Teste a Prius Plug-in revela consumos 32% menores que diesel

Os consumos do Toyota Prius Plug-in estão 32% abaixo da sua versão a diesel e 28% menos que na versão híbrida.

Os dados foram retirados de viaturas em teste em situações reais, conduzidos por três colaboradores da Galp Energia, que tiveram os modelos monitorizados durante três anos pelo Instituto Superior Técnico.

Nas emissões a diferença ainda é maior. O Prius Plug-in, um híbrido com possibilidade de carregamento por tomada, emite menos 35% de gCO2/km que um híbrido e -40% que um diesel.

Os dados mostram que a distância de mais de 90% das viagens feitas por estes carros foram inferiores a 20 km. Dos 130 mil quilómetros percorridos, mais de metade foram feitos em modo eléctrico.

No entanto, as viagens em modo exclusivamente elétrico não ultrapassaram, em média, os 10 quilómetros. Os consumos reais foram entre três a 3,5 l/100 km.

O perfil dos utilizadores foi distinto:

– Tipo 1: movimentos pendulares inferiores a 10 km, com origem e destino no concelho de Matosinhos;

– Tipo 2: movimentos pendulares entre 10 e 20 km, com origem e destino nos concelhos de Santiago do Cacém e Sines;

– Tipo 3: movimentos pendulares entre 20 e 40 km, com origem e destino nos concelhos de Oeiras e Lisboa.

Este modelo oferece uma condução de 25 km em modo 100% elétrico com recurso ao carregamento das baterias lítio, através da ligação a qualquer tomada doméstica, num período de apenas 90 minutos.

O Prius Plug-in está disponível pelo preço de 38.000 euros.

Fonte: fleetmagazine

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Carros mais vendidos vão pagar mais imposto

Os carros vão passar a pagar mais Imposto Único de Circulação (IUC), um aumento que varia entre os 1,3% e os 10%, principalmente para os de alta cilindrada, segundo a proposta de lei do Orçamento do Estado para 2013.

Com esta proposta, o ministro das Finanças, Vítor Gaspar, cumpre assim o que prometeu na apresentação da quinta avaliação da ‘troika’ (Comissão Europeia, Fundo Monetário Internacional e Banco Central Europeu), quando anunciou um novo conjunto de medidas de austeridade, nomeadamente um aumento de impostos para carros de alta cilindrada, que vêem o IUC agravado em mais 10%.

O IUC vai ser revisto em alta com um aumento de 1,3% no carros menos potentes e com menos emissões. Ou seja, os veículos com uma cilindrada até aos 2.500 cm3 e emitam até CO2 de 180 gramas por quilómetro, como são, por exemplo, um Volkswagen Golf, um Opel Corsa, um Renault Clio ou mesmo um Peugeot 508, terão um agravamento de 1,3% do imposto de circulação.

Na componente ambiental, os carros de cilindrada entre os 1.750 e os 2.500 cm3 vêem o seu imposto de circulação agravado também em mais 10%.

Alta cilindrada com aumento de 10%

Já os carros com cilindradas superiores a 2.500 cm3 e que emitam mais de 180 gramas por quilómetro de CO2, como são, por exemplo, um Mercedes Classe C350 ou um Audi A4 All Road 3.0 TDI, vão ter um agravamento de 10% no IUC.

Relativamente ao Imposto Sobre Veículos (ISV), o Governo não propõe alterações no OE 2013, entregue hoje na Assembleia da República, mas altera as regras de forma a que as marcas de automóveis parem de fazer exportações de carros para destinos que mais não são do que meras transferências entre subsidiárias em vários países.

Esta tinha sido já uma situação denunciada por vários gestores de marcas automóveis que tinham alertado que estas exportações provocam alterações no número de carros vendidos em Portugal, subvertendo os dados das vendas.

Segundo a proposta do OE 2013, as marcas que exportam carros vão agora ter que exibir um comprovativo de cancelamento da matrícula na alfândega, uma factura de aquisição em Portugal e a factura de venda do comprador do exterior.

Fonte: autoportal

Mercado externo não é solução para usados

A crise dos novos passou para os usados, mas mesmo assim muitas das empresas relacionadas com o sector automóvel e grandes frotistas não usam a exportação como um canal para escoar estes veículos.

“A Renault tem outros meios de escoamento de usados que não passam pela exportação”, disse a relações públicas da empresa. “A rede oficial da marca escoa 100% das nossas viaturas usadas”.

“A Mercedes-Benz Portugal não exporta viaturas para o estrangeiro, tendo apenas sido efetuada uma viatura nova a pedido do cliente pelo concessionário que fez a venda”, disse o homólogo no importador da marca alemã.

“De facto não usamos a exportação, dado que o volume de viaturas [próprias] é reduzido”, disse José Guilherme, gestor de frota nos CTT. “A maior parte [da frota] é em AOV”.

