Fãs da F1 com aplicação Pirelli Autodrome

Aproveitando o segundo ano em que é o fornecedor exclusivo de pneus para a Fórmula 1, a Pirelli lançou uma aplicação (app) para Smartphones com ambientes iPhone e Android, pleno de informações, jogos e desafios para todos os gostos. Este app chama-se Pirelli Autodrome e está disponível em versão beta, através do mercado iTunes ou  Android, ou directamente para o site web (www.pirelli.com/autodrome). Além disso, os utilizadores da referida aplicação poderão utilizar o Facebook e o Twitter da Pirelli para trocar ideias uns com os outros ou até mesmo deixar sugestões para o futuro desenvolvimento da aplicação.

Basicamente, o app Pirelli Autodrome tem seis menus que dão acesso a experiências diferentes. Numa delas, os utilizadores podem chegar até ao pódio Pirelli e trocar a foto do seu piloto favorito pela sua própria foto. Outra experiência é entrar nas boxes e sentir as emoções de um mecânico de uma das grandes equipas durante uma corrida. Na aplicação, existe também uma função que permite encher um pneu soprando para o seu telefone ou substituir um pneu movendo o telemóvel de modo específico. O entretenimento prolonga-se também em informações técnicas e comerciais sobre a própria Pirelli e os seus produtos, bem como toda a actualidade sobre o Campeonato do Mundo de F1, tanto para marcas, como para condutores. A questão que fica é se depois de tantos conteúdos virtuais ainda sobra tempo para ver alguma corrida.

Fonte: revista dos pneus

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Ferraris, Jaguares e outros carros de luxo abandonados

O paraíso do dinheiro do petróleo encontra-se no Médio Oriente, chama-se Dubai e faz parte dos Emirados Árabes Unidos. Uma vaga de britânicos viajou para o local para aproveitar o dinheiro que então circulava em grandes quantidades. Mas fruto da recessão económica, muitos dos britânicos que fizeram lá fortuna tiveram que abandonar o país com dívidas pesadas, diz o ‘Daily Mail’.

As leis no Dubai que se debruçam sobre a dívida privada são particularmente severas, razão pela qual alguns destes britânicos se viram na possibilidade de ir para a prisão depois de ficarem a dever dinheiro. Tomaram então a decisão de saírem do país o quanto antes, deixando para trás os carros de luxo que compraram durante os seus anos de prosperidade.

Ao ‘The Sun’, um ex-milionário admitiu que tinha deixado os seus carros de luxo no estacionamento do aeroporto por causa da crise financeira. Alguns dos carros que estão lá estacionados têm ainda as chaves na ignição, diz o ‘Daily Mail’.

O mesmo homem disse ao tablóide britânico que quando alguém se vê confrontado com uma conta que não pode pagar no Dubai, uma das alternativas é, de facto, vender o carro de luxo para atenuar a dívida. Mas quando uma dívida é contraída “existe o risco da situação financeira se tornar exposta”, explicou ao ‘The Sun’. Como vender o carro demora tempo, é mais fácil fugir.

Em 2011, mais de 3 mil carros foram encontrados abandonados no Dubai. Diz o ‘Daily Mail’ que a polícia ou vende os carros que encontra nestas condições ou os destrói. Cerca de 2500 pessoas saíram do país oriental, também no ano passado, “muitos com dívidas por pagar”, avança o diário britânico.

 

Fonte: sábado

Monster MK1: este é o maior pesadelo para qualquer condutor…

Companhia de seguros «construiu» o carro menos fiável do mundo, o maior pesadelo para qualquer condutor

Um estudo de uma seguradora britânica deu origem a uma lista dos piores e menos fiáveis componentes que se estragam com maior frequência num automóvel e em que modelos. Tudo somado dá origem ao Monster MK1, o maior pesadelo para qualquer condutor.

A conclusão é da Warranty Direct, uma seguradora britânica que realizou um estudo com vista a contabilizar as peças menos fiáveis nos automóveis comercializados no Reino Unido. Assim nasceu o Monster MK1 – o nome dado ao veículo que reúne as peças menos fiáveis num único automóvel, criado a partir da base de dados da empresa britânica, que contabilizou 50 mil apólices de seguro.

