O táxi elétrico: 15 mil quilómetros depois

Leaf_taxi_eletricoO único táxi 100% eléctrico a operar na cidade de Lisboa, um Nissan Leaf, acaba de fazer oito meses de utilização e cerca de 15.000 quilómetros.

Os custos de utilização estão a ser bastante mais reduzidos em relação a um “vulgar” táxi com motor de combustão, asseguram as entidades que estiveram envolvidas neste projecto.

A ausência de manutenção e a autonomia de acordo com as necessidades também são porntos positivos ao fim deste período de utilização.

José Ferreira, o taxista que adquiriu esta viatura em Dezembro de 2012, diz que se trata de uma excelente opção para os profissionais que não partilham a condução do táxi com mais ninguém, trabalhem cerca de oito horas por dia e façam uma média de 100 quilómetros diários.

“Um automóvel eléctrico é extremamente agradável de conduzir, agrada aos clientes e é muito fiável. Ao fim de oito meses de utilização, as pastilhas dos travões (um dos órgãos mais sensíveis dos táxis) estão como novas e isso é resultado do conforto de condução e do facto de, em desaceleração, o motor do Nissan Leaf, ajudar a travar”, diz.

A existência de um Nissan LEAF na frota de táxis da cidade de Lisboa resulta de um protocolo estabelecido entre a Nissan Ibéria Portugal e a Prio.E, a unidade da Prio Energy responsável pelo desenvolvimento dos serviços de mobilidade eléctrica em Portugal e no estrangeiro.

“Quando, em Agosto de 2012, aceitei o desafio de trabalhar com um táxi Nissan LEAF, estava longe de imaginar que ia gostar tanto”, diz José Ferreira. “Mas apesar de sempre ter operado com uma marca “premium”, a verdade é que fiquei rendido ao Nissan Leaf e, em Dezembro de 2012, resolvi mesmo adquiri-lo. E a opção é fácil de justificar: conforto, silêncio, satisfação dos clientes e, claro, a racionalidade dos números. Para além do interessante preço de aquisição, a Prio.E propôs um pacote de serviços bastante competitivo. Em relação ao tempo em que operava com um táxi equipado com um motor diesel, os custos são 50% inferiores.”

Fonte: fleetmagazine

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