Etiqueta europeia de pneus: para poupar e ajudar o ambiente

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A etiqueta energética para pneus novos é já um auxiliar valioso na orçamentação de pneus e de consumos.

Obrigatória em todos os pneus novos comercializados no espaço da União Europeia, ela destina-se a ajudar o consumidor no momento da decisão.

Tal como já acontece com os electrodomésticos, esta vinheta energética colada na banda exterior do pneu fornece indicações básicas sobre a eficiência energética, segurança e nível de ruído. Contudo, mais informações terão que estar disponíveis no site do fabricante, em documentação de apoio (técnica e/ou comercial) e na fatura de compra.

Segundo a Michelin, a diferença de consumo entre um bom e um mau pneu, em termos de resistência ao rolamento, pode cifrar-se em meio litro de combustível a mais a cada 100 km.

Contudo, não basta diminuir a resistência quando isso pode colocar em causa a segurança – desse modo aumentando a distância da travagem ou comprometendo o desempenho em curva –, daí a necessidade de o desenvolvimento permanentemente de novos compostos e novas soluções para os pneumáticos.

“O importante, aquilo que o consumidor realmente deseja, é um pneu polivalente; capaz de se comportar bem tanto em piso molhado como seco, mas também capaz de aguentar estas propriedades, pelo menos, 40 mil quilómetros”, revela um responsável deste fabricante francês.

Saiba a seguir quais são e o que significam as informações contidas na etiqueta:

1

A classificação de cada pneu consoante a resistência ao rolamento (CRR). Pneus de categoria “G” perderam homologação europeia em Novembro de 2011 e a sua comercialização cessou em 2014. O mesmo irá acontecer em 2016 e 2018 para pneus categoria “F”

2

Maior resistência ao rolamento implica, necessariamente, consumos superiores. Os construtores automóveis pressionam cada vez mais os fabricantes de pneus, de modo a obter ganhos nas emissões de CO2, mas o consumidor ganha igualmente com essa economia.

3

Neste caso, a segurança é essencialmente medida sobre piso com menor aderência. São importantes os compostos da borracha, mas também a capacidade de deformação da estrutura do pneu e, mais importante ainda, os rasgos que permitem o escoamento da água e garantem a aderência da restante estrutura do piso. Pneus de categoria “F” perderam a homologação e deixaram de ser vendidos em 2014.

4

A fraca capacidade de aderência implica a necessidade de mais espaço para travar e pode significar a diferença entre ter ou evitar um acidente.

5

O ruído do rolamento é um dos parâmetros que afere o conforto de um veículo, também ele sujeito a normas comunitárias em permanente actualização. Neste campo é indicado o valor de poluição sonora e o respeito dos limites dos regulamentos da CE.

Retirado de fleetmagazine

Publicado por

Marcelo Oliveira

Profissional com experiência consolidada na Gestão de Frotas em empresas de serviços de transporte ou com parque automóvel de volume. Mais detalhes em https://marceloxoliveira.com/quem-e-marcelo-oliveira

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