Este verdadeiro pesadelo de quatro rodas está equipado com os travões do Audi A8, a suspensão do BMW M3, que requere algum tipo de reparação todos os anos, o motor 1.8 de 160 cavalos do MG-TF e a caixa de velocidades do Land Rover Freelander, conhecida pelas dores de cabeça que causa aos seus proprietários.

Assustado? Mas o pesadelo continua. Para compor o «ramalhete», o Monster MK1 conta ainda com o sistema de arranque do Mercedes Viano, a electrónica do Renault Mégane, o ar condicionado do Seat Alhambra, o sistema de refrigeração do Seat Toledo e a direcção do Volvo C70.

Para se ter uma ideia deste carro «amigo» de todas as oficinas, se todas as partes que se danificam com maior frequência estivessem dispostas num único modelo, o Monster MK1, o seu proprietário teria que gastar todos os meses algo como 2.309 euros em reparações.

De acordo com a Warranty Direct, algumas destas reparações chegam a atingir os 7.800 euros. Pior que isso é a frequência com que alguns dos modelos em análise acusam estes problemas. Por exemplo, 40% dos proprietários de um BMW M3 requerem alguma reparação na suspensão ou nos eixos durante o ciclo de vida do veículo.

A Warranty Direct criou também um índice de fiabilidade que lista os dez melhores e os dez piores modelos. Uma informação que pode consultar em www.reliabilityindex.com/.

Fonte: autoportal

10 coisas que os ladrões não gostam nos carros

Veja as características que podem fazer os ladrões desistirem de roubar um veículo

Muito se fala sobre os carros mais visados pelos ladrões, mas pouco se comenta sobre seus desafetos, aqueles veículos que entre muitos outros estacionados serão as suas últimas opções. Obviamente, não é possível questionar os criminosos sobre os motivos que os fazem desistir de certo carro, mas especialistas em roubos e furtos de veículos conseguem delinear quais características costumam deixar o carro menos “roubável” ao estudar os históricos deste tipo de crime.

Conforme explica Luiz Pomarole, membro da Federação Nacional de Seguros Gerais (FenSeg) existem dois objetivos principais que motivam os roubos: “Um dos objetivos é a revenda dos carros; e o outro, muito mais comum, é a revenda de peças no mercado paralelo”. Observando quais são as peças e os modelos mais buscados por compradores, portanto, é possível identificar também o que o ladrão irá buscar para abastecer o mercado negro.

Segundo o Capitão Cleodato Moisés do Nascimento, porta-voz da Polícia Militar de São Paulo, ainda há outros dois pontos que explicam a lógica dos roubos: “O ladrão também procura os carros que serão mais dificilmente localizados pela polícia e os carros úteis para usar em outros crimes”.

Veja a seguir 10 características que os ladrões não gostam em um carro, ou que podem ser um critério de desempate na hora que eles decidem qual carro roubar.

1) Cores chamativas

Os carros com cores mais chamativas são evitados pelos ladrões por dois motivos: a maior facilidade de localização do veículo depois de roubado; e a menor procura no mercado paralelo, tanto por conta da maior dificuldade de revenda (por serem carros que não agradam a todos os gostos), quanto pelo fato de as peças coloridas serem menos buscadas para reposição.

“O criminoso evita cores mais chamativas. Já os carros com cores padrão, como branco, preto e prata, são os preferidos, porque se misturam na intensidade dos outros veículos em uma fuga e são mais buscados no mercado negro”, explica capitão Moisés.

2) Carros importados e de alto valor

São carros que normalmente chamam muita atenção, por isso, apesar do alto preço, são modelos desvalorizados pelos ladrões. “O ladrão tem medo de ser notado na rua com um carro desses porque é o tipo de carro que todo mundo olha. Além disso, estes carros costumam ter sistemas de segurança mais avançados, que dificultam o roubo”, esclarece Luiz Pomarole.