As duas gestoras que responderam ao inquérito desta revista disseram que não o fazem, mas colocam a resposta no condicional. “Até à data ainda não utilizámos o canal de exportação para a venda das nossas viaturas”, disse José d’Almeida, da Athlon. “Não exportamos veículos nesta fase”, disse a directora de marketing da ALD.

José d’Almeida adianta a explicação. “Isto advém principalmente do número reduzido de viaturas que temos para vender  e também devido à especificidade dos casos em que realmente se consegue alcançar resultados positivos com a venda no estrangeiro”, diz.

Mas há quem o faça. A Avis e a Brisa disseram que exportam usados, embora tenham deixado claro que não é esse o canal preferencial. “Numa realidade extremamente complexa e dinâmica como é o cenário actual no mercado automóvel, torna-se necessário diversificar os canais de venda e explorar todas as alternativas disponíveis”, explica Bruno Matos, director operacional da rent-a-car, que aproveita o suporte logístico e a rede de contactos da Avis Alemanha.

A Brisa sabe que algumas das suas viaturas são vendidas para outros países através de leiloeiros, mas nem sabe ao certo quais são os destinatários, dado que não controla o processo diretamente. “Julgo que a Polónia é um dos países [que recebe os carros]”, disse Luís Prazeres, gestor de frota da empresa. Mas, mesmo assim, não é totalmente alheio ao processo. Face à descida dos valores residuais que se tem vindo a verificar, a empresa tenta aproveitar os períodos de maior procura para fazer sair as suas viaturas. E ouve o leiloeiro nesse processo.

A Avis refere o mercado alemão como o destino principal para estas viaturas. “Não deixa de ser algo curioso se tomarmos em conta que é o mercado onde os portugueses tradicionalmente compram usados”, disse.

A tipologia de veículos também é clara. Tal como referiu Miguel Vassalo numa entrevista concedida para a edição em papel da Fleet Magazine, além dos carros de aluguer (segmentos de pequena dimensão, a gasolina) são também os comerciais que recolhem as preferências dos compradores externos.

Numa altura em que as associações do sector apontam para quebras entre os 30 e os 40% nesta actividade, os outros operadores utilizam os canais tradicionais.

Mesmo a Avis, que refere a exportação como um dos meios, privilegia o buy-back, sistema em que a marca assume o usado ao fim do período em que é alugado pela rent-a-car. “O “buy-back” continua a ser, em função da política da empresa e também das excelentes relações que mantemos com a generalidade das marcas automóveis, o canal prioritário de venda de usados”, diz Bruno Matos.

Na Renault, como noutras marcas, é a rede que faz o escoamento dos usados. E o líder de mercado nos novos acredita que isso é suficiente para fazer frente à falta de procura. “O nosso mercado é um mercado maduro, ou seja, um mercado de substituição e não de instalação. Desta forma, só quem domina a área dos veículos usados, pode ter ambições nos veículos novos”.

Fonte: fleetmagazine

Saiba onde a PSP instalou radares de controlo de velocidade

Polícia vai revelar todos os meses alguns dos locais onde irá colocar os controlos de velocidade.

A PSP anunciou que vai passar a revelar todos os meses alguns dos locais onde
vão colocar controlos de velocidade feitos pelos seus radares. A informação,
revelada através da página do Facebook da PSP, será dada em nome da “aposta na
prevenção da sinistralidade rodoviária”.

Numa nota, a direção nacional da PSP adianta que vão estar disponíveis mnsalmente, na rede social do Facebook da Polícia, alguns locais onde são efetuados os controlos de velocidade pelos radares desta força de segurança.

Os locais foram escolhidos segundo ritérios de maior perigosidade, pretendendo a PSP “reduzir a velocidade dos veículos” que circulam nessas vias através da demonstração da presença de elementos policiais com aviso prévio, sublinha aquela força de
segurança.

Apesar da sinistralidade rodoviária ter vindo a decrescer, a PSP está preocupada com o número de infrações por excesso de velocidade, que este ano soma já as 37.902 contraordenações.

Veja como funciona a nova geração de radares

Fonte da direção nacional da PSP disse à agência Lusa que a Polícia não consegue
fazer uma comparação com 2011, uma vez que só este ano é que começou a
desagregar estes dados.

A PSP contabilizou este ano menos 3.782 acidentes, que resultaram em menos 30 mortos, menos 871 feridos ligeiros e menos 65 feridos graves.

A Polícia considera uma “medida inédita” a divulgação dos locais dos radares, que poderá contribuir para reduzir o número de infrações e criar um ambiente rodoviário mais seguro.

Segundo a lista divulgada, os radares da PSP vão estar na zona de Lisboa hoje, entre as 20:00 e as 00:00, no IP7, sentido sul/norte, e no dia 16 de outubro, entre as 14:00 as 19:00, em frente à tribuna do Estádio Nacional, no sentido CREL/Marginal.

