Gestores desaceleram aumento de frotas nos próximos três anos

Mais pessimistas que os gestores europeus, os gestores de frotas portugueses estão pouco convictos no potencial de crescimento das suas frotas nos próximos três anos.   A conclusão vem expressa na última vaga do Corporate Vehicle Observatory (CVO), estudo produzido pela Arval, comparando a postura de gestores de frotas em 16 países. Em Portugal, a postura é transversal a pequenas, médias e grandes empresas. Em todas elas, apenas 5% dos gestores inquiridos assumiu acreditar no aumento do número total de veículos da sua frota no próximo triénio. Pelo contrário, 30% dos gestores das grandes empresas diz mesmo estar convicto na diminuição desse número de veículos, tal como o fazem 20% dos gestores de médias empresas e 12% dos gestores de empresas de pequena dimensão. Na Europa, o potencial de crescimento de frotas nos próximos três anos já é defendido por 26% dos gestores de grandes empresas, onde apenas 18% dos gestores acredita numa diminuição da sua frota nesse período. Também nas micro, pequenas e médias empresas, são mais os gestores europeus que acreditam num aumento das suas frotas do que aqueles que admitem a sua diminuição. Em Portugal, acontece exatamente o oposto.
Mas quando o assunto se centra nos custos das frotas, aí os gestores europeus revelam-se claramente mais pessimistas. Na verdade, mais de metade (53%) dos gestores de frotas europeus de empresas de grande dimensão acredita que a pressão dos custos na frota vai aumentar. Uma convicção que é repetida por mais de 40% dos gestores europeus de micro, pequenas e médias empresas. Já em Portugal, esse tendência é assumida por 32% dos gestores de micro empresas e por 35% dos gestores de pequenas empresas. Nas empresas de média dimensão, a convição de que a pressão dos custos na frota vai aumentar é referida por 31% dos inquiridos e nas grandes empresas sobe até aos 45%.
Já quanto ao valor residual dos veículos, as opiniões são muito coincidentes no tecido empresarial português, independentemente da dimensão da empresa em causa. A maior parte dos gestores inquiridos não duvida que o valor residual dos veículos vai continuar a diminuir em Portugal, numa tendência que se acentuou muito mais este ano, face aos resultados do CVO do ano passado. Com efeito, em 2011, 39% dos gestores de médias empresas e 34% dos gestores de grandes empresas acreditava na redução do valor residual dos veículos alugados. Em 2012, essa percentagem subiu para os 56% nas médias empresas e para os 59% nas empresas de grande dimensão. Já um possível aumento do valor residual dos veículos contratados é apenas referido como possível em 9% dos gestores de empresas de média dimensão e em 15% dos gestores de grandes empresas.
Fonte: oje
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Publicado por

Marcelo Oliveira

Profissional com experiência consolidada na Gestão de Frotas em empresas de serviços de transporte ou com parque automóvel de volume. Mais detalhes em https://marceloxoliveira.com/quem-e-marcelo-oliveira

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