E ainda, como os carros importados e de alto valor são menos populares, há menos procura por este tipo de carro para revenda e também uma menor demanda por peças de reposição.

3) Carros menos populares

Os especialistas explicam que muitos roubos são resultados de encomendas. Sendo assim, qualquer tipo de veículo pode ser um alvo, desde que o mercado paralelo tenha um comprador interessado. Porém, os modelos menos comuns, apesar de não serem totalmente protegidos destas encomendas, acabam sendo menos roubados que os populares por estarem em menor quantidade.

“O carro menos popular tem menos risco de ser alvo porque o criminoso rouba e furta para vender no desmanche. Por isso, ele vai pegar o carro que tenha comércio mais rotativo. Não adianta pegar um carro que as pessoas não estão usando”, explica o capitão da PM.

4) Rodas básicas

“As rodas são o principal alvo dos roubos hoje em dia porque são vendidas muito facilmente. Como não existe uma identificação da roda com o veículo roubado, muita gente acaba comprando as rodas em qualquer lugar sem saber se elas são fruto de um roubo”, diz o porta-voz da PM.

Moisés explica que, como muitos roubos são motivados principalmente pelas rodas, os carros com rodas mais básicas acabam mais ignorados pelos ladrões do que os carros com rodas de liga leve, por exemplo. E ainda, se o objetivo for roubar um certo modelo de veículo e o ladrão encontrar dois carros do mesmo modelo, ele irá preferir aquele que tiver as rodas em melhores condições.

5) Picapes e SUVs movidos a gasolina

Boa parte dos modelos de picapes e SUVs são vendidos com duas opções de motores: movido a diesel ou a gasolina. Segundo Pomarole, os modelos movidos a gasolina são muito menos visados do que os movidos a diesel. “O motor diesel roda muito e, por isso, tem mais necessidade de reparos e a demanda por peças é mais alta. Por isso, nestas categorias, os carros movidos a gasolina são menos visados. A Pajero movida a gasolina, por exemplo, tem menor incidência de roubo”, afirma.

Ele também acrescenta que, como o motor a diesel costuma ser mais caro, ele também é muito buscado no mercado paralelo por compradores que buscam um preço mais acessível.

6) Carros sem acessórios externos

“Os carros com acessórios externos têm sido preferidos por ladrões, justamente por deixarem à mostra itens que são visados por eles”, afirma Pomarole. Ele diz que alguns dos acessórios externos mais visados são os estribos (peça que fica na lateral do carro e serve como suporte para subir em carros altos) e os estepes, peças que são muito roubadas por terem alta demanda no mercado paralelo.

Os estepes, por exemplo, podem estar localizados tanto dentro quanto fora do veículo. Se o objetivo for apenas furtar a peça, carros com estepe interno são menos buscados por dificultarem a ação. E ainda, se o ladrão estiver na dúvida entre dois carros parecidos, o item à mostra pode servir como critério de desempate. “Entre um Fiat sem estepe e um modelo Adventure, que vem com estepe externo, o ladrão vai preferir o Adventure”, afirma Pomarole.

7) Som de fábrica

Os rádios são um atrativo para os ladrões e muitas vezes são o objetivo principal do furto ou roubo. Segundo o porta-voz da PM, aparelhos de som de fábrica são menos vantajosos para os ladrões porque só servem para aquele modelo de carro. Em alguns casos, até param de funcionar quando desinstalados. “O criminoso já sabe que este tipo de rádio pode ser danificado se retirado do carro. E mesmo que não seja, eles também já sabem que os aparelhos de fábrica não têm tanto comércio quanto outros rádios que eles podem instalar em qualquer carro”, explica Moisés.

Ele também explica que os carros com rádios mais básicos são menos visados. “Hoje o criminoso está mais atento ao que é bom e o que não é. Quanto mais básico o aparelho, menos chamará a atenção. Aparelhos com DVD e GPS, por exemplo, têm sido bastante roubados”, diz o capitão.

