugar, num ranking composto por 60 cidades.
Em ambas as cidades os períodos mais congestionados são terça-feira de manhã e sexta-feira à tarde.
Por ano, os lisboetas passam 74 horas no trânsito, cerca de 3 dias úteis.
Em média, em todo o mundo, esse número é de cerca de 8 dias úteis.

Retirado de fleetmagazine

E o carro mais vendido em Espanha foi… o Dacia Sandero!

dacia sandero_2014_fleetmagazine.ptO Dacia Sandero foi o modelo mais vendido em Espanha, no mês de agosto de 2014, com um total de 1.658 unidades.

A marca francesa foi ainda a líder no mercado espanhol para veículos particulares no mesmo mês. Desde o início do ano já vendeu 16.573 unidades, um aumento de quase 50 por cento em comparação com o mesmo período em 2013.

A este brilhante resultado não será certamente alheio o facto da maioria dos motores vendidos serem construídos em Espanha (na fábrica do grupo Renault Grupo levar em Valladolid), os bons consumos e as emissões reduzidas de CO2, favorecidas pelo plano de incentivo ao abate “Pive 6”.

Graças a este apoio estatal, o Dacia Sandero com motor a gasolina 1.2 de 75 cv custa 5850 euros.

Em Portugal, as vendas da Dacia entre Janeiro e Agosto de 2014 situaram-se nas 2.393 unidades, uma variação positiva de 141,5 por cento face ao mesmo período do ano anterior.

Retirado de fleetmagazine

Estado corta 30 por cento na frota automóvel

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O governo anuncia uma redução média da despesa com a frota automóvel na ordem dos 30 por cento.

Segundo um comunicado da Entidade de Serviços Partilhados da Administração Pública, I. P. (eSPap), tal está a ser alcançado com um downsizing da tipologia da frota. O referido documento cita exemplos: o Chefe de Gabinete de Membro do Governo, ao invés de um veículo da tipologia similar a um Audi A4 2.0 TDI, “hoje em dia, com o atual Governo, utiliza um veículo da tipologia de um Seat Leon 1.6 TDI. Em termos práticos, isto significa que, em relação aos veículos atribuídos especificamente a quem desempenha esta função, uma redução de despesa superior à média global de 30 por cento”.

O término dos contratos de aluguer operacional (AOV) celebrados pelo anterior Governo e a substituição por novos contratos onde foi aplicada a mesma política de redução dos custos, gerou também novas poupanças.

Em relação ao custo mensal dos novos veículos, o valor das novas rendas oscila entre os 315 e os 365 euros mensais. Os novos contratos têm uma duração de 48 meses, sendo que o valor máximo definido para cada contrato de aluguer operacional ficou definido pelo Despacho n.º 5410/2014, de 17 de abril.

Com esta política, o atual governo consegue “garantir uma poupança de 7,87 milhões de Euros com automóveis, combinando 2 medidas: contratação de novos veículos de tipologia inferior à anteriormente contratada e aplicação da regra de abate de dois veículos por cada veículo novo adquirido”, conclui o documento.

Retirado de fleetmagazine