A velocidade vai ser controlada, a 19 de outubro, às 19:00, na avenida D. João Alves, em Coimbra, e a 24 de outubro, entre as 22:00 e as 02:00, na reta do Cabo, em Vila Franca de Xira.

Os radares vão estar ainda, durante este mês e no dia 27, entre as 21:00 e as 01:00, na avenida General Amílcar Mota, nas Caldas da Rainha, e às 21:00 na avenida Arsenal do Alfeite, sentido sul/norte, no concelho de Almada.

Veja quais são alguns dos locais onde a PSP vai colocar os radares:

1. Local: Lisboa, via:IP7, sentido Sul/Norte. Data: 10 Outubro. Hora: 20h00 às 00h.

2. Local: Lisboa, via: EN 6-3 (frente tribuna do Estádio Nacional) sentido CREL-Marginal. Data: 16 Outubro. Hora: 14h às 19h.

3. Local: Coimbra, via: Avª D. Joao Alves – Tavarede. Data: 19 Outubro. Hora: 19h.

4. Local: Vila Franca de Xira, via: EN 10, na recta do cabo, em Vila Franca de Xira. Data: 24 de Outubro. Hora: 22h às 02h.

5. Local: Leiria, via: Avenida General Amílcar Mota – Caldas da Rainha. Data: 27 Outubro. Hora: 21h à 1h.

6. Local:Setúbal, via: Avenida Arsenal do Alfeite, sentido Sul/ Norte.
Data: 27 Outubro. Hora: 21h.

Fonte: autoportal

Gestores desaceleram aumento de frotas nos próximos três anos

Mais pessimistas que os gestores europeus, os gestores de frotas portugueses estão pouco convictos no potencial de crescimento das suas frotas nos próximos três anos.   A conclusão vem expressa na última vaga do Corporate Vehicle Observatory (CVO), estudo produzido pela Arval, comparando a postura de gestores de frotas em 16 países. Em Portugal, a postura é transversal a pequenas, médias e grandes empresas. Em todas elas, apenas 5% dos gestores inquiridos assumiu acreditar no aumento do número total de veículos da sua frota no próximo triénio. Pelo contrário, 30% dos gestores das grandes empresas diz mesmo estar convicto na diminuição desse número de veículos, tal como o fazem 20% dos gestores de médias empresas e 12% dos gestores de empresas de pequena dimensão. Na Europa, o potencial de crescimento de frotas nos próximos três anos já é defendido por 26% dos gestores de grandes empresas, onde apenas 18% dos gestores acredita numa diminuição da sua frota nesse período. Também nas micro, pequenas e médias empresas, são mais os gestores europeus que acreditam num aumento das suas frotas do que aqueles que admitem a sua diminuição. Em Portugal, acontece exatamente o oposto.
Mas quando o assunto se centra nos custos das frotas, aí os gestores europeus revelam-se claramente mais pessimistas. Na verdade, mais de metade (53%) dos gestores de frotas europeus de empresas de grande dimensão acredita que a pressão dos custos na frota vai aumentar. Uma convicção que é repetida por mais de 40% dos gestores europeus de micro, pequenas e médias empresas. Já em Portugal, esse tendência é assumida por 32% dos gestores de micro empresas e por 35% dos gestores de pequenas empresas. Nas empresas de média dimensão, a convição de que a pressão dos custos na frota vai aumentar é referida por 31% dos inquiridos e nas grandes empresas sobe até aos 45%.
Já quanto ao valor residual dos veículos, as opiniões são muito coincidentes no tecido empresarial português, independentemente da dimensão da empresa em causa. A maior parte dos gestores inquiridos não duvida que o valor residual dos veículos vai continuar a diminuir em Portugal, numa tendência que se acentuou muito mais este ano, face aos resultados do CVO do ano passado. Com efeito, em 2011, 39% dos gestores de médias empresas e 34% dos gestores de grandes empresas acreditava na redução do valor residual dos veículos alugados. Em 2012, essa percentagem subiu para os 56% nas médias empresas e para os 59% nas empresas de grande dimensão. Já um possível aumento do valor residual dos veículos contratados é apenas referido como possível em 9% dos gestores de empresas de média dimensão e em 15% dos gestores de grandes empresas.
Fonte: oje

13 dicas para poupar dinheiro em combustível

Com o preço do petróleo a atingir  novos máximos quase diariamente, nunca foi tão caro abastecer um automóvel –  seja a gasolina ou a gasóleo – esteja em que ponto do globo estiver. Hoje em  dia poupar combustível é sinónimo de poupar dinheiro… veja como!