8) Travas manuais

Moisés explica que, apesar de existirem sistemas mais avançados, as travas manuais podem inibir a ação do ladrão ao serem avistadas. “As travas de volante e as travas de câmbio acabam criando um grau de dificuldade para a ação do criminoso e ele pode deixar de agir ao ver a trava. Não vai evitar 100%, mas vai dificultar o roubo”, diz.

Pomarole concorda que se o ladrão olhar a trava pelo vidro do carro, ele pode desistir de roubar o veículo, mas ressalta que este sistema de segurança pode ser altamente falível. “A trava não evita o roubo (quando a vítima está presente), apenas pode evitar o furto (quando a vítima está ausente). E nem sempre o motorista ativa a trava, às vezes ele esquece, ou não aciona porque logo vai voltar para o carro”, diz. Ele acrescenta que sistemas como rastreadores e localizadores, por exemplo, são mais eficientes porque não dependem do acionamento manual e ajudam o motorista a encontrar o veículo depois que o roubo foi consumado.

9) Insulfilm (película de controle solar)

Em um roubo, o uso do insulfilm pode evitar a aproximação do ladrão, uma vez que a película o impede de ver com clareza quem está dentro do carro. E no caso do furto pode dificultar a visualização de objetos deixados no interior do veículo que chamariam sua atenção.

No entanto, o item pode ser um tanto controverso: “Em um roubo, o ladrão pode preferir um carro sem insulfilm porque sabe quem está dentro do carro. Mas, ao mesmo tempo, em um furto, o ladrão pode preferir carros com insulfilm porque, ao fugir com o carro, ele ficará menos visível”, explica Pomarole. O insulfilm também não será eficaz no caso de um roubo programado, em que o ladrão já sabe quem é a sua vítima e, portanto, quem está dentro do carro.

10) Carros básicos

Os carros básicos naturalmente têm menos valor de revenda do que os mais equipados. Além disso, ao serem desmontados, terão peças mais baratas e menos acessórios do que os carros mais sofisticados. “Um painel atrativo, por exemplo, hoje em dia chama muito a atenção do ladrão quando o carro está estacionado em via pública”, explica o capitão Cleodato Moisés.

Fonte: exame brasil

Sprinter Cligo: o comercial ligeiro dos 7.000 kg

E se tivesse um carro ligeiro com capacidade para levar até 4.000 kg de peso e 32 m3 de carga?

A Carclasse tem uma solução que responde a estas necessidades, baseada no chassis de uma Mercedes-Benz Sprinter 519-43. Trata-se do Sprinter Cligo, para já apenas disponível na sua versão box, mas que poderá vir a ter versões báscula, TIR (lona) e frigorífico, conforme adiantou à Fleet Magazine, Diogo Mariano de Carvalho.

 “O Cligo é uma solução para as empresas que tenham necessidades de carga sem resposta na oferta tradicional de ligeiros, sobretudo para quem opera em centros urbanos”, diz o coordenador de vendas do grupo de retalho.

Este conjunto pode ser conduzido por motoristas com licença de condução tipo B+E. Na prática, é um sistema semelhante aos pesados de mercadorias de longa distância (vulgo TIR). Um Mercedes-Benz Sprinter, equipado com a motorização V6, de 190 cv, funciona como trator de reboque do atrelado de carga. Este último tem dois eixos, um dos quais pode ser elevado para manobras que requeiram apenas um eixo.

Não se tratando de um pesado, as empresas têm à sua mercê um conjunto com um peso bruto de 7 ton, que não exige tacógrafo, o que permite mais flexibilidade no horário de utilização. Além disso, a velocidade máxima também não está limitada.

Além dos modelos tradicionais de aquisição, a Carclasse preconiza ainda uma solução de aluguer operacional para todo o conjunto. Os preços serão revelados em breve.

O Cligo vai ter mais três versões de carroçaria: báscula, TIR e frigorífico.

Fonte: fleetmagazine

Os 10 piores testes de colisão com carros

Ao longos dos tempos, a evolução da segurança ativa e passiva na indústria automotiva tem sido extraordinária, ao ponto de vários dispositivos desenvolvidos serem de montagem obrigatória pelos construtores, sendo o caso do ESP o mais recente (ver aqui).

Assim, casos como os do vídeo abaixo são, felizmente, passado.

O vídeo é muito interessante, chamando a vossa atenção para a última viatura: é impressionante a extensão dos seus danos…

Taxa de álcool baixa para motoristas e jovens condutores

Revisão do Código da Estrada deverá ser efetuada até ao final do ano.

O Governo deverá reduzir até ao final do ano com a de taxa de álcool no sangue para motoristas de transporte de passageiros e mercadorias e jovens condutores, alterações que correspondem ao regime previsto na maioria dos países da União Europeia e que estão a ser estudadas no âmbito da revisão do Código da Estrada.

Generalizar a todos os condutores a redução de 0,5 para 0,2 gramas de álcool por litro de sangue está, no entanto, fora de causa. A descida deverá ser aplicada apenas aos recém-encartados e a profissionais do transporte.

Fonte: expresso

Os carros mais fiáveis ​​de 2012

Uma das principais preocupações dos consumidores ao comprar um carro, para além da eficiência, conforto e boa aparência, reside na fiabilidade do carro.

O Autoviva encontrou os 10 carros mais fiáveis disponíveis no mercado europeu até à data, graças à alemã TÜV que reuniu dados sobre defeitos no decurso de 7 milhões de check-ups a veículos. O relatório da TÜV dividiu os modelos em 5 grupos de 3, 5, 9, 7 a 11 anos, e destes filtrámos os carros que têm persistentemente reunido os melhores resultados.

10. Volkswagen Golf Plus

As famílias pequenas ficarão contentes por saber que o irmão ligeiramente maior do Golf, o Golf Plus, está no 10º lugar da lista. O modelo entrou duas vezes no top 10, entre os veículos mais recentes de até 3 anos fica na 4ª posição e na classe de 5 anos desce na escala para a posição nº 9. O Golf Plus está disponível a partir de 20.000 Euros, o que faz dele uma opção competitiva.

9. Porsche Cayman/Boxster

A marca Porsche é sinónimo de qualidade de engenharia alemã e, aparentemente, os seus produtos não desiludem os clientes mais exigentes. Em geral, os modelos Cayman e Boxster arrecadam uma 9ª posição, com um 4º lugar entre os carros com 3 anos e um lugar ainda melhor para a classe de 5 anos com a 3ª posição.

8. Toyota Prius

O híbrido Prius é o primeiro de vários Toyotas nesta lista. Oitavo na classificação geral, é o que tem melhor desempenho na classe de 3 anos e está em 2º na classe de 5 anos. Isto faz com que o carro japonês seja uma escolha convincente quando se olha para a eficiência tanto a nível ecológico como económico. Mas, claro, a sustentabilidade tem o seu preço e o Prius está à venda a partir de 25,000 Euros.

7. Porsche 911

Dinheiro bem gasto é também o Porsche 911, o topo de gama de Estugarda que consegue uma 7ª posição à frente dos irmãos Cayman e Boxster. O modelo beneficia da sua maturidade técnica e assegura o 1º lugar nos grupos de 9 e 11 anos, dando razão àqueles que encaram o 911 como uma paixão e um investimento. A última geração está ao alcance de quem queira desembolsar 100,000 Euros.

6. Mazda 3

Mas fiabilidade suprema vem também a preços muito mais baixos e aqui, temos de admitir, os fabricantes japoneses dominam. O Mazda 3 está na sexta posição geral, com um 8º lugar no grupo de 3 anos, 10º no grupo de 5 anos e 6º quando falamos sobre carros de 7 anos de idade. Com preços para este modelo compacto a começar nos 15.000 euros, este parece ser um bom investimento.

5. Ford Fusion

O Ford Fusion é o último a lutar por um lugar no top 5 em nome dos fabricantes europeus. O pequeno monovolume aparece três vezes entre os mais fiáveis, na 6ª posição até 3 anos, 10º lugar entre os membros do grupo com 7 anos e aguenta-se no 7º lugar no grupo dos 9 anos. Disponível a partir de 13,000 Euros, esta é um carro bastante frugal.