  1. Comparar preços. O preço do combustível hoje poderá não ser o mesmo       amanhã e talvez o posto de abastecimento ao lado do escritório oferece       preços mais baratos do que aquele ao pé de casa. Esteja atento, anotando as várias ofertas disponíveis, para fazer sempre uma escolha económica. Em       Portugal, descubra em que postos pode abastecer o seu carro por menos       Euros, bastando para isso consultar o site Mais Gasolina ou então o GasMappers que estende ainda o serviço a vários países do mundo, incluindo o Brasil, cujos automobilistas podem ainda recorrer a este comparador de preços.
  1. Cheio, por favor. Sempre que vá abastecer, ateste o depósito de       combustível. Com as deslocações extra ao posto, vai acabar por gastar mais       dinheiro se tentar abastecer pouco de cada vez. Aliás, vai poupar tempo e dinheiro. Pare de abastecer mal tenha a indicação de que o tanque está       cheio – não vale a pena tentar colocar mais umas gotas se já foi avisado que está cheio! Essas gotas vão acabar por sair por fora e você pagou-as. No final de cada abastecimento, certifique-se que a tampa do depósito esteja firmemente enroscada e nunca danificada – se não estiver, é a melhor forma de o combustível se evaporar!
  1. Abastecer pela fresca. A melhor altura do dia para abastecer o seu automóvel é de manhã cedo ou à noite, ou seja, nos períodos mais frescos do dia. Isto porque a gasolina está mais densa nesta altura e, como a gasolina é paga ao litro, comprará mais por menos.
  1. Conduza devagar. A condução a altas velocidades também faz com que o       combustível desapareça a olhos vistos, ou seja, toca a abastecer! Para além de ser melhor para o ambiente e para o seu nível de stress, conduzir devagar vai permitir que abra menos vezes a carteira. Quer uma ajuda extra? Se o seu veículo vier equipado com cruise control, utilize-o! Esta condução automática pensada principalmente para as auto-estradas é bastante mais económica do que a condução humana.
  1. Carro para toda a obra. Antes de sair para ir ao supermercado, por exemplo, pense em todos os outros sítios aos quais possivelmente terá que se deslocar mais tarde ou nos próximos dias – lavandaria, banco, florista, casa da mãe – e faça tudo de uma só vez, seguindo a rota mais directa, claro está!
  1. Manutenção em dia. Um carro em perfeita saúde, é um carro que vai ter uma performance mais eficaz e com consumos normais. Para garantir isso, siga estas recomendações básicas: verificar periodicamente a pressão dos pneus, o óleo, os filtros de ar, o alinhamento da direcção, o motor… Ah, e faça uma limpeza geral à viatura e à mala, retirando objectos pesados e desnecessários – um carro mais leve, é um carro menos consumista.
  1. Ar condicionado q.b. Quando o calor realmente aperta, claro que sabe bem fechar os vidros do carro e ligar o ar condicionado. Fora disso, utilize o bom senso e não passe cada viajem a ligar e a desligar o AC, a pôr mais fresco, só para cinco minutos depois aumentar a temperatura – o objectivo é poupar gasolina, não gastá-la!
  1. Sempre desligado. Compensa sempre desligar o carro – enquanto espera       por alguém ou vai levantar dinheiro, nas filas de trânsito e até num semáforo demorado ou numa passagem de nível. É um hábito (económico!) a adquirir!
  1. Estacionar à primeira. Chegado ao destino, estacione sempre no primeiro lugar que encontrar. É bem melhor caminhar um bocadinho (só lhe faz bem!) do que a andar às voltinhas a perder a paciência e a gastar combustível, não acha? Ah, e estacione de forma que possa sair sem fazer manobras de marcha atrás, estas consomem mais gasolina.
  1. Sombra vs. Sol. Se estacionar ao ar livre, prefira sempre os locais com sombra. Isto porque um carro estacionado ao sol, seja no Verão, seja no Inverno, favorece a evaporação da gasolina. Para além disso, não vai precisar de ligar o ar condicionado quando voltar ao carro. Se não tiver alternativa senão estacionar ao sol, certifique-se que o depósito de combustível não esteja voltado na direcção do sol.
  1. Estude as suas rotas. Há sempre mais do que uma maneira de chegar ao mesmo sítio. Utilize o computador de bordo (ou o método tradicional de anotar os quilómetros depois de atestar o depósito) para medir consumos e escolher os percursos mais económicos. No entanto, evite todas as estradas não alcatroadas e/ou de difícil acesso – estradas em terra ou de cascalho podem aumentar o consumo de combustível até 30%!
  1. Troque de carro. Neste campo, existem várias formas de economizar: venda       um dos carros da família; troque um carro a gasolina por um a gasóleo; se vai comprar, considere adquirir um automóvel mais pequeno, um híbrido, um carro que funcione a GPL ou, porque não, um scooter?
  1. Deixe o carro na garagem. Nos dias que correm, a melhor forma de poupar nos combustíveis é, sem dúvida, deixar o carro em casa. Vá a pé, de bicicleta, de transportes públicos ou combine boleias colectivas com amigos e colegas de trabalho. O carpooling – onde várias pessoas partilham o mesmo automóvel – está-se a tornar cada vez mais procurado, não só em Portugal mas também no Brasil. Veja porquê em http://www.carpool.com.pt/, http://www.deboleia.com/, http://www.carpoolworld.com/ e em http://www.compartir.org/.

Fonte: saberpoupar

A primeira scooter eléctrica criada do zero em Portugal também é personalizável

Em cima desta scooter eléctrica é possível percorrer 100 km por 40 cêntimos

É a primeira scooter eléctrica completamente desenvolvida em Portugal. Criada pelo Instituto de Sistemas e Robótica (ISR) da Universidade de Coimbra (UC), esta scooter foi construída com produtos nacionais e reconhece o estilo de condução de cada utilizador, sendo, por isso, personalizável.

Ana Vaz foi a investigadora que aceitou o desafio de criar uma scooter totalmente ecológica. “Isto é um projecto académico do ISR de mobilidade eléctrica”, refere a engenheira automóvel.

O objetivo era desenvolver um veículo elétrico em contexto urbano. “Foi feito um estudo e concluímos que o ideal seria um veículo de duas rodas”, conta a líder do projecto, acrescentando que a escolha também se deveu à necessidade daquilo a que chama “uma nova cultura de mobilidade urbana”. “Hoje assiste-se ao aumento do preço dos combustíveis fósseis, aos engarrafamentos e à ‘sobrepopulação’ de veículos na grande cidade.” Assim, para Ana Vaz, a melhor opção e alternativa seria uma scooter eléctrica.

Desenvolvida pelos investigadores do ISR durante um ano e concluída em Setembro do ano passado, esta é a primeira scooter eléctrica construída do volante às rodas em Portugal. E além do trabalho desenvolvido pelo instituto, as peças utilizadas na sua construção são de origem nacional. “Conseguimos fazer um veículo 100 por cento realizado em Portugal”, salienta Ana Vaz.

Com zero emissões de CO2, a scooter tem um sistema de propulsão completamente eléctrico e tendo um carregador on board a bateria pode ser carregada em casa ou num posto de abastecimento. Dependendo do estilo de condução, em cima da scooter pode-se percorrer 140 km por carga, chegando a uma velocidade de 50 km/h. Segundo a engenheira, “neste veículo consegue-se fazer 100 km por 40 cêntimos”.

Uma scooter ao estilo de cada um

Mas esta scooter tem muito mais que se lhe diga. Sendo um produto personalizável, o sistema de gestão electrónica incorporada permite ao condutor configurar o tipo de condução.

De acordo com Ana Vaz, a scooter tem três diferentes estilos de condução. “Se quiser uma condução mais económica, basta configurar o modo ECO”, explica a engenheira. Com o modo Safety, tem-se a mesma potência, mas esta é libertada de forma mais gradual. “Ou seja, o objectivo é ter uma condução mais relaxada.” Já o estilo Sport é “para velocidades mais elevadas”, conclui a responsável.

Para arrancar nesta scooter eléctrica não é preciso chave. Utiliza-se, antes, um cartão que está configurado para o modo que cada utilizador prefere. Ao passar esse cartão pelo leitor, o veículo “reconhecerá” o utilizador e assim, como Ana Vaz esclarece, “é disponibilizada a configuração do sistema para o modo que já estava programado para esse utilizador”.

Por ser possível adquirir, não apenas um, mas vários cartões, a responsável explica que este poderá ser um veículo para toda a família, em que cada elemento tem um cartão configurado para o estilo de condução desejável. Ao reconhecer o utilizador, o sistema adopta um comportamento específico.

Além desta tecnologia, Ana Vaz destaca que “a scooter eléctrica tem um tablet com display, GPS e indicação da autonomia do próprio veículo”.

Agora que o protótipo está concluído, se existir uma empresa interessada, o veículo está pronto a ser comercializado. Ana Vaz avança, com precaução, o valor máximo de 5 mil euros por uma scooter eléctrica. Mas a responsável também admite que poderá ser vendida por um preço inferior, dependendo do modelo do veículo, que poderá ter mais ou menos funcionalidades. Mas qualquer que seja o modelo, Ana Vaz não tem dúvidas de que uma scooter ecológica com estas características “será a resposta do futuro”.

Fonte: publico

Vodafone: aquisição própria impera entre os 600 carros

Com apenas algumas viaturas em aluguer operacional, que entraram depois de uma pesquisa de mercado, a Vodafone é um dos poucos frotistas que ainda faz aquisições em financiamento próprio.

Adquiridas pela área de Compras da empresa, as cerca de 600 viaturas são geridas por uma equipa de dois colaboradores, inseridos na área de Gestão de Facilities, que se encarregam das funções relacionadas com todas as viaturas da empresa a partir do momento em que são entregues à Vodafone.

A política de gestão de frota da Vodafone Portugal está definida de acordo com as necessidades das atividades a desenvolver pelas diferentes funções e áreas da empresa.  Assim, é possível dividir a frota em dois grandes grupos, de acordo com o tipo de utilização das viaturas. Existem as viaturas de serviço, onde se inserem também as viaturas atribuídas à força de vendas da empresa e as de manutenção e pool, principalmente adstritas às áreas técnicas (Engenharia).

São as viaturas de serviço aquelas que mais peso têm na frota da Vodafone. Dois terços do parque desta empresa são carros desta categoria, enquanto as restantes estão adstritas a funções de manutenção e pool. A Vodafone não prevê que este número se altere nos próximos anos. Mas admite que uma boa gestão de frota tem diversos e significativos impactos nos negócios das empresas.

No caso, o operador de telecomunicações quer garantir a operacionalidade e disponibilidade dos seus recursos, sobretudo na garantia de que as deslocações e as intervenções dos seus colaboradores são feitas a tempo. E isto tanto junto dos clientes, como nos equipamentos da rede, para que se possa prestar um serviço de excelência aos clientes da Vodafone.

Por outro lado, a empresa quer também garantir a segurança das viaturas, dos colaboradores e de terceiros, sempre que as viaturas são utilizadas nas diversas atividades para que são solicitadas.

Ao mesmo tempo, a Vodafone quer manter um controlo eficiente dos custos com a frota, tanto em termos de manutenção e reparações como da sua utilização, de modo a conseguir uma racionalização dos custos operacionais.

Num negócio como o das telecomunicações, as maiores exigências da frota têm a ver com a utilização das viaturas. Luís Amorim Ferreira, responsável de frota da empresa, diz que a diferença está se é em utilização pessoal ou de manutenção. “No entanto”, acrescenta,” globalmente e dentro das regras internas que definem o tipo de viatura e o plafond de valor para cada situação, as principais exigências são na qualidade, fiabilidade, segurança, assistência técnica, imagem e preço”.

O fato de haver um bom número de viaturas adstritas ao colaborador faz com que exista uma dispersão nos modelos e marcas escolhidas. “O ideal seria que uma frota se concentrasse num reduzido número de marcas e modelos, de modo a conseguir obter sinergias de custos ao nível da sua gestão”, diz o gestor. “No entanto, considerando que uma parte significativa da frota da Vodafone diz respeito a viaturas de serviço e que as regras da empresa permitem a escolha da marca e modelo (dentro de limites definidos) por parte do colaborador, tal concentração não se torna viável”.

Mas nas viaturas de manutenção, a concentração de marcas já é possível. Em conjunto com a área de compras, a área de gestão de frota define periodicamente quais os tipos de viaturas a utilizar para os diversos serviços necessários (viaturas comerciais, todo-o-terreno, etc.) e durante esse período apenas são adquiridas as marcas e modelos selecionados.

É dentro deste esquema que a Vodafone tem vindo a adquirir os seus veículos de propulsões alternativas. O operador de telecomunicações tem perto de uma centena de viaturas híbridas e também um Smart e um Chevrolet Volt elétricos que se destinam a ser conduzidos por vários utilizadores em circuitos de cidade.

“A razão primordial para a escolha dos veículos com propulsões alternativas prende-se com questões ambientais. A responsabilidade corporativa e a inovação tecnológica em matéria ambiental são pilares em que a Vodafone sustenta a sua atividade e algo que a empresa procura refletir também nas escolhas para a sua frota automóvel”

Luís Amorim Ferreira

As preocupações em matéria ambiental não ficam por aqui. No âmbito do seu Sistema de Gestão Ambiental, a empresa procura aumentar a sensibilização dos seus colaboradores e do público em geral para a melhoria do comportamento ambiental. E, dessa forma, desenvolve e implementa um conjunto de programas de ação em que a temática da condução eficiente (com vista à redução do consumo de combustível e as emissões de CO2) não é esquecida.

Por outro lado, no ano fiscal de 2010 (Abril de 2010 a Março de 2011) fez-se uma auditoria energética à frota que tinha por objetivo reduzir as emissões diretas de CO2 decorrentes do consumo de combustível das viaturas. “Desta iniciativa resultou um plano de melhoria com um conjunto de ações calendarizadas, entre as quais se destaca a instalação nas viaturas de um sistema de gestão de frota”, diz XXX. Além disso, acrescenta o gestor de frota, criou-se um incentivo monetário para a aquisição de viaturas híbridas, que combinem o consumo de combustíveis de origem fóssil com energia elétrica.

O resultado? De Abril de 2011 a Março deste ano, as emissões de CO2 decorrentes do consumo de combustíveis (gasóleo e gasolina) da frota automóvel registaram um decréscimo de 7,5% face ao ano fiscal anterior.

Fonte: fleetmagazine

Aposta tímida nos motociclos com mais de 50cc

De acordo com os números da ACAP, Setembro permitiu mais vendas nos motociclos
acima dos 50cc e a quebra nos quadriciclos

O mercado de veículos de duas rodas e de quadriciclos novos apresentou, em Setembro de 2012, um resultado sensivelmente igual ao ano anterior, de menos 0,7 por cento. Todavia, verificou-se uma enorme dualidade em termos do comportamento das vendas dos vários tipos de veículos que compõem este mercado.

Assim, se por um lado as vendas de motociclos com mais de 50 cm3 registaram um comportamento bastante positivo, já as vendas de quadriciclos caíram mais de 50 por cento, agravando a queda acumulada. Os ciclomotores e os motociclos até 50cc também registaram uma variação fortemente negativa, agravando igualmente a queda acumulada.

Nos primeiros nove meses de 2012 foram vendidos 18.513 veículos de duas rodas e de quadriciclos novos, tendo-se verificado uma diminuição das vendas em todos os tipos de veículos. A variação homóloga global acumulada situou-se em menos 11,6 por cento no referido período.Por tipos de veículos, e dentro do período referido, foi possível verificar para os motociclos e ciclomotores, em Setembro de 2012, um total de 2.041 unidades comercializadas, o que representou um decréscimo de 3,9 por cento, face a igual mês de 2011. Em termos acumulados, nos primeiros nove meses de 2012, as vendas diminuíram 7,5 por cento face ao período homólogo do ano anterior, tendo sido vendidas 17.441 unidades. Já em relação aos motociclos de cilindrada superior a 50cc, estes registaram em Setembro de 2012, um total de 1.781 unidades vendidas em Portugal, o que representou um crescimento de 11,7 por cento face ao mês homólogo de 2011.

Quanto às vendas acumuladas, nos primeiros nove meses de 2012, estas situaram-se nas 14.767 unidades, o que representou um decréscimo de 6,3 por cento. Os ciclomotores e motociclos de cilindrada igual ou inferior a 50cc registaram, no mês de Setembro de 2012, um total de 260 unidades comercializadas, o que representou uma queda de 29,7 por cento face ao mês homólogo de 2011. Em termos acumulados, nos primeiros nove meses de 2012, as vendas destes veículos atingiram 2.674 unidades, o que se traduziu numa diminuição de 13,6 por cento em relação ao período homólogo de 2011.

Por fim, e relativamente aos quadriciclos, o mercado permitiu um total de 81 unidades vendidas em Setembro de 2012, o que representou uma fortíssima queda de 52,9 por cento face a igual mês de 2011. Em termos acumulados, nos primeiros nove meses de 2012 a comercialização de quadriciclos registou uma evolução bastante negativa de 48,7 por cento em relação ao período homólogo de 2011, tendo sido vendidos apenas 1.072 quadriciclos.

Fonte: Lusomotores

Nissan e Fedex levam mais longe o E-NV200

A Nissan e a FedEx trabalharam juntas pela primeira vez em Dezembro de 2011,
testando protótipos de veículos comerciais 100% eléctricos

A Nissan acaba de revelar no 64.º Salão Automóvel Internacional de Veículos Comerciais da IAA, em Hannover, a totalmente nova versão 100% eléctrica do seu furgão compacto, e-NV200 , decorada com gráficos e logótipos Nissan e FedEx. Actualmente na fase final do desenvolvimento do seu segundo veículo de emissões zero produzido em massa, o furgão compacto e-NV200, a Nissan tem consciência de que os veículos eléctricos são ideais para aplicações de entregas urbanas pelo que avança para o e-NV200 uma utilização como furgão de entregas mas num modo revolucionário para as empresas, colocando ao alcance do utilizador deste segmento maior eficiência e uma consciência ecológica.

A Nissan tem trabalhado com a FedEx Express desde Dezembro de 2011 para testar o e-NV200 em operações de distribuição reais, de modo a ajudar a moldar o desenvolvimento deste veículo de entregas compacto 100% eléctrico. A FedEx Express opera actualmente 130 veículos totalmente eléctricos a nível mundial, o que faz da empresa uma colaboradora ideal para esta iniciativa de pesquisa e desenvolvimento.

A FedEx Express está fortemente empenhada em melhorar o impacto ambiental da sua frota de veículos global. A sua frota é gerida de modo holístico para aumentar a eficiência em termos de combustível e reduzir as emissões; a empresa já chegou a mais de 80% do seu objectivo de aumentar a eficiência de combustível da sua frota de veículos global até 2020.  Esta iniciativa conjunta com a Nissan irá ajudar a FedEx a desenvolver as melhores práticas de gestão da sua frota de veículos eléctricos em ambientes urbanos, apoiando ao mesmo tempo o desenvolvimento de tecnologias inovadoras, tendo em vista uma melhoria geral da indústria no que diz respeito à eficiência e redução do impacto ambiental.

Os engenheiros da Nissan e da FedEx Express começaram a trabalhar em conjunto em Dezembro de 2011 ao testar o protótipo e-NV200 nas ruas de Londres, Reino Unido. Recentemente o teste foi alargado até Yokohama, Japão, de modo a obter avaliações adicionais em diferentes padrões de condução real.  Os comentários dos utilizadores irão ajudar a Nissan a ir ao encontro dos requisitos dos clientes antes do início da produção, programada para o ano fiscal de 2013. Seguir-se-ão agora os ensaios em países tais como Singapura, os EUA e o Brasil.

Para além dos testes conjuntos, ambas as empresas decidiram alargar a sua cooperação na pesquisa e desenvolvimento de veículos de entregas urbanas e dos softwares associados. A partir daqui, a Nissan planeia alargar as tecnologias de emissões zero na sua gama de veículos comerciais ligeiros, sendo que, em relação ao e-NV200, este será o segundo dos quatro veículos eléctricos (VEs) anunciados pela Nissan, tendo em vista uma produção em massa e sublinhando a liderança da Nissan no segmento dos VEs. O e-NV200 combina o avançado sistema propulsor totalmente eléctrico do Nissan LEAF com o espaço, versatilidade e sentido prático do furgão compacto e polivalente NV200.

Por tudo o que atrás foi exposto, o Nissan e-NV200 irá proporcionar uma comodidade excepcional em termos sonoros e de aceleração (características de condução únicas aos veículos eléctricos). Para além disso, este furgão será único ao oferecer funcionalidades novas, tais como um carregamento rápido e uma tomada de alimentação inovadora que permite ao condutor ligar qualquer dispositivo eléctrico e trabalhar em qualquer lugar. O seu sistema de telemática avançada, combinado com um volume de carga líder da sua classe numa carroçaria compacta, irá ajudar o e-NV200 a afirmar-se como a referência neste segmento.

Para além disso, os invejáveis custos de funcionamento do modelo permitem uma poupança adicional aos custos energéticos comparativamente aos custos de combustível, já que também os custos de manutenção são claramente inferiores, uma prioridade para muitas empresas. Com emissões zero, sem tubo de escape e com uma travagem regenerativa que recicla a energia, o e-NV200 irá adequar-se particularmente aos ambientes urbanos. A travagem regenerativa tem a vantagem de recuperar energia no pára e arranca do tráfego citadino, reduzindo as perdas de energia e aumentando a eficiência do veículo. As opções de carregamento da bateria incluem um recarregamento completo durante a noite ou um carregamento até 80 por cento da capacidade da bateria em apenas 30 minutos, utilizando um Carregador Rápido.

A opinião dos protagonistas…

“Enquanto operador de uma frota global, a FedEx Express está sempre a procurar medidas para melhorar a eficiência dos seus veículos”, afirmou a este propósito Russell Musgrove, director executivo dos Veículos Globais da FedEx Express. “Através do desenvolvimento e implementação de tecnologias inovadoras, a FedEx Express continua a melhorar a sua eficiência energética e a reduzir o impacto ambiental da sua frota. Estamos muito satisfeitos por colaborar com uma líder global como a Nissan no desenvolvimento de um furgão de entregas urbano totalmente eléctrico”.

Recorde-se que a FedEx Express é líder entre as empresas de transportes expresso a nível mundial, fornecendo entregas rápidas e fiáveis a mais de 220 países e territórios, utilizando para isso uma rede aérea e terrestre global para acelerar o tempo de entrega dos envios mais urgentes, fazendo as entregas até uma data e hora determinadas salvaguardadas por uma garantia de devolução do dinheiro.

Por seu turno, em representação da Nissan, Hideto Murakami, vice-presidente executivo do construtor nipónico, no comentário feito sobre este tema, frisou algumas das qualidades do veículos em causa: “O e-NV200 irá disponibilizar o espaço, versatilidade e sentido prático de um furgão compacto tradicional a gasóleo ou gasolina, mas com emissões zero de CO2 ou de outros poluentes durante a sua utilização. Mas isso não é tudo, irá também proporcionar uma experiência de condução notável e única, própria dos veículos eléctricos. O e-NV200 representa uma adição arrojada e inovadora à nossa gama de veículos comerciais, que já é uma das mais amplas de qualquer fabricante”.

Com este programa, a Nissan pretende afirmar a sua liderança nos veículos de emissões zero. Para lá do desenvolvimento de veículos eléctricos, a empresa está também empenhada em esforços abrangentes para divulgar a utilização de desses veículos e promover a mobilidade sustentável. A Aliança Renault-Nissan já acordou mais de 100 parcerias relacionadas com a mobilidade de emissões zero com governos e corporações nacionais e locais a nível global. A Nissan está também envolvida em investigação e produção de baterias de iões de lítio, no desenvolvimento de infra-estruturas de carregamento de veículos eléctricos e de equipamentos de carregamento rápido exclusivos e na reciclagem e reutilização de baterias.

Fonte: lusomotores