4. Mazda 2

A partir deste momento o Japão é líder. O pequeno Mazda 2 deixa o seu irmão maior Mazda 3 para trás e dá mais um passo em direção ao pódio com um 4º lugar geral. No grupo de 3 anos o modelo ocupa a segunda posição, no grupo de 5 anos vem em 6º e no grupo de até 7 anos arrecada a 7ª posição. Este pequeno citadino é oferecido a partir de 10.000 Euros e parece-nos uma aposta bastante segura.

3. Toyota Avensis

Aqueles que procuram um carro espaçoso e de confiança orientado apara a família e espaço de bagagem pode sentir-se tentado pelo Avensis. O modelo Toyota abre o pódio e convence com um 10º lugar no grupo de até 5 anos, 5º no grupo de até 7 anos e 9º no grupo de até 9 anos. Os preços começam nuns amigáveis ​​20.000 euros, no caso da variante sedan.

2. Toyota RAV4

O terceiro Toyota a figurar nesta lista e 2º na classificação geral é o RAV4. O crossover cimenta a 4ª posição no grupo dos 5 anos, 3ª no grupo de 7 anos e é 2º entre os carros de 9 anos. Assim como o vinho, este modelo parece ficar melhor com a idade, por isso pense bem antes de trocar a boa qualidade que tem aqui por algo novo e chamativo, mas menos maduro. Um novo vai-lhe custar pelo menos 25.000 euros.

1. Toyota Corolla

Surpresa! É outra vez o Corolla. Quem diria? Este modelo lidera todos os estudos de fiabilidade, mas claro que tem também pontos menos positivos, como o… design. Mas sendo o único carro que entra 5 vezes no top 10, pode bem justificar os seus louros. Este modelo tem resultados acima da média em todos os grupos, custa a partir de 20.000 Euros e é a opção mais racional que existe no mercado.

Fonte: autoviva

Hertz lança website para aluguer de motos

Em parceria com a BMW Motorrad Portugal, a Hertz lançou um website dedicado ao aluguer de motos

A Hertz rent-a-car lançou o website Hertz Ride, que é totalmente dedicado ao aluguer de viaturas de duas rodas, em parceria com a BMW Motorrad Portugal.

Criado especialmente para os amantes de motos, este website – http://www.hertzride.pt/ – compila a informação necessária para usufruir em pleno do aluguer de um dos modelos disponíveis da frota BMW Motorrad. Descrição das características dos modelos, informação da rede de estações de aluguer Hertz, notícias do sector e sugestão de passeios de fim-de-semana ou férias de mototurismo (três e sete dias) são algumas das ofertas que diferenciam este website.

Com esta parceria, a Hertz reforça a sua aposta no projecto Hertz Motorbike Collection, que tem como intuito a oferta de uma colecção (modelos F 650 GS, R 1200 GS e R 1200 RT) que alia estilo e segurança à liberdade que só uma moto pode oferecer.

O serviço de aluguer de motos está disponível numa rede de estações de Aluguer Hertz alargada: Cascais (Monte Estoril), Lisboa (Rua Castilho e Prior Velho), Faro (Montenegro) e Porto (Rua de Santa Catarina).

Fonte: lusomotores

Conduzir um F1 à chuva com um olho tapado é obra!

O piloto de testes da Lotus Lucas di Grassi amarrou uma nova câmara ao capacete para fazer um teste em Spa. A câmara proporciona uma visão do que o condutor está a ver enquanto conduz o carro. No caso de di Grassi houve dois problemas. Em primeiro lugar, estava a chover muito em Spa durante o teste. Em segundo lugar, “Tive de conduzir com apenas um olho aberto porque a câmara estava a tapar o meu outro olho, foi muito complicado”, referiu o piloto.

É incrível até onde chegou a tecnologia das câmeras em poucos anos. Seria ótimo câmaras como esta se tornassem habituais nas transmissões das corridas de F1.

Fonte: